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Posts de março 2013

Ai de ti Porto Alegre

26 de março de 2013 3

 Luciano Leoneti Terra

Ai de ti Porto Alegre! Desde que aqui cheguei, eu, um menino do interior, fiquei deslumbrado por tuas curvas, teu cheiro e tua gente. Tinhas um movimento frenético que fazia com que minha adrenalina subisse ainda mais que tuas ousadas construções. Apaixonei-me a partir do primeiro momento que te vi. Amei-te desde o primeiro instante que te senti.

Ai de ti Porto Alegre! Nesses anos todos que convivo contigo amadureci e conquistei cada centímetro de teu corpo. Ano após ano fomos ficando cada vez mais íntimos. E nessa intimidade, pude adentrar aos poucos em tuas entranhas e conhecer um pouco mais o teu estado de ser.

Ai de ti Porto Alegre! No princípio não conseguia entender essa tua dupla personalidade, esse teu jeito ambivalente de agir. Muitas vezes tentei te conhecer. Em vão. Quando busquei por tua rua mais famosa encontrei uma rua dos Andradas. Falavam-me de tua Redenção e eu somente encontrei um Parque Farroupilha. Teus mistérios muitas vezes são mais complexos que teus mitos. Códigos que somente os escolhidos conseguem decifrar.

Ai de Ti Porto Alegre! Encantas-me a cada estação. Teu outono me emociona com tuas paineiras em flor e teus plátanos que aos poucos vão mudando de cor e aquecem o frio que anuncia a chegada do inverno. Na estação mais fria do ano tuas ruas ficam desertas, mas teus recantos escondidos se aquecem em lareiras e cobertores. Como não se apaixonar ao som do crepitar de lenhas e de um tapete manchado com aquela taça de vinho tinto derramada por abraços afoitos? Se te imploro por vida, dás-me ipês coloridos que vêm anunciar a primavera e as temperaturas amenas. Quando o sol volta a aquecer teu povo, jacarandás enlouquecem e cobrem de roxo tuas ruas e calçadas. Chuva psicodélica de flores que nem em meus maiores delírios alucinógenos poderia imaginar.

Ai de ti Porto Alegre! Se até a primavera já sou teu, quando chega o verão me rendo definitivamente. Engoles-me com teu hálito quente e úmido e resta-me apenas a entrega total à tua atmosfera. Meu corpo amolece e minha pressão arterial despenca. Teu calor me envolve completamente e, como em um abraço materno, sou teu Édipo, sou teu servo. Envias toda a  gente comum para longe, afastas os fracos que buscam condições mais amenas de vida. Eu, não! Eu fico aqui porque sei que me queres apenas para ti.

E nessa paixão avassaladora vivo na esperança de um dia terminar aqui, em alguma curva de tuas ruas, e saber que me amaste tanto quanto eu te amei e que sem mim não terias sido o que sempre foste.

Reunião de apresentação "Turquia com Arte, terça-feira às 18h na Porto Brasil

25 de março de 2013 0

Edimburgo - uma síntese da Escócia

25 de março de 2013 2

 

Agora que o frio começa a arrefercer no hemisfério norte é hora de pensarmos em destinos quase proibitivos nos invernos gelados.

A Escócia é muito orgulhosa de sua tradição, especialmente quando se fala em guerras de independência contra os ingleses. A personalidade desto povo foi forjada pela dificuldade que o relevo e o clima oferecem, me encanta que até a flor nacional reflita este aspecto, a flor do cardo. Nunca subestime um verão escocês, eles estarão de calção e camiseta em temperaturas de menos de 10 graus nos meses de junho, julho e agosto.

Uma síntese das cores que formam a Escócia!!!

Edimburgo é a capital da Escócia e sede do Parlamento Escocês restabelecido recentemente em 1999, depois de séculos de união ao Parlamento da Inglaterra.

