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Posts de abril 2013

Drops de Buenos Aires : novidades gastronômicas e culturais

30 de abril de 2013 0

Algumas novidades na capital portenha me chamaram atenção nesta passada rápida que fiz por lá em direção a Patagônia. Foram somente dois dias mas , apesar de a situação não estar muito tranquila por lá, aproveitamos sem percalços.

Para começar fomos conhecer o restaurante do famoso chef Francis Mallmann, já fazia muito tempo que tinha vontade , mas como é meio fora de mão , no coração da Boca , sempre deixava para depois.

 

Há muito anos atrás , quando fui a Las Leñas pela primeira vez, ele era um chef iniciante e eu me apaixonei pela culinária criativa e na época muito diferente de tudo que já tinha provado. Hoje ele tem várioas restaurantes espalhados pela Argentina e Uruguai com pratos que valoriza a terra e o fogo . O Patagônia Sur é intimista , pequeno e muito agradável, são 3 pratos na refeição e a carne é o carro chef. Valeu o jantar e o passeio para uma zona da cidade pouco visitada em minhas andanças por lá.

Para um passeio diferente o novo Faena Arts Center é a pedida perfeita, além de ficar na região de Puerto Madero , mas do outro lado do rio onde a sensação é de estar numa metrópole rica e moderna ( calma , eu adoro a cidade velha também) que em nada se assemelha a Buenos Aires tradicional, o centro de artes contemporânea é lindo e oferece exposições itinerantes.

Homenagem Juan Manuel Fangio , em frente ao Faena Arts Center

Ernesto Neto , artista neo-concreto carioca , cuja produção situa-se entre a escultura e a instalação foi um das grandes exposições de 2012.

Em novembro passado a Sala Molinos apresentou um site specific de 260m2 de Franz Ackermann , isto é só para dar um clima do que anda acontecendo por lá. Para se informar que qual exposição estará durante sua visita , de uma olhada no site : http://www.faenaartscenter.org/exhibiciones-actuales

Para fechar com chave de ouro o jantar no novo Osaka, um restaurante peruano/japones de estilo fusion moderno que fica no mesmo prédio do Faena Arts Center. Eu já conhecia e até tinha falado aqui do Osaka de Pallermo , este é mais bonito e conserva a mesma culinária insuperável . O mais novo Osaka abriu este mês em Sâo Paulo seguindo Lima, Santiago e Cidade do México, sendo assim , são muitas oportunidades de comprovar , eu boto minha mão no fogo , não tem como não gostar.

Na hospedagem resolvemos não inovar e não nos arrependemos , perto da central Praça San Martin uma rua charmosa chama atenção pela profusão de galerias de arte e pelo clima retrô chic que conserva, a Calle Arroyo. Ali reina solitário o Hotel Sofitel , um projeto arrojado e super confortável! Tudo perfeito e além disto próximo do Aeroparque de onde embarcamos de volta!

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Taipu de Fora e Barra Grande, uma Bahia agreste e paradisíaca.

29 de abril de 2013 4

 

Praia de Taipu de Fora

Agora a moda pegou de vez, há uns 4 anos resolvi viajar no meu aniversário, então meses antes já começo a pensar no próximo destino. É uma boa brincadeira começo por Bali, Taiti aos poucos vou caindo na real e acabo no Brasil. Sem demérito nenhum não, o Brasil tem lugares fantásticos, nessas aí já fui para Fernando de Noronha, Ponta dos Ganchos, Buzios, ahh sempre praia né, pois não tenho muita vocação para frio.

Este ano descobri um novo paraíso através de uma amiga gaucha que se mudou para a Bahia e me deu a dica –  Taipu de fora! Peraí,  Taipu o que??? Nunca tinha nem ouvido falar neste lugar, mas foi só dar uma googlada e  decidi que seria este meu presente de aniversário, só não vale perguntar quantos anos tá? :))

Pegamos o vôo até Ilhéus e lá alugamos um carro, 2 horas e meia + ou –  separam Ilhéus de Barra Grande por uma estrada que passa em Itacaré e depois segue uns 80km de estrada de chão, o negócio é agreste mesmo, tanto melhor! Eu amo uma indiada!

O Vôo chega em Ilhéus

É a famosa Costa do Cacau que vai de Ilhéus até Morro de São Paulo

A Mirela,  já tinha me dado algumas opções de hotel, mas já foi logo avisando, o Kiaroa é o melhor….   pensei durante 2 segundos e escolhi o melhor é óbvio! Afinal eu mereço!

Este é o visual da piscina de fundo infinito do Hotel Kiaroa

Com o restaurante aqui à direita

Os jardins são lindos e cada recanto convida a uma parada.

