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Posts de maio 2011

Califórnia Parte II. Los Angeles, sonhar é preciso.... Por Luciano Zanetello

28 de maio de 2011 1



Encerrando uma viagem  ao longo da costa da Califórnia, chegamos em LA e escolhemos a beira da praia em Santa Mônica para fazer nossa base.


Pier em Santa Mônica


É claro que ninguém visita a cidade tendo como objetivo principal aproveitar suas praias, mas  lá  tanto Santa Mônica como Malibu e Venice tem seus encantos. Como em todo os Estados Unidos, as compras são um grande atrativo aqui. Na Third St. Promenade,  uma rua revitalizada em Santa Mônica fica o calçadão com  uma grande concentração de lojas  restaurantes e monumentos fazendo da caminhada por ali  uma boa opção.

Em Los Angeles não existe aquele turismo das paisagens exuberantes, prédios históricos etc.  Os atrativos aqui são todos produzidos e para curtir é preciso entrar no clima.

Em Hollywood Blv. , todos os cenários do cinema estão  frente a nossos olhos. O Kodak Theater, sede da cerimônia do Oscar,  o Chinese Theatre com   mensagens imortalizadas por artistas  na sua entrada   e a  calçada da fama  que homenageia  várias gerações de atores , atrizes e diretores.



Chinese Theater

 

I’ll be back / Arnold o Exterminador do casamento

 


George Clooney

 


Martinica na calçada da fama… quem sabe um dia hein Martina? :)))

 


Marilyn Monroe

Aqui, para curtir é preciso sonhar. O tour que você pensar, aqui existe. Um dos mais tradicionais é o que percorre as casas dos artistas. O passeio é todo por Beverly Hills um bairro fantástico onde tudo parece perfeito.


Hotel de “Uma linda mulher”


Casa de Michael Jackson

 


Casa de Will Smith

 

Casa de Ozzy Osbourne

 

Beverly Hills


É claro que o famoso símbolo da cidade - o letreiro de Hollywood –  está incluído  no passeio. Para nossa decepção, não se chega perto e a visão é de bem longe.


Símbolo da cidade

Reserve ao menos um dia para conhecer um dos Studios de Hollywood,  mesmo assim, gaste um pouco mais e compre os passes que dão direito a não esperar nas filas, caso contrário não se consegue  ver todas as atrações.

Nós visitamos a Universal e as atrações top são King Kong  360°, Shrek 4D e  Jurassic Park. A minha atração  favorita é um passeio em 3D com Os Simpsons.


Universal Studios

Jurassic Park

O passeio para conhecer vários sets de filmagem também é muito legal.



Cenário de o Tubarão

 


Cenário de King Kong

 

Cenário de Guerra dos Mundos

Enfim, uma viagem para conhecer só Los Angeles não vale a pena mas inserida entre outras atrações fica bem divertido .

O Vale do Loire : Castelos de Chambord e Chenonceau

27 de maio de 2011 9

O Vale do Loire tem muitos castelos e prédios históricos. Mas , a não ser que que você seja um aficcionado ou tenha bastante tempo para curtir a região como um local , ficando na dois dias da para ver os principais castelos e ter uma boa ideia da História. A primeira dica é tentar pegar o carro no aeroporto , logo na chegada ou saída , é sempre mais fácil e rápido do que no centro das grandes cidades.

Saindo de Paris são duas horas até a entrada do Vale do Loire, a cidade de Orleans.

A primeira visita imperdível é o Castelo de Chambord. Este é o maior da região , foi construído por Francisco I no século XVI e fazia parte das residências oficiais da corte francesa , que nesta época era itinerante, vagando de castelo em castelo. Este rei foi contemporâneo de Henrique VIII e Carlos V , considerados os primeiros monarcas da Modernidade. Apaixonado pela Itália , trouxe de lá a futura rainha Catarina de Medici, protagonista de uma conturbada história amorosa que conto logo a seguir. Na Itália o monarca buscou também o multifacetado artista Leonardo da Vinci , que acredita-se ser responsável pelo projeto da escada espiralada do castelo.

Chambord começou como um pavilhão de caça mas foi transformado em uma obra maravilhosa , ainda mais que está localizado em meio a uma grande floresta onde pode-se fazer belos passeios de bicicleta , o aluguel é feito na entrada do parque. A parte mais famora é a “floresta” de torres que fica sobre o telhado, uma beleza que de certa forma coroa a edificação, dizem que foi feita porque o rei queria ver sua obra de qualquer lugar nas redondezas.

 

Chambord oferece um show de Luz e Som à noite e na pequena cidade vizinha come-se muito bem no restaurante Du Parc, um lugar simples e que surpreende na elaboração dos pratos.

Daqui o destino é Blois, já nas margens do Loire , uma cidade pequena e charmosa que também conta com belas construções e um Castelo que serviu de palco para muitos acontecimentos históricos. Se o fôlego permitir , uma visita interessante é o Castelo de Cheverny, famoso pela matilha de beagles que abriga , Snoopys para os pouco conhecedores. Cheverny é totalmente mobiliado num estilo bem mais moderno .

