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Posts na categoria "Viagem"

Jardins de colônia

09 de maio de 2012 0

Quando eu era criança, tinha quase vergonha do jardim cuidado com zelo por minha mãe. Achava uma bagunça aqueles canteiros entremeados de caminhos construídos com restos de tijolos, telhas quebradas, pedras recolhidas no quintal. Desgostava da profusão de tipos e cores, da mistura de espécies de flores que se engalfinhavam, cada uma buscando seu espaço. Minha mãe raramente voltava da visita a uma vizinha ou parente sem trazer mais uma muda, uma semente, um acréscimo àquela babilônia botânica. Eu preferia um jardim alinhado, só de rosas ou de espécies mais nobres. Muito, mas muito, mais tarde encontrei beleza naqueles projetos paisagísticos maternos e, hoje, uma das coisas de que eu mais gosto é o que eu chamo de “jardim de colônia”. Com liberdade para plantas flores e, especialmente, para os jardineiros! Pensamentos desalinhados, para começar a semana.

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Em Curitiba, dois coelhos numa rua só

08 de maio de 2012 0

Da série “Coisas para comer em viagem” : Nas minhas férias do ano passado, andei por CURITIBA e conheci dois lugares que vale a pena recomendar. O legal é que ficam um em frente ao outro. Dá pra almoçar de um lado da rua e saborear a sobremesa do outro lado, quase em frente. Foi o que eu fiz. Fica na Rua Itupava, no Alto da Rua XV. Cantina do Délio – Numa casa de madeira antiga, o restaurante lembra a casa da nonna. E é, claro, um lugar de comida italiana. De comida caseira italiana. As porções são generosas e o cardápio é descomplicado. Pode-se escolher entre o salão principal, a varanda e o que, na minha terra, se chamaria de sobrado, o segundo piso. Para comer escolhi, de entrada, bruschettas, e depois, um risoto. Acompanhados de um chianti honesto. Bella Banoffi – Especializada em tortas, bolos, sanduíches e doces, mas também serve pratos a la carte no almoço e no jantar. O balcão de doces é um atentado a qualquer dieta. E o atendimento simpático não o deixará constrangido se mudar o pedido, diante de tanta variedade de doces. A vontade é pedir um pouco de tudo.

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Termas do Vulcão, no sul do Chile

07 de maio de 2012 0

Não é por falta de atrativos que alguém deixará de escolher o CHILE como seu destino de férias. Como alternativa para o inverno, então, mais ainda. É com essas características que misturam natureza, aventura, vulcões nevados que uma região daquele país se vende: a Araucanía. Um dos circuitos foi batizado de “As Termas de Vulcão”, em função das estâncias termais ao longo do caminho. Começa em uma das cidades mais importantes do sul do país, Villarrica, a 82 quilômetros de Temuco, a capital da Araucanía. Entre as termas da região: a de Palguín, que tem uma piscina exterior com fontes termais entre os 36°C e os 52°C, no sopé do Vulcão Villarrica; as Geométricas , cujas águas fluem a 80°C, no Parque Nacional Villarrica, onde os visitantes podem nadar em 20 piscinas; e as Termas Vergara , com cinco piscinas com diferentes temperaturas e um tobogã de 20 metros. Uma das melhores formas de conhecer os circuitos do Território Andino/Lacustre é de carro , a partir de Temuco, a capital da Araucanía. A recomendação, porém, é sempre consultar as condições das rodovias com a polícia chilena, com o serviço de atendimento ao turista ou com a Corporación Nacional Forestal de Chile (Conaf). Informações: www.inviernochile.cl

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De mulher para mulher, um site com dicas e mapas de Paris!

06 de maio de 2012 0

Já visitei cidades que me encantaram muito mais do que Paris , mas há meses ando com capital da França na cabeça, lendo livros e pesquisando roteiros que um dia, quem sabe, vão ser colocados em prática por mim. Nestas buscas, encontrei o site My Little Paris , repleto de dicas e mapas, feito por mulheres para ser degustado por outras mulheres. Além de superútil, o site é lindo, todo ilustrado! Em My Little Paris há dicas práticas de lugares pra comer, festar, comprar, passear, ficar mais bonita e até se depilar na Cidade Luz! Dá pra baixar um aplicativo pra Ipad ou Iphone com mapas que ajudam a se localizar em Paris e planejar melhor os roteiros de acordo com os interesses da viajante. Ou simplesmente assistir a vídeos como este acima pra ficar com água na boca diante do sotaque que eu adoro e dos lugares escolhidos por quem vive Paris . O site tem ainda uma versão para Lyon e outra para Marseille , igualmente caprichadas.

