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Emoção com lembranças da II Guerra em Moscou

19 de abril de 2012 0

Nos últimos anos temos visto nascer na Europa uma infinidade de museus e memoriais relembrando as várias facetas da II Guerra Mundial. Com o passar do tempo a idéia inicial do pós-Guerra, defendida enfaticamente por De Gaulle : “esquecer o passado e construir uma Europa unificada” não foi um projeto idealista mas sim a única possibilidade de uma reconstrução frente aos antagonismos vigentes no início do século XX.   Nosso conhecimento sobre a II Guerra Mundial foi pautado na perspectiva americana e européia, que sempre colocou holofotes na idéia de que o conflito teria sido vencido pela coalizão aliada onde os Estados Unidos tiveram papel decisivo, principalmente com o Desembarque na Normandia em 1944.  Dentre as atrocidades cometidas pelos  nazistas os europeus ocidentais foram poupados, embora não soubessem disto na época. Os nazistas trataram os franceses, holandeses e outros povos do oeste com certo respeito, ainda que para melhor explorá-los. As piores atrocidades aconteceram mais a leste. É disto que nos fala o fantástico memorial instalado em Moscou em 1995, o Museu da Guerra Patriótica nos oferece a versão russa da história da II Grande Guerra com toda a implicação que este conflito acarretou para a URSS e principalmente para o povo russo. Vamos deixar claro que não sou apaixonada pelo assunto “guerra” e nem muito chegada em armamentos bélicos, mas o museu é muito mais do que isto. Ele faz parte do grande complexo de Plokonnaya Gora que engloba o  Parque da Vitória , com mais de 130 hectares, e o Monumento à Vitória , além de exposições de armamentos de guerra ao ar livre. No parque encontram-se três templos religiosos que fazem referência aos povos que compõe a Federação Russa: uma Sinagoga, uma Igreja e uma Mesquita formam este mosaico religioso. Para além dos monumentos, a vista que o parque oferece da cidade já valeria o passeio, pois estamos numa das regiões mais altas de Moscou .     A II Guerra Mundial é denominada pelos russos como Grande Guerra Patriótica , pois para este povo foi um evento de proporções catastróficas onde toda a população civil se envolveu na defesa de sua nação. Só para se ter uma idéia das proporções da destruição, em solo russo foram arrasados 70 mil vilarejos e 1.700 cidades de pequeno porte e pode-se dizer que as perdas materiais foram insignificantes se comparadas as perdas humanas. O número de russos mortos no período é calculado em mais de 20 milhões, sendo que a maioria de civis não combatentes. Este número supera a mortandade de todos os outros países envolvidos no conflito,  somados!!!!   É uma história de bravura e sacrifícios, uma História desconhecida  e monumental.  Dentro do complexo uma das partes  mais interessante são os seis dioramas que remontam as principais batalhas travadas em solo russo. São quadros pintados de forma realista, que incluem objetos para dar mais veracidade à cena. São retratadas Batalhas de Stalingrado e Kursk e o Cerco de Leningrado .   A cena que reconstroi o cerco de Len ingrado é especialmente tocante. Foram 900 dias de bloqueio com bombardeios constantes e somente no auge do inverno houve algum abastecimento de víveres e a saída de crianças e mulheres pelo lago Ladoga congelado, que ofereceu um escape pelo norte. A população da cidade tentava levar uma vida minimamente normal com uma ração alimentar que chegou a menos de 400 calorias diárias, mas morria muitas vezes a caminho de enterrar seus cadáveres em meio à neve e inanição. Aproveito para sugerir um filme que acabei de ver sobre este tema: Leningrado, uma visão sem maquiagem do que foi a realidade russa depois da entrada dos nazistas em 1941.       O memorial conta ainda com uma seção de fotografia e documentos que toca fundo o até os corações mais calejados. Para completar a Sala das Lágrimas ,com correntes presas ao teto, onde cada elo representa uma vida perdida na guerra, finalizada com um lágrima de cristal. Impressionante! Se você gostou deste post e curte dicas de viagem, arte, restaurantes e afins, curta a nossa página Viajando com Arte no Facebook:   https://www.facebook.com/pages/Viajando-com-Arte/121374657937187  

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O centenário das cerejeiras de Washington

28 de março de 2012 0

Eu que acho lindas as floradas de ipês, jacarandás, tipuanas de Porto Alegre, me encantei com as cerejeiras de Washington e Nova York. Por obra do acaso, estive nas duas cidades sempre no mês de abril (em Washington, infelizmente, quando as flores já se iam, como mostra a foto acima). Pois em 2012, Washington celebra o centenário de suas cerejeiras. O   National Cherry Blossom Festival lembra todos os anos a chegada de 3 mil mudas da árvore, recebidas pela cidade como presente do prefeito de Tóquio Yukio Ozaki à capital norte-americana em 1912. Em 2012, o festival, que começou no dia 20 de março, terá cinco semanas de duração, até 27 de abril, com uma programação cheia de eventos culturais, música etc.

