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Posts de junho 2012

Hermitage , a opulência da moradia dos Romanov

11 de junho de 2012 3

Já é a terceira vez que viajo à Rússia e não canso de me deslumbrar com este enorme museu-palácio ! O Hemitage começou sua história como local de moradia da família Romanov no século XVIII, o Palácio de Inverno, e é esta faceta que quero destacar aqui. Claro que tem milhares de de obras primas, principalmente de artistas europeus , mas hoje estou interessada em mostrar para vocês a opulência em que viviam os nobres russos (deixariam os franceses loucos de inveja!)

Palácio de Inverno

O prédio foi inicialmente projetado pelo arquiteto italiano Bartolomeo Rastrelli , por encomenda da filha de Pedro , o grande , Elisabeth Petrovna. Vamos começar pela escadaria oficial , uma obra de arte do super decorado Barroco Russo.


Olhem a Clarisse se deliciando em explicações para o grupo

A sala do trono tem a águia bicéfala (olhando para o oriente e Ocidente) como emblema e o vermelho , como marca registrada do gosto russo pelos ambientes coloridos e ornamentados.

Deem uma olhadinha no pátio interno , para o deleite da família!

Seguimos pelo salão principal onde o que mais chama a atenção é o teto que reflete o piso , todo decorado com incrustrações em madeira.

Por sinal uma das jóias deste palácios são os pisos , nunca repetem o mesmo motivo e parecem decorações de mesas , tal a perfeição do trabalho! Chega a dar uma agonia pisar em cima, ainda mais sem forro de proteção nos pés! Mas, como bem reparou a Célia Fabris , mesmo assim não se vê sinais de riscos na madeira, apesar das mais 8 mil pessoas que passam por aqui todos os dias.

Uma atração à parte , que já faz parte dos “móveis e utensílios” do museu , são suas “guardas”. Todas senhoras aposentadas que voltaram ao trabalho por necessidade maior e defendem as obras como leoas , ao sinal de qualquer aproximação de algum turista desavisado. Verdade seja dita , há quatro anos atrás eram ainda mais ferozes, mas não menos exóticas!

 

Para mim a sala mais linda é a dos pintores italianos, a parede vermelha em contraste com o teto claro e iluminado naturalmente é de tirar o fôlego.

A admiração de Catarina II pela Itália não tinha limites , para isto mandou fazer uma cópia das Stanze de Rafael , originalmente no Vaticano, em seu palácio. Quem conhece a original pode comprovar a  pefeição da cópia.

A Czarina ganhou de um de seus mais de 21 amantes, um relógio em forma de pavão , nada mais sugestivo! Colocou na sala de tertúlias , onde recebias convidados para encontros mais íntimos.

Quando tudo parece não poder ser mais perfeito , avistamos pela janela a Fortaleza de São Pedro e São Paulo. O cenário complementa o interior! A gente sai dali com a sensação de que o luxo não tinha limites para os Romanov, e que seu destino começou a ser traçado pela opulência em que viviam!

Explorando o Caribe - St Barths - Por Luciano Zanetello

02 de junho de 2012 1

 

               

Pegando o avião

Quase pilotando

  Seguindo nosso roteiro , após o final de semana em St. Maarten, pegamos o “teco – teco’ que em 15′ nos deixou em St . Barth.

              O jeito mais barato de fazer o percurso é pegando um catamarã ( 40′ ) , dependendo do vento  joga muito e a maioria das pessoas enjoa .  A ilha é daqueles lugares com nome e sobrenome .

             Parafraseando alguém, é uma mistura de St. Tropez com Hamptons ,  tudo é simples mas o charme é inconfundível, todo o menos é mais .