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Novidades no meu bairro (2)

02 de maio de 2012 0

Nada como caminhar para ver os lugares de uma outra perspectiva. E sair um pouquinho da rota habitual. Bastou entrar em duas ruas por onde raramente caminho para descobrir dois lugares novos para mim (que abriram há pouco tempo, mas eu ainda não conhecia). Meu bairro (quem me lê está careca de saber, a TRISTEZA, na zona sul de Porto Alegre) vive uma explosão e surgem muitas coisas novas todos os dias. E eu fico cá torcendo para que isso não o descaracterize. Na Rua Afonso Álvares, uma travessinha da Wenceslau Escobar, uma casa amarela abriga um atelier com artesanato do Brasil inteiro, o Atelier Brazilis. E promove oficinas e cursos para quem quer aprender. Tem umas coisas bonitinhas, aqueles presentes para levar em viagens para amigos que moram fora do país, por exemplo. Da conversa com a Cristine, que me atendeu, achei legal o fato de eles darem preferência a artesãos que têm pouco espaço para mostrar seu trabalho, sejam eles de onde forem. Na rua seguinte, a Mário Totta, dei de cara com a Vino&Peccato , uma delicatessen que oferece, além dos vinhos do nome, queijos, óleo de oliva, especiairias, iogurte, cafés, sucos e salgados. Legal ter essas opções pertinho de casa.

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Gatos que vêm do Panamá

01 de maio de 2012 0

Marcela Duarte , colega de ZH que, como eu, gosta de fotografar gatos quando viaja, mandou sua contribuição para a seção GATOS DE VIAGEM . Ela fotografou esses bichanos quando foi, recentemente, ao PANAMÁ . Embora adore gatos, nunca tinha me perguntado por que eles gostam tanto de lugares altos, como mostram as fotos da Marcela. Encontrei duas respostas razoáveis: 1 – Buscam lugares seguros, livres de ataques de quem quer que seja. 2 – Do alto, têm uma visão melhor, podem observar o mundo e monitorar seu território. São bons motivos, não?

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Rio dos Cedros: refúgio de inverno para um fim de semana no Vale do Itajaí

01 de maio de 2012 0

Quem chega ao Centro de Rio dos Cedros não tem como se sentir atraído. Em comparação aos municípios vizinhos, faltam a organização e a limpeza de Timbó, o charme colonial de Pomerode, a força industrial de Jaraguá do Sul. Mas a cidade de 10,3 mil habitantes, que fica a 40 quilômetros de Blumenau e 190 quilômetros de Florianópolis, esconde um paraíso ainda pouco explorado, a mil metros de altitude . São 538 km² de área rural ao redor das barragens de Pinhal e Rio Bonito, a chamada Região dos Lagos . Rio dos Cedros, trilha a cavalo na Barragem do Rio Bonito (foto: Letícia da Silva) No verão, o caminho do Centro até Alto Cedros é ladeado por hortênsias, as barragens ficam cheias de gente praticando esportes náuticos, as duas principais cachoeiras tornam-se disputadas! Mas é no inverno que Rio dos Cedros fica ainda mais convidativo, principalmente em dias de frio e sol. Com a represa cheia, o dia é para reunir amigos ao redor do fogão a lenha, pedalar pelas estradas de chão ( Rio dos Cedros é um dos principais destinos de cicloturismo do Vale Europeu ) ou passear a cavalo pelas trilhas  no meio do mato (com apoio de um guia nativo, claro!).  À noite, fondue, lareira e vinho são ótima pedida antes de encarar a coberta quentinha! Tá achando muito marasmo? De fato, Rio dos Cedros é para fugir da agitação da semana. Mas, se você é daqueles viciados em internet, saiba que a tecnologia já subiu a serra. O telefone não pega, mas o Wi-Fi está em alta. É possível alugar casa (há opções excelentes, com quartos mobiliados, cozinha e sala equipadas, de frente para a represa) ou se hospedar em alguma pousada/chalé (ver lista abaixo). Há apenas um hotel estrelado, que é  o Parador da Montanha , no Pinhal. Se esquecer de algum artigo de primeira necessidade, na Barragem Rio Bonito tem mercado (Bar do Faustino). Mas vá preparado, principalmente se alugar casa ou chalé, porque o ideal é descer até o Centro só na hora de voltar para casa. Dicas de hospedagem em Rio dos Cedros (na Região dos Lagos): -  Paraíso das Ilhas , no Pinhal -  Hotel Lindnerhof , em Alto Cedros -  Vale dos Ventos , no Rio Bonito -  Parador da Montanha , no Pinhal – Bar do Faustino, em Palmeira, informe-se sobre casas para alugar: (47) 3322-0997 – Ilha Camping (também tem chalés para alugar e restaurante): (47) 3386-1050 / 9973-9000 E já que o frio está chegando (confira a previsão no Blog do Puchalski ), programe-se!  Tem outra dica de roteiro de fim de semana para os dias frios ? Divida com a gente!

