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Posts de janeiro 2010

Tailândia parte 2 - Baía de Phang-Nga

30 de janeiro de 2010 2

Saimos do barco de mergulho à tardinha e dormimos esta noite ainda em Khao Lak, pela manhã cedinho pegamos as vans que nos levariam até Krabi, mas antes fomos fazer um passeio na Baía de Phang-Nga, cuja atração mais famosa é a ilha do James Bond, que ficou célebre depois que o filme foi rodado aqui.

É um passeio muito lindo e leva mais ou menos 1h para chegar até a famosa ilha do James Bond, que na verdade é bonita, mas totalmente invadida de turistas, o que vale realmente é o passeio de barco até lá que na verdade um estuário onde a água doce se mistura com a água salgada do mar de Andaman.

No caminho passamos por esta pequena vila de pescadores que é muçulmana, uma coisa que me chamou a atenção aqui é o grande número de muçulmanos, principalmente nesta região.

Aqui podemos ver até o minarete da mesquita local.

Esta é a vista da Ilha do james Bond de onde o seu arquinimigo pretende destruir o mundo, não lembro bem de filme, mas sei que era ainda com o Roger Moore.

É um passeio imperdível, onde a gente vê estas enormes formações rochosas se elevando da água, as montanhas de pedra calcária tem muitas cavernas com formações que são estactites gigantes, é impressionante.

 

É um passeio de meio dia e se você está em Krabi ou em Puket é perto, vale a pena é a zona dos maiores manguezais da Tailândia e é muito lindo,  a gente se sente pequena diante da grandiosidade da natureza, e é uma preparação para as paisagens fantásticas que você via ver logo em seguida em Krabi e nas ilhas vizinhas.

Deixo vocês com uma fruta tipica daqui que eu não conhecia, uma mistura de Kiwi com figo, chama-se Dragon frit ou fruta do dragão.

Dragon Fruit

Próxima parada – Krabi!

Sawadee Ka!

Tailândia : romance e sonho no Rayavadee

25 de janeiro de 2010 2

 

Se eu pudesse escolher um hotel para passar uma data especial , qualquer lugar, independente de distância ou valor de diária eu não hesitaria, seria o Rayavadee em Krabi, na Tailândia.   Ele está na categoria que hoje usam chamar de resort , pois ocupa uma grande área com apenas 100 bangalôs . Mas esta definição pode dar margem aquela ideia de resort cheio de crianças correndo atrás de monitores barulhentos ou ainda de excesso de atividade recreativas feitas para “ocupar” os hóspedes. Isto é tudo que não se encontra por lá!

 

 

 

O Rayavadee é o máximo que eu já vi em requinte e privacidade.

Para começar ele se derrama numa faixa de terra que está localizada entre três maravilhosas praias, sendo que a mais bonita, Hat (praia em Tailandês) Phranang ,  é quase particular do hotel ,pois nela o acesso é somente por barco, assim como ao aeroporto de Krabi  desde o hotel. Com isto, a maior dificuldade que você terá durante a estadia será escolher entre ficar numa das três praias ou na fantástica piscina no jardim.

 

 

 

A praia de Phranang é diferenciada por uma enorme gruta numa das extremidades, ali encontra-se um pequeno templo dedicado a fertilidade masculina, sempre repleto de oferendas. O hotel oferece caiaques e máscaras para snorkle, toda a praia é desenhada por grutas e ilhotas que se prestam para os melhores mergulhos pela fauna exuberante e clareza da água.

 

Desta praia também saem barcos para passeios as ilhas mais próximas , que com seu formato e adereços  já são uma atração turística.

 

 

 

 

A praia de Railay Bay  é compartilhada com outros hotéis e pousadas, mas tem seu encanto numa pequena vila onde jovens se reúnem e se come muito bem a preços módicos . 

 

 

Daqui saem lanchas e barcos mais potentes que fazem passeios para Koh (ilha em Tailândes) Pee Pee e e outrs destinos menos conhecidos como as Hong Island. Acho indispensável abrir mão de um dia neste paraíso para fazer uma visita a estes ícones já totalmente recuperados depois do tsunami, inclusive os habitantes locais dizem que as águas ficaram mais claras após a catástrofe!

