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No aeroporto de Porto Alegre

24 de abril de 2012 0

Duas notícias (relativamente) recentes com serviços serem testados no Aeroporto Internacional Salgado Filho , de Porto Alegre: Acesso a internet gratuito e ilimitado – a liberação ocorreu em mais seis aeroportos do país: Cumbica (Guarulhos), Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Recife, Fortaleza, Pampulha (MG) e Brasília. O serviço é oferecido pela Infraero (estatal responsável pelos aeroportos). Para usar o serviço, o passageiro será orientado a fazer um cadastro ao abrir o navegador. Depois, terá de inserir o número do cartão de embarque para validar o acesso. Nos principais aeroportos do mundo, o mais comum é o acesso à internet ser cobrado. O serviço pós ampliação da Delegacia do Turista. Criada no ano passado, no andar do desembarque, ela agora tem uma área de 157 metros quadrados (a anterior tinha 39). Uma equipe de policiais fluente em inglês, francês, espanhol, alemão e italiano é responsável pelo atendimento, 24 horas por dia. P.S.: navegando pelo site do aeroporto, encontrei esse serviço sobre VISTOS para todos os países que é bem útil. Volta e meia surge a dúvida!

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No aeroporto de Porto Alegre

No aeroporto de Porto Alegre

24 de abril de 2012 0

Duas notícias (relativamente) recentes com serviços serem testados no Aeroporto Internacional Salgado Filho , de Porto Alegre: Acesso a internet gratuito e ilimitado – a liberação ocorreu em mais seis aeroportos do país: Cumbica (Guarulhos), Congonhas, Galeão, Santos Dumont, Recife, Fortaleza, Pampulha (MG) e Brasília. O serviço é oferecido pela Infraero (estatal responsável pelos aeroportos). Para usar o serviço, o passageiro será orientado a fazer um cadastro ao abrir o navegador. Depois, terá de inserir o número do cartão de embarque para validar o acesso. Nos principais aeroportos do mundo, o mais comum é o acesso à internet ser cobrado. O serviço pós ampliação da Delegacia do Turista. Criada no ano passado, no andar do desembarque, ela agora tem uma área de 157 metros quadrados (a anterior tinha 39). Uma equipe de policiais fluente em inglês, francês, espanhol, alemão e italiano é responsável pelo atendimento, 24 horas por dia. P.S.: navegando pelo site do aeroporto, encontrei esse serviço sobre VISTOS para todos os países que é bem útil. Volta e meia surge a dúvida!

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Livro de bolso para a próxima viagem: E Foram Todos para Paris

23 de abril de 2012 0

O livro “E Foram Todos Para Paris – um guia de viagem nas pegadas de Hemingway, Fitzgerald & Cia “, do colega jornalista Sérgio Augusto (Cia das Palavras), não é um primor literário e apresenta de forma rasa a pesquisa histórica sobre os escritores americanos exilados por conta própria na Paris dos anos 1920. Mas tem o mérito de conseguir transportar o leitor para os bares, cafés e encontros intelectuais da capital francesa daquele tempo (com mapas fáceis de interpretar). Uma delícia de leitura, que cabe no bolso do casaco para enfrentar a umidade de Paris na sua próxima viagem! E Foram Todos para Paris, livro de Sérgio Augusto (Foto: Divulgação) A Geração Perdida de Ernest Hemingway, Gertrude Stein, Picasso, Zelda e Scott Fitzgerald, Kiki e Josephine Baker é relatada com as imperfeições que são justamente as que provocam encantamento, em uma narrativa que deixa sempre o gosto de quero mais. A melhor parte é que o autor te provoca a este “mais”, cita e incita obras consagradas como Paris é Uma Festa e O Sol Também se Levanta , além de evocar com constância (até para criar apelo comercial) o saboroso filme Meia Noite em Paris , de Woody Allen, lançado meses antes do livro. Inclusive, comprei um dos livros acima e tirei a poeira do outro na minha modesta biblioteca pessoal (depois conto aqui as inspirações de roteiro que me trouxeram!!!). A diversão e o ópio declarados e adorados por Fitzgerald na Paris dos anos 1920 aparecem muito pouco no livro de Sérgio Augusto, mas os mapas e as histórias contidas em E Foram Todos Para Paris são suficientes para me deixar com vontade de arrumar as malas e, na era da penicilina, curtir a boemia parisiense, com sua riqueza cultural, ainda que nos botecos úmidos mais decadentes. Paris , c’est fou!