O visual entre Blois e Amboise é o mais típico da região. Eu aconselho a pernoitar em Amboise, uma cidade muito engraçadinha com um centrinho simpático e dois castelo que merecem a visita. Adorei o Hotel Manoir Les Minimes, oferece uma bela vista do rio e pode-se seguir a pé até o Castelo de Amboise.

Para começar o segundo dia é muito interessante dar uma olhada na moradia do pintor da Vinci na cidade, Clos Lucé,  reza a lenda que o Rei Francisco I tinha uma passagem secreta do seu castelo para a casa do pintor e que este teria morrido nos braços do rei , três anos após ter-se mudado para a França trazendo seu mais famoso quadro , a Monalisa.

Seguindo por estradas muito pitorescas do interior, Chenonceau é o castelo mais visitado e na minha opinião o mais bonito da região. Ele está intimamente ligado a história do rei Henrique II (filho de Franciso I)e sua amante Diane de Poitiers. O rei nunca se interessou pela esposa Catarina de Medici, sendo fiel ao amor de Diana, 20 anos mais velha, durante toda a vida. A esposa rejeitada tinha o lema , “odiar e esperar” e no dia da morte do amado marido retomou o Castelo de Chenonceau e as jóias da coroa dadas a Diane por Henrique.

Diane de Poitiers                    Catarina de Medici              Henrique II

Chenonceau , conhecido como o Castelo das Damas, situa-se literalmente sobre o rio Indre, sendo sua galeria usada na II Guerra como passagem da França ocupada para a França de Vichy. O castelo esta totalmente mobiliado e ainda tivemos a sorte de vê-lo florido com o cuidado de combinar as cores das flores com o ambiente, um primor de capricho. Aqui pode-se ver em vários aposentos as iniciais H e D entrelaçadas, uma humilhação constante para a rainha. As cozinhas junto ao rio são muito bem equipadas e interessantes.

Num dia bonito aconselho a passear pela margem do Indre e fugir dos muitos turistas que afluem a esta atração.

Dois jardins também fazem referência a história romântica, cada um é atribuído a uma das damas. Segundo a história , quando despojada do castelo , Diane teria recebido em troca Chaumont sur Loire, uma residência nada modesta oferecida por Catarina. A surpresa é que o castelo dado em troca estaria repleto de magia negra , Daine de Poitiers nunca viveu lá.

Para completar o dia uma boa opção é visitar Villandry, mais famoso pelos jardins de flores e hortaliças, só certifiquem-se que esteja aberto e florido , pois não funciona o ano inteiro.http://www.chateauvillandry.fr/

Com uma noite e dois dias , já é possível fazer um belo pelo passeio de fim de semana pelo Vale do Loire, saindo de Paris.

Acatando críticas dos leitores, mais algumas fotos do interior do Castelo de Chenonceau!

 

 

Barcelona nos passos de Gaudí (parte II)

24 de maio de 2011 6

O nosso dia começou com uma visita ao Parque Güell, construído na montanha El Carmel, numa parceria do artista com o empresário e também artista, Eusebi Güell. Este não foi o primeiro projeto dos dois visionários , Güell já havia encomendado para Gaudí um prédio de moradia conhecido como Palácio Güell , era seu mecenas e lhe dava total liberdade na execução dos projetos.

 


 

Contudo, embora fruto de grande empenho , o Parque Güell foi um fracasso comercial: estava previsto construir um novo bairro aos moldes dos condomíneos modernos, com aproximadamente 60 moradias espalhadas num imenso jardim, nas imediações da cidade e com uma vista panorâmica sobre toda Barcelona. Mas o projeto se tornou pouco atrativo para os barceloneses –que achavam distante do centro de Barcelona– e somente foram vendidos dois terrenos: um deles é a atual Casa Museu Gaudí, onde viveu o arquiteto entre 1906 e 1926 , obra do seu colaborador Francesc Berenguer; e a outra a Casa Trias, propriedade de um amigo de Güell e Gaudí.

Em 1906 já se começou a ver que o projeto não daria certo; ainda assim, as obras prosseguiram nas áreas comuns até o começo da I Guerra Mundial. Depois da morte do conde Güell em 1918, os seus herdeiros decidiram vender o parque ao Município para convertê-lo em espaço público, sendo inaugurado em 1922.

Olhem o privilégio destas crianças que se exercitam praticamente dentro do parque!




Existem formas onduladas, parecidas aos rios de lava,  passeios cobertos com colunas em forma de árvores, estalactites e outros formatos orgânicos. Muitas das superfícies estão cobertas por mosaicos.

Uma curiosidade é que o artista escolhia os seus colaboradores  para estas montagens de mosaicos testando a sua capacidade de combinar cores com os pequenos cacos de cerâmica espalhados pelo chão, o que fosse capaz de criar uma obra equilibrada juntava-se ao grupo de empregados.