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San Martin de los Andes - Amor antigo

29 de abril de 2012 0

Eu nem lembro bem em que ano conheci San Martin , mas seguramente faz muito tempo. Chegando em San Martin Para aqueles que não sabem, San Martin de los Andes é uma cidadezinha que fica na provincia de Neuquén , no sul da Argentina , há 158km de Bariloche . Com pouco mais de 24 mil habitantes, não dá pra se perder por lá. E garanto para voces, não mudou muito, o que nos dias que correm é uma benção. San Martin não foi tomada por nenhuma febre imobiliária, nem muito menos foi fruto de modismos passageiros. Ela continua lá, linda, charmosa e com muitos moradores que escolheram uma vida mais tranquila, longe do estress das grandes cidades. A cidade é banhada pelo Lago Lácar Tenho muitas passagens em San Martin, e lembro que ficávamos contando que tinha mais bons restaurantes do que Porto Alegre , é claro que hoje isto mudou muito, mas a cidade ainda tem uma dezena de ótimos lugares que não ficam atrás de nenhum restaurante bom por aí, com uma diferença bem importante: os preços são pra lá de baratos e tem opções para todos os paladares. É claro que San Martin não é só restaurantes, a razão maior de ir até lá é a nossa paixão pelo esqui. Da cidadezinha até a base do Cerro Chapelco são uns 15km, você tem a opção de alugar um carro no aeroporto na chegada para fazer este trajeto, mas também pode contratar um seriço de tranfer diário, muitos hoteis oferecem este serviço . O Cerro Chapelco tem pistas muito boas para o esporte e nos últimos tempos eles investiram em novos meios de elevação. Se você nunca tentou esquiar e pode, eu lhe dou um conselho: tente!! O cenário na montanha é espetacular, e de muito lugares se avista o vulcão Lanin, que fica na fronteira entre Argentina e Chile.   No Cerro tem várias opções de restaurantes/bares, onde se come desde sanduiches até refeições completas como um delicioso bife de chorizo .   Meios de elevação novos substituiram as velhas cadeirinhas da pista dos italianos É uma sensação incrível, e não tem idade , é claro que uma criança que não tem medo, vai aprender muito mais rápido, mas aqueles que já passaram da adolescência não precisam perder as esperanças, é possível sim! Os 3 primeiros dias são duros, mas se você vencer este desafio, nunca mais vai querer parar, acredite!! Sem falar que uma estação de esqui tem um astral fantástico, gente bonita, música, bares e restaurantes legais, visuais incomparáveis, enfim, você precisa ao menos tentar, para me dizer que não conseguiu, combinado? Eles tem uma infra estrutura muito boa para receber as crianças, meu filho esquiou pela primeira vez com 4 anos, neste caso as crianças ficam no jardim de neve, onde esquiam 1h pela manhã, e 1h  na parte da tarde, no restante do tempo, eles brincam, desenham, vêem filmes, fazem todo o tipo de atividade . Paisagens incríveis com o Lanin ao fundo Tem alguns lugares muito lindos em San Martin e arredores, vou dar aqui uma dica que pouca gente conhece, mas que vale muito a pena experimentar, pois fica no trajeto de subida entre a cidade e a montanha. Mais exatamente dentro do condominio Pahuén , e chama-se Wine bar , o lugar perfeito para fazer um pit stop na descida, ver o por do sol e simplesmente agradecer por poder estar lá. As fotos falam por si.     Você pode  tomar um vinho com algumas “picadas” (aperitivo) e apreciar o visual Uma boa dica de restaurante na cidade é o imperdível La Tasca , um lugar tradicional de San Martim, onde você deve provar a truta ou o javali com molho de frutas del bosco, eu não tenho fotos pra mostrar e acabei de descobrir que eles não tem site na internet, então você vai ter que confiar em mim ! Outro lugar que recomento para jantar é o restaurante Doña Quela , que fica na rua principal de San Martin, advinhem?Avenida San Martin! Este lugar é especial, começando pelo prédio que é de 1910 e abrigou o primeiro hotel de San Martin, decorado dentro do estilo de arquitetura patagônica, com muita madeira, objetos antigos que revivem a antiga glória do hotel. Em San Martin a gente pode saborear vários tipos de trutas ou este salmão do Doña Quella tem um toque meio tailandês.   E para o café a tarde nada melhor do que o Tio Paco, com mil opções de tortas, croissants e demais pecados da gula.   No próximo post vou mostrar para vocês um passeio que fizemos ao Parque Lanin , que fica perto de San Martin. É o passeio ideal para aqueles dias que por alguma razão não deu para esquiar. Um lugar lindo demais. Olhem só:

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Provence nos passos de Cézanne e Picasso

28 de abril de 2012 0

Depois de muita chuva, quase um dilúvio noite passada, amanheceu um lindo dia de sol, temperatura agradável. Os moradores daqui dizem que a esta época do ano normalmente já estaria bem mais quente, realmente ano passado, estávamos por esta região nesta mesma época e estava em torno de 28, 30 graus. Saímos de Aix en Provence em direção a Vauvernagues ( onde Picasso comprou um castelo, dizia ele na “terra de Cezanne” ). Ainda vou fazer um post somente da cidade de Aix, que é uma cidade muito legal, não é muito grande, uma cidade universitária com bastante vida, animada à noite, centrinho histórico cheio de referências ao pintor Paul Cezanne, considerado o pai da arte moderna. Hoje vamos passear um pouco no interior, nos campos e petites villages do interior da Provence. Logo depois de sair do centro de Aix, seguimos as trilhas de Cézanne , de onde ele retratava o Monte Saint Victoire , hoje é um parque nacional, com muitas opções de trilhas, a pé e de bicicleta. Começamos pelos caminhos de Bibemus , onde o pintor mantinha uma cabana, e de onde pintou várias telas nas antigas pedreiras romanas. Fizemos uma trilha na floresta, de 1 hora mais ou menos, e depois chegamos num ponto onde existe uma grande barragem construída logo depois da guerra em 1946, a água é de um verde esmeralda impressionante. Seguimos pela pequena estradinha até Vauvernagues , lá onde Picasso comprou este castelo no final dos anos 60, mas na verdade morou muito pouco aqui. Ele e sua última esposa, Jacqueline Roque , estão enterrados aqui. A curiosidade a respeito do funeral de  Picasso , é que na época, Jacqueline não permitiu aos filhos de Picasso , com Françoise Gillot , que assistissem ao funeral do pai.   Claude e Paloma tiveram que assistir de longe, na pequena village. O castelo foi aberto a visitação pela primeira vez no ano passado, hoje ele pertence a filha de Jacqueline, e estará aberto de 30 de junho até final de julho. Continuamos nosso passeio por estradinhas mínimas, passamos por vários ciclistas, mas não é uma trilha para iniciantes, pois é cheio de subidas e descidas. Como havia chovido horrores na noite anterior ( vocês devem ter visto nos jornais, aqui ontem choveu demais e teve vários incidentes de inundações e mortes) a força da água era incrível nesta cachoeira passando Vauvernagues .  Chegamos na cidadezinha de Riens , bonitinha, nada especial, a verdade é que já passava das 2h da tarde e estávamos com fome. Paramos num restaurante, creio que o único da cidade, e comemos divinamente bem, os homens escolheram o menu du jour , ou o prato do dia, que era um entrecôte com salada e fritas, e nós comemos uma salada com queijo de cabra quente, e uma brusquetta de presunto de parma, especialidade da casa, foi perfeito! Seguimos na direção de Apt , famosa por seus campos de lavanda, mas já aviso: se você quiser ver os campos em plena floração a data certa é da segunda quinzena de julho até meados de agosto. Vimos muitas plantações de lavanda, em torno das cidades de Apt, Saint Saturnin, Reillannes , mas elas estão apenas querendo começar a florir. Aqui perto de Roussillon elas já estavam mais maduras e reparem os campos dourados de trigo ao fundo… Com o sol se pondo perto das 10h da noite, o dia é super aproveitado, pegamos o fim de tarde em Gordes , que é considerada uma das cidades mais lindas e típicas da Provence.  Suas casinhas  de pedra com janelas pintadas de um azul um pouco lilás  lembram os campos de lavanda. No caminho aproveitei pra visitar a Victoria nas plantações de cereja que são lindas e para nós uma coisa totalmente nova. Cerejas colhidas diretamente do pé, uma delícia….   Para terminar com chave de ouro este dia decidimos jantar em Fontaine – de- Vaucluse , um lugar lindo que fica nas margens do rio Sorgue.   Já estava anoitecendo, mas ainda consegui captar o bom astral de Fontaine de Vaucluse , onde se pode alugar caiaques para descer o rio. Sentamos neste restaurante da foto acima e vai a dica: outra truta com amêndoas maravilhosa, acompanhada por um vinho rosé da Provence.     Até a próxima! Bonne Journée!!  