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Tribo caribenha no Papo Viajante

23 de abril de 2012 0

Nesta terça-feira, o PAPO VIAJANTE do Espaço STB Brasas apresenta a experiência de participar de uma cerimônia sagrada da tribo indígena Kuna – uma tribo caribenha cuja reserva é formada por 365 ilhas, na costa caribenha do Panamá . Quem presenciou o ritual é Bibiana Bosak, que teve a oportunidade de vivenciar a experiência e experimentar a bebida sagrada dos Kuna, a chamada Chica Fuerte, uma mistura de cana de açúcar e café fermentados. Em espanhol, a reserva Kuna Yala é conhecida como San Blás. Imagens do lugar, cercado de areia branca, coqueiros e mar azul também vão ilustrar a conversa com Bibiana. Serviço Neste terça-feira, dia 24, às 19h30min N0 Espaço STB Brasas, Rua Anita Garibaldi, 1.515, na Capital Atividade gratuita com lugares limitados. Confirmação de presença pelo telefone (51) 4001-3010.

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A capacidade de se encantar - Por Martha Medeiros

22 de abril de 2012 0

                  Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado,  faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?                 Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a  todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.                 Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca – mas se queixam das ladeiras, claro.                 Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama  sofrendo com o excesso de silêncio,  vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a India sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hamburger: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir.                      Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do Ipad.  Vão ao Rio, mas têm medo de ir à Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango – “programa de velho!” São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo – típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.                 É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.                                                                                                                                 Martha Medeiros

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Rússia com Arte - viagem junho de 2012

20 de abril de 2012 0

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Um dos melhores hotéis do mundo numa ilha no meio do Pacífico, a Ilha de Páscoa

20 de abril de 2012 0

Muitos posts atrás, havia falado sobre as pousadas do grupo Explora, reconhecido por levar requinte a destinos como a Patagônia, o Atacama e a Ilha de Páscoa, sem agredir a paisagem. Uma delas, a Posada de Mike Rapu (explora Rapa Nui) , na ILHA DE PÁSCO A, foi incluída na lista dos 500 melhores hotéis do mundo – pela revista americana Travel + Leisure em sua edição de janeiro. Quem faz a seleção são os leitores da revista, com base em itens como quartos, localização, serviço, gastronomia e preço. Localizado no meio do Oceano Pacífico, com vista para a Ilha de Páscoa, o explora Rapa Nui já havia sido reconhecido por suas práticas eco-friendly. Informações: www.explora.com

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Ícones chineses, por Christiane Petry