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Correndomundo, dica de blog de viagem

26 de janeiro de 2012 0

Recebi da própria autora uma dica de blog. A ALDEMA MENINE mantém, desde 2006, um blog prioritariamente sobre viagens. Ela iniciou despretensiosa, como um blog de família, e agora já conta com uma quantidade de acessos bem significativa. No ano de 2011 , Aldema fez viagens pelos Estados Unidos (Denver, no Colorado), Canadá (de trem, de Leste a Oeste) e  Europa (Estônia, Letônia e Lituânia). Natural de Rosário do Sul (RS) , professora aposentada da Universidade Federal de Santa Maria, tem 68 anos, três filhos e dois netos. Casada com o norte-americano Ronald Mckinney, vive atualmente entre o Brasil ( Alegrete e Torres) e os Estados Unidos (Paxton, Illinois). No final do ano, ela fez um balanço dos posts, que apontou como o mais popular um sobre a CHINA : “A China desperta muita curiosidade, sugere muitas perguntas e, em pessoas que a visitam, gera ambiguidades – o gostar-não-gostar é constante. É de impressionante beleza. Isso é. De tudo o que postei sobre a China, foi Xi’an o que mais impressionou. Pudera! O Exército de Terracota está entre as coisas mais bonitas que vi nesta vida andarilha.” Confira o restante do post em: www.correndomundo.blogspot.com Obrigada, Aldema, por compartilhar o post, que vai ficar de forma permanente nos links aqui ao lado.

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San Francisco, para além da Golden Gate

24 de janeiro de 2012 0

A Luiza Renata Motter é uma amiga antiga e moradora de uma região menos explorada nos arredores de San Francisco, na Califórnia. Faz tempo que tinha prometido , mas agora nos manda dicas para explorar a East Bay . Este roteiro é para quem deseja explorar o outro lado das famosas e exuberantes pontes ao redor de San Francisco , onde o turismo não é tão popular. Irei me deter mais no lado leste da península ( East Bay ) que tem acesso pela  Bay Bridge . Da ponte avistamos o Porto de Oakland , que foi o primeiro grande porto da costa do Pacífico (1852) e é o quinto mais movimentado dos USA.      Vista parcial de SF Bay tirada de Tilden Park (lado esquerdo- Bay Bridge e SF ao fundo; lado direito- Golden Gate Bridge) Também podemos visitar Oakland Museum of California, dedicado a história, arte, cultura e ciências naturais da California. Oakland Chinatown ,  os chineses foram os primeiros asiáticos a chegar a Oakland (1850).  Chabot Space and Science Center (1883), um planetário digital com três  telescópios enormes abertos ao público.Da última vez que estive lá, foi para acompanhar a eclipse lunar. Lake Merrit é o maior lago localizado em uma área urbana com 5.44 km de circunferência.      Oakland – Lake Merrit (Wikipedia)    Na polêmica e multicultural cidade de Berkeley , minha predileta, está situado a primeira sede do sistema de universidades da California-UC (1868). Considerada uma das cidades politicamente mais liberais dos USA. Nos anos 60 aconteceram várias manifestações em UC Berkeley tais como: Civil Rights Movement -Vários grupos étnicos, principalmente os negros, lutaram pelos mesmos direitos civis. Free Speech (1963-64)-  Liberdade de expressão política e distribuição de informações em geral. Vietnam Day Committee (May 21 e 22, 1965): 35.000 pessoas protestaram contra a guerra do Vietnam. UC Berkeley- Library and Campanilla (onde um estudante asiático tentou o suicídio se atirando da torre, porque tirou a nota 9 invés de 10 em um teste ).                                                                                                                                                                                                       Telegraph Avenue , uma das avenidas de acesso a UC Berkeley, se tornou o foco do Movimento Hippie originado em San Francisco.     Telegraph Avenue   People’s Park  resultou em um conflito por mais de um mês entre hippies e o exército, com a morte de um manifestante, pela ocupação de uma pequena área da UC Berkeley. Com união e força a comunidade construiu um belo parque, que é um modelo de reciclagem de quase tudo: frutas e verduras orgânicas que sobram de feiras ecológicas, roupas e calçados (novos e usados )….Estão disponíveis no parque para quem quiser usufruir. Todos os dias, entidades de caridade, como “Food not Bomb” (comida não bomba), trazem comida quente para os homeless  ( sem casa ou pessoas carentes ). Se em cada cidade, algumas praças tivessem essa iniciativa, garanto que diminuaria a fome e o lixo.Tudo é questão de mudança de atitude e ação.   Como moro no triângulo UC Berkely, Telegraph Ave and People’s Park , posso ver vários tipos de pessoas: artistas, músicos, estudantes, intelectuais, profissionais, hippies, homeless, anarquistas, ativistas….O que faz com que Berkeley seja interessante, diversificada e divertida.  Também vale a pena conferir Berkeley Marina ( alguns barcos servem de moradia ); Tilden Regional Park ( vista de toda a Bacia de San Francisco ); Lawrence Berkeley National Laboratory ( Pesquisa da radiação pelo Departamento de Física da UC, onde se criou a primeira bomba atômica da II Guerra Mundial ); Lawrence Hall of Science (centro científico com exibições e atividades para o público em geral ); Berkeley Public Library ( livros, revistas, cds, dvds e internet grátis ); Berkeley Art Museum and Pacific Film ( Trabalho de vários artistas e exibição de filmes internacionais ); Berkeley Farmers Market ( produtos orgânicos locais ) and so on…. Golden Gate Bridge vista de Tilden Park-East Bay     Atravessando a cobiçada Golden Gate Bridge , está a baía norte ( north bay ), onde encontramos a maravilhosa natureza de Marin Area . Sausalito; Mill Valley; Fairfax; Pont Reyes ( criação de ostras ); Muir Beach; Muir Woods National Monument; Mount Tamalpais State Park; Stinson Beach ( no inverno com ataque de tubarões aos surfistas ); Bolinas Beach ( parecida com Guarda do Embaú em Santa Catarina ), entre outras atrações…..A maioria da população são americanos tradicionais com muita sofisticação, chamados de ”white american”. Onde se encontram uma das mais valorizadas áreas e um dos mais altos poderes aquisitivo dos USA. Não posso deixar de mencionar a região dos vinhedos: Napa e Sonoma . Com vinícolas para todos os paladares, mas ao meu gosto os vinhos chilenos e argentinos são melhores.   South Bay ( baia sul ), conhecida como  Silicon Valley   é onde se encontra as grandes indústrias tecnológicas do mundo: Microsoft, Apple, Yahoo, Google, Facebook, Casio, Intel, Nokia…. Na cidade de Palo Alto está a privilegiada Stanford University . Dumbarton Bridge  e  San Mateo Bridge connectam a península de SF a outras cidades do poderoso vale da technologia. Vale mencionar Richmond Bridge que conecta North Bay e East Bay . Também  Carquinez Bridge que une East Bay e North Bay em direção dos vinhedos.  Espero que da próxima vez que vierem a península de San Francisco tenham a curiosidade de conhecer as baías ao seu redor, pois, vale a pena conferir. Principalmente East and North Bay.     Goodbye with good energy!!!! ;) 