Olha quem aparece para filar seu café da manhã

Chegamos a tardinha, e já deu para sentir que estávamos muito perto do céu, literalmente , pois o Hotel tem um pista de pouso de avião e fecha pacotes com o transfer aéreo incluido desde Salvador. O sistema do Hotel é com café da manhã e jantar, nossa e que jantar!!”! São verdadeiras maravilhas gourmet, uma cozinha que mistura um tanto da personalidade baiana, camarões, côco elementos tradicionais, com uma apresentação linda , você pode pensar: Hiiii já vi tudo, culinária moderna vem um pingo de comida! Pois enganou-se as porções são ótimas e a gente sempre tem 3 opções de entrada, prato principal e sobremesa. No último dia pedi para cumprimentar o Chef Claiton, uma simpatia, super simples e talentoso!

Eu reservei no complexo Tropical que são apartamentos super confortáveis e espaçosos, mas o top do hotel são os bangalôs com piscina privada.

As praias são tudo em Taipu de fora, a gente pegou as bicicletas que o Kiaroa disponibiliza e saiu até  o centrinho de Taipu que tem uns 3 bares na beira da praia. O Buda Beach, com sofas e musica e o Bar das meninas, que tem cadeiras na praia e mesinhas para a gente passar o dia, banheiro, chuveirão , ótimas caipinhas, sucos, e um polvo grelhado de comer ajoelhado, o que mais eu preciso? Nadinha, foi um dia de muito banho de mar, água tépida, o que me deu uma saudades da Praia Da barra onde tenho casa em SC, a água lá na maioria das vezes parece saida do freezer…. fazer o que né? Já comprei uma roupa de borracha.

Duas paixões: Praia e bicicleta!

Este é o centrinho de Taipu de Fora

O Budha Beach

O bar das meninas

Onde “degustamos” este polvo grelhado e….

casquinha de siri

Aproveitei para fazer uma propaganda!

 

No outro dia fomos conhecer a Ponta do Mutá, um lugar muito lindo que é perfeito para assistir ao espetáculo diário do por do sol, as pessoas vão chagando devagarinho, Marisa Monte tocando suave, e a gente tem certeza que chegou no paraíso, os pensamentos fluem soltos quando a gente se deixa envolver pela beleza e paz do lugar. Congelei o mundo naquele momento, foi sublime.

Bar na Ponta do Mutá

Cafe de La Musique, local da balada na Ponta do Mutá

 

Momento Por do sol – Ponta do Mutá

Fomos conhecer a vila de Barra Grande que tem várias pousadas transadinhas, e alguns restaurantes bem legais, a maioria de estrangeiros, italianos, franceses. Barra grande tem uma pequeno comércio, artesanato, algumas lojinhas de bikinis, cangas coisas de praia, farmacia, e é isso, se você gosta de balada e mais compras, Barra Grande não é a sua praia.

Centrinho de Barra Grande

Algumas lojinhas …

Então galera fica aqui meu presente pra vocês – Taipu de fora no seu próximo aniversário… Que tal?

Salvador merece mais

27 de abril de 2013 3

Chegamos a Salvador ao entardecer e somente para fazer ” pit stop” depois de muitos anos sem visitar a cidade. Não tinha nenhuma expectativa e me surpreendi, ficou um gostinho de quero mais.

Na ida nos hospedamos em Rio Vermelho , um bairro legal num hotel perto da praia, o Zank Hotel. Meio design , meio histórico cumpriu bem sua função de recanto por uma noite. Como era tarde resolvemos jantar no próprio hotel, não foi uma boa escolha , apesar de bem cotado o jantar foi fraco , uma muqueca para dois veio com 8 camarões e custou R$ 140,00 , meio punk!

Esta é a vista do quarto, vislumbra-se um tantinho de mar.

No outro dia , num passeio pela orla fiquei com vontade de descer para uma longa caminhada ! Está limpa e bem cuidada, mas o barco nos esperava e partimos logo cedo.

Quando voltamos escolhemos um hotel  no Pelourinho, teríamos um tempinho ao entardecer para passear e nossas lembranças era doces!

O Pelourinho é local mais turístico de Salvador mas que infelizmente não está mais recebendo o valor que merece. Faz uns dez anos estivemos na cidade e a região bombava de turistas e locais , num clima de festa de rua em cidade do interior. Eu vibrei , adorei cada cantinho , mesmo os não tão  restaurados, achei o local vivo , ao mesmo tempo integrado à cidade e cuidado como a maior joia turística.