20 de abril de 2012 0

A Cidade Proibida (também chamada de Palácio Imperial) que fica no coração da cidade de Beijing e é o complexo arquitetônico mais grandioso da China. Foi construída ao longo de 14 anos, durante o reinado do terceiro Imperador Ming, chamado Yongle – o mesmo do Templo do Céu – e finalizada em 1420. Depois do Imperador Yongle, o palácio foi a residência de mais 23 imperadores da Dinastia Ming e Qing, até o Império ruir em 1911. À medida que vai se entrando no complexo, tem-se  a impressão que vamos encontrar um Imperador logo adiante e a lembrança das cenas do filme O Último Imperador é inevitável.  O palácio é imenso, formado por um conjunto de 800 prédios com mais de 8000 recintos. Os telhados são todos pintados de amarelo fazendo referência à cor do Imperador. Leão Chinês que guarda a entrada de um dos salões da Cidade Proibida. Esse é uma fêmea, pois tem um filhote sob a pata, o macho tem uma bola. Em frente à Cidade Proibida, fica a famosa Praça Tiananmen, palco dos protestos estudantis de 1989. A praça é austera. Não há árvores, bancos ou sombra. É toda de concreto e sua arquitetura tem mais de Mao Tse Tung do que  da China Imperial. No centro da praça há o Mausoléu de Mao e, ao redor, várias construções da era comunista, como a sede do Congresso do Povo e o Museu Nacional. A Praça Tiananmen ainda estava decorada devido ao feriado nacional de 1° de outubro. O nó chinês simboliza boa sorte e felicidade. Ao norte da praça encontra-se o portão que dá acesso à Cidade Imperial, de onde Mao proclamou fundação da República Popular da China em 1949 e onde, até hoje, está fixado seu retrato ícone.   E chegou o dia do passeio às Muralhas! O dia não amanheceu aberto e nossa primeira preocupação foi que a chuva viesse.  Demos sorte e não choveu, mas confesso que a minha expectativa de ver a Grande Muralha desaparecer no horizonte sob o céu azul ficou para uma próxima oportunidade. A Grande Muralha da China é uma série de fortificações construídas, restauradas e reconstruídas por várias dinastias, ao longo de aproximadamente 2000 anos, com o objetivo de proteger a fronteira norte do Império Chinês de invasões de tribos nômades. De fato, a Grande Muralha não é apenas uma, mas várias muralhas. O trecho da muralha que fica próxima a Beijing  foi construído durante a dinastia Ming. Outros, mais antigos, já foram quase totalmente destruídos pelo tempo. Para minha surpresa, há até bondinhos que levam os turistas que não querem subir a pé até o topo das montanhas. Assim ficou bem mais fácil de chegar às Muralhas!  Estima-se que as muralhas tenham mais de 6000 quilômetros de extensão, que vão da região do Mar Bohai (ao leste de Beijing) até a região de Lop Nur no oeste da China, serpenteando desertos, montanhas e planícies.  Nas últimas décadas, trechos das muralhas têm sido restaurados e abertos para visitação, sendo que há até uma maratona mundial que acontece nas muralhas anualmente. Visitamos o trecho de Mutianyu, que tem um cenário mais serrano e que dizem não ser o trecho mais visitado e lotado por turistas. E, realmente, pudemos caminhar e apreciar o local com relativa privacidade.    À tarde, visitamos as tumbas Ming. Treze de dezesseis imperadores Ming estão lá enterrados, junto com suas esposas e concubinas. O local foi escolhido em razão do auspicioso alinhamento feng shui : uma área enorme cercada por montanhas que protegeriam os mortos dos maus espíritos vindos do norte, acesso apenas pelo sul, terra preta e posição hidrográfica. Há três tumbas abertas ao público. Visitamos a tumba do Imperador Chang Ling, cujo túmulo é precedido de pátios e halls onde há uma pequena exposição de objetos da época e outros encontrados nas câmaras mortuárias que foram abertas.

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Emoção com lembranças da II Guerra em Moscou