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Barrica não, barril! E não é chopp de vinho

24 de janeiro de 2012 0

Para o horror dos conservadores , surgiu mais uma novidade no cardápio de embalagens para vinhos. Nos Estados Unidos, é a vez de o barril fazer sucesso em restaurantes e wine bars. Não se trata da tradicional barrica de madeira, mas dos recipientes de aço inox tão utilizados para armazenar  chopp . Para fazer o serviço por cálice, o sistema vem se mostrando mais eficiente do que garrafas abertas ao longo de um dia inteiro - e muito mais barato do que as máquinas que conservam a bebida mesmo depois de aberta. Os adeptos garantem que os barris combinam perfeitamente com vinhos jovens , de consumo ligeiro. Além disso, são ecológicos, pois podem ser reaproveitados, diferentemente das garrafas. Compartilhar

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Correndomundo, dica de blog de viagem

23 de janeiro de 2012 1

Recebi da própria autora uma dica de blog. A ALDEMA MENINE mantém, desde 2006, um blog prioritariamente sobre viagens. Ela iniciou despretensiosa, como um blog de família, e agora já conta com uma quantidade de acessos bem significativa. No ano de 2011 , Aldema fez viagens pelos Estados Unidos (Denver, no Colorado), Canadá (de trem, de Leste a Oeste) e  Europa (Estônia, Letônia e Lituânia). Natural de Rosário do Sul (RS) , professora aposentada da Universidade Federal de Santa Maria, tem 68 anos, três filhos e dois netos. Casada com o norte-americano Ronald Mckinney, vive atualmente entre o Brasil ( Alegrete e Torres) e os Estados Unidos (Paxton, Illinois). No final do ano, ela fez um balanço dos posts, que apontou como o mais popular um sobre a CHINA : “A China desperta muita curiosidade, sugere muitas perguntas e, em pessoas que a visitam, gera ambiguidades – o gostar-não-gostar é constante. É de impressionante beleza. Isso é. De tudo o que postei sobre a China, foi Xi’an o que mais impressionou. Pudera! O Exército de Terracota está entre as coisas mais bonitas que vi nesta vida andarilha.” Confira o restante do post em: www.correndomundo.blogspot.com Obrigada, Aldema, por compartilhar o post, que vai ficar de forma permanente nos links aqui ao lado.

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Café entre flores e plantas

18 de janeiro de 2012 0

Quem conhece não vai até a floricultura WINGE , na zona sul de Porto Alegre, apenas para comprar plantas e flores. Quem conhece vai também para passear, para fazer de conta que tem um pequeno jardim botânico no quintal da casa, do prédio, do bairro. Quem ainda não conhece vai encontrar um motivo a mais para incluir uma floricultura (!) no seu roteiro: agora há um pequeno e charmoso café na área de 33 mil metros quadrados. Inaugurado em 2 de dezembro, o espaço tem o jeito de Christiane Pudler, 39 anos, formada em Hotelaria pela Universidade de Caxias do Sul. Ela idealizou o Café&Prosa e acompanhou toda a reforma da casa construída em 1900, ajudou a descascar a parede para deixar à vista os tijolos originais, a calcular o lugar em que ficariam as mesas no espaço externo, estrategicamente sob a sombra de uma árvore frondosa. Christiane há muito pensava em ter um café numa pequena floricultura. E foi na Winge, frenquentada por ela desde criança, que juntou sua vontade à oportunidade. O desejo surgiu tempos depois de desembarcar do Concordia (onde ficou entre novembro de 2009 e setembro de 2010), o navio que foi a pique na semana passada na costa italiana. Nele, quis colocar em prática um gosto que já tinha experimentado em terra, a hotelaria e o desejo de viajar e se mover _ conheceu mais de 20 países, morou nos Estados Unidos, na Alemanha, em Fortaleza, em São Paulo, além de sua Porto Alegre natal. No espaço interno do café, além de objetos pessoais, muitas outras peças compõem o ambiente aconchegante, a maioria deles à venda para os clientes. No cardápio, doces e salgados, tortas, cafés, espumantes. Por enquanto, é ela sozinha se virando para atender as mesas da área externa e do interior e até isso foi projetado. Imaginou como enxergar, do lado de dentro, a quem está chegando e a quem pede alguma coisa sentado lá fora. E, entre um café e outro com os clientes, ela aproveita para exercitar a proposta do lugar: uma boa prosa. Serviço Café&Prosa Na Floricultura Winge, Rua Dr. Mário Totta, 963 Fone: (51) 3264-4954 De terça a sexta das 10h às 18h30min, aos sábados das 9h às 18h30min e domingos das 9h às 17h45min. Às segundas abre só à tarde Estacionamento gratuito no local