De lá para cá as coisas mudaram , as restaurações cessaram , o que tinha sido feito foi e mais nada evoluiu! Certo que a região é grande mas devagar se vai ao longe , parado …. Mas o mais grave é que por falta de eventos e penso que também policiamento a população local sumiu e o Pelourinho ficou entregue a poucos turistas e escassos moradores . Hoje estão tentando revitalizar , o policiamento é ostensivo , o que acaba gerando um certo receio ( é meio demais ) e as ruas ficam praticamente vazias ao cair do sol. É lindo para fotografar , mas dá uma pena do desperdício de vocação!

Ouvi falar que o povo migrou para a Marina, não deu tempo de conferir! Da próxima vamos passar por lá e provar o restaurante Amado , uma dica do Alexandre , um português quase bahiano que nos serviu de guia e motorista. Ele nos indicou também o Cafetelier, muito simpático que conferimos com a sensação de estarmos em qualquer lugar do mundo , menos no Brasil! Nós e a atendente éramos os único falantes da língua portuguesa naquela tarde de sábado. O visual da Baía de Todos os Santos é lindo.

A hospedagem desta vez foi bem especial , o  Pestana Convento do Carmo, um antigo mosteiro transformado em hotel com bom gosto e tecnologia. Um prédio antigo com todo o charme de uma longa história , mas com facilidades século XXI.

Convento do Carmo era da ordem carmelita e é  um dos maiores e mais antigos do Brasil. Começou a ser erguido em 1586 . Serviu de abrigo para os baianos que na guerra contra os holandeses e lá encontraram refúgio e segurança nas paredes que são verdadeiras fortalezas.

Ao lado, a Igreja do Carmo  fica anexa ao grandioso convento, se constitue uma outra obra prima de beleza incomparável. A sacristia é fechada ao público , mas aberta para os hóspedes do hotel.

O mais interessante de tudo são os dois claustros transformados em jardins internos . No segundo a água da piscina no enleva a outras dimensões.

Voltaremos em breve, torcendo para que o Pelourinho volte a ser um espaço de interação entre turistas e bahianos!

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Recantos de Paris

26 de abril de 2013 0

Por Luciano Zanetello

Normalmente um ‘bônus” ao visitar a França, é que a viagem vai começar ou terminar  por Paris.

A cidade sempre tem ângulos novos para descobrirmos . Com a facilidade da Internet, podemos aproveitar a experiência de outras pessoas e visitar atrações  que antes dificilmente conheceríamos . Desta  vez, não  estivemos em nenhum daqueles tradicionais pontos turísticos e fomos conhecer o Marais e La Defense .

Nossa base era na Bastilha ( que é praticamente no centro da cidade e onde os hotéis já são mais em conta ). A única repetição foi o caminho obrigatório da Place des Vosges.  Mesmo aqui , conseguimos mudar  o habitual  pois agora , fizemos um tour pela casa de Vitor Hugo que fica em um dos cantos da praça. 

Place des Vosges

Dali, começamos a trilhar as várias ruas e ruelas do Marais , um dos endereços mais descolados da cidade . Por aqui, várias boutiques e mercados dão um ar bem mais local a cidade. Os turistas aqui já não são  maioria e podemos ter uma ideia do cotidiano dos moradores .

Música no metrô

A Rue des Rosiers é o “point” para os turistas.

Caminhando sem um destino fixo , entramos e saímos de várias ruas .

Place des Victoires

Numa destas perdidas, passamos pelo Centre Pompidou.

Tínhamos a indicação dos jardins do Palais Royal para visitar  .É muito bonito mas a época não é a melhor. As galerias que circundam os jardins, abrigam várias grifes famosas bem como restaurantes renomados.  

Jardins do Palais Royal

Duas ótimas dicas para comida, no Marais o Le loir dans la Theière  indicação do “blog dos destemperados”  é uma combinação de boa comida e um ótimo astral ( as filas às 4:00 falam por si ). 

 Le loir dans la Theière

A outra dica é o Le Grand Colbert, R. Vivienne 2.

Le Grand Colbert

É um restaurante clássico  que teve sua frequência vitaminada pela aparição no filme  “Alguém tem que ceder”. Independente do marketing, a comida é muito boa . Na mesma rua , um endereço que vale a pena visitar é o da Galeria Vivienne com sua arquitetura peculiar  As grifes famosas e “sebos” fazem ali  uma química perfeita .

Galeria Vivienne

No outro dia, fomos  conhecer o que até então eu relutava, a Paris moderna  . O La Defense  com seu “Grande Arco” , perfeitamente alinhado com o Arco do Triunfo, 7 km à frente impressiona. Evidentemente não é  aquela Paris que todos buscam conhecer mas, é um bom passeio.

Para aqueles que não dispensam uma ida ao shopping , a boa notícia é que ao lado temos um que reúne todas as boutiques e grifes que gastaríamos horas para encontrar dispersas pela cidade .