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Londres: a capital mais "avant-garde" da Europa

28 de abril de 2012 0

Quem vai a Londres pela primeira vez não deixa de se surpreender pelo clima meio NYC da cidade, muito diferente do resto da Europa , mais conservadora , Londres continua lançando tendências e se renovando. Covent Garden Na verdade este é um post meio encomendado , estava com o material guardado mas foi o pedido de dicas de Londres  de algumas alunas que me estimulou a colocar a “mão na massa”. Começo pela dica de hotel , o Flemings Hotel Mayfair é um achado. Fica quase na Picadilly Street em frente ao  Green Park , tem um atendimento primoroso com muitos portugueses gentis que quase adivinham nossos pensamentos, uma decoração na medida entre o clássico e o arrojado, muito ao estilo  Tricia Guild . Para nós foi perfeito! http://www.flemings-mayfair.co.uk/ Olhem este hall de entrada com um ar de biblioteca antiga , por fora segue o mais tradicional estilo inglês, e isto é ainda mais instigante. O Green Park é um dos parques reais de Londres e dá acesso direto do hotel ao Buckingham Palace , uma caminhada curta e bem agradável. Uma informação interessante é que o Palácio é aberto à visitção  nos meses de agosto e setembro , de acordo com as férias da rainha Elisabeth II, nos demais meses do ano pode-se visitar os estábulos reais. A região está no centro dos acontecimentos com o casamento  do próximo dia 29 de abril.   Atravessando a rua em frente ao Buckingham Palace o St. James Park já se mostra com toda sua beleza neste início de primavera. Para quem quer fazer o circuito dos parques londrinos, que são todos interligados por ciclovias, uma dica super atualizada á o aluguel de bicicletas públicas que foi liberado para os turistas em fevereiro de 2011. Agora já se pode pegar as bicicletas em qualquer suporte espalhado pela cidade,  com cartão de crédito internacional a módicas $ 1,00 libra por dia , e devolver onde for mais conveniente. Uma forma cômoda e barata de  passear pelos maravilhosos parques de Londres.   Bem perto dali a Royal Academy of Arts é um museu que tem mostras muito legais e apesar de não tão conhecido,  é imperdível. Apresenta atualmente a exposição ” Watteau: The Drawings” . http://www.royalacademy.org.uk/ A Regent Street é uma artéria comercial muito movimentada, várias lojas conhecidas estão por lá , mas eu me encantei com a National Geographic Store , primeira loja da marca mais conceituada em matéria de viagens e aventura. São livros , dvds, roupas , mapas , fotografias e para completar um café com sabores do mundo! A loja oferece um provador para as pessoas fazerem test drive das roupas , ele simula extremos de temperatrura e vento, um luxo . Bem pertinho , uma rua de pedestres tem uma enorme diversidade gastronômica concentrada em uma quadra muito descolada e super bem frequentada no almoço. A Heddon Street tem o Zinc Bar & Grill – Seasonal British Conran , o Gabrielle’s – Regional French bistro , o Momo -  comida marroquina  o Below Zero e o Tibits  - um buffet meio natureba onde comemos saladas ao estilo do Santo Grão no Rio de Janeiro. http://www.sugarvine.com/london/neighbourhood-watch/story.asp?story=46 Prometo um passeio por Chelsea e South Kensington , a Londres da futura princesa,  no próximo post!

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Para além dos Jardins, arquitetura e design na Oscar Freire

27 de abril de 2012 0

A rua   Oscar Freire nos Jardins em São Paulo é referência como a meca do luxo na cidade. É verdade , grande parte das grandes grifes mundiais estão ancorada por ali ou pelas suas transversais , principalmente enquanto o Shopping Iguatemi JK não abre suas portas. Mas de um tempo para cá a rua é bem mais que simplesmente um polo de compras de luxo , é um endereço de arquitetura arrojada , decoração de bom gosto e vanguarda em termos de design. Começando uma caminhada pela Mello Alves , a primeira loja que chama atenção é a Havaianas , p rojetada pelo arquiteto Isay Weinfeld , a loja  teve como principal desafio passar a ideia de frescor e casualidade, tipicamente brasileiros. Com uma atmosfera bem informal, onde já em sua entrada diferenciada, sem portas ou janelas. Não é um empreendimento novo, mas mantém a atualidade do projeto de 2009. Os chinelos e outros objetos são apresentados de forma divertida , como numa feira livre, e o colorido das coleções ajuda a compor o ambiente. Uma marca que é símbolo de brasilidade, se reinventa a cada temporada. Logo em seguida, na esquina da rua da Consolação ,  a loja piloto da Natura , uma loja conceito que , segundo me informaram, tem tempo de vida limitado até junho de 2012! É uma das mais novas e além de ser interessante esteticamente a loja tem uma preocupação em instigar os sentidos de quem entra nela, com seus aromas, texturas, iluminação, som e principalmente por permitir a experimentação dos produtos expostos com a ajuda de profissionais que auxiliam no que for preciso. Adorei. O mapa do Brasil com produtos da marca na entrada é lindo e os detalhes da decoração interna fazem um clima delicioso. A Melissa é um clássico, projeto do designer Muti Randolph nos abraça com seu ambiente multicolorido. A loja da Valisere não encanta por fora, mas o interior é bem lindinho! Mas a própria Oscar Freire tem um charme especial por ter sido reurbanizada e estar livre de fios de energia que enfeiam qualquer região do mundo. Um exemplo seguido pela prefeitura de Gramado que fez o mesmo na Borges de Medeiros, um investimento alto mas com retorno garantido pelo turismo! Saindo do eixo, mas não da região, na Alameda Lorena não dá para perder a Livraria da Vila , pelo prédio mas também pelo charmoso café e acervo maravilhoso. Para fechar com chave de ouro um dos cafés mais charmosos e gostosos que conheço , o Santo Grão , na Oscar Freire passando a rua Augusta. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Cultura e gastronomia inusitada, a China por Christiane Petry