É uma cidade pequena , com menos de 500 mil habitantes, e muito acolhedora assim como o povo escocês.  A cidade antiga é dominada pela Royal Mile, artéria principal que leva ao Castelo de Edimburgo e que dá ao local uma atmosfera totalmente medieval. A cidade é mundialmente famosa pelo Festival de Edimburgo que acontece anualmente durante 3 semanas no mês de agosto. Deste festival fazem parte teatro, música, dança e ópera ,  além do Tattoo Militar um show típico que acontece no Castelo de Edimburgo. Mas cuidado, se a intenção for andar por lá nesta época é indispensável reservas com muita antescedência, este ano vai de 09 de agosto a 01 de setembro, dêem uma olhada no site:  http://www.eif.co.uk/

A cidade respira literatura , o Monumento aos Escoceses na parte nova da cidade faz uma homenagem a Sir Walter Scott e seus personagens. Muitos escritores de renome nasceram ou viveram em Edimburgo como por exemplo James Boswell,Conan Doyle e J.K Rowling. Edimburgo foi declarada a primeira Cidade de Literatura pela UNESCO.

O Hotel Balmoral é outro marco importante, e em todas as partes podemos identificar o orgulho nacional no uso de kilts, o traje típico local.

Mas é o Castelo de Edimburgo que domina a paisagem e pode ser vislumbrado de qualquer parte da cidade. Construído sob uma colina no século XII foi palco de muitos acontecimentos históricos , inclusive o nascimento de James VI , filho de Mary Stuart e que foi o personagem que unificou a Inglaterra e Escócia sob o domínio dos Stuarts, depois que a rainha Elisabeth I morreu sem herdeiros no século XVII.

A National Galleries of Scotland é motivo de orgulho nacional com obras importantes de muitos pintores europeus de diversas escolas e com entrada franca. Um visita bem interessante e rápida.

Vision of the Sermon (Jacob Wrestling with the Angel)

http://www.nationalgalleries.org/

Um belo hotel na cidade é a Glass House, poucos passos da Royal Mile mas já na parte nova, ele sintetiza a força da tradição com a arrojo contemporâneo, fantático e acessível!

Saindo para o leste costeando o mar , um belo passeio é ir até North Berwick. Para os apaixonados por golf é um playgroud porque se viaja todo o tempo dentro de campos perfeitos com vista para o mar. Os escoceses se dizem os inventores do esporte e a cidade de St. Andrews a sede do primeiro campo existente para o esporte. No próximo post um roteiro pelas Terras Baixas.

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São Paulo de infinitas possibilidades

19 de março de 2013 0

Mesmo numa passagem rápida por São Paulo basta procurar um pouquinho que muitas novidades surgem! Fui em busca de renovação e voltei repleta.

Para começar não conhecia o Instituto Cultural Tomie Ohtake, e me interessei pela exposição “Dior , as seen by” que infelizmente estava em seu derradeiro final de semana. O projeto do arquiteto Rui Ohtake é controverso , mas apesar das cores fortes e marcantes me encantei com tudo. O Instituto tem como proposta apresentar as novas tendências da arte nacional e internacional, além daquelas que são referências nos últimos 50 anos, coincidindo com o período de trabalho da artista plástica que dá nome ao espaço, Tomie Ohtake.

Além da área de exposições encontram-se teatros e salas de convenções. Mas acima de tudo oferece um ambiente propício ao diálogo entre as artes e a sensação de cosmopolitismo que só São Paulo sabe ter.

A primeira das três exposições que o Instituto Tomie Ohtake prepara para comemorar, em 2013, o centenário da artista que lhe dá o nome, estabelece relações de aproximação e contraposição entre a sua produção desde 1956 até 2013 e obras de artistas contemporâneos: Correspondências. Também em cartaz a individual do artista Marco Gianotti, com obras concebidas durante sua permanência na cidade japonesa de Kioto, em 2011.

Depois de se deleitar com a arte que tal um almoço saudável e descolado no restaurante Santinho. Super disputado , reune uma mistura de empresários , artistas e muitos estudantes. Além do buffet super elaborado tem o prato do dia com sugestões deliciosas.

Sugiro também umas comprinhas na livraria Gaudi ou na loja de objetos de design IT.

Mas eu ainda não estava satisfeita e o dia era longo, sobrou um tempinho para espicular (esta palavra trouxa lá do dicionário da minha avó) o MIS, Museu da Imagem e do Som.