19 de abril de 2012 0

Nos últimos anos temos visto nascer na Europa uma infinidade de museus e memoriais relembrando as várias facetas da II Guerra Mundial. Com o passar do tempo a idéia inicial do pós-Guerra, defendida enfaticamente por De Gaulle : “esquecer o passado e construir uma Europa unificada” não foi um projeto idealista mas sim a única possibilidade de uma reconstrução frente aos antagonismos vigentes no início do século XX.   Nosso conhecimento sobre a II Guerra Mundial foi pautado na perspectiva americana e européia, que sempre colocou holofotes na idéia de que o conflito teria sido vencido pela coalizão aliada onde os Estados Unidos tiveram papel decisivo, principalmente com o Desembarque na Normandia em 1944.  Dentre as atrocidades cometidas pelos  nazistas os europeus ocidentais foram poupados, embora não soubessem disto na época. Os nazistas trataram os franceses, holandeses e outros povos do oeste com certo respeito, ainda que para melhor explorá-los. As piores atrocidades aconteceram mais a leste. É disto que nos fala o fantástico memorial instalado em Moscou em 1995, o Museu da Guerra Patriótica nos oferece a versão russa da história da II Grande Guerra com toda a implicação que este conflito acarretou para a URSS e principalmente para o povo russo. Vamos deixar claro que não sou apaixonada pelo assunto “guerra” e nem muito chegada em armamentos bélicos, mas o museu é muito mais do que isto. Ele faz parte do grande complexo de Plokonnaya Gora que engloba o  Parque da Vitória , com mais de 130 hectares, e o Monumento à Vitória , além de exposições de armamentos de guerra ao ar livre. No parque encontram-se três templos religiosos que fazem referência aos povos que compõe a Federação Russa: uma Sinagoga, uma Igreja e uma Mesquita formam este mosaico religioso. Para além dos monumentos, a vista que o parque oferece da cidade já valeria o passeio, pois estamos numa das regiões mais altas de Moscou .     A II Guerra Mundial é denominada pelos russos como Grande Guerra Patriótica , pois para este povo foi um evento de proporções catastróficas onde toda a população civil se envolveu na defesa de sua nação. Só para se ter uma idéia das proporções da destruição, em solo russo foram arrasados 70 mil vilarejos e 1.700 cidades de pequeno porte e pode-se dizer que as perdas materiais foram insignificantes se comparadas as perdas humanas. O número de russos mortos no período é calculado em mais de 20 milhões, sendo que a maioria de civis não combatentes. Este número supera a mortandade de todos os outros países envolvidos no conflito,  somados!!!!   É uma história de bravura e sacrifícios, uma História desconhecida  e monumental.  Dentro do complexo uma das partes  mais interessante são os seis dioramas que remontam as principais batalhas travadas em solo russo. São quadros pintados de forma realista, que incluem objetos para dar mais veracidade à cena. São retratadas Batalhas de Stalingrado e Kursk e o Cerco de Leningrado .   A cena que reconstroi o cerco de Len ingrado é especialmente tocante. Foram 900 dias de bloqueio com bombardeios constantes e somente no auge do inverno houve algum abastecimento de víveres e a saída de crianças e mulheres pelo lago Ladoga congelado, que ofereceu um escape pelo norte. A população da cidade tentava levar uma vida minimamente normal com uma ração alimentar que chegou a menos de 400 calorias diárias, mas morria muitas vezes a caminho de enterrar seus cadáveres em meio à neve e inanição. Aproveito para sugerir um filme que acabei de ver sobre este tema: Leningrado, uma visão sem maquiagem do que foi a realidade russa depois da entrada dos nazistas em 1941.       O memorial conta ainda com uma seção de fotografia e documentos que toca fundo o até os corações mais calejados. Para completar a Sala das Lágrimas ,com correntes presas ao teto, onde cada elo representa uma vida perdida na guerra, finalizada com um lágrima de cristal. Impressionante! Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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Exposição em São Francisco de Paula

19 de abril de 2012 0

Em fevereiro, os fotógrafos Adolfo Gerchmann e Dulce Helfer participaram do projeto Engenho de Arte , da Pousada do Engenho , de São Francisco de Paula. Agora, o resultado daqueles dias dedicados à fotografia será exibido a partir do próximo sábado , dia 21 de abril, na Livraria Miragem , na cidade serrana. A partir das 18h haverá um coquetel para marcar a abertura da exposição. São 15 fotografias realizadas pelos participantes durante o workshop orientado pelos dois fotógrafos. A mostra fica em cartaz até o dia 6 de maio , e o público poderá encomendar cópias dos trabalhos. Toda a renda obtida com a venda do material será revertida para a Associação Chico Viale , entidade não-governamental que atua na organização de doações de sangue e de medula. Aproveitando o final de semana, a pousada promove a 2ª edição do Engenho de Arte, com na poesia. O encontro será coordenado pelo escritor, músico e professor Ricardo Silvestrin .

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Outono em Porto Alegre , por Luciano Terra