26 de abril de 2012 0

Espetinho inusitados O Templo Lama é um dos maiores e mais importantes templos budistas tibetanos do mundo. O complexo, que também segue o estilo arquitetônico da China Imperial, é formado por cinco prédios principais e várias galerias laterais. Originalmente, o local serviu como residência de um príncipe da dinastia Qing até ele tornar-se imperador. O templo é inteiramente decorado com imagens do Buda no seu interior, sendo que o maior deles mede 16 metros e é feito de uma única peça em madeira. Ele é tão grande que não deu para fotografar. Na entrada dos templos, praticantes do budismo fazem suas oferendas e queimam incenso. Figuras de animais e senhor que decoram o telhado do templo. Quanto mais importante a construção, maior era o número de figuras. Mas Beijing não é apenas a cidade de espetaculares monumentos históricos, também é a cidade da comida de rua, das compras e dos mercados locais. Além de shoppings modernos com lojas de grifes internacionais como o famoso Oriental Plaza , que fica localizado na principal rua de comércio de Beijing, a Wangfujing Dajie , o que mais chama atenção são os mercados locais. Nestes mercados, temos acesso a produtos típicos, antiguidades e artesanato, bem como podemos exercitar as técnicas chinesas de negociação. Há vários mercados locais em Beijing e, como o tempo é curto, acabamos por optar pelo de antiguidades, o Panjiayuan Market , e pelo Hongqiao Market , que fica próximo ao Templo do Céu e que possui dois andares de lojas especializadas em pérolas. O Panjiayuan Market , de antiguidades, é imperdível. Há peças chinesas de todos os tipos: esculturas, cerâmicas, bronzes, peças em jade, material para caligrafia, arte tibetana, bijouterias de enlouquecer, etc. .. Vendedora montando um colar de pérolas na tradicional loja de pérolas Fanghua no Hongqiao Market. Outro local muito charmoso em que estivemos foi em uma rua chamada Nanluogu Xiang , que fica em um Hutong . Nessa rua, muitas das antigas casas residenciais foram transformadas em boutiques, lojas de design, cafés e bares. E falando em hutong , os hutongs são ruelas de bairros antigos da cidade, onde costumavam morar as famílias abastadas e funcionários do governo.  Hoje, muitas dessas casas são do governo e várias famílias habitam uma mesma residência. Embora tudo seja muito simples, dá para se ter uma boa idéia de como era a Beijing de antigamente e também de como vivem parte da população da cidade hoje em dia. Nos hutongs, você pode contratar um riquixá e dar um passeio pelo bairro. Vale a pena! Como não há muito espaço nesses bairros, cada pedacinho de terra é aproveitado ao máximo. Uma peculiaridade do local é de que essas casas antigas não possuem banheiros. Os banheiros são públicos e você encontra um a cada quadra. É muito estranho. A comida é um capítulo a parte. Beijing é famosa por sua comida de rua. Ao lado da rua Wangfujing fica o Mercado Noturno , onde podemos provar uma infindável variedade de especialidades tradicionais chinesas como espetinhos de escorpião, bicho-da-seda ou gafanhotos. Confesso que não tive coragem! Alguns dos espetinhos eram indecifráveis. Já outros……

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Curso Rússia - Maio/2012

25 de abril de 2012 0

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Roteiros de trem pelo Brasil