Lá o hit da hora é a exposição do chines Ai Weiwei. INTERLACING apresenta centenas de fotos, vídeos e textos do artista, reunindo parte da produção realizada entre 1983 e 2011. Além de dar uma dimensão da criação visual de Ai Weiwei, artista chinês considerado um dos mais influentes na arte contemporânea atual, a exposição mostra seu caráter multifacetado marcado pelo ativismo social e pela criação de redes que entrelaçam arte e vida.

Seguindo a tendência atual , o MIS não fica para trás e oferece um restaurante bem legal e moderninho, Chez Mis. Se intitula um bistrô mediterrâneo e é muito concorrido na hora do almoço, o ambiente é super descontraído .

Como dica de gastronomia de primeiríssima linha para um jantar perfeito, o Osaka , que acaba de desembarcar em SP , na rua Amauri onde já estão o Parigi, Forneria San Paolo e Lancheria da Cidade entre outros. Com filiais em Buenos Aires e Santiago , tem sua origem na culinária peruana de Lima, o que já é um super pré-requisito! Imperdível e igualzinho ao que experimentei em outras paragens!

O tartar de atum e o camarão com molho de maracujá são divinos, tudo uma mistura nikkei e peruana. Fique nos tapas que não terá arrependimentos e para acompanhar uma caipirinha de frutas vermelhas e maracuja.

Portanto três bons motivos para embarcar numa super viagem de re-conhecimento para São Paulo.

Civita di Bagnoregio – uma cidadela flutuante

17 de março de 2013 7

Por Luciano Leonetti Terra

A primeira imagem foi de longe, do outro lado do abismo. O coração tentando acompanhar o que os olhos sentiam com tamanha visão. Boca seca como o solo arenoso e erosivo daquele vale.  Durante a descida, rumo ao caminho sobre o ar que levava até a cidade flutuante, os batimentos se aceleraram um pouco mais. Pelo esforço físico e pela ansiedade de cruzar aquela ponte estreita rumo à visão que ainda parecia irreal. Necessidade de pisar aquele solo para acreditar não ser apenas uma miragem desértica qualquer. Apesar de que a imaginação não seria tão criativa para vislumbrar aquele lugar.

A longa ponte estreita em seu começo era plana, mas nos últimos metros iniciava uma subida. Era o fim do restante de fôlego e ar nos pulmões. Como se a finalidade fosse arrebatar o visitante totalmente. O portal de entrada era grandioso. Ao cruzá-lo temia ter ido para outra dimensão rumo ao passado. Ruelas desertas, casas fechadas por fortes fechaduras e cadeados de metal. O som do silêncio era quase ensurdecedor e só foi interrompido pelo miado de um dos tantos gatos que, logo descobri, habitavam aquele lugar. Aos poucos a pequena cidadela foi se descortinando. A cada esquina vias sem saída davam para o amplo vale. A mais de uma centena de metros acima do fundo do abismo tinha-se a impressão de quase cair no penhasco. Casas, milagrosamente grudadas ao solo, quase pendiam. Destino de muitas outras que ali existiam e que já tinham sido engolidas pelo vazio. Futuro daquelas que ainda resistiam. Morte certa e anunciada.

A vida ali descansou. A monotonia rompida apenas por poucos viajantes que descobrem seu caminho. Menos de meia dúzia de lojinhas e restaurantes quase vazios. Para surpresa uma cozinha familiar ao lado de um pátio pitoresco serviu uma deliciosa massa. Serviço impecável e um calor humano para compensar a falta de pessoas pelas ruas. Quanto tempo suportaria morar isolado, enclausurado nas nuvens? A solidão proporcional ao espaço vazio.

No final da visita, ao cruzar o portal de saída, a visão do alto em direção à ponte que ligava aquela ilha ao continente, novamente capturou o meu fôlego e só consegui sobreviver porque ninguém morre de encantamento. Um oceano de ar e areia separava aquela dimensão do restante dos mortais.