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Fim ao preconceito com a uva Moscato

15 de janeiro de 2012 0

Há entre os bebedores de vinho uma corrente que aponta os derivados da uva Moscato como um subproduto, algo de qualidade inferior . Isso é preocupante. Tanto os vinhos quanto os espumantes feitos com essa variedade podem apresentar qualidade excepcional , principalmente aqui no Brasil , onde a casta se adaptou muito bem. Torcer o nariz para esses rótulos é ignorar uma tendência mundial. No ano passado, nos Estados Unidos , as vendas de produtos feitos de Moscato cresceram 153,6% , segundo a consultoria A.C. Nielsen . A simpatia dos jovens pelos vinhos doces e o fato de alguns artistas de hip hop terem adotado rótulos dessa variedade puxaram a alta. A doçura certamente limita o potencial de harmonização desses produtos, que casam melhor com entradas ou sobremesas. Mas não é motivo para condenar a uva à segunda divisão da sua adega. Compartilhar

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O que vai acontecer no mundo do vinho em 2012

13 de janeiro de 2012 0

Sucesso total no passado, as previsões esotéricas a cada virada de ano parecem estar saindo de moda. Ainda bem. Só que não resisti à possibilidade de tentar adivinhar o que vai marcar o mundo do vinho em 2012 e montei uma lista com cinco tendências que devem ganhar espaço no mercado brasileiro ao longo do ano. Vamos a elas: Vinhos mais leves Beber menos para beber melhor é um comportamento comum em mercados enológicos maduros. O Brasil está chegando lá, e aos poucos deve abandonar vinhos com 15% de graduação alcoólica e abraçar índices mais moderados, em torno de 12%. Má notícia para os potentes argentinos e chilenos, ótimas perspectivas para os próprios vinhos brasileiros, mais alinhados com essa tendência mundial. Brancos É hora de deixar o preconceito de lado e aproveitar nosso clima tropical para desfrutar um cálice de vinho branco. Os feitos com a uva Chardonnay devem ser os primeiros a se beneficiar, pela credibilidade da casta, mas variedades leves como Sauvignon Blanc e Pinot Grigio também ganharão espaço. Quem puder gastar um pouco mais vai descobrir os Riesling europeus, que estão ganhando terreno no mundo todo. Novas origens Borbulhas da Inglaterra? Pinot Noir dos Estados Unidos? Vinhos de sobremesa da África do Sul? Pois é bom se acostumar com novidades como essas, pois em 2012 a vanguarda estará ao lado de quem se aventurar a provar novas origens. Chega dos Malbecs e Carmenères que sempre vêm dos mesmos países. Esse movimento deve inclusive beneficiar os vinhos brasileiros, mas no mercado externo. Novas uvas Seguindo na linha que condena o “mais do mesmo”, em 2012 o consumidor deve passar a escutar o nome de algumas uvas estranhas ao ouvido, que não aparecem no dia a dia de nossos cálices. Se essa moda pegar, países como Portugal, Grécia, Espanha e Itália serão favorecidos por possuir uma grande quantidade de variedades nativas, próprias do país (as chamadas uvas autóctones). Drinks com vinho Vinho com gelo , açúcar, uma rodela de fruta e uma dose de outra bebida. Para os puristas, parece pecado. Para a indústria, soa a salvação. Os drinks são vistos como uma forma de retomar o interesse dos jovens e manter as vendas em alta. E os primeiros a adotar essa política serão justamente os estandartes enológicos mais tradicionais, como Champagne e Porto. Compartilhar

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Para compartilhar viagens no Facebook

04 de janeiro de 2012 0

Se você gosta de compartilhar vídeos de viagem, a dica é curtir o viajolandia.com , no Facebook. A ideia, do jornalista gaúcho Felipe Rech, permite que o usuário crie seu próprio canal para compartilhar seus vídeos com outros viajantes. Já há mais de 500 vídeos sobre diversos destinos: Estados Unidos, México, Brasil, Argentina, Inglaterra, França, Alemanha, Turquia. Como funciona o aplicativo? Acesso Qualquer pessoa pode acessar o aplicativo via www.viajolandia.com , ou pela barra de busca do Facebook. A visualização dos conteúdos é livre. Uploads e comentários são liberados a partir do momento em que o usuário adiciona o aplicativo no seu perfil do Facebook. Capa do aplicativo Na capa fica um mapa com os vídeos dos usuários destacados pela editoria do aplicativo e a TV Viajolândia, onde são veiculados semanalmente episódios profissionais. TV A seção TV Viajolândia funciona como um videolog e as séries são produzidas pela equipe do viajolandia.com: bate-papos com artistas, músicos, escritores, intelectuais etc Guia-Colaborativo Qualquer pessoa pode enviar vídeos com viagens e dicas, mostrando lugares interessantes. Páginas de Cidades O guia Destinos do viajolandia.com é formado por páginas de cidades, abastecidas com vídeos dos usuários. Minhas Viagens É o canal pessoal do usuário, onde ele pode arquivar todos os vídeos de suas viagens. Amigos Viajantes Filtro para que o usuário assista os vídeos de viagens dos seus amigos.

