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Londres é para sempre - Por Luciano Zanetello

27 de março de 2012 0

 

A primeira e até então única vez que estive em Londres, foi em 86  naquelas viagens para conhecer de tudo um pouco.

Lembro  que gostei mas não houve aquela empatia com a cidade. Na época, saímos  de Paris de carro pela manhã  cruzamos o canal e, no final da tarde passeavamos por Portobello Road. 

Claro que lá tudo era novo, não conhecíamos o trânsito de Paris, não existia GPS, para chegar a Inglaterra só atravessando o canal e tantas outras coisas.

Esta divagação inicial é só para comparar como as coisas estão mais simples hoje em dia.

 Agora, pegamos o Eurostar na “Gare du Nord” e  2:30 hs depois estávamos no centro de Londres ( King’s Cross / St. Pancras ). Mesmo que a cidade toda esteja em obras por conta da próxima Olimpíada, é de impressionar como é bom quando a estrutura de uma cidade funciona.       

 Eurostar  

     

 King’s Cross

Estava muito frio e como gostamos de caminhar, “trilhamos”a cidade de baixo para cima várias vezes. Para aqueles que preferem o conforto, o metrô te leva a qualquer lugar ( só não é recomendado nas horas do rush quando multidões apertam – se nos trens ). Como estávamos com amigos que moraram vários anos em Londres, não tinha perdida  tudo era certo e fácil.

Começamos pela feira de Camdem onde existe de tudo para olhar ou comprar. Para ficarmos na comparação bairrista, é um brique da Redenção multiplicado por 10.    

 Mercado em  Camdem Town

Existem muuuitas bicicletas, até porque o trânsito no centro tem restrições e é cobrado uma taxa  dos carros que ali circulam.

 No dia seguinte fizemos o roteiro “gold”.

Começamos com o Museu Britânico onde entre  outros atrativos, tem  expostos “A pedra de Roseta” e partes da fachada original do Parthenon de Atenas. Para não perder o mote, vários museus em Londres são grátis. Isto estimula e modifica a relação das crianças com o ensino pois, imagine – se ao invés de ouvir falar de Michelângelo e Da Vinci, sentar na frente de quadros dos dois e copiá los a vontade , ou melhor do que ler nos livros sobre o Egito Antigo ou Mesopotâmia,  passear na frente de múmias e pedaços dos templos destes lugares, sem dúvida, muito mais atraente.

  Museu Britânico 

Pedra de Rosetta, sua importância provém do fato que foi através dela que contem o mesmo texto em 3 idiomas diferentes, que o linguista francês Champollion obteve a chave para a decifração dos hieróglifos egipcios. 

 

 Tate Modern

  Dali passamos por Convent Garden, Picadilly Circus até a National Gallery, onde na frente temos a Trafalgar Square  com os monumentos em homenagem a Wellington e Nelson.

 Picadilly Circus  

Monumentos a Nelson e Wellington

Descendo a Whitehall, à direita temos o arco em homenagem a Rainha Vitória ( Admiralty ) que dá início ao Mall  que termina no Palácio de Buckingham. Seguimos descendo a Whitehall e logo temos a esquerda o Parlamento, a direita a Abadia de Westminster. Caminhamos um pouco mais e logo a frente, o Big Ben próximo ao Tâmisa e o “London Eye”.

Abadia de Westminster  

 

 O Big Ben com parte do Parlamento e o London Eye ao fundo 

 Downing St. nº 10, endereço do poder 

 

 London Eye  

 

Dali, voltamos lentamente pela  Charing Cross St. onde temos dezenas de teatros nas imediações. Aproveitamos uma noite e fomos ver o “Fantasma da Ópera” (  produção fantástica ) na saída, a medida que percorríamos a rua, os vários teatros terminavam sua função diária e centenas de pessoas misturavam – se a procura de restaurantes para fechar a noite.

Aqui, um capítulo a parte, a culinária Inglesa não entusiasma ninguém …

As dicas que deixo  são o Restaurante da Tate Gallery ( sétimo andar do prédio com a visão da Catedral de St. Paul, Millenium Bridge , o inusitado prédio do “Ovo” ) um charme.

A outra é o restaurante do chef Inglês Jamie Oliver, o “Oliver Italien”. Lugar descolado com excelentes antipastos e visual despojado. 

 restaurante Jamie’s Italien   

 

 

Restaurante da Tate Modern

No outro dia, escolhemos o rumo da Tate Modern. No caminho entramos por ruelas desconhecidas ( The Temple )  e fomos parar na única igreja dos Templários na Inglaterra.

Igreja Templária 

Catedral de St. Paul  

 Teatro Globe de Sheakespeare 

 

 Visual da Tate Modern

 Depois a Catedral de St. Paul, a rua que leva até a Millenium Bridge e a Tate Modern. Ao lado o teatro de Sheakespeare mostrado no filme  “Sheakespeare Apaixonado” .

Como foram só 03 dias, isto foi o que deu para vermos. As outras atrações tínhamos visto na outra vez ( Torre de Londres, Palácio de Buckingham, Kensington Gardens, Hyde Park ).

Mudei radicalmente, minha impressão sobre a cidade. A multiculturalidade e o caldeirão racial faz de Londres uma cidade acolhedora com a vantagem das inúmeras atrações turísticas e culturais.

Sem dúvida, voltaremos …

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