Segundo informações não oficiais, lá moram apenas quatro pessoas, e para minha surpresa conheci uma delas. Por coincidência cruzei com ela na entrada e na saída da cidadela. Uma sincronia de ir e vir interessante. Uma mulher instigante, com ar de mistério. Seria uma deusa ou uma louca? Chapéu de aba larga, echarpe de peles, sobretudo longo e cabelos loiros esvoaçantes. Olhos azuis profundos se confundiam com o céu ensolarado. Caminhava lentamente e a passos suaves, como se levitasse sobre as nuvens do vale. Quando ia embora, ao cruzar com ela pela segunda vez, ouviu minha conversa e perguntou que língua era aquela. Disse-lhe que era português e aproveitei a deixa para perguntar de onde ela era. Sua figura inspirava toda a curiosidade que um ser humano pode ter.  Ela me disse que no momento ela era dali, mas que sua língua era a Polonesa e que também falava inglês e Francês. Contou-me que a solidão para ela não era problema, ao contrário de alguns turistas mais barulhentos. O grande problema segundo ela era ter que cruzar aquela ponte sempre que precisava comprar alguma coisa. Na cidadela não havia mercados, padaria e nem farmácia.

            O que leva alguém a morar ali? Gostaria muito de saber e ouvir toda a sua história. Fuga, busca pelo autoconhecimento, por uma voz interior? Loucura ou total lucidez? Adoraria ter ouvido os seus motivos. Entretanto, como toda viagem a outra dimensão, o tempo era curto e os mistérios muitos. Quem sabe da próxima vez que o portal se abrir eu consiga descobrir um pouco mais de suas verdades. Isto se a cidadela ainda permanecer levitando em seu solo sagrado.

Horizonte Expandido no Pátio Ivo Rizzo

15 de março de 2013 6

Estamos super felizes com o resultado de nossa primeira exposição de fotos de viagens no projeto Arte no Pátio Ivo Rizzo. Depois de trabalhos muito legais do Leandro Selistre e do grupo Prima Idea , o espaço ficou colorido com imagens dos quatro cantos do mundo por onde já passamos.

Com uma técnica inovadora a Stickado(http://www.stickado.com.br/)  imprimiu as fotos em adesivo o que as torna resistentes a intempéries e dá um resultado muito interessante tanto em painéis quanto em outras superfícies. Muito obrigado a nosso apoiadores do grupo LZ ,sempre tão solícitos, mesmo embaixo de chuva forte que foi como começamos nossos trabalhos.

Amigos , patrocinadores e muitos viajantes passaram por lá numa noite memorável , onde até uma verdadeira muçulmana andou por ali lembrando o próximo destino do Viajando com Arte , a Turquia.

Um agradecimento especial para a escritora Martha Medeiros que já foi companheira em vários destinos e que autografou o livro ” Um lugar na janela” onde relata suas aventuras de viajante .

Neste dia aproveitamos para fazer o lançamento oficial da “Turquia com Arte” , o grupo parte de Porto Alegre no início de junho de 2013 com paradas em Istambul , Capadócia e litoral do Mar Egeu.

Um agradecicimento especial a Caroline Verenzuck da Ivo Rizzo,  que esteve sempre presente apoiando e organizando o evento.

O evento foi um sucesso e até fotógrafos renomados nos prestigiaram , elogiando os trabalhos nos deixando bem orgulhosas e acreditando que estamos no caminho certo, quem sabe em breve não nos lançamos a editar um livro que registre tudo isto?

Fotos de Andréa Graiz/ Agência RBS


Esperamos todos hoje à noite

13 de março de 2013 0

Desbravando o Mar Egeu, partindo de Bodrum na Turquia

11 de março de 2013 5

Hoje nossa aventura foi marítima, partimos de Bodrum, a pérola da Riviera Turca e debravamos ilhas e a península ao redor. Tudo muito bem planejado , nosso barco estava ancorado na marina em frente a cidade, o mais interessante é que como a região é polo de construção naval os barcos tem um estilo antigo , todos de madeira, lindos e bem acabados.

O Castelo de Bodrum remonta a época dos Hospitalários, ordem religiosa que protegia os peregrinos desde as Cruzadas.

Castelo de São Pedro dos Hospitalários em Bodrum

O barco é todo revestido de colchonetes de um material resistente, mas macio e confortável, espalhados em três andares de decks ao sol. No convés uma boa área de sombra estava disponível para os que não gostam tanto de sol.