18 de abril de 2012 0

O outono já começa a dar as caras e a temperatura cai a cada dia. Apesar de a primavera ser a estação das flores, é nesta estação que tudo fica mais colorido. Árvores com folhas amarelas, vermelhas e uma infinadade de cores quentes espalhadas por ruas e parques. O “grand finale” de um ciclo de vida. Sempre gostei de outono. Aquele primeiro friozinho depois de um verão escaldante, o tirar de roupas quentes do armário. Até o aroma que exala para mim é pura nostalgia. Como se o inverno passado tivesse ficado “armazenado” em lembranças e roupas. Os finais de tarde vão ficando cada vez mais coloridos e o céu um pouco mais azul! Na minha infância passei muitos momentos no campo e lá fui criado ouvindo que os finais de tarde de março são uns dos mais bonitos do ano, que as noites de lua cheia de abril são as mais claras. Coisas que para nós homens e mulheres urbanos não significa muito (perdemos muito dessa magia nesses tempos atuais), ou alguém já reparou em plena metrópole que há noites mais claras que outras? Muitos mal olham para lua e lembram que ela existe, certo? Então paremos um pouco nossa rotina, deixemos nossos afazeres de lado por alguns instantes e saiamos à rua para contemplar essa estação do ano que é pura magia, puro romantismo! Muitas vezes precisamos viajar para o outro lado do mundo para descobrir pequenas coisas que estão ao nosso lado todo dia e que nem nos damos conta da sua existência. Em um país distante conseguimos ver a cor das flores, sentir o seu aroma, porém aqui passamos por um ipê completamente em flor e nem vemos. Vivemos em um lugar privilegiado e magnífico onde as estações do ano são bem diferenciadas. Ainda conseguimos sentir a chegada da primavera e com ela toda a beleza de nossos jacarandás em flor, nossos ipês roxos e amarelos. Nosso verão é quente, muitas vezes escaldante, mas nossas azaléias permanecem muito tempo coloridas. E aí chega o outono. Com ele paineiras se mostram em sua plenitude e florescem por todos os parques da cidade. Quando o frio começa a chegar inicia o espetáculo dos plátanos. Primeiro suas folhas começam a amarelar, depois vão ficando mais avermelhadas, até que um dia começam a cair descompassadamente, ao sabor do vento, sem pressa. Essa chuva de folhas cobre os caminhos dos parques, as calçadas; e ao caminhar sentimos aquele leve quebrar de folhas secas sob nossos pés. Para mim essa sensação é de puro aconchego, sinto uma nostalgia inexplicada ao ver as folhas caindo e ao pisar sobre elas enquanto passeio pelos parques de nossa cidade. Ainda dá tempo de aproveitarmos nosso outono, passear, caminhar nos finais de tarde mais frescos. Aproveitemos a suavidade do sol que aquece na medida certa e nos permite apenas usar um leve agasalho. Curtamos um almoço ou um café em um dos tantos restaurantes e bares que têm mesinhas na calçada. Nada como um solzinho gostoso e uma taça de café ou um vinhozinho na medida certa. Curta o que nossa cidade tem a oferecer, fotografe suas ruas, sua magia, viaje sem precisar ir muito longe, tire um domingo para passear por Porto Alegre, temos tantos parques, tantas praças. Aproveite a vista do Guaíba. Em uma tarde ensolarada e sem vento suas águas viram um espelho que reflete toda a cidade e toda a vida que ela contém! Caminhe sob plátanos e sinta  a magia do outono em toda a sua plenitude. E no final do dia você estará na sua casa e poderá acender a lareira, ou a estufa, e se aconchegar em seu próprio canto, que diga-se de passagem, é bem melhor e bem mais aconchegante que o melhor hotel 5 estrelas do mundo. Nada como uma noite fria de outono em nossa própria cama.    

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Descomplicando a cozinha de "Simplesmente Complicado"

18 de abril de 2012 0

Comédia leve e comida boa. É Simplemente Complicado na programação do Cine Gourmet do Casa da Montanha , em GRAMADO , no próximo final de semana, dias 21 e 22. Até hoje tenho vontade de tentar fazer os croissants de chocolate que Meryl Streep e Steve Martin preparam na madrugada, na confeitaria fechada só para eles. Ela é uma cozinheira, divorciada, que contrata o arquiteto interpretado por Steve Martin para reformar sua cozinha. Os encarregados de reconstituir o clima gastronômico do filme no final de semana são os chefs  Conceição Neroni e seu marido  Paolo Neroni, dos restaurantes Borsalino e Margutta Citta, no Rio de Janeiro. Confira abaixo o trailer do filme: <br /><br />

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No Globe Theatre, Shakespeare à vontade