A má notícia é que por conta da instabilidade na economia ( nossa e deles ) ,os preços que já foram bons, estão bem mais caros,  se bem que em final / início de estação sempre podemos encontrar ofertas  que valem  a compra .  

Au revoir ………………

Dublin, uma pequena capital com grandes opções

24 de abril de 2013 6

 

Por Renato Rizzo

 A Irlanda é um pequeno país de aproximadamente quatro milhões de habitantes no norte da Europa, sendo assim torna-se muito fácil visita-lo, mesmo com pouco tempo e principalmente com as passagens aéreas baratas que se consegue por lá.

Dublin, a capital, abriga em torno de ¼ da população do país e esta situada no extremo leste da ilha.  De Dublin ao oeste da ilha, levam-se aproximadamente 3 horas e meia de carro, região muita visitada pelas famosas Moher Cliffs.

 

 


Moher Cliffs

 

A cidade, embora não muito grande, oferece uma boa quantidade de atrativos culturais e a maioria deles muito próximos. Deve-se ter um pouco de atenção ao caminhar por Dublin, pois o traçado das ruas não é nada retilíneo e as mesmas constantemente trocam de nome.

A partir de 1990 após um longo período de recessão, a Irlanda passou por um rápido crescimento econômico, passando a ser chamada pelos europeus de “tigre Celta”. Nesta ocasião ouve um boom na construção , surgindo novos edifícios . Hoje se podem observar prédios modernos compartilhando as ruas de Dublin com construções antigas, em total harmonia.

Assim como ocorrido recentemente no Brasil, a Irlanda também elegeu em 1991 sua primeira Presidenta, dando inicio a um período de otimismo e prosperidade. Atualmente o país passa por dificuldades econômicas , assim como outros participantes da CEE.

Minha sugestão é visitar a cidade em dois dias, e para facilitar vou dividir a visita em quatro partes, de preferência uma parte em cada turno do dia.

Se você tiver apenas um dia em Dublin , sugiro eliminar a parte três e fazer a parte  quatro a noite.

 

Primeira parte

Visita a Trinity College , A National Library of Ireland e a National Gallery.

O Trinity College foi fundado em 1592 pela Rainha Elisabeth I e está situado bem no centro da cidade, considerado até hoje uma das melhores universidades do país.

O prédio do Museu antigo, construído em 1852 é belíssimo em estilo Gótico veneziano. As construções novas dentro do campus não competem com as antigas.  Imperdível a visita ao interior da “Old Library” situada no centro do Campus, no segundo andar do prédio onde funciona hoje um museu . No andar inferior do museu destacam-se antigos manuscritos iluministas denominados “Book of Kells” , “Book of Armagh” e “Book of Mulling “.

A National Gallery e a National Library estão situadas na mesma quadra em frente ao Trinity College , sendo a primeira um prédio moderno .

No prédio antigo da National Library é imperdível a visita ao  seu interior, onde encontra-se hoje a Biblioteca pública.

Fiquei bastante impressionado com a qualidade da National Gallery , que embora seja um museu pequeno, tem em seu acervo obras de Francisco José de Goya ,Caravaggio, Vermeer e artistas locais como Frederic William Burton com a belíssima obra abaixo .

Meeting on the Turret Stairs

 

Segunda-Parte

Passeio pelas ruas do centro.

Logo saindo da National Library na direção do Dublin Castle ande pelas ruas Grafton  , Johnson Lemon , King st South, Ann st South , Claredone outras.

Muitas lojas, bares e restaurantes.

Como você não pode comer a cada dez minutos, sugiro entrar nos restaurantes e bares para apreciar a decoração de interiores, aproveitando para dar uma olhadinha no cardápio e já escolher o seu preferido para logo mais a noite jantar .

Se você gosta de queijo , logo saindo da National Library na Ann st South faça uma degustação na Sheridan`s Cheesemongers .

Visitar a loja “Avoca” , uma pequena loja de departamentos com vários produtos desenvolvidos por artistas Irlandeses  . De roupas a cerâmicas.  Almoçar no ultimo andar da loja é uma ótima pedida .

De uma descansada na a praça St Stephens Green.

Siga até o Dublin Castle passando pelo “Market Arcade” .

Imperdível tomar um café na Powercourt Townhouse e aproveitar e curtir a Design Center no último andar desta casa do século XVIII em estilo Paladino .

Ali também ocorrem exposições e você encontrará lojas de jóias e antiguidades .

Terceira Parte

Fora do centro .