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Promoção em hotéis de luxo de Nova York

16 de dezembro de 2011 0

Para promover a cidade no inverno, a A NYC & Company, escritório oficial de marketing, turismo e organização de parcerias para a cidade de Nova York, anunciou que todos os 20 hotéis da The Signature Collection, um grupo de hotéis de luxo da cidade, participarão da promoção The Signature Collection Third Night. O programa oferece aos visitantes uma terceira noite cortesia nos hotéis participantes depois de reservadas e pagas duas noites consecutivas entre 2 de janeiro e 29 de fevereiro de 2012. Além disso, a NYC & Company, os clientes da terceira noite receberão a Chave para a Madison Avenue, um cartão que dá acesso a ofertas especiais nas lojas de luxo do Upper East Side de Manhattan. Informações: www.nycgo.com/thirdnight Confira a lista dos hotéis participantes: The Carlyle, A Rosewood Hotel; The Chatwal New York; Hôtel Plaza Athénée New York; Jumeirah Essex House; Loews Regency Hotel; The London NYC; Mandarin Oriental, New York; The New York Palace; The Peninsula New York; The Pierre New York; The Plaza Hotel; The Ritz-Carlton New York, Battery Park; The Ritz-Carlton New York, Central Park; The Setai Fifth Avenue; The Sherry-Netherland; The St. Regis New York; The Surrey; Trump International Hotel & Tower New York; Trump SoHo New York; e The Waldorf Towers.

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Receita gringa com espumante brasileiro

10 de dezembro de 2011 0

O consumo de peru nas festas de final de ano não é uma tradição originalmente brasileira, mas se adaptou bem por aqui e vem fazendo sucesso. Há quem diga que um país tropical como o nosso também não deveria fazer vinhos, mas a qualidade dos rótulos nacionais vem desmentindo essa teoria. Para provar que no universo enológico não cabe preconceito , a revista norte-americana Wine Enthusiast trouxe em uma edição recente a seguinte dica de harmonização: peru com espumante brasileiro . A publicação sugere preparar a ave ao estilo do sudoeste dos Estados Unidos e acompanhar com o Ca sa Valduga 130  - aliás, mesmo espumante que na última edição brasileira da revista Playboy ficou em primeiro lugar no ranking de espumantes nacionais. Para encontrar a receita do peru que combina com esse espumante, visite o site Vinhos do Brasil , que em sua seção Enogastronomia traz essa e várias outras dicas. Compartilhar

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Ótima dica para quem vai a Miami

05 de dezembro de 2011 0

A Graziela Corbellini é uma amiga de longa data que se estabeleceu em Miami há alguns anos. Ao longo deste tempo ela recebia os amigos brasileiros que iam passear por Miami e de tanto circular pelas lojas, galerias, museus e demais atrações da cidade a Grazi percebeu que a decorrência natural e prazeirosa disso era montar uma empresa de “personal guide”, ou seja ela acompanha as pessoas dependendo do perfil de cada cliente. Isso traz enormes vantagens e uma economia de tempo incrível. Fora que a Grazi é uma pessoa super querida, educada e sensível. Ela me mandou este textinho para explicar melhor o seu trabalho:   A GPS MIAMI foi idealizada como uma empresa de prestação de serviços feita sob medida para aqueles brasileiros que são apaixonados por Miami.   Minha empresa foi criada para facilitar a vida das pessoas, em especial a vida dos brasileiros que vem visitar Miami e arredores com o objetivo de passear e fazer compras neste paraíso de shoppings centers e oulets.   A idéia é de ser um “personal guider”, “boutique guider” que oferece um roteiro inteligente considerando o interesse e os objetivos de viagem  do cliente. A GPS reúne as melhores dicas para passeios, lazer e compras.   GPS Miami tem a missão de ser o norte, sul, leste oeste dos brasileiros que aportam aqui no sul da Flórida – Miami, South Beach, Aventura, Fort Lauderdale, Boca Raton . Fala-se Inglês, português e espanhol.   O serviço básico é planejar a viagem de forma que o cliente tire o melhor proveito. Sem perder tempo nem dinheiro.   Alguns dos clientes gaúchos que já experimentaram a GPS GPS GASTRONOMIA – Planeja-se um roteiro gastronômico a partir de uma lista variada dos melhores e mais charmosos restaurantes, bares, boates e shows do sul da Flórida. Sugere-se cardápio – de acordo com o gosto do cliente. Custo: U$ 100    GPS PASSEIOS – Dicas especiais de passeios turísticos com acompanhante se necessário. Custo varia de acordo com o destino e o valor do ticket do passeio.   GPS PESQUISA – Assistência na pesquisa e escolha de imóveis para comprar e/ou alugar para férias.     Para contato use o email: grazicorb@yahoo.com.br e o telefone 1-9543365301. Graziella Corbellini