            Visual das praias

Fotografando de dentro da pista

 

 A densidade de iates na marina na alta estação é uma das maiores do mundo . A ilha é pequena mas um carro é fundamental . Alugue um pequeno pois as estradas são estreitas e nos “centrinhos” a disputa por vagas é grande . As praias são  cada uma mais bonita que a outra . A particularidade é que em quase todas não existe infra nenhuma . O programa é passar numa delicatessen ou super marché  e abastecer com vinhos ,champagne e queijos franceses para “farofadas internacionais” na  praia . Se der, um guarda – sol é uma boa .

            Praia do Gouverneur

Salines

A descida p/ Colombier

  A única praia  com um barzinho  é Shell Beach , onde o “Dô Brasil” (  nada a ver  com o nome ) propicia um ótimo lugar para curtir o pôr do sol.

              Em St. Jean , praia do aeroporto , o lugar para ver e ser visto, existem os famosos bares na areia ( Nikki, Tom  Beach e o Eden Rock ) . Na “haute saison” as grifes promovem desfiles ali . Nestes , esteja preparado p/ gastar uma grana preta .

             A capital Gustávia é pequena e repleta de pequenas porém poderosas boutiques ( Prada, Balenciaga, Cartier )  muitas famosas estão aqui . Para um jantar à noite tendo como visual a marina , recomendo a Wall House ( preços acessíveis ) .

           Gustávia

Salines Garden

Gustávia

  Um dos melhores endereços para comer na ilha é o Maya’s , uma instituição local que mesmo com vinho francês não é mais caro que os bons restaurantes daqui .

             Todos estes valores comentados são  fora da alta estação quando tudo multiplica por 3 / 4 pois aí é pouca ilha para muitos poderosos.

            Das praias , como já disse todas são top mas as imperdíveis são Gouverner, Salines e Colombier ( esta só se o físico estiver em dia pois é uma pirambeira com 40′ de trilha , descer só é ruim p/ os joelhos mas a subida é cruel … 

            Como em St. Maarten o aeroporto acabando na areia da praia é uma atração , mas aqui só pousam aviões pequenos .

            É um lugar que vale muito a pena conhecer não importando se você é um pobre mortal,gastando uns EU 200,00 po dia  ou parente do tio Patinhas gastando EU 10000,00 por dia.   Acredite , lá tem programação para todos os bolsos .

              Entardecer na marina

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Explorando o Caribe - St Maarten. Por Luciano Zanetello

01 de junho de 2012 0

Baie Longue

Dentro do espírito, “Viajar é preciso, viver não é preciso”, fomos conhecer parte do Caribe, um destino que por anos relutei em colocar nos meus  favoritos.

No final do ano passado lendo um blog do  Ricardo Freire”, tive minha curiosidade aguçada e resolvemos conhecer St. Maarten  e  principalmente  St. Barthélemy ( St. Barth para os íntimos).

Desde que a Gol terminou com o vôo São Paulo /  St. Maarten, os dois melhores caminhos para a ilha passam ou pelo Panamá  ou por Miami. Como quase todos somos consumistas, optamos pelo segundo trecho.

A escala foi normal e 2 1/2 hs depois desembarcávamos no aeroporto Princesa Juliana ( lado holandês).  A ilha tem como peculiaridade ser dividida em dois lados. Uma parte holandesa ( hoje independente ) e a  outra  francesa, onde ainda viam – se cartazes da recente eleição. Apesar da independência do lado holandês, todos os cidadãos da ilha detém os privilégios do passaporte da comunidade européia .

Escolhemos o hotel Sonesta na praia de Maho ao lado do aeroporto, onde uma das atrações é fotografar os aviões passando a centímetros de altura da praia antes da cabeceira da pista.

 Todos esperando para fotografar os aviões

A hotelaria não é o forte da ilha porém como o grande atrativo são as várias praias  todas belíssimas, não faz muita diferença .

O lado holandês é mais “bang – bang”, com os americanos na fila no check-in  do hotel com carros de super mercado cheios de cerveja num clima meio baile da camiseta molhada etc …

No lado frances é tudo mais “cool” e bem mais charmoso. Por ser um pouco mais caro ( a moeda é o Euro ) a agitação é mais do outro lado. As praias são  menos frequentadas e os restaurantes bem mais estilosos.  Não precisa escolher, todas as praias  são lindas com uma água fantástica, quente e  areia branquinha.

