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Exposição de De Chirico na Fundação Iberê Camargo - Ótima pedida!

03 de janeiro de 2012 6


Se você é daqueles como eu,  que curtem muito Porto Alegre em janeiro e fevereiro, ou que não tem mesmo opção senão ficar trabalhando na cidade, eu trago aqui um programa super legal pra você aproveitar o fim de tarde vendo o por do sol no Rio Guaiba e ainda de quebra assistir a ótima exposição que está acontecendo na Fundação Iberê Camargo até dia 4 de março.

É na verdade a primeira exposição das obras de  Giorgio de Chirico em Porto Alegre e das poucas chances de vê-lo no Brasil.

A exposição intitulada De Chirico: O Sentimento da Arquiteturatraz  45 pinturas e 11 esculturas do período chamado neometafísico, entre os anos 1960 e 1970, além de 66 litografias realizadas para os “Calligrammi di Guillaume Apollinaire” (1930), apresentadas aqui pela primeira vez juntas – todas cedidas exclusivamente pela Fondazione Giorgio e Isa de Chirico, na Itália.

Nascido em Volos, na Grécia, Giorgio De Chirico (1888 -1978) foi antecessor de algumas das mais importantes temáticas do pensamento artístico moderno e contemporâneo. Pintor, escritor e crítico, promoveu, junto a Alberto Savinio, Carlo Carrà e Giorgio Morandi, a pintura metafísica, que retoma a expressão da filosofia grega “para além das coisas físicas”. ( fonte Fundação Iberê Camargo)

Uma dica: Quando você entrar no saguão, pegue o elevador até o último andar, pois a exposição começa de cima para baixo, está muito bem organizada e didática com várias explicações das diversas fases do artista.

Édipo e a esfinge

Triangulo metafisico com luva.

A arte metafísica influenciou o grupo dos surrealistas, que De Chirico chegou a integrar por um breve período. Os surrealistas viram nele uma espécie de “pai” do movimento, embora tenham rejeitado sua obra produzida após 1919. ( fonte Fundação Iberê Camargo)


Adorei esta placa… só no Rio Grande do Sul mesmo :)

Ahh e eu ia quase esquecendo, que a lojinha da Fundação é bárbara, além dos livros lindos de arte, tem muitas coisas legais e diferentes, pequenas esculturas, canecas, cadernos moleskine, enfim mimos para você presentear com originalidade. 

E mesmo que você não seja um amante de arte, só passear pelo prédio de Álvaro Siza com aquela linda vista do Guaiba, sentar no Press Café e assistir o dia se despedir, quando toda a paisagem se veste de sépia já tá valendo.

É ou não é linda a nossa cidade?

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Comentários (6)

  • Color Mundi diz: 3 de janeiro de 2012

    O museu do Iberê é sempre uma ótima pedida, mesmo, ainda mais agora com horário de verão. Tem-se mais tempo para ver as obras antes do café ou chopp para apreciar o pôr do sol.

  • Olga Pfeifer diz: 3 de janeiro de 2012

    Clarisse!
    Muito bacana este post! E não é para puxar a brasa para o nosso assado, mas visitar a exposição do De Chirico, com a possibilidade de vislumbrar a nossa querida e bela Porto Alegre, emoldurada nas janelas da Fundação Iberê Camargo e finalizar com um café ao por do sol é um deleite para nossos sentidos.
    Bj!!!

  • mylene_rizzo diz: 3 de janeiro de 2012

    Oi Pessoal,
    Vale lembrar que a lojinha da Fundação Iberê está bárbara , com muitas dicas de presentes descolados, ótimos livros, objetos de design e um atendimento perfeito!
    Abraços

  • Pedro Luz diz: 4 de janeiro de 2012

    O museu Iberê é sensacional, principalmente para se ver outras obras que não as dele……pois elas podem fazer mal a sua saúde principalmente se você tem algum traço depressivo.

  • Maria Elizabeth Pereira de Azevedo ou simplesmente Bebeth a Fazedora de Pachamamas diz: 11 de março de 2012

    Sempre quis conhecer as obras de De Chirico. Há muitos anos quando visitei o Louvre e estava sozinha lembrei de um fragmento de um texto de Giorgio onde le dizia:”Num dia claro de inverno me encontrei nos jardins do Palácio de Versalhes. Tudo estava quieto e silencioso. Tudo me olhava com um ar de estranheza e de interrogação. Vi, então, que cada canto do palácio, cada janela tinha uma alma, e que essa alma era um enigma. Vi em volta de mim os heróis de pedra, imóveis sob o céu claro e sob os frios raios do sol de inverno, que brilha sem amor. Um pássaro cantou em sua gaiola pendurada numa janela, e então senti todo o mistério que leva os homens a criar certas coisas. E as criações me pareceram mais misteriosas do que os criadores. ”
    Maria Elizabeth

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