25 de abril de 2012 0

Não custa sonhar que um dia o Brasil volte a investir no transporte ferroviário. Enquanto isso, temos de nos contentar com roteiros turísticos em pequenos trechos que podem ser feitos de trem ( no RS há a Maria Fumaça, entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa! ). Confira três passeios, em outras regiões, mantidos pela Serra Verde Express no Paraná, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo (a empresa promete novos projetos para 2012): Trem da Serra do Mar Paranaense – Parte diariamente de Curitiba rumo a Morretes e vai aos domingos até Paranaguá, no litoral paranaense. Tem 110 quilômetros de percurso, em uma ferrovia com mais de 125 anos. No trajeto está a maior área preservada de Mata Atlântica do Brasil. No mesmo roteiro, entre Curitiba e Morretes, o Great Brazil Express é um trem de luxo, que oferece um serviço de primeira classe. Trem do Pantanal – No Mato Grosso do Sul, aos sábados, o viajante vai de Campo Grande a Miranda e, no domingo, é possível fazer a viagem de volta. Nos 220 quilômetros de trajeto, há uma diversidade enorme de fauna e flora que pode ser vista no trem que transporta 192 passageiros. Trem das Montanhas Capixabas – No Espírito Santo, o circuito, que tem saídas aos finais de semana, une o calor da praia com o clima das montanhas, em duas opções de passeios: a Rota do Mar e das Montanhas, pelas cidades de Vitória (capital do Estado), Viana, Domingos Martins Marechal Floriano e Araguaia. Informações: www.serraverdeexpress.com.br

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Cachoeiras e delícias na Linha 28 em Gramado

24 de abril de 2012 0

Temos recebido muitos comentários de leitores que nos dizem que nos acompanham no blog pois não podem viajar para longe.  Este post contempla quem gosta de natureza mas não quer ou não pode alçar voos mais distantes !   Cachoeira do Poço   Pomar Vou a Gramado muito seguido e apesar de estar sempre em busca de novidades não sabia que há três anos o Eco Parque Sperry está aberto na Linha 28 , descendo na estrada entre Canela e Gramado, no Vale do Quilombo. É uma propriedade de 20 hectares de Mata Atlântica aberta a visitação por míseros R$10,00 e onde  pode-se vivenciar, em uma trilha de uma hora de caminhada , o espetáculo de 4 cachoeiras. Tudo isto , a  menos de 8km do centro de Gramado. Vale do Quilombo – Gramado Magazine.com.br Bêrga Motta Restaurante Para completar o passeio , o restaurante Bêrga Motta oferece um buffet nada simplinho! Não é comida caseira e nem tem sagu e ambrosia de sobremesa, ufa! Não tenho nado contra este tipo de restaurante , mas já chega e o Bêrga Motta  saiu da linha  com delícias que vão além do trivial! “Baseada no conceito Comfort Food, um resgate da culinária dos antespassados, onde o aroma e o carinho no preparo dos pratos alimentavam a alma. Dentre as especialidades do fogão a lenha, destaque para o frango assado na cerveja com batatas coradas e alecrim, escondidinho de mandioca com costela desfiada, Macaroni ao molho carne de panela com cogumelos frescos e polenta recheada ao forno com ragú de calabresa. ” Adorei as saladas com molhos especiais e as sobremesas, tudo gostoso e muito bem apresentado. Quem vai ao restaurante não paga entrada no parque e o buffet sai por R$ 40,00, super justo para o que oferece. A trilha é totalmente demarcada , autoexplicativa e leve para caminhantes de final de semana. A cachoeira do Trombão é a primeira que se avista, linda , alta e distante. Vai dando o clima. Adorei ver as árvores demarcadas, inclusive encontramos o senhor Vitor Hugo Travi , o biólogo responsável pela preservação do parque. Uma pessoa apaixonada pelo que faz , transmite isto em poucas palavras: “conhecer para preservar”. Foi fundador do Projeto Lobo Guará em 1992, que agora também funciona no parque Sperry. Para mim foi uma descoberta o Gerivá , qual criança não chamou um amigo alto deste apelido , na época não existia bulling e ninguém nem sabia bem o que era isto! Descobri uma palmeira bem fininha e altaaaaa! A Cachoeria do Poço é perfeita para um banho, tem uma piscina natural com água cristalina e gelada como deve ser! Só não me atirei porque estava despreparada, na próxima não vou deixar de levar biquini e meus companheiros de indiada! A Cachoeira da Usina tem 45 metros de altura , com mirante e tudo. Pode-se descer os mais de 200 degraus até sua base, um passeio que já serve para queimar as calorias do almoço. Cachoeira da Usina Enfim , não precisa ir longe nem gastar muito para curtir uma bela viagem ! Basta sair do conforto habitual e estar aberto a novas descobertas. O sábado fora do “sofá” comum foi delicioso e o fim de semana rendeu quase como se fosse férias. Eco Parque Sperry http://www.ecoparquesperry.com.br/sperry/ Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Livro de bolso para a próxima viagem: E Foram Todos para Paris