Embarcamos por volta das 9h e partimos pelo Mar Egeu, um braço do Mar Mediterrâneo, pela costa da Turquia. Esta região tem características muito semelhantes a Grécia, as cidades da costa foram quase todas fundadas como colônias gregas na Antiguidade e trocaram de mãos muitas vezes durante a História. Logo em frente a Bodrum fica Cos , a ilha grega mais próxima ao continente turco.

Paramos depois de 1h de navegação para o primeiro mergulho , água transparente mas geladinha, uma bálsamo para o calor que fazia no barco. Quase todos pularam e se divertiram como crianças.

A segunda parada foi para preparar o almoço, peixes grelhados pelo próprio capitão na popa , numa distância perfeita para não nos fazer comer fumaça. Tudo delicioso e muito mediterrânico , como toda a comida turca. As saladas e verduras coloridas são perfeitas para o clima.

 

Só não babem com este visual

Chegamos ao entardecer e a praia da cidade ainda estava cheia

Convite:Exposição Horizonte Expandido e autógrafos Martha Medeiros

08 de março de 2013 1


Cafés Literários - Estrasburgo

06 de março de 2013 12


Oi pessoal, estou inaugurando aqui no blog uma nova categoria – a dos cafés literários!

Eu particularmente sou apaixonada por esta modalidade de bares e cafés que incluem livrarias ou simplesmente disponibilizam livros para os seus clientes.

Uma vez pensamos em editar um guia só com cafés literários legais que descobrimos nas nossas andanças, mas enquanto o guia nao sai, resolvi abrir a nossa caixa de Pandora e mostrar para vocês que existe muita coisa incrível além de Starbucks ! :)))

Estive em Paris em fevereiro deste ano, e junto com a Magda ( outra amiga de grandes indiadas) tá gente eu sei, Paris não é, e nem nunca foi, própriamente uma indiada, mas se você for um ser humano que tem horror de frio, que prefere arder no mármore do inferno a passar frio como eu, pode entender porque sair do Brasil em pleno verão de fevereiro e se jogar numa cidade gélida como Paris nesta época, pode quase (heresia mor) ser uma indiada.

Na verdade o café que vou apresentar aqui hoje não é em Paris, mas numa cidade  mais a nordeste, mais fria e linda que é Estrasburgo.

Estrasburgo é a capital da região da Alsácia, que históricamente foi objeto de muitas disputas entre franceses e alemães. Ela trocou de mãos várias vezes até passar definitivamente para a França no final da segunda guerra mundial em 1945.

Como estávamos em Paris há uma semana e queríamos fazer um programa diferente,  eu sugeri irmos passar 2 dias lá, pois não conhecia a Alsácia.A Magda topou, e lá fomos nós de TGV ( o trem rápido francês) e 2horas e 20minutos depois, estávamos chegando em Estrasburgo.

Chegando na cidade o clima era este….

A arquitetura é de forte influência germânica, muito linda. E fomos caminhando, reconhecendo a cidade, cujo centro histórico não muito grande e que facilmente pode ser recorrido a pé.

 

Só que depois de 1 hora caminhando nesta friaca, estávamos congelando e foi neste momento que deparamos com esta pérola – o café La Tinta!

 

 

 

Todo transadinho e pensado nos seus mínimos detalhes, reparem nas mantinhas para a gente colocar no colo!

 

O andar de baixo era pequeno, destinado a cafés, tortas e outras ameaças sérias a qualquer tentativa de dieta.

 

E para espantar o frio foi necessário aditivar nossos cafés com Mirabelle, que é um tipo de aguardente de ameixa, bem popular por lá, uma delicia!

 

E subindo esta escada com fotos de diversos escritores, chega-se ao segundo andar onde servem refeições leves como quiches, saladas, sopas.

 

 

Fica aqui então minha dica cult se você um dia for visitar esta linda cidade da Alsácia!

 

Ah! Eu quase ia esquecendo! Está ai da foto é a Magda!!

 

La Tinta

36 rue du Bain aux Plantes

Estrasburgo