O parque é dos destinos turísticos mais procurados da cidade , aconselho a chegar cedo , depois é complicado conseguir enchergar o dragão, logotipo do parque. Falando em simbologia, por aqui não faltam alusões políticas e religiosas, já na entrada o acesso ao parque representa a entrada ao Paraíso, o dragão pode ser a representação de píton  de Delfos e assim vários elementos cristãos e mitológicos se misturam.

O ponto central do Parque Güell é a praça com o famoso banco ondulante de 110 metros de comprimento. Esta praça é mantida em chão batido, devido ao recolhimento da água que é drenada e canalizada pelas colunas que a sustentam e é acumulada num depósito subterrâneo , posteriormente empregada para regar o parque. Se o depósito ultrapassar um limite determinado, a água é expulsa pela salamandra que dá a boas-vindas ao parque. Reparem na modernidade disto tudo , somente há pouco tempo ouvimos falar em preservar água e recolher a chuva para reutilizá-la.

Terminamos nosso périplo ” Gaudiniano” com uma visita a menos conhecida Casa Batlló. Em pleno Passeio de Gracia foi resultado de uma reforma encomendada ao arquiteto, que, em dois anos, transformou o prédio em uma “ Casa de Ossos” .

A genialidade está em trabalhar somente com linhas curvas e cobrir toda estrutura em cores e mosaicos envolvendo o visitante, ou, no caso original , o morador, num cenário orgânico onde a luz compõe um elemento funcional. Nenhuma peça do empreendimento fica desprovida de luz natural, sendo que para isto o prédio foi idealizado como um caracol.

 

No poço central, onde a luz vai aumentando à medida que subimos, os ladrilhos diminuem a intensidade do azul na mesma proporção e todas as esquadria são desenhadas especialmente para sua posição na fachada, criando um esqueleto externo como uma carapaça.

 

 

A cobertura do prédio é trabalhada como se fosse a pele de um dinossauro ou dragão e a parte destinada ao serviçais tem detalhes criativos e funcionais, além de ser toda revestida de branco.

 

 

 

Para fechar a visita, o café foi decorado com móveis inspirados no artista e assim podemos experimentar a comodidade das lindas cadeiras e utensílios de mesa.

 

Para um jantar muito especial na cidade sugiro o moderníssimo Hotel Omm (Rosselon, 265) , que tem o restaurante Moo comandado pelos irmãos Roca, proprietários também do Celler de Can Roca, um dos melhores  restaurantes da Espanha, situado em Girona. Lá o menu é sempe degustação pois as porções são pequenas e caras,  mas divinas. O local tem em seu lobby uma concentração de modelos, artistas e pessoas super descoladas, vale passar por lá. http://www.hotelomm.es/

 

Mais que um tour , esta visita à Barcelona de Gaudí foi uma experiência de gerações , de aprendizado através de diferentes sensibilidades e de comprovação de que aquilo que mais prezamos e valorizamos, nossos exemplos, acabam um dia dando frutos e renascendo nas gerações vindouras, como uma releitura de uma obra de arte.

Barcelona nos passos de Gaudí (parte I)

23 de maio de 2011 1

 

Dizer que viajar é uma das melhores coisas da vida já é um lugar comum. Para mim, viajar e poder reconhecer obras de arte sobre as quais me debrucei como objetos de estudo, redobra meu prazer. Mas acabo de ter uma surpresa, uma dimensão diferente em termos de convívio de gerações e viagem, revisitar lugares e obras primas através do olhar virgem e encantado de meus filhos adolescentes .

  

Nos hospedamos no Passeio de Gracia , há poucos passos da Casa Milá e da Casa Batlló famosas obras Art Nouveau de Gaudí.O Hotel Condes de Barcelona (http://www.condesdebarcelona.com/) é uma ótima dica , bem localizado e com uma tarifa para lá de conveniente, tem até piscina na cobertura e o serviço é muito bom. Já é a segunda vez que paramos neste hotel e até nosso cadastro estava pronto , uma coisa rara ! O primeiro jantar foi quase ao lado do hotel , uma indicação do concierge que aprovamos com muito gosto, no Tenório, numa mesa na calçada   comi um dos melhores pão com tomate (pa amb tomàquet), a mais simples e deliciosa entrada catalã.

 

 

Não consegui segurá-los até a manhã seguinte,  a noite nos esperava com os prédios iluminados compondo uma atmosfera ainda mais mágica e surreal, Gaudí montou cenários que fazem de Barcelona um espetáculo ao ar livre.

 

 

A Casa Milá, ou Pedreira como é conhecida , ainda abriga moradias e escritórios e a visita turística inclui um apartamento desenhado e mobiliado pelo arquiteto , a cobertura  onde estão expostos objetos que inspiraram Gaudí na sua genialidade, além de maquetes das obras e muitos móveis desenhados especialmente para o projeto.