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20 dias sem banho

04 de dezembro de 2011 0

( última parte do relato do guia de montanha Manoel Morgado, a caminho da montanha mais alta da Antártida): …O último companheiro de expedição conhecerei amanhã, se voarmos amanhã,. Também australiano, tem trinta e poucos anos e está já na Antártica correndo uma ultra maratona de 100 km. Punta Arenas é uma cidade sem muita personalidade. A beira de um mar gelado e encrespado, com casas nem bonitas nem feias, não deixa muita impressão em quem a visita. Normalmente ponto de partida para as atrações da Patagônia, principalmente as lindíssimas Torres Del Paine, é um lugar de passagem. Mas, apesar disso, o fato de cruzar na rua com muitos mochileiros me faz imediatamente sentir-me em casa. O grupo todo está em um hotel bacana, mas como sempre, me sinto mais a vontade em um simpático hostal para onde pretendo voltar ao final da expedição. Ontem sai caminhando para comprar um gravador desses pequenos para registrar meus pensamentos durante a expedição. O céu estava azul com poucas nuvens, mas como sempre por aqui, soprava um vento gelado. Apesar disso estava de camiseta e sem gorro. Acabo de cortar meus cabelos bem curtos para não dar trabalho na montanha onde ficaremos até 20 dias sem banho e sentia o vento na minha cabeça. Um leve cheiro de maresia vinha do mar batido e me sentia vivo e feliz. A poucos dias estava nos Estados Unidos percorrendo o oeste americano em um confortável carro, depois estava em São Paulo por 3 dias vendo amigos e família e agora estou próximo a sair do planeta rumo a Última Fronteira….amo minha vida!  

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Wine'n'blues Hall of Fame

02 de dezembro de 2011 0

Nascido nos campos de algodão do sul dos Estados Unidos, o blues dificilmente é associado ao vinho. Os escravos que cantavam suas lamúrias e deram origem ao ritmo nunca haviam pisado em um parreiral. Aliás, eram poucos os norte-americanos que conheciam o cultivo da uva naquela época, o distante início do século passado. Acontece que a coluna Enoteca é partidária da ideia de que não há o que não combine com vinho. Por isso, na semana que sucede mais uma edição do Moinho da Estação Blues Festival, vamos dar sugestões de rótulos que harmonizam perfeitamente com grandes nomes do blues. Músico: Robert Johnson Vinho: Casa Valduga Premium Cabernet Franc (Brasil) O que eles têm em comum: Cru, direto, fala ao coração Músico: B.B. King Vinho: Wente Beyer Ranch Zinfandel (EUA) O que eles têm em comum: Redondo, irreverente, canta as tristezas com alegria Músico: Eric Clapton Vinho: Champagne Deutz Cuvée William Brut (França) O que eles têm em comum: Habilidoso, sofisticado, confiável Músico: Jimi Hendrix Vinho: Antinori Tignanello (Itália) O que eles têm em comum: Transgressor, arranca novidade da tradição Músico: Stevie Ray Vaughan Vinho: Cims de Porrera Classic (Espanha) O que eles têm em comum: Emocional, reverencia o passado, teria muito mais a mostrar Compartilhar

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Jogando pra torcida

01 de dezembro de 2011 0

O futebol é, cada vez mais, a paixão do brasileiro. E o último fim-de-semana contribuiu mais para isso. Para quem acompanhou, a cada minuto mudava a classificação do Campeonato Brasileiro. O Corinthians  foi campeão antecipado por poucos minutos. O Inter estava na Libertadores, por pouco tempo. Foi um troca-troca de posições para deixar qualquer um com o coração na mão. Eu estava no Rio de Janeiro e acompanhei de perto essa emoção. Participei de um evento chamado Soccerex, organizado por ingleses, que acontece a cada ano em um lugar do mundo. Tudo de futebol é discutido, tudo é vendido em uma feira que acontece em paralelo. Clubes e empresas do mundo todo. Na prática, a Copa de 2014 já começou a bastante tempo. Neymar já ficou, empresas estão sendo montadas, governos se mobilizam. O efeito “organizador e priorizador” da Copa já está nas ruas. Porque ela é um sonho, com prazo. O que a Copa já está mexendo na economia, é impressionante.  Temos que ficar atentos para a transformação que é a Copa.  No evento, arenas sendo mostradas, cidades se vendendo como possibilidades de hospedar seleções, estádios inteiros podendo ser comprados ali, com múltiplas opções de cadeiras, gramas, iluminações, softwares de gestão. Tudo para que essa paixão mundial, cada vez mais, se profissionalize e cresça. Pelo que está sendo feito nos Estados Unidos, por exemplo, já em 2014 o futebol será o quarto maior esporte naquele enorme país, que nunca deu bola para o futebol. Eu, particularmente, gosto muito de acompanhar o comportamento das torcidas. Acho mágica essa paixão, que chega a extremos de fazer pais darem de presente a filhos recém-nascidos, camisetas do seu time. Que faz torcedores pedirem pra serem enrolados na bandeira do seu clube até mesmo quando morrem. Paixão que faz com que um clube como o Real Madrid tenha mais de 500 milhões de torcedores no mundo todo. Quando vou ao campo gasto muito tempo observando as pessoas. Chego a perder gol, por estar de costas para o gramado. Torço pelas torcidas. Os sentimentos mais primários das pessoas estão ali, em estado mais “puro”. No Brasil, futebol é mais do que futebol. É a cultura brasileira que se move em torno do futebol. Mexe com valores que vão além desse esporte. Por isso é importante que pensemos no que queremos construir que vá além da Copa. O legado que fica, além de estádios e turistas. O que nossas crianças vão ganhar com tantas escolinhas sendo montadas. Por tudo isso é que, no  próximo final de semana, o Brasil todo vai ficar enlouquecido.