17 de abril de 2012 0

Há horas esperava uma oportunidade para falar do GLOBE THEATRE DE LONDRES . O tal gancho jornalístico só apareceu agora, mais de um ano depois de eu ter passado por lá (pensando bem, não precisava ter esperado esse tempo todo… mas Inês é morta!). Pois a partir do próximo dia 23 de abril, data de aniversário de Shakespeare, o Globe Theatre de Londres começa uma programação de produções de Shakespeare em vários idiomas, entre eles o português. Ao longo de seis semanas, na Globe to Globe, todas as 37 peças de Shakespeare serão encenadas por 37 companhias internacionais, além de seu poema Vênus e Adônis, recitado em zulu, xhosa, sesotho, setswana, africanês e inglês sul-africano. O Brasil vai participar com o Grupo Galpão , de Belo Horizonte, que apresentará Romeu e Julieta em português. A montagem inclui uma combinação de espetáculo circense com música e dança, em performance típica de teatro de rua. As apresentações do Grupo Galpão estão programadas para os dias 19 de maio, às 14h30min, e 20 de maio, às 13h30min e às 18h30min. Globe to Globe faz parte do World Shakespeare Festival , em cartaz a partir de 23 de abril até novembro de 2012. O festival é produzido pela Royal Shakespeare Company, em colaboração com organizações internacionais de arte. Os preços dos ingressos variam de 5 libras esterlinas (em pé) a 35 libras, com descontos de 3 libras para menores de 18 anos em todos os assentos. Não vi nenhum espetáculo, mas fiz a visita guiada. Ela acontece a cada 30 minutos, em seis idiomas diferentes (não tem em português, mas eles fornecem material escrito no nosso idioma para facilitar), e reconta a história do prédio onde eram encenadas as peças do dramaturgo, no século 16, reconstruído nos anos 1990. No meu roteiro, fui guiada por uma mulher espetacular, q ue interpretava os textos e fazia com que eles parecessem ainda mais atuais. É bem fácil chegar até o teatro, próximo à Tate Modern, à beira do Tâmisa. Informações:  www.shakespearesglobe.com e  www.worldshakespearefestival.org.uk

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"Marrocos com Arte" na Revista Claudia de abril 2012, por Martha Medeiros

16 de abril de 2012 0

 

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Um sarau no meio da semana

16 de abril de 2012 0

É nesta terça-feira o 35 Sarau Literário da Zona Sul (a de Porto Alegre). Vai ser no charmoso Iaiá Bistrô (Rua Chavantes, 636, na Vila Assunção) . Com a compositora, cantora e poeta Angelica Rizzi e o violinista Chico Merg.

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Rússia com Arte - viagem junho de 2012

15 de abril de 2012 0

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Porto Alegre sábado pela manhã...

14 de abril de 2012 0

Não sei se as pessoas compartilham desta minha sensação que as manhãs de sábado tem um astral diferente, gostoso. E vocês já experimentaram brincar de turista em sua própria cidade? Recomendo. Pois nesta manhã nem tão bonita, mas com a seca que está fazendo que até esverdeou as águas do Rio Guaiba, a chuva veio como uma benção, resovi explorar o centro da cidade como se a estivesse vendo pela primeira vez e gostei muito do que vi. Começamos pela exposição A Poesia do Fio , no Santander Cultural do Arthur Bispo do Rosário, um artista considerado louco por alguns e gênio por outros.  Com o diagnóstico de ” esquizofrênico-paranóico”, Bispo do Rosário ficou internado na Colônia Juliano Moreira em Jacarepaguá por mais de 50 anos. na instituição Bispo do Rosário começou a produzir objetos com tudo o que encontrava no lixo ou que não tinha mais utilização. Sua caracteristica mais marcante são os bordados, ele desfiava os uniformes para obter a linha onde fazia extensos bordados de objetos, palavras. A sua obra mais conhecida é o Manto da Apresentação , que Bispo deveria vestir no dia do Juizo Final. Com eles, Bispo pretendia marcar a passagem de Deus na Terra. Reparem na qualidade dos bordados e na riqueza de detalhes. Adorei o tabuleiro de xadrez Saimos do Santander e rumamos até o Mercado Público, que estava bombando, muitas pessoas aproveitando o sábado para abastecer a casa. Comprei várias coisinhas, passeamos tomamos um cafezinho e delá fomos até a Casa de Cultura Mario Quintana conferir a exposição METROPOLITANOS  – A nova urbanidade em exposição. ” A exposição esta aberta, você está aberto para a exposição?” C onfesso que fazia muito tempo que não ia até o Mario Quintana, e foi uma bela surpresa visitar esta exposição de jovens talentos gaúchos, a exposição está bárbara, estilos diferentes, muitos oriundos da Street Art e como o cartaz da expo anuncia “uma provocação visual onde habitam figuras enigmáticas, formas desconcertantes e traços livres em um lúdico universo de imagens, cores e texturas.” Na entrada a obra ” às brinca ou às ganha?” Do talentoso Luiz Flavio Trampo As três Marias e o pássaro cantor, instalação com técnica mista de Nina Moraes As adoráveis esculturas lúdicas em Papier Mache de Carol W Detalhe do tríptico Submersa, da artista Lidia Brancher As figuras fantásticas de Pablo Etchepare Retratos da dualidade humana no belo traço de Paula Plim Super interessante e criativa a instalação de Luciano Scherer Infelizmente não posso colocar citar e apresentar aqui todos os artistas talentosos e vibrantes que compo~e a exposição, mas fica aqui a minha dica que você não pode perder esta chance de conhecer a arte de vanguarda que está sendo feita em Porto Alegre. Depois de ver a exposição suba até o 8o andar e vá até o Café Santo de Casa , o café é super transadinho e tem um terraço coom uma linda vista do Rio Guaiba . Notei que ele tem um pequeno palco onde durante a Happy hour eles apresentam música ao vivo. Adorei, e pretendo vir aqui outras vezes para curtir uma das paisagens mais bonitas da cidade – o por do sol no Guaiba. Café Santo de Casa na Casa de Cultura Mario Quintana E o terraço para um happy hour + por do sol Então é isso gente, se num sábado desses você estiver sem programação e disposto a ser turista sem sair da cidade fica aqui minha sugestão )) Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook: https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187                    