23 de abril de 2012 0

O livro “E Foram Todos Para Paris – um guia de viagem nas pegadas de Hemingway, Fitzgerald & Cia “, do colega jornalista Sérgio Augusto (Cia das Palavras), não é um primor literário e apresenta de forma rasa a pesquisa histórica sobre os escritores americanos exilados por conta própria na Paris dos anos 1920. Mas tem o mérito de conseguir transportar o leitor para os bares, cafés e encontros intelectuais da capital francesa daquele tempo (com mapas fáceis de interpretar). Uma delícia de leitura, que cabe no bolso do casaco para enfrentar a umidade de Paris na sua próxima viagem! E Foram Todos para Paris, livro de Sérgio Augusto (Foto: Divulgação) A Geração Perdida de Ernest Hemingway, Gertrude Stein, Picasso, Zelda e Scott Fitzgerald, Kiki e Josephine Baker é relatada com as imperfeições que são justamente as que provocam encantamento, em uma narrativa que deixa sempre o gosto de quero mais. A melhor parte é que o autor te provoca a este “mais”, cita e incita obras consagradas como Paris é Uma Festa e O Sol Também se Levanta , além de evocar com constância (até para criar apelo comercial) o saboroso filme Meia Noite em Paris , de Woody Allen, lançado meses antes do livro. Inclusive, comprei um dos livros acima e tirei a poeira do outro na minha modesta biblioteca pessoal (depois conto aqui as inspirações de roteiro que me trouxeram!!!). A diversão e o ópio declarados e adorados por Fitzgerald na Paris dos anos 1920 aparecem muito pouco no livro de Sérgio Augusto, mas os mapas e as histórias contidas em E Foram Todos Para Paris são suficientes para me deixar com vontade de arrumar as malas e, na era da penicilina, curtir a boemia parisiense, com sua riqueza cultural, ainda que nos botecos úmidos mais decadentes. Paris , c’est fou!

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Tribo caribenha no Papo Viajante

23 de abril de 2012 0

Nesta terça-feira, o PAPO VIAJANTE do Espaço STB Brasas apresenta a experiência de participar de uma cerimônia sagrada da tribo indígena Kuna – uma tribo caribenha cuja reserva é formada por 365 ilhas, na costa caribenha do Panamá . Quem presenciou o ritual é Bibiana Bosak, que teve a oportunidade de vivenciar a experiência e experimentar a bebida sagrada dos Kuna, a chamada Chica Fuerte, uma mistura de cana de açúcar e café fermentados. Em espanhol, a reserva Kuna Yala é conhecida como San Blás. Imagens do lugar, cercado de areia branca, coqueiros e mar azul também vão ilustrar a conversa com Bibiana. Serviço Neste terça-feira, dia 24, às 19h30min N0 Espaço STB Brasas, Rua Anita Garibaldi, 1.515, na Capital Atividade gratuita com lugares limitados. Confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010.

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A capacidade de se encantar - Por Martha Medeiros

22 de abril de 2012 0

                  Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado,  faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?                 Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a  todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.                 Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca – mas se queixam das ladeiras, claro.                 Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama  sofrendo com o excesso de silêncio,  vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a India sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hamburger: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir.                      Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do Ipad.  Vão ao Rio, mas têm medo de ir à Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango – “programa de velho!” São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo – típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.                 É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.                                                                                                                                 Martha Medeiros

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Rússia com Arte - viagem junho de 2012

20 de abril de 2012 0

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Um dos melhores hotéis do mundo numa ilha no meio do Pacífico, a Ilha de Páscoa

20 de abril de 2012 0

Muitos posts atrás, havia falado sobre as pousadas do grupo Explora, reconhecido por levar requinte a destinos como a Patagônia, o Atacama e a Ilha de Páscoa, sem agredir a paisagem. Uma delas, a Posada de Mike Rapu (explora Rapa Nui) , na ILHA DE PÁSCO A, foi incluída na lista dos 500 melhores hotéis do mundo – pela revista americana Travel + Leisure em sua edição de janeiro. Quem faz a seleção são os leitores da revista, com base em itens como quartos, localização, serviço, gastronomia e preço. Localizado no meio do Oceano Pacífico, com vista para a Ilha de Páscoa, o explora Rapa Nui já havia sido reconhecido por suas práticas eco-friendly. Informações: www.explora.com

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Um dos melhores hotéis do mundo numa ilha no meio do Pacífico, a Ilha de Páscoa