 

Aqui estamos em Koh Pee Pee, na praia de Ao Maya onde foi filmado o famoso “A Praia” com Leonardo di Caprio ainda gurizinho.

 

 

Todas as cabanas são independentes , no térreo pode-se desfrutar de uma sala de estar com varanda e lavabo e no pavimento superior o quarto e um banheiro digno de uma diva de Hollywood (eu imagino!) . Tudo é cercado de aromas, cuidados e muiiiitos detalhes.

 

 

 

 

 

A Tailândia é mundialmente conhecida pelas massagens, de todos os tipos eu sei, mas o SPA do Rayavadee é algo fora do padrão de luxo esperado em um hotel cinco estrelas. Os aromas, cores e sons já nos levam para uma dimensão superior, as pessoas falam muito baixo e são extremamente gentis, mas quando começam a sessão de massagem nos remetem ao nirvana. Existe um cardápio para definirmos qual a modalidade preferida, pode ser relaxante, corpo e cabeça ou somente para os pés, isto mesmo, existe uma modalidade onde elas massageiam unicamente os pés por uma hora, um delírio! Está é uma arte levada muito a sério por lá, a formação das massagistas é das mais exigentes do país.

 

 

Todo o jardim é repleto de plantas exóticas e muito bem cuidadas, uma hora de caminhada pode ser feita sem sair das dependências do hotel e ainda se  divertindo com os macacos que se equilibram nas folhagens mais altas. A piscina pode ser uma opção para um por de sol mais tranquilo, na catástrofe do tsunami em     ela foi coberta pelas águas do mar , mas o resto das dependências não foi muito atingido. Daqui pude curtir este cair do sol sem sair da piscina, um privilégio!

 

 

Enfim , é um lugar perfeito para a primeira ou qualquer outra lua de mel , o ambiente remete ao romance e não existe limite para renovar uma  paixão! Notem que aqui estava preparada uma cerimônia de casamento , um belo começo.

Para dar uma olhada no site:

 

http://www.rayavadee.com/ 

 

 

 

Porto Alegre: verão, época para redescobrir a cidade.

25 de janeiro de 2010 4

 

Foto de Marília Clark

 

 

Um olhar inusitado sobre o banal! Esta foi a proposta deste ensaio fotográfico feito pela querida Marília Stumpf Clark , uma gaúcha radicada nos Estados Unidos há mais de quarenta anos!

Eram dias de calmaria, os feriados de fim de ano  são um convite aos moradores das capitais a saírem das cidades escaldante rumo ao litoral. Mas para os que ficam, e existe até uma organização informal chamada SAPA (Sociedade dos Amantes de Porto Alegre) que tem em Luís Fernando Veríssimo seu mais entusiasmado incentivador, a regra é: aproveitem Porto Alegre no verão quando a cidade está vazia e as descobertas serão incríveis.

Para os moradores um convite a descobrir recantos desconhecidos ou ver por um novo ângulo nosso quotidiano, para os visitantes uma Porto Alegre traduzida com paixão e poesia em imagens encantadoras.

 

 

Quem mora por aqui costuma dizer que a cidade está de costas para o rio (ou lago) Guaíba, pois o farol próximo ao clube Veleiros é um bom local para começar o passeio pela orla. Nos finais de semana muitos barcos colorem a paisagem democraticamente aberta como uma cartão postal.

 

 

 

 

Ao longe o centro administrativo em contraste com a cúpula da catedral metropolitana fazem um jogo de formas instigante. Você já parou para localizá-los no horizonte ?

 

 

 

 

 

No caminho de volta a Fundação Iberê Camargo, encantador em suas forma e aberto a visitação é um convite ao deleite. Nas férias um programa imperdível para todas as idades, atualmente apresenta a exposição: Paisagens de Dentro

 

O site para acessar a programação é:

http://www.iberecamargo.org.br/

 

 

 

 

 

 

 

Para um passeio um pouco mais demorado o Santuário da Glória oferece um vista da cidade que poucos estão acostumados a contemplar. Vejam o que estamos perdendo!

  

  

 

 

 

Mas com a calmaria destes dias até mesmo os lugares que estamos acostumados a passar no dia-a-dia mudam de figura , assim é o movimentado Viaduto da Borges de Medeiros e o centro da cidade.