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Porto Alegre sábado pela manhã…

Promoção de passagens no final de semana

14 de abril de 2012 0

Para este final de semana, até as 6h de segunda-feira, dia 16, a TAM está promovendo passagens com até 90% de desconto. Alguns dos valores divulgados pela companhia aérea: Porto Alegre-Curitiba, a R$ 80 por trecho. Porto Alegre-São Paulo, a R$ 55 por trecho. Porto Alegre-Fortaleza, a R$ 325 por trecho. Vale para viagens até 30 de junho.

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Promoção de passagens no final de semana

Alberto Giacometti na Pinacoteca em São Paulo até 17 de junho

14 de abril de 2012 0

Adoro São Paulo , bons restaurantes , shows e pricipalmente muitas exposições de arte! Minha última boa surpresa foi a maravilhosa retrospectiva de Alberto Giacometti na Pinacoteca do Estado de São Paulo: Alberto Giacometti: Coleção da Fondation Alberto et Annette Giacometti , Paris. Para a exposição foram selecionados cerca de 280 trabalhos, sendo 80 esculturas de tamanhos variados, 40 pinturas, 80 trabalhos sobre papel, 56 fotografias e documentos. “L’ homme qui marche” – Alberto Giacometti Giacometti fotografado por Henri Cartier-Bresson,  1961   Alberto Giacometti (Borgonovo, Suíça, 1901–1966,) é considerado um dos grandes expoentes da arte do século XX e esta mostra configura-se numa oportunidade única para conhecer sua trajetória artística. A Pinacoteca por si é uma visita imperdível , o prédio restaurado tem um clima alto astral onde qualquer exposição é valorizada. Encontrei algumas pessoas que vira a mesma exposição em Paris e o consenso é que em Saõ Paulo está muito mais bem apresentado. Não percam a oportunidade de visitar o acervo da Pinacoteca , atualmente no terceiro andar, arte brasileira da melhor qualidade, encantador! “Picador de Fumo”  . Almeida Junior “O Violeiro” . Almeida Junior “A seleção dos trabalhos expostos foi feita por Véronique Wiesinger, curadora e diretora da Fundação Alberto e Annette Giacometti, que procurou apresentar todas as linguagens do percurso artístico de Giacometti ao longo de meio século, com destaque para a influência da escultura africana e da Oceania, que marca o início da sua obra madura. Disposta em ordem cronológica e temática, a mostra ocupa todo o primeiro andar da Pinacoteca onde são apresentados desde os retratos do artista executados por seu pai e por seu padrinho, ambos pintores, até as esculturas monumentais concebidas para Nova York. A seleção de obras também ressalta os laços de Giacometti com escritores e intelectuais parisienses como André Breton e o surrealismo, ou Jean-Paul Sartre e o existencialismo. ” Pinacoteca do Estado SP O Parque da Luz envolve a Pinacoteca num ambiente meio século XIX, apesar se localizar-se no coração da paulicéia, é um local tranquilo e bucólico, além de bem policiado e seguro. O café do museu localiza-se no térreo com saída direta para jardim, que ainda nos brinda com uma bela coleção de esculturas. ” Carregadora de Perfume ” .Victor Brecheret Jaqueira com fruta no pé, para mim uma forma nova e inusitada Para quem quer um programa completo uma boa dica é o Museu da Língua Portuguesa, que fica logo em frente , na Estação da Luz .   O Museu da Língua Portuguesa é  dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial) , apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país , usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos. É considerado por muitos um dos melhores museus do Brasil , eu concordo e indico com ênfase. Vale a pena conferir o site para ver qual exposição temporária. http://www.museulinguaportuguesa.org.br/   Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187