O mais famoso atrativo de Dublin é sem dúvida a  Guinness Storehouse, mesmo para aqueles que não gostam de cerveja como eu . O ingresso inclui uma cerveja para tomar no último andar e apreciar uma maravilhosa vista 360o da cidade.

No caminho ,visite a St Catherine`s Church .

Para os apreciadores de esporte , o estádio “Aviva “ é um dos mais modernos da Europa.

Kilmainham Gaolé um lugar muito legal de visitar , antiga prisão que funcionou  de 1.796 a 1.924 .

Quarta Parte

TempleBar .

Área situada entre o rio Liffey e a Damestrett.

Esta região, sem dúvida alguma, é o que atrai a grande maioria dos turistas que fazem de Dublin sua opção .  Apreciadores de música, de artes , de comida e principalmente de bebida. Maior concentração de bares e boates, sugiro visitação a noite. A maioria dos bares oferece musica ao vivo .

Visitar o The Clarence hotel junto ao rio Liffey, Foi residência do Bono Vox , no auge do U2  e  é considerado um dos melhores hotéis da capital .


Alhambra : na Espanha como os árabes

23 de abril de 2013 0

A Espanha foi dominada pelos árabes por mais de 700 anos e em Granada , na Andaluzia, podemos ver o mais bem conservado exemplo de arquitetura moura presente na Europa. O Alhambra , a Vermelha em árabe, é uma fortaleza -palácio em formato de cidadela construída com luxo e requinte principalmente em seu interior.

Alhambra

A maior parte do complexo foi construído, principalmente, entre 1248 e 1354, no reino Nasrida , sendo um local onde os artistas e intelectuais procuravam refúgio no decurso das vitórias cristãs por todo o  Al Andalus, como os árabes chamavam a atual região da Andaluzia. Mistura elementos naturais com outros feitos pela mão do homem, sendo um testemunho da habilidade dos artesãos muçulmanos da época.

Quando os Reis Católicos, Isabel e Fernando, conquistaram o Reino de Granada, expulsaram o último califa, o qual ficou muito triste por ter perdido o que chamava de “o Paraíso Terrestre”. Diz a lenda que o monarca teria chorado diante de sua mãe enquanto se afastava da cidade e que esta lhe teria dito:”não chora como uma mulher, o que não soubeste defender como um homem”. No caminho até à costa granadina existe um porto de montanha chamado El Suspiro del Moro“, nome que se obteve desta lenda, já que deste ponto se pode observar toda a cidadela de Alhambra.

Palácio dos Arrayanes

Alhambra é dividida em 2 setores, o Generalife onde localizam-se os jardins e o Palácio Násrida com estrutura posteriores construídas pelos reis católicos que reconquistaram a região em 1492. No Generalife as construções são mais abertas , era onde a corte vivia durante o verão escaldante do sul da Espanha. É totalmente cercada por nascentes e fontes , dando uma sensação de frescor.

Poetas mouros descrevem o Alhambra como “uma pérola encrustrada em esmeraldas”, em alusão à cor dos seus edifícios e à dos bosques que os rodeiam.

O seu elemento mais ocidental é a alcazaba (cidadela); uma posição  fortificada de proteção. O resto do planalto compreende vários palácios, cercados por uma muralha defensiva relativamente fraca, flanqueada por 13 torres, algumas defensivas e outras destinadas a providenciar vistas panorâmicas para os seus habitantes. O bairro de Albaizin, que fica logo abaixo , é uma verdadeira medina árabe encravada em plena Espanha, uma delícia caminhar em suas ladeiras e descobrir lojinhas e pequenos recantos.

No Albaizin ficam os famosos restaurantes Carmen, com jardins particulares  e vistas deslumbrantes do Alhambra. Nós aproveitamos a tarde ensolarada e almoçamos no Carmen de Mirador de Moraima.

Para Hospedagem no centro de Granada a dica é o AC  Hotel Palácio de Santa Paula, maravilhoso convento remodelado e muito bem localizado. http://www.espanol.marriott.com/hotels/travel/grxpa-ac-palacio-de-santa-paula-autograph-collection/

Uma dica muito importante é fazer a reserva para a visita ao Alhambra , sem a qual não é permitida a entrada no Harém e partes do Palácio Násrida. http://www.alhambradegranada.org/es/info/ventadeentradasalhambra.asp

Descobrindo a Alsácia - Por Luciano Zanetello

21 de abril de 2013 2

 

A região da Alsácia – Lorena quase sempre foi motivo de conflito entre a França e Alemanha .

         Originalmente, era território alemão  desde o tempo do Sacro Império Romano Germânico. Foi tomado por Luiz XIV e  desde então  seguiu – se a alternância no controle da região.