 No lado holandes Mullet Bay, Cupecoy e Maho beach para citar as mais frequentadas. A infra resume – se ao aluguel de cadeiras e guarda – sóis  com tendinhas muito parecidas as que vemos nas praias do Nordeste, para comer,  tem os que arriscam !!

Mullet Bay

Cupecoy

Cupecoy

 No lado francês, algumas não tem nenhuma mordomia só a beleza ( Baie Longue, Point Rouge ) . Em outras, além da citada beleza, tem restaurantes charmosos quase dentro d’agua ( Baie Nettlé / Marigot / L’orient ( paraíso dos Kites).

Baie Nettlé

Point Rouge

Marigot ao fundo

Azul ? Verde ? Sempre assim

Marigot

A única maneira  para você não curtir St. Maarten é não gostar de praia.

Aliás se você não gosta, não vai ter o que fazer lá …..        

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São Petersburgo e o Palácio de Verão de Catarina: Tsarskoe Selo

01 de junho de 2012 0

 

 

 

Construído na aldeia Pushkin e também conhecido por esta denominação, Tsarskoe Selo (Aldeia do Czar) é dos mais grandiosos palácios das cercanias de São Petersburgo. Esta região é muito tranqüila e usada pelos moradores de São Petersburgo como sítios de finais de semana, com suas famosas dachas, casas com pequenos jardins onde os russos plantam hortaliças e cuidam dos jardins no verão.

 

 

 

 

 

Um primor do Barroco Russo foi criado como residência de verão da imperatriz Catarina , a grande, e de seus incontáveis amantes. Usada como quartel general pelos alemães durante o cerco de Leningrado na II Guerra Mundial , foi quase totalmente destruído nesta época, sendo sua restauração um trabalho levado a cabo por mais de 50 anos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Este palácio é especialmente famoso pela Sala de Âmbar, um aposento quase totalmente revestido pelo valioso mineral presente de Frederico I, Imperador da Prússia, para Pedro, o Grande, da Rússia, esses fabulosos painéis, com 55 metros quadrados, em âmbar e pedras preciosas, teriam sido pilhados quando os nazistas invadiram Stalingrado em 1941. Encontrados num castelo da costa do Báltico, sumiram. Foram enterrados em solo alemão? Naufragaram a bordo de um navio? A investigação desse mistério compõe uma trama de espionagem e contra-espionagem envolvendo nazistas, pistas de arquivos soviéticos e a polícia secreta germânica. Muito já foi escrito sobre o assunto , inclusive um romance histórico chamado

A SALA DE AMBAR: A HISTóRIA DESCONHECIDA DA GRANDE TRAPAÇA DO SECULO XX de Adrian Levy

Como nada foi comprovado o governo alemão assumiu a responsabilidade e mandou construir uma cópia da antiga sala que hoje pode ser visitada no mesmo local.

 

 

As salas de Tsaskoe Selo seguem o estilo Barroco mas algumas já se destacam pela novidade do Neoclássico, reparem o contraste do rebuscado barroco com o mais tranqüilo Neoclássico.

  

 

 

 

 

 

 

No salão principal acontecem concertos algumas vezes por dia. Reparem na estufa de cerâmica azul ao fundo, é um legítimo exemplar holandês, uma obra de arte.

Os espelhos com suas molduras douradas fazem o salão parecer ainda mais grandioso e o famoso “salão dos espelhos” de Versailles de uma simplicidade franciscana. 

  

 

 

 

 

 

O palácio é cercado por construções de outras épocas e estilos e por um lago que é muito usado  como cenário para os casais de noivos.

 

 

Nossa guia nos mostrou todo o complexo equilibrada sobre este salto e neste modelito completamente branco, a moda russa muitas vezes nos surpreende.

 

 

 

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