 

 

 

Toda a construção nos remete a formas simples da natureza, castelos de areia, cavernas trogloditas , colméias de abelhas, conchas do mar e muitas outras estão expostas ao lado da obra finalizada.

 

 

 

As cadeiras foram uma das partes mais interessantes, reunidas no mesmo local pareciam uma instalação.

 

 

 

Cada detalhe tem um toque de mestre, um filme mostra como as maçanetas e os puxadores foram idealizados , um a um, para serem perfeitamente moldados a mão humana. 

 

 

O ponto alto da visita é o telhado que pode ser visitado e além de ser totalmente trabalhado com forma inusitadas , oferece uma bela vista da cidade.

 

 

Para um adolescente menos envolvido com o assunto e também mais jovem, foi a construção interminável da Sagrada Família que mais entusiasmou. A história de vida de Antoní Gaudí , dedicado de corpo e alma ao projeto durante mais de quarenta  anos arrebatou a imaginação, e sua morte embaixo dos trilhos de um bonde como indigente foram os elementos que faltavam para dar mais tragicidade à obra.

 

 

 

A visita não foi uma tarefa fácil , nos custou mais de meia hora de fila, embaixo de um sol escaldante, mas foi recompensada pela curiosidade de ver uma obra em pleno desenvolvimento.

 

A finalização está prevista para 2026, ano do centenário de morte do artista , já que o financiamento para a construção tem que vir exclusivamente de doações privadas, a construção tem o andamento comparado as antigas catedrais Góticas.

O interior está com as obras aceleradas, existe um plano de abrir para o culto em setembro deste ano, o que eu acredito não vá ser uma tarefa muito simples.

 

 

Desenhos originais de Gaudí  estão exposto no subsolo e mostram uma perfeita maestria no traço arquitetônico , importante exemplo para uma geração que está aprendendo a valorizar um traçado à mão livre e que não se deslumbra mais com as facilidades do autocad. Muitos artesãos trabalham na confecção de detalhes e maquetes que vão ser estudadas antes de colocar os projetos em execução.

 

 

 

 

Depois deste primeiro dia de visitas nada melhor do que terminar com uma ” tapeda” na melhor cervejaria de Barcelona , a Cerveceria Catalana (Carrer de Mallorca, 236). Os tapas e pratos são de dar água na boca e não há hora que o local não esteja repleto de gente animada nos balcões e mesas que são muito bem atendidos, apesar da aparente confusão. Recomendo com muita ênfase.

 

 

No próximo post conto sobre visita à Casa Batlló e ao Parque Güel com mais umas dicas gastronômicas.

Adiós! Hasta la vista.






California Dreams.... por Luciano Zanetello

20 de maio de 2011 9



Descobrindo a costa da Califórnia ….

 

     Pegamos o carro em São Francisco, apontamos o rumo sul e fomos descobrir os caminhos que nos levariam até a Pacific One, famosa estrada costeira  até Los Angeles.

     Vista do Pacífico

Por sorte e sem planejamento, o sentido que escolhemos ( São Francisco  / Los Angeles ) facilitava as paradas para as fotos com os vários refúgios no alto sobre o Pacífico.

        Um fenômeno comum  nesta época do ano é uma bruma que durante  boa parte do dia deixa tudo mais frio e encoberto. Ao longo do dia, as vezes mais cedo outras mais tarde ela levanta, e o sol aparece tornando tudo mais colorido, noutras  a bruma permanece estacionada poucos metros mar adentro formando uma sólida barreira além da  qual não enxergamos nada.

         As pequenas cidades iam passando e nas nossas paradas as fotos registravam tudo.

        Paramos em  Pigeon Point, um dos faróis mais antigos da costa oeste onde hoje existe um hostel ao lado sempre lotado.

 

      Farol em Pigeon point

  As focas, leões marinhos e até baleias proporcionavam um belo espetáculo.

 

      

 

  Nas cidades costeiras, é  muito comum vermos piers com bares, restaurantes e parques ao redor formando bons lugares p/ lazer,  no de Santa Cruz,  famosa “surf city” está uma das montanhas - russas mais antiga dos EUA com  estrutura ainda de madeira. 

 

      

    No dia segunte, passamos por Monterey onde visitamos o mercado que é nos mesmos moldes do de São Francisco.

          Aproveitamos para conhecer a “17 mile road” uma  estrada circular na baía de Monterey passando  por lugares incríveis que não dá para perder. Ao fim deste circuito está Carmel, uma linda cidade que tem entre suas curiosidades já ter sido presidida por Clint Eastwood que é morador e já foi prefeito aqui . 

       17 mile road / O ciprestre solitário 

 Arquitetura de Carmel

Prefeitura de Carmel

Missão em Carmel

 Este trecho da costa lembra muito Punta Del Este com o mar de um lado e a vegetação abundante do outro .

        Outra coisa boa deste lado cosmopolita da Califórnia são seus ótimos hotéis e restaurantes. Proporcionalmente,  paga – se mais barato aqui  do que no Brasil.