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Outono em Porto Alegre , por Luciano Terra

14 de abril de 2012 0

O outono já começa a dar as caras e a temperatura cai a cada dia. Apesar de a primavera ser a estação das flores, é nesta estação que tudo fica mais colorido. Árvores com folhas amarelas, vermelhas e uma infinadade de cores quentes espalhadas por ruas e parques. O “grand finale” de um ciclo de vida. Sempre gostei de outono. Aquele primeiro friozinho depois de um verão escaldante, o tirar de roupas quentes do armário. Até o aroma que exala para mim é pura nostalgia. Como se o inverno passado tivesse ficado “armazenado” em lembranças e roupas. Os finais de tarde vão ficando cada vez mais coloridos e o céu um pouco mais azul! Na minha infância passei muitos momentos no campo e lá fui criado ouvindo que os finais de tarde de março são uns dos mais bonitos do ano, que as noites de lua cheia de abril são as mais claras. Coisas que para nós homens e mulheres urbanos não significa muito (perdemos muito dessa magia nesses tempos atuais), ou alguém já reparou em plena metrópole que há noites mais claras que outras? Muitos mal olham para lua e lembram que ela existe, certo? Então paremos um pouco nossa rotina, deixemos nossos afazeres de lado por alguns instantes e saiamos à rua para contemplar essa estação do ano que é pura magia, puro romantismo! Muitas vezes precisamos viajar para o outro lado do mundo para descobrir pequenas coisas que estão ao nosso lado todo dia e que nem nos damos conta da sua existência. Em um país distante conseguimos ver a cor das flores, sentir o seu aroma, porém aqui passamos por um ipê completamente em flor e nem vemos. Vivemos em um lugar privilegiado e magnífico onde as estações do ano são bem diferenciadas. Ainda conseguimos sentir a chegada da primavera e com ela toda a beleza de nossos jacarandás em flor, nossos ipês roxos e amarelos. Nosso verão é quente, muitas vezes escaldante, mas nossas azaléias permanecem muito tempo coloridas. E aí chega o outono. Com ele paineiras se mostram em sua plenitude e florescem por todos os parques da cidade. Quando o frio começa a chegar inicia o espetáculo dos plátanos. Primeiro suas folhas começam a amarelar, depois vão ficando mais avermelhadas, até que um dia começam a cair descompassadamente, ao sabor do vento, sem pressa. Essa chuva de folhas cobre os caminhos dos parques, as calçadas; e ao caminhar sentimos aquele leve quebrar de folhas secas sob nossos pés. Para mim essa sensação é de puro aconchego, sinto uma nostalgia inexplicada ao ver as folhas caindo e ao pisar sobre elas enquanto passeio pelos parques de nossa cidade. Ainda dá tempo de aproveitarmos nosso outono, passear, caminhar nos finais de tarde mais frescos. Aproveitemos a suavidade do sol que aquece na medida certa e nos permite apenas usar um leve agasalho. Curtamos um almoço ou um café em um dos tantos restaurantes e bares que têm mesinhas na calçada. Nada como um solzinho gostoso e uma taça de café ou um vinhozinho na medida certa. Curta o que nossa cidade tem a oferecer, fotografe suas ruas, sua magia, viaje sem precisar ir muito longe, tire um domingo para passear por Porto Alegre, temos tantos parques, tantas praças. Aproveite a vista do Guaíba. Em uma tarde ensolarada e sem vento suas águas viram um espelho que reflete toda a cidade e toda a vida que ela contém! Caminhe sob plátanos e sinta  a magia do outono em toda a sua plenitude. E no final do dia você estará na sua casa e poderá acender a lareira, ou a estufa, e se aconchegar em seu próprio canto, que diga-se de passagem, é bem melhor e bem mais aconchegante que o melhor hotel 5 estrelas do mundo. Nada como uma noite fria de outono em nossa própria cama. Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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