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Para ajudar a entender o cardápio

24 de novembro de 2011 0

Podia contar milhares de histórias envolvendo cardápios, comidas, restaurantes e etc. Vou falar só de uma pra ilustrar esse post que dá uma DICA DE BLOG : Estávamos, uma amiga e eu, na Carnegie Deli (que o cineasta Woody Allen eternizou como locação do filme Broadway Danny Rose ), em Nova York, e resolvemos, seguindo os passos de nosso ídolo, experimentar um sanduíche de pastrami (carne bem temperada e às vezes defumada, agora mais comum nos nossos cardápios). Parecia simples, mas na descrição do sanduíche havia uma observação que não conseguíamos entender: “lotsa pastrami”. Esse tipo de pastrami nem ela nem eu conhecíamos. Fomos recorrer a uma garçonete que parecia estar farta de turistas (dizem que essa é a deli mais visitada dos Estados Unidos). – Por favor, senhorita, o que é lotsa? – Lotsa é lotsa, ora – respondeu a bem-humorada. – Sim, mas que tipo de ingrediente é esse? – Minha querida, isso não é um ingrediente. É com MUITO pastrami. Foi então que entendemos que o LOTSA do cardápio (esse que aparece abaixo) era uma contração de  ”lots of pastrami”, ou seja, um sanduíche com MUITO pastrami. Quando ele chegou, uma montanha de pastrami recheando o pão, entendemos ainda melhor. Faz uma década, mas até hoje rimos disso. Ou seja, cardápios em geral reservam surpresas, por mais que estejamos acostumados a restaurantes internacionais ou de comidas ditas contemporâneas. E aí é por isso que me chamou a atenção o blog da professora e tradutora Andrea Martins . O Inglês Gourmet ( inglesgourmet.com ) aborda a língua inglesa voltada para culinária e gastronomia. Como isso é parte (para mim) fundamental das viagens, a proposta do blog de ajudar os viajantes me parece ótima. – Conheço muitas pessoas que voltam frustradas de uma viagem dizendo que não comeram bem pelo fato de não entenderem os cardápios – diz a Andreia. Entre o que o blog se propõe está não só ajudar a entender cardápios de restaurantes, mas também nas idas a supermercados e nas compras de utensílios de cozinha durante a viagem. Confira em: inglesgourmet.com

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Para ajudar a entender o cardápio

Programa de férias com intercâmbio

29 de outubro de 2011 0

O English Days at Disney é um dos programas mais procurados na Experimento Intercâmbio Cultural (Rua Dona Laura, 475, em Porto Alegre) , que acabou de lançar os programas de férias de 2012 para adolescentes e programou uma palestra para o próximo dia 3, às 19h, a respeito dos programas de férias para pais e adolescentes, dos 13 aos 18 anos. O intercâmbio na Disney tem duração de duas semanas e prevê o aprendizado do inglês de forma interativa, aliando a imersão no idioma à vivência da cultura americana nos parques temáticos da Disney. Além desse, há outros destinos possíveis como Vancouver Youth ELS, Oxford e Paris, California Experience, ski na Suíça e Itália, Beach Australia e Nova Zelandia. Informações: portoalegre@experimento.org.br

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Haloween vem de longe.