        Seguimos adiante sempre na companhia de  focas leões marinhos e baleias, em todas as praias muitos  surfistas sempre com roupas de borracha por conta da água fria.

         Passando Carmel tivemos um contratempo ( pretendíamos seguir pela costa o tempo inteiro)  nesta região que é o pedaço  mais agreste do litoral conhecido como “Big Sur“.

        Tínhamos rodado poucos kilometros quando uma queda de barreira obrigou -nos a fazer um desvio de mais de 200 km. Assim não podemos ver este trecho.

           Nossa próxima parada depois desta longa volta  era a mansão  Hearst que pertenceu a Randolph Hearst ( o cidadão Kane de Orson Wells ) ,que guardadas todas as proporções  era o Chatô americano. O Castelo fica encravado nas  montanhas porém sua vista alcança o mar.

 

   Mansão Hearst      

  Tem mais de 165 quartos e é a materialização de um sonho  megalomaníaco, como todo tipo excentrico, a biografia de Hearst tem coisas interessantíssimas.

         

 Piscina interna

Sala de Jantar 

Quando saímos da visita a noite caía e com ela a bruma já tornava a direção perigosa . Depois de quase atropelarmos alguns veados que atravessavam a estrada,  resolvemos dormir na primeira cidade que aparecesse ( Morro Bay ).No outro dia, passamos em Solwang, uma cidade bem conhecida mesmo fora dos USA pois imita uma aldeia Dinamarquesa. A cidade tenta ser uma cópia tão autentica que no fim passa uma sensação meio ‘fake”. 

 

        Solwang

 Agora, já meio afastados do Pacífico pois aqui a estrada já vira highway em alguns pontos, passamos por Santa Barbara e no início da tarde, graças a Madalena ( nosso GPS Português ) encostamos no hotel em Santa Mônica prontos para descobrir Los Angeles

TIMES SQUARE E BROADWAY por Luciano Terra

17 de maio de 2011 4

Quando ouvimos falar que Nova Iorque é a capital do mundo, isto pode soar como um sentimento “americanófilo” e muitos abominam esse comportamento! Porém quando você está lá e presencia a força e o poder desta cidade acaba se rendendo a este sentimento. Claro, não temos como comparar Nova Iorque com Paris, Praga, Budapeste e tantas outras cidades maravilhosas com sua beleza clássica ao redor do mundo, porém não temos como negar que para o mundo capitalista, que exerce o seu poderio econômico ao redor do globo, Nova Iorque é a sua meca. Lá o poder de consumo e o apelo comercial estão em cada esquina, em cada loja, em cada banca de jornal.  Você pode ser um pouco como eu e abominar esse mundo de consumo desenfreado e todos os valores que o cercam, porém não tem como não admirar a beleza  e apreciar tudo de interessante que esse mundo nos oferece. Falo tudo isso para poder  dissertar um pouco sobre um dos lugares mais emblemáticos, interessantes e típicos de NYC, a Times Square e toda a região que a circunda.

Como todo bom turista que se preze após um dia inteiro de caminhada, tome um bom banho, troque de roupa e saia para desbravar a noite novaiorquina. Eu não sou uma pessoa da noite, então não terei muitas dicas de pubs, boates e casas noturnas de Nova iorque. Por outro lado, caminhar por NYC à noite e ver seu lado mais brilhante é indispensável  e não tem como ir para cama sem flanar um pouco por suas regiões mais pulsantes. Se NYC já é interessante e bonita durante o dia, à noite ela se transforma, e seu brilho e glamour se exacerbam um pouco mais. Não deixe de caminhar pela quinta avenida e ver as suas vitrines iluminadas. Vá até o Rockefeller Center (se for época de natal melhor ainda), caminhe pela Broadway, desbrave um pouco do East Village, do Soho e todos os bairros de seu interesse. Você pode pensar: mas eu já fui lá durante o dia! Porém tenho certeza que você não se arrependerá em voltar e ver o outro lado desses mesmos lugares!  Dentre todos eles há um onde você verá e sentirá toda a energia desta metrópole capitalista pulsando, e este lugar é a Times Square. Imagine um lugar luminoso, pulsante, cheio de gente indo e vindo, flashes, música e muita cor. Se você imaginou, multiplique por 3 e estará em Times Square. A poluição visual deste lugar é tão grande que deixa de incomodar e passa a fascinar. A força de seus painéis de propaganda gigantes passando filmes publicitários 24 horas por dia é indescritível. Deixa de ser propaganda e passa a ser arte! Quando estou lá não consigo imaginar aquilo como apelativo, demasiado, exagerado, e sim tento  visualizar a arte e a magia que isso tudo nos proporciona. São painéis enormes de mais de 3 ou 4 andares de altura, cartazes gigantescos de musicais, moda, produtos alimentícios, etc. O conjunto de cores e formas é surpreendente.