           Para ilustrar, na segunda guerra mundial, a região foi anexada à Alemanha, diferentemente do resto da França, que foi ocupada. Seus habitantes, à época franceses, foram obrigados a lutar nas fileiras do exército alemão , a maioria deles  mandados para a  Rússia, evitando que voltassem para casa por conta da distância, 120000 foram convocados, 40000 foram  mortos ou dados como  desaparecidos ao fim da guerra.

          Para aqueles que chegam na região, a impressão é de estar na  Alemanha.  

Desde a arquitetura, passando pelo nome  das cidades e vilarejos e  terminando na culinária, a influência  alemã é  predominante.

Colmar

            Saindo de Estrasburgo a dica é sair da auto estrada e procurar as  placas da ”Rota de vinhos da Alsácia” para perder-se  por seus vilarejos de casas coloridas e telhados pontudos, parecendo saídos de cenário de contos infantis.

Turkenheim

            A região é famosa pela produção dos seus Rieslings, que estão entre os mais renomados do mundo atraindo  milhares de turistas todos os anos. 

Os parreirais

             No período que fomos, o frio extemporâneo e também o mais forte nos últimos anos, atrapalhou um pouco.

             A melhor época para visitar a região é entre Maio e Outubro, já que várias cidades da região  estão  entre as certificadas como “Cidades Floridas da França“, concurso nacional para premiar aquelas que se destacam por seus jardins e flores. 

 O retorno é direto na medida que é mais um atrativo para os turistas e indiretamente eleva a auto estima dos habitantes.

          A cegonha é um símbolo regional. Esteve quase extinta mas hoje já conseguimos vislumbrar alguns ninhos sobre os telhados.

Ninho de cegonhas

         Recomendaria, sem medo de errar, a cidade de  Colmar, que por ser maior pode ser usada como base para incursões na região, nela destaque para seus museus, entre eles  o , que abriga peças importantes da  pintura sacra.

Museu Unterlinden

          O bairro característico é a Petit Venize assim chamado por seus vários canais   

Petit Venize

           É difícil destacar uma cidade em especial, pois corre – se o risco de esquecer de outras. Mas, sem dúvida, valem a visita : Eguisheim, Ingerheim, Kaysesberg, Ribeauville, e a mais famosa delas, Riquewihr. ( foto 945 / 943 – Heidesberg )  foto 973 / 967 – Ribeauville )  foto 1015 / 1022 – Riquewihr

Heidesberg

Ribeauville


Riquewihr

          Em Selestat, um bom passeio é visitar o  Castelo de Haut – Koenigsbourg. 

Castelo de Haut – Koenigsbourg.

           Para não parecer  que  tenha escrito um texto incondicional,  só com elogios, considero a comida na região uma das menos atrativas da França. A opinião é pessoal, por conta da influência alemã  na comida  e, por não fazer parte dos meus pratos favoritos o einsbein nem o chucrute .

         Em compensação, fui apresentado a tarte flambée que parece uma pizza de massa finíssima com variadas coberturas que vale a pena conhecer.

Pausa para a “tarte – flambée”

           Espero ter conseguido  transmitir um pouco das belezas e sensações que tivemos com as fotos aqui postadas . .  

              Auf wiedersehen / Á bientôt ….

Lake Tahoe – O Lago Esmeralda da Califórnia

19 de abril de 2013 0

Por Luciano Leonetti Terra 

                Como um dos estados mais famosos dos Estados Unidos, a Califórnia é conhecida principalmente pelo surf e por ser o berço do cinema americano. Afinal Hollywood é lá. Todo esse propagado “glamour” muitas vezes ofusca outras belezas, às vezes até mais interessantes que a magia da sétima arte. A Califórnia é muito mais que isso.

                Em um final de primavera, mais precisamente no começo de junho, fui para Califórnia na esperança de conhecer além daquilo que já tinha visto em dezenas de filmes e que também me atraía muito: São Francisco, Los Angeles, Santa Mônica, Santa Bárbara, Carmel e todo o litoral do Pacífico. O que não sabia é que a Califórnia que iria descobrir seria muito mais grandiosa do que poderia imaginar. As atrações “comuns” me surpreenderam, mas aquelas que eu não tinha a real noção de como eram, me arrebataram.

                A aventura californiana começou por São Francisco. A intenção era percorrer a distância entre essa cidade e Los Angeles em cinco dias, ou seja, não iria me contentar com a US 01 e todas as suas maravilhas. Queria mais. Sendo assim, ao sair de lá não rumei ao sul, mas sim ao nordeste do estado. Em direção a Sacramento e o interior. O objetivo era circundar o estado pelo leste até encontrar o litoral novamente em Monterrey. E nesse trajeto passar por duas atrações conhecidas, “pero no mucho”: Lake Tahoe e Parque Yosemite.