27 de outubro de 2011 0

Ainda durante a hegemonia de Roma, os invasores adotaram as práticas célticas como se fossem suas. Porém, na medida em que a crença na possessão foi perdendo terreno, o hábito de se vestir como espantalho, fantasma e bruxa foi transformado de uma crença religiosa para apenas mais uma. A comemoração foi trazida para os Estados Unidos lá por 1840 pelos imigrantes irlandeses. Nessa época, a travessura favorita na Nova Inglaterra, como é chamado o nordeste dos Estados Unidos, era escrever sobre as paredes das casas e retirar as trancas dos portões, virar bancos de praça. Criou-se o costume do “trick-or-treating” ( travessuras-ou-gostosuras : dê-nos coisas gostosas ou faremos travessuras – mais ou menos como um grupo de músicos mambembes do Rio que passam o chapéu nos bares com um cartaz: “ Se não der [gorgeta] , nóis canta ”) parece não ter origem nos célticos, mas sim no “souling”, um costume europeu do Século IX. No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas ou Dia dos Mortos, os cristãos andavam de vila em vila para ganhar as chamadas “Soul Cakes”, ou tortas feitas com pedaços quadrados de pão e groselha. Quanto mais tortas recebiam, mais orações eles prometiam em memória dos parentes mortos daqueles que doavam as tortas. Naquela época, acreditava-se que os mortos permaneciam num limbo por um período de tempo após a morte (mais ou menos como no purgatório, criado posteriormente pela Igreja Católica) e que as orações – e doações, principalmente – mesmo de estranhos, acelerariam a passagem do falecido para o céu. A Abóbora-lanterna, (em inglês, “Jack-o-lantern”), esta sim, tem origem no folclore irlandês. Segundo a estória, um homem chamado Jack, notório beberrão e trapaceiro, vendo o diabo em cima de uma árvore, esculpiu nela a imagem de uma cruz, impedindo-o de descer. Jack fez, então, um acordo com o diabo: se ele nunca o tentasse ou atormentasse, apagaria a cruz, o que o deixaria livre. Quando Jack morreu, sua entrada no céu foi negada por causa do seu trato com o diabo, e também não lhe foi permitido entrar no inferno por ter enganado o diabo. Este, porém, lhe deu uma vela para iluminar o seu caminho. Então, Jack colocou a vela dentro de uma grande abóbora trabalhada para ficar oca e com buracos para mantê-la acesa por mais tempo e, assim, dar passagem à claridade emitida pela luz da vela. Na sua terra natal, os irlandeses usavam nabos para fazerem suas Lanternas de Jack, mas, quando nos Estados Unidos, encontraram as abóboras, muito mais bonitas do que os nabos, trocaram, e, até hoje, são o símbolo mais marcante do Halloween. De lá para cá, alguns cultos e trabalhos satânicos adotaram o Halloween como seu feriado, mas o dia não teve origem em nenhuma prática demoníaca. Ele cresceu a partir dos rituais de celebração do ano novo pelos celtas e pelos europeus na Idade Média. Hoje, o Halloween é apenas o que cada um faz dele. A você, que leu até aqui, gostando ou não, eu pergunto: que diferença fez se o conto é europeu ou nosso? Amanhã tem mais.

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Halloween – proteja-se, faça barulho e distribua doces.

26 de outubro de 2011 0

Nacionalistas acerbados dizem que não devemos importar baboseiras estrangeiras, que já temos as nossas lendas: pai João, saci pererê, boitatá, etc. Não tenho uma definição sobre isto, e, com mais freqüência, imagino que a vida sem papais noéis, sem Valentine’s Day ou o dia do Red Nose ficaria mais sem graça. São importados? Sim, e daí? Por acaso o coelho da Páscoa, que põe ovos, é nacional? São Nicolau, um pouco conhecido bispo russo (ou dali por perto), só teve sucesso depois que um publicitário, a pedido da Coca-Cola, lhe deu uma roupagem nova – desde então nunca mais parou de alegrar as crianças e de… drenar os cartões de crédito dos pais. Em alguns lugares, inclusive em estradas do interior, roupas, desenhos e quinquilharias do Natal são vendidos doze meses por ano em lojas especializadas e cheias dos badulaques natalinos (é claro que falo dos Estados Unidos). Acho é que gostamos de acreditar (eu, pelo menos, gosto). Querem um exemplo? O do Adão, sua costela, Eva, a maçã e a serpente. Querem roteiro mais esdrúxulo? Nem o ótimo “carolão”, Nelson Rodrigues, faria melhor. E é ensinado até nas escolas!!! Passaram, até, a existir duas linhas de pensamento: a dos criacionistas e a dos evolucionistas (darwinianos, no caso). Portanto, vamos aproveitar a que vem aí: a festa das bruxas . O Halloween é uma celebração anual muito comum em vários países. Mas que celebração é essa? E onde esse evento tão peculiar teve origem? Será um tipo de culto às coisas do mal? Ou será somente a continuidade de um rito pagão? Apesar de ser um acontecimento tradicional em paises anglo-saxônicos, o Halloween no Brasil começou a ser comemorado somente há poucos anos e, mesmo hoje, ainda está restrito às grandes cidades. A palavra “Halloween” tem sua origem na Igreja Católica e vem da contração feita de maneira errada da expressão “All Hallows Eve” que significa Dia de Todos os Santos , e corresponde ao dia Primeiro de Novembro – que, no catolicismo, é o dia de reverência aos santos mortos. Mas no 5o.Século antes de Cristo, na Irlanda Céltica, o verão terminava oficialmente no dia 31 de outubro. Daí a confusão. A história diz que, naquele dia, os espíritos desencarnados de todos aqueles que haviam morrido no decorrer do ano voltavam na busca de corpos de pessoas vivas, nos quais eles habitariam durante o ano que se iniciava. Acreditava-se que essa era a única esperança de vida após a morte (Panati). Os celtas acreditavam que todas as leis de tempo e espaço ficavam suspensas durante este tempo, permitindo aos espíritos um inter-relacionamento com os vivos. (Gahagan). Naturalmente, os que estavam vivos não queriam ser possuídos pelos espíritos dos mortos. Então, na noite de 31 de outubro, os habitantes dos vilarejos apagavam os lampiões em suas casas para torná-las escuras, frias e indesejáveis. E eles se vestiam com roupas fantasmagóricas e realizavam desfiles barulhentos, sendo tão destrutivos quanto possível, de maneira a assustar os espíritos que estavam à procura de seus corpos (Panati). Portanto, participe, proteja-se, assuste-os, faça barulho e distribua doces!

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Halloween – proteja-se, faça barulho e distribua doces.