Para completar em um dos cantos da praça há uma escadaria com degraus vermelhos iluminados (embaixo dessa escadaria funciona os quiosques da TKTS onde você poderá comprar ingressos promocionais para espetáculos da Broadway e off Broadway) no qual milhares de pessoas sentam toda a noite para admirar toda a extensão desse local e sentir sua energia.  Quando você estiver lá em uma noite dessas sentirá o mesmo, respirará fundo e poderá gritar aos quatro ventos: Yes, I am in New York City!! Sim ,deixe-se fascinar por este mundo de luz e magia, olhe para os lados, estão todos, como você, se divertindo e deixando-se envolver, não tenha medo de ser piegas ou subdesenvolvido, apenas curta sem culpa!

 

                                           VITRINE NOS ARREDORES DA QUINTA AVENIDA

 A região de Times Square não se resume apenas nessa “praça”, ela tem muito mais a oferecer. É lá, no chamado “Theatre District”, que ficam todos os teatros da Broadway  e off broadway com seus musicais e peças. Um mais interessante que o outro.  As opções são muitas e tenho certeza que você encontrará aquela que melhor vai de encontro aos seu gosto artístico. Quando estive lá os espetáculos de maior destaque eram os musicais Billy Elliot, Shrek, Hair (com nova produção e ganhador do Tony de melhor Revival 2009), os já conhecidos e clássicos  Rei Leão, Mamma Mia, Chicago e Fantasma da Ópera e tantos outros  que já dispontam no cenário local. Entre as peças: Hamlet (em curtíssima temporada com Jude Law no papel principal), Oleanna (com Bill Pullmann e Julia Stiles), After Miss Julie (com Jonny Lee Miller e Sienna Miller) e muitas outras. Se você for a NYC e não for a nenhuma peça ou musical, você não foi realmente a NYC, reserve uns dólares e vá sem medo, se o seu inglês não for a sétima maravilha do mundo, não se preocupe, escolha um musical e divirta-se. Pode ter certeza que conseguirá entender o espetáculo e curtirá muito a produção, as músicas e tudo o que envolve um espetáculo desses. Eu fui a dois desses: Mamma Mia e Hair, ambos lindos a seu modo. Se tivesse que escolher entre um dos dois para voltar, iria em Hair. Esse espetáculo é emocionante e a produção atual está fantástica. Vale cada dólar investido! Não está afim de teatro, então você poderá ir no Museu de cera e tantos outros espalhados por essa região. Caminhe e desbrave-a!

 

No próximo post a última parte da viagem com um passeio pelo Central Park, um sábado em West Manhattan e seu High Line Park e também algumas dicas rápidas.

Nova Iorque por Luciano Leoneti Terra (parte II)

16 de maio de 2011 4

Na segunda parte desta viagem por Nova Iorque exploramos a “ponta da ilha de Manhattan”. Também desbravamos a parte mais brilhante e fascinante da noite novaiorquina: a Times Square e os teatros da Broadway.

Porém antes de você começar a ler o texto uma pergunta: você é uma pessoa que curte uma trilha sonora para sua vida e para todos os bons e maus momentos? Eu sou, e creio que uma música faz toda diferença. Sendo assim se você quiser entrar no clima da “Big Apple” clique no link abaixo e ouça uma trilha sonora que se encaixa perfeitamente.  Deixe-se envolver e viaje com a gente! Só depende de você!!

Empire State of Mind – Alicia Keys

http://www.youtube.com/watch?v=qHagigQRKqU&NR=1

UM DIA EM LOWER MANHATTAN

Em uma manhã de sol saímos do hotel, não tão cedo assim, e fomos a uma deli (como eles chamam as nossas lanchonetes) próxima do hotel para o nosso breakfast (se o seu também não estiver incluído na diária, lhe aconselho fazer o mesmo, você comerá muito melhor e por muito menos). Lá saboreamos um Bagel com Cream cheese, um café preto e um suco de laranja. Adoramos essa Deli e viramos fregueses de toda manhã. No final o atendente até já sabia o que queríamos (as vezes é bom criar uma certa cumplicidade com a cidade e se sentir um pouco em casa!). Essa deli fica na rua ao lado do Empire State Building, então podíamos tomar um café na mesa ao lado da janela apreciando esse magnífico prédio.

Depois desse desjejum pegamos a linha 01 do Metro na Penn Station e fomos rumo à estação South Ferry no Lower Manhattan. Lá fomos até o terminal do Ferry para Staten Island. Motivo: este ferry liga Manhattan a Staten Island e é “free”! Sim, você não paga nada por isso e aproveita esse passeio maravilhoso. Nessa pequena viagem você tem uma vista panorâmica de Lower Manhattan e seus principais arranha céus, e também passa ao lado da Estátua da Liberdade. Vá até o final da linha e, dependendo,  você nem precisa descer, você pode voltar no mesmo barco. Apenas fique atento ao que o comandante indicar na chegada a Estaten Island. No máximo você terá que desembarcar e pegar o próximo ferry de volta! Garanto que é um passeio muito legal e, para mim, suficiente para ver a estátua da liberdade de perto. Na minha opinião não vale apena pagar o preço e perder tempo para ir até a base dessa estátua, lembrando que desde 2001 não se pode mais entrar na mesma e subir os seus degraus até o topo! Na viagem de volta você vê os prédios se aproximando e a vista é maravilhosa (muitas fotos!!).