                O caminho em direção a Lake Tahoe é um espetáculo a parte. Quanto mais ao leste, mais alto, mais frio, mais fantástico. A região onde fica o lago chama-se “High Sierras” e pelo nome já dá para ter uma ideia do que se está falando. As curvas e subidas vão se tornando dramáticas e quando, em um dado momento, avista-se o lago lá embaixo o coração quase pára. De susto e de delírio. A natureza ali, como em toda a Califórnia, é fascinante. As dezenas de tons de verde, as montanhas, o clima. Tudo é puro deleite.

                Era um final de tarde ensolarado quando finalmente cheguei à beira do lago na pacata cidade de South Lake Tahoe. Não há palavras que consigam descrever o lugar. Tentarei. Imagine a cena: um lago de águas cristalinas e verdes, de um pouco mais de 100 Km de circunferência, rodeado por montanhas de picos nevados (no inverno ficam totalmente cobertas de neve) e árvores verdes cobrindo toda a extensão. Para completar, uma estrada serpenteando todos os lados e levando a lugares inimagináveis. A sensação de pertencer a um cartão postal é inevitável.

                No inverno Lake Tahoe é rodeado de estações de esqui, onde foram realizados os Jogos Olímpicos de inverno de 1960. Nas outras épocas do ano é o paraíso dos esportes de natureza. Rumam para lá ciclistas, canoístas e todos os amantes de caminhadas e corridas. No verão os campings ficam cobertos por barracas e motorhomes. Na primavera e no outono o local é mais calmo e perfeito à contemplação. Silêncio no meio de uma paisagem dessas é a maior benção do mundo. Cada minuto é pura meditação. É só se deixar levar pela força do lugar.

                Uma das principais atrações é a Baía Esmeralda e a casa de veraneio Vikingsholm, uma réplica de um castelo nórdico. A vista do alto é de tirar o fôlego. Ela já seria perfeita apenas pela localização, porém ainda se dá o desplante de ter uma ilhota no meio. O detalhe perfeito para finalizar a obra de arte. Sem falar que ainda há uma cachoeira que despenca do alto das montanhas e vem abastecer o lago com suas águas geladas e cristalinas. Circulei por uma boa parte do lado esquerdo do lago. Se você gosta de aventura irá adorar dirigir por essa estrada. Estreita e sempre à beira de abismos. Tem momentos que o penhasco é única coisa que se consegue ver à direita do carro. Pura aventura. E o pior é que o motorista também é filho de Deus. Então, é um olho na estrada e outro na paisagem. Eu sobrevivi, você também sobreviverá.

                Lake Tahoe fica na fronteira da Califórnia com o Estado de Nevada. Se eu já havia amado o lado Californiano, não fazia ideia o que o outro lado me reservava no dia seguinte. Bem cedinho, um dos momentos mais bonitos para contemplar a natureza, saí do hotel e cruzei a fronteira estadual. Desta vez a estrada era mais larga e não tão sinuosa. Os penhascos já não tinham a mesma graça do dia anterior, mas a vista… A claridade e a luz da manhã iluminavam diretamente as montanhas nevadas mais ao oeste e estas pareciam brotar das águas verdes do lago. Para resumir, sentei em um banco e fiquei alguns minutos admirando o lugar. Respirando a natureza e recebendo a energia que foi aos poucos emocionando um a a um. As palavras foram cessando e o silêncio automático tomou conta de todos. Silêncio em respeito, silêncio por harmonia, silêncio por sintonia. Os olhos e todos os sentidos ocupados apenas em sentir e assimilar tudo aquilo que precisava ser sentido. Ainda hoje me emociono ao lembrar daqueles momentos.

                A margem direita do lago pode não ter a Baía Esmeralda, mas tem a Cave Rock e seu túnel. Um lado invejando o outro e concorrendo no quesito magia. Em minha opinião daria empate. Um detalhe importante: como disse no começo, o lago tem mais de 100 Km de margens e eu visitei apenas uns 40 Km. Imagine quantas surpresas esses outros 60 Km poderão oferecer? Um dia ainda voltarei lá para conferir.

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Dicas de Estrasburgo- Por Luciano Zanetello

17 de abril de 2013 2


 Petite – France à noite


Capital e principal cidade da região da Alsacia, a cidade atrai milhares de turistas que acorrem para visitar seu preservado centro histórico, circundado por vários canais abrangendo ali a Petite – France, bairro medieval da cidade.

 

Grande Île

Petite – France

 Ao mesmo tempo, é uma das capitais da Europa devido as várias instituições ali sediadas, entre elas o Parlamento Europeu ( parte dele está em Bruxelas), a comissão Europeia de direitos humanos bem como a cadeia de televisão Franco – Germânica / Arte.

Parlamento Europeu

 Já era citada nos tempos da Roma Antiga ( Argentorum ) e era um dos principais entrepostos comerciais da Europa antiga, por conta da passagem ali do Reno por um dos seus afluentes A navegação nos seus canais é assegurada por diversas eclusas.

Eclusa

 O centro histórico é relativamente pequeno e podemos num dia percorrer as principais atrações.

O canal

A catedral de Strasbourg,  durante muitos anos ( 1625 – 1874 ) foi o prédio mais alto do mundo e uma as joias góticas da Europa. Em seu interior, uma atração à parte é o relógio astronômico com seus três andares. Inaugurado em 1352, foi totalmente restaurado em 1547 e colocado na sua posição atual. Desde o século XVI conta com um globo celeste que dá a posição do sol,  lua e estrelas. Tem um calendário perpétuo e um dispositivo que marca os eclipses futuros. Em 1842, foi instalado nele o comptus eclesiástico, que permite calcular as datas das festas móveis da religião católica. 

A catedral

O relógio Astronômico

Visão noturna da catedral

Nada chama tanto a atenção quanto as figuras de madeira que começam a se mexer exatamente as 12:30 hs, transmitindo no movimento todo um simbolismo de vida / morte e passagem do tempo. O bairro da Petite – France com seu casario medieval é outra das atrações da cidade.

As Pontes cobertas ( não tem mais cobertura ), antigas fortificações da cidade também chamam bastante a atenção

Pontes cobertas

Fortificações

As atrações são variadas e podemos citar a Praça Gutemberg, a Praça Kleber, a Maison Kammerzell ( referência arquitetônica da cidade, a Ópera bem como o Palácio Rohan.

A Ópera

A Praça da catedral com Maison Kammerzell ao fundo

Em Estrasburgo nasceram ou moraram várias figuras importantes da história, entre eles Gutemberg, Erasmo, Calvino, Goethe, Pasteur e Kleber.

Para uma visita aos bairros mais modernos e mais distantes, a dica é pegar o tour de barco que percorre vários canais dando uma panorâmica geral da cidade permitindo também que visualizemos o funcionamento das eclusas que cobrem desníveis de até 1,80 m. Como na nossa visita a temperatura girava próxima de zero, não existia a opção de barcos abertos, por isto algumas fotos ficaram prejudicadas.

 A cidade é famosa por seus biscoitos amanteigadose e a culinária tem forte influência alemã . É uma cidade a ser visitada, tanto por sua beleza própria quanto por ser a porta de entrada para a região da Alsácia e seus vilarejos .

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Espanha Verde, no Caminho de Santiago de Compostela

16 de abril de 2013 2

Seguindo nosso roteiro pelo norte da Espanha saindo da Cantábria entramos nas Astúrias num dia  nublado na região mais verde deste país tão diversificado. O litoral é recortado e verdejante , graças a grande quantidade de chuvas que nunca deixam o clima muito quente neste ” norte de Deus” . Fazia 28 graus nestes dias  e o povo estava morrendo de calor. O visual das estradas do litoral era este!

Picos da Europa - Saindo de Comillas fizemos um desvio para o inteiror para conhecer os montes mais altos do norte da Espanha, o Parque Nacional Picos de Europa. Não tivemos muita sorte porque o dia estava meio nublado o que dificultava admirar o visual em toda sua dimensão. Chegamos até  Potes, cidade que marca um ponto central de visita ao parque.

Potes

 Estradas para os Picos da Europa

Oviedo – Capital do Principado das Astúrias esta cidade nos surpreendeu desde o princípio. Rica , linda e muito acolhedora . Além disto o Hotel Reconquista é maravilhoso, um antigo Hospital lindamente transformado. A cidade é repleta de esculturas o que confere mais charme e valor as suas ruas limpas e arborizadas. Recomendo com ênfase, um dia inteiro em Oviedo para passear e aproveitar o rico comércio.

A bela Lola

 Hotel Reconquista

Avilés - Vale uma entrada nesta cidade portuária só para ver o recém inaugurado memorial desenhado pelo nosso Oscar Niemeyer. O Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer foi projetado como uma ” praça aberta para humanidade, um local para arte, cultura e paz” conforme o próprio arquiteto que recebeu o prêmio Príncipe das Astúrias em 1989 e com ele o convite para ser o mentor do projeto. Não conheci muito a cidade mas gostei muito de ver o talento brasileiro reconhecido.

 

Placas indicando o caminho dos peregrinos

Costa da Galícia - Mais agreste do que o litoral do País Basco, a