 

 

 

 

 

 

 

A prefeitura e sua fonte Talavera que tanta controvérsia já causou por estes pagos.

 

 

A Igreja Nossa Senhora das Dores, totalmente restaurada readquiriu a plenitude de sua beleza. Reincorporada as festas da cidade e ao imaginário das noivas, que podem voltar a ter os seus  véus espalhados por suas escadarias.

 

 

 

 

O centro dos casarões antigos e revalorizados pelos cuidados com o patrimônio histórico, um presente para a cidade como o Solar dos Câmara exemplar do século XIX.

 

 

 

 

 

 

Nos bairros os túneis verdes fazem a diferença em nosso quotidiano , conhecida por ser uma das capitais mais arborizadas do Brasil,  a ausência de carros realça este dado que nos faz cidadãos privilegiados.

 

 

 

Mas quando a população colabora tudo fica mais interessante e o projeto do Sinduscon de chamar artistas locais para decorarem seus tapumes foi um exemplo de iniciativa interessante para todos! Vejam o resultado.

 

 

 

 

Para finalizar um agradecimento ao Juliano, Ramiro e a Duda que serviram de cicerones e em especial a Marília que nos cedeu o direito de publicar toda a sensibilidade de seu trabalho em nosso blog e aparece aqui com a lindinha Joaninha lá em Dallas. Um grande beijo e esperamos colaborações mais frequentes!

 

 

 

 

 

Áfica do Sul - O País da Copa 2010 - Parte III

14 de janeiro de 2010 0

Como eu havia prometido conto aqui  minha aventura nos arredores do Parque Nacional Kruger, que é um dos maiores games reserves ( área de preservação da vida selvagemque tem por fim o turismo e as vezes, a caça controlada) da África. O parque se extende por uma área de 20 mil Km².

Pegamos o vôo na Cidade do Cabo com uma escala em Johanesburgo, onde embarcamos num avião turbo-hélice pequeno, eu que tenho um certo… hm desconforto em matéria de aviões, não estava muito contente com aquele modêlo que me pareceu um tanto ultrapassado, mas resolvi pensar que fazia parte da aventura e decolamos num vôo tranquilo de 1h até HOESDSPRUIT, que fica exatamente no meio do nada.

Desembarcamos em Hoedspruit que fica nos arredores do Kruger Park, à nossa espera no aeroporto, o “ranger” que será o nosso guia e instrutor durante os próximos dias no  Kapama Game Reserve.

Partimos num jipe aberto por estradas de terra através das enormes Acácias e árvores de Marula ( fruta da qual se faz a bebida nacional sul-africana – o Amarula ), e já no caminho começamos a avistar todos aqueles animais que eu só tinha visto de perto no zoológico, foi uma ótima sensação ve-los ali tão à vontade, soltos na natureza.

Os lodges nesta região são no sistema de  “all inclusive“, ou seja, no valor da diária estão incluidas todas as refeições, os safaris fotográficos, tudo é pensado para proporcionar a melhor das sensações em termos de vida selvagem. Foram 3 dias acordando antes do sol nascer e partindo para a “caça” fotográfica dos “big Five” ou dos 5 grandes, que são o elefante, o búfalo, o rinoceronte, o leão e o mais difícil de todos – o leopardo, horas de puro encantamento em meio à natureza.

Vista do Kapama Game Reserve, o resort é todo murado, e não é permitido afastar-se dos limites desacompanhado. Mas no interior se pode ver várias espécies de veados, gazelas, macacos e diversos pássaros.

Estivemos lá no mes de julho, que é também o inverno deles, mas é uma ótima época pois os invernos nesta região são secos. Nós levantávamos antes do sol e nesta hora fazia muito frio mesmo, éramos acolhidos em uma sala com uma enorme lareira com um fogaréu crepitante e ali tomávamos chá, café ou chocolate quente, feito isso saíamos para ver o espetáculo do nascimento do sol e quando os animais já iniciaram o seu dia. Nossa camionete tinha um lugarzinho bem na frente onde um guia treinado olhava atentamente as pegadas ainda frescas deixadas pelos animais, nós apelidamos ele de “isca” pois ficava cara a cara com os Big Five!

Mas à tarde esquentava a ponto de podermos tomar banho de piscina. Os rangers são pessoas bem preparadas e respondem a muitas das nossas questões referentes á natureza, aos animais e a noite quando tivemos um jantar ao livre em volta da fogueira, podemos conversar um pouco sobre os duros anos do Apartheid.

Fizemos um passeio opcional que foi o Sáfari de elefantes, saímos de manhã bem cedinho, e fomos recebidos pelo grupo de domadores, na sua maioria de Zimbawe. Eles tem uma plataforma para a gente poder montar. Não é facil manter aquele corpinho pois eles vão comendo todas as árvores que encontram pelo caminho!

Sempre no meio de cada saída, pela manhã ou à tardinha, fazíamos uma parada estratégica quando os rangers montavam umas mesinhas com petiscos e canapés, vinhos, cerveja, champanhe, um luxo!!!

 Difícil dizer em que momento fui capturada por este lugar: pode ter sido o céu africano quando a noite começava a cair e parecia não haver lugar para tantas estrelas, ou o som dos pássaros anunciando o dia, ou o nascer do sol, uma enorme bola vermelha no horizonte.

São tantas as paisagens arrebatadoras que dificilmete você sairá de lá indiferente.

Patagônia parte II - Torres del Paine - da série -A vida é para ser compartilhada

11 de janeiro de 2010 0
Nosso amigo e colaborador do Blog, o viajante Luciano Zanetello segue com a sua trilogia na Patagônia, aproveitem!
Os “Hornos del Paine”
Em 2005 resolvemos  voltar e conhecer lugares onde não tínhamos passado . O principal destino era Torres del Paine uma região que divide o Chile e a Argentina onde as maiores atrações  , estão no lado chileno. Como não tínhamos muito tempo , optamos  fazer de avião o trecho de Poa até El Calafate ( com escala em Buenos Aires ).  A época era meados de Abril e sabíamos que toda a estrutura do parque fecha em Maio porque o frio começa a ficar muito intenso e o fluxo de turistas desaparece.
Vista geral das Torres del Paine
Por outro lado ,como já era fora da temporada ,os preços estavam muito melhores . Chegando ao Calafate , já notamos a tremenda diferença da cidade de dois anos atrás . Bem maior , modernizada , com vários pequenos shoppings , enfim , o romantismo tinha ficado no passado e ela estava rumando a passos largos para colher os frutos da globalização e fama.
A melhor maneira de deslocamento do Calafate até Puerto Natales ( cidade próxima ao parque ) eram micros.
 Pegamos o das 6:00hs e por volta das 13:00hs encostávamos em Puerto Natales . Durante a alta temporada, quando os preços dentro do parque são caros ( ainda mais p/ o dinheiro brasileiro ) , muitas pessoas ficam baseadas aqui e deslocam – se diariamente ao parque pois os “transfers” são fáceis.
Amanhecer em Puerto Natales
A distância é de 70 km e, como ficaríamos só três dias ali , optamos por alugar uma van e nos hospedar dentro do parque . 
Puerto Natales fica as margens do “fiord’ ,  chamado de “Última Esperanza”, e existe um tour de um dia navegando por ele até os glaciares dentro do parque , vale muito o passeio !!
No caminho até o parque passamos por vários picos nevados e observamos vários “Condores” planando silenciosamente nas alturas. Existem três hotéis dentro do parque todos equivalentes ,e mais o Explora , um resort exclusivíssimo com todas as mordomias possívies .Optamos pelo hotel que ficava ao pé das famosas “torres” que nominam o parque e de onde inicia o trekking até o lago do degelo lá formado.
No outro dia, pegamos a van do hotel e fomos fazer um tour de reconhecimento que é pago à parte e dura o dia todo .
Lago do degelo junto as Torres.
 Passamos por Guanacos pastando tranquilamente , conhecemos os “Hornos del Paine” , estranha e multicolorida formação rochosa, os lagos principais , almoçamos  de frente para o Glaciar Grey e depois caminhamos ao longo de uma praia vendo passar vários pedaços de  Icebergs desprendidos do glaciar .
 No outro dia , preparamo – nos para o trekking até o lago das Torres. São aprox. 10 horas de caminhada entre a ida e a volta subindo e descendo várias vezes até chegarmos ao ponto desejado.     A vista é incrível ……….
Vários alpinistas ou andinistas no caso , vem escalar as torres para treinamento . Chegamos de volta aos pedaços.
Trekking no parque.
 Uma janta ao pe´da lareira com um bom vinho , espantaram todo o cansaço .
 No nosso último dia, chovia copiosamente e fizemos hora até nos deixarem no ônibus p/ o retorno a Puerto Natales .
Agora , já nevava fortemente  em todo o caminho, só quando fomos chegando à cidade é que virou chuva novamente. 
No dia seguinte fomos fazer o tour de barco  até os glaciares que tínhamos visto por terra  no parque .
São paisagens deslumbrantes que se sucedem .O almoço é numa “hacienda” típica de antigamente   onde servem  a comida típica da zona.   A cidade é pequena e para aumentar o interesse turístico tem Cassinos.
 Para encerrar , da primeira vez não tínhamos vindo aqui pois nos disseram que nesta região o normal é estar sempre chovendo. Demos muita sorte pois os dias ensolarados que tivemos proporcionaram belas imagens . 

Fauna do parque – Guanacos

África do Sul - O país da copa 2010 - parte II

05 de janeiro de 2010 2

Oi pessoal, antes de tudo Feliz Ano Novo pra todos!!!!

Que este seja um ano de grandes realizações e de muuitos sonhos, pois quem pode viver sem sonhos não é mesmo?

Tivemos um probleminha e ficamos alguns dias fora do ar, mas agora (ufa!!) já está tudo resolvido e voltamos com muitas coisas interessantes pra vocês.

Em ano de copa do mundo, nada melhor que conhecer um pouco da África do Sul, então aproveitem!

Conforme eu havia prometido no primeiro post, neste vou contar um pouco sobre as várias opções de passeios nas cercanias da Cidade do Cabo, são viagens curtas de um dia, mas que tem paisagens espetáculares, imperdíveis.

Para aqueles que não têm medo de se aventurar no trânsito com mão inversa, como na Inglaterra, uma bela opção de passeio é ir serpenteando a costa até o Cabo da Boa Esperança, e se sua memória escolar estiver boa, você vai lembrar que foi aqui que o navegador português Bartolomeu Dias, em 1487, abriu o caminho marítimo para as Indias. É um lindo passeio, e no caminho a atração são as baleias Jubarte, que nos meses entre julho e setembro buscam a costa do Cabo para criar seus filhotes.

O ponto alto da rota é o trecho chamado de Chapman´s Drive, uma estradinha estreita pendurada em encostas rochosas à beira mar.

Almoce em qualquer dessas prainhas no caminho, com muita oferta de ” crayfish”, que é uma espécie de lagosta, isto é claro, acompanhado por um bom vinho sul africano!

O cabo da Boa Esperança propriamente dito fica dentro de um parque nacional, e se paga um ingresso para entrar, já no caminho fomos recepcionados por um bando de macacos, que vivem soltos naquela região.

Os vinhos aqui são um capítulo à parte: são mais de 82 vinícolas que produzem o melhor vinho do continente africano, situadas nos arredores da pequena cidade de Stellenbosch, que além de abrigar a universidade mais importante do Cabo, e é o grande reduto da cultura Africanêr (população de origem holandesa).

As videiras sul africanas, na região de Stellenbosch

Uma ótima pedida são os passeios de bicicleta, pode-se alugar as bicicletas com guia ou não.

Outro passeio legal que fizemos foi para o Cabo das Agulhas que fica à sudeste da Cidade do Cabo, no caminho também passamos por várias praias bonitas como a chamada Hermanos, ponto conhecido de surf local

É no cabo das Agulhas o marco que divide os dois oceanos, o Atlântico e o Indico, um lugar bastante agreste de uma beleza selvagem.

Na volta optamos por vir pelo interior onde se pode ver vários campos cultivados, pastagens plantações de várias culturas.

E quase em casa a natureza nos contemplou com este incrível por do sol!

Neste post apresentei algumas opções legais de passeios próximos a Cidade do Cabo, na África do Sul parte III, estarei contando a grande aventura dos safaris fotográficos na reserva do Parque Kruger, até lá!!