 

Chegando na estação você pode pegar a sua esquerda e dar um passeio no Battery park. Lá há muitos monumentos interessantes e o mais famoso no momento é o símbolo do World Trade Center. Esse monumento era o símbolo do WTC e foi retirado dos escombros praticamente intacto. Hoje repousa ao lado de uma chama eterna como homenagem às vítimas desse terrível atentado. Se quiser dá para seguir pelo Promenade e circundar toda a ponta de Manhattan, mas eu aconselho deixar para fazer isso no final da tarde, onde você será presenteado com um pôr-do-sol fantástico.

Nesse dia optamos por seguir em direção a Wall Street e toda a parte financeira de Lower Manhattan, admirando seus prédios, suas ruelas e sua gente: muitos engravatados, muitas mulheres em seus terninhos perfeitos e aquele jeito de centro de cidade grande! Ali você poderá visitar o Federal Hall, a bolsa de valores, o City hall, a corte de Nova Iorque (muito vista em filmes de tribunal com suas escadarias) e toda a gama de prédios antigos e novos, igrejas, etc. Faça seu roteiro e aproveite cada momento!

 

Como nessa região tudo é muito perto, você pode aproveitar depois da Corte de Nova Iorque e já emendar Chinatown e Little Italy. Lá você vai encontrar diversos restaurantes e muitas lojinhas chinesas com todas as quinquilharias que você possa imaginar. Sem falar nas lojas de frutos do mar, legumes, verduras, frutas, e o mais interessante, todas com as placas escritas em chinês! Nós achamos interessante, mas um pouco sujo e com mau cheiro. Ficamos um pouco, vimos e partimos para Little Italy para o almoço! Lá se come uma boa massa por um preço bem convidativo, vale conferir! Almoçamos bem mais tarde do que o normal e quando terminamos já passava das 15:30h. Sendo assim, seguimos em direção ao Ground Zero (onde eram as torres gêmeas e hoje é um canteiro de obras).

Não tem muito o que ver, porém é interessante pelo clima de comoção e para ver a dimensão desse atentando. Lá há alguns painéis sobre o evento e também sempre haverá alguém nas calçadas protestando, pedindo ajuda, rezando,etc. Mais uma vez, pessoas e seus dramas, suas alegrias, suas necessidades, seus amores e desamores. Para alguns comovente, para outros indignante e para muitos um sentimento de “bem feito para vocês (americanos) sentirem na própria pele o que fazem com os outros, ou seja, emoções!! Libere as suas e deixe fluir sem medos e ressentimentos!! De lá fomos até os prédios do Financial Center. Entre eles há um “hall” todo envidraçado com alguns cafés, restaurantes e lojas, um lugar lindo e requintado, com seus mármores maravilhosos. Esses prédios ficam ao lado do promenade e de um pequeno porto para iates. Aproveitamos que era final da tarde e caminhamos por ali curtindo o pôr-do-sol e o vai e vem de pessoas correndo, patinando, de bicicleta, pais com seus filhos, “pais” com seus cachorros e muita paz e tranquilidade, já que você não houve barulho de carros. Relaxe, sente em algum banco e aproveite esse restinho de sol e a luz do entardecer que é tão linda. Tenho certeza que você irá adorar essa experiência!! Se quiser fique um pouco mais e veja as luzes dos prédios e das pontes começarem a brilhar e depois tome o primeiro metrô de volta ao hotel, tome um bom banho, ponha uma roupa mais requintada, ou não, e vá curtir a noite dessa cidade que como diz a canção: NUNCA DORME!!

"Panorama da Arte Brasileira"

14 de maio de 2011 1

Encontros com Arte

 

oferece

dia 17 de maio (terça–feira às 18:30h)

Aula especial com

  

Ivone Bins

 

Um panorama da Arte Brasileira

do século XIX 

  

 

 

 

 

até a modernidade

 

 

 

Encontros com Arte:

Félix da Cunha 1009 (auditório)

com estacionamento no local

 

Informações

e Reserva Vagas: 9967.4581

I left my heart.... em São Francisco.

13 de maio de 2011 3


Hoje o Luciano Zanetello nos dá o  depoimento da sua passagem por São Francisco.


I left my Heart………





Como no título da canção acima, é difícil não sentir saudades depois de conhecer São Francisco.

A facilidade para aqueles turistas que como eu dispunham de poucos das p/ conhecer a cidade,  é que as principais atrações apesar da geografia da cidade são todas perto e de fácil acesso.

Um roteiro clássico é ir ao final da linha Powell / Hide no centro e pegar o bonde à cabo ( transporte mais tradicional da cidade ) que nesse trajeto vai proporcionar belas paisagens , passando por Chinatown, Lombard Street ( de onde temos uma completa visão de Alcatraz )  terminando no famoso Fischerman’s Wharf o mercado da cidade com vários atrativos, entre eles o Ghirardelli Square e o Pier 39 .

Portão de China town

 


Lombard Street

 

 

O famoso bonde da cidade

 

Pier 39

 


É um lugar para caminhar e comer em um dos seus inúmeros bares e restaurantes .

Depois de circularmos bastante pelo mercado, fizemos uma boa e puxada caminhada até o topo da Lombard St.,  uma das ruas mais filmadas do cinema .

O bom é comprar os passes integrados de transporte  de 1 / 3 dias pois aí podemos descer e subir infinitas vezes , facilitando  nossa movimentação e barateando bastante os deslocamentos.

Pegamos o bonde que voltava e fomos passear por Chinatown com um imponente portão marcando seu início.

 

No centro financeiro , prédios com arquitetura futurista chamam nossa atenção , o Moma de São Francisco é uma delas e sem dúvida vale uma visita .



Moma de São Francisco

Para os que chegam sem “dicas” de restaurante,  o concierge do hotel repassa boas indicações .

Aproveitamos ainda que os dias estavam ensolarados,  pegamos um dos sigthseeing tours com os ônibus de dois andares conversíveis  onde por um preço fixo,  pode – se baixar e subir em todas as paradas do roteiro conforme nossa disponibilidade.

 

Nesse dia,  exploramos o outro lado da cidade e fomos conhecer primeiro a famosa Golden Gate .



Golden Gate


Nossa próxima parada foi no Civic Center e em seguida as casas vitorianas tombadas da  Alamo  Square .


Casas Vitorianas

 

 

Alcatraz vista do alto

Alcatraz vista do pier

Novamente, longas caminhadas nos levaram ao Castro o bairro da diversidade da cidade onde Harvey Milk iniciou o movimento que culminou com seu assassinato junto com o então prefeito da cidade na defesa dos direitos  dos homosexuais .

Teatro do Castro

De São Francisco, pegamos o carro e fomos conhecer as belas paisagens da PHC ( Pacific Highway Coast )  até Los Angeles .


Aventura no Etna, escalando vulcões.

13 de maio de 2011 0

Ontem cheguei a me arrepiar quando ouvi no noticiário que o “vulcão mais ativoda Europa voltou a se manifestar” ! Estava escrevendo este post , falando da aventura de escalar vulcões e o Etna cuspindo lava pela Sicília!

Nossa dica de hoje é para os mais aventureiros e bem preparados fisicamente, só que terão que esperar o Etna se acalmar novamente!

Em nosso passeio pela Sicília um grupo se aventurou e partiu de Taormina para fazer esta escalada ao vulcão mais alto da Europa com originalmente 3.340m e, após a erupção de 1981,  com 3.329m. O Etna situa-se entre Catânia e Messina e além de ser o maior vulcão europeu, superando em três vezes o Vesúvio, o Etna é também o mais ativo , praticamente em constante movimentação.

A última erupção tinha ocorrido em maio de 2008 e esta foto foi tirada por um astronauta em 2002.

Com tamanha descrição vocês podem imaginar que eu refuguei o “passeio” , prefiro coisas mais calmas e seguras! Fui voto vencido no veto e eles partiram ao amanhecer de um dia ensolarado de julho para o cume onde só se pode ir acompanhado de guia especializado.

A primeira parada foi no ponto de encontro para subir no teleférico que leva ao ponto médio de visitação. Vários estacionamentos oferecem a possibilidade de admirar a montanha desta altura. O teleférico tem um preço bem salgado de EU$ 30,00 por pessoa, atribuido as frequentes destruições que o equipamento sofre a cada erupção, nada auspicioso! Muitas pessoas fazem este percurso à pé em função do preço , mas neste caso tem que ter mais tempo e muito mais preparo físico.

Chegando a próxima parada o grupo pegou estes carros/caminhões para subir mais alguns metros, e somente deste ponto a caminhada de duas horas começou, para alcançar a boca da cratera. A paisagem é lunar e o solo bastante quente, as botas adequadas foram fornecidas pelo guia e não se pode esquecer dos agasalhos , pois após 1500m a temperatura baixa mesmo.

O guia não permitiu que se fizesse qualquer lanche nas proximidade da cratera, frizou que é preciso respeitar o vulcão e sua força destrutiva. Só na volta contou que faz pouco tempo uma turista caiu na cratera e nunca mais foi encontrada. Além deste tipo de risco , os gases tóxicos e o cheiro de enxofre dominam o ambiente.

Mas a paisagem e a emoção de estar por lá , me disseram ser indescritível, está eu realmente fico devendo! O Cristiano Bins  prometeu me enviar um video que fez por lá, este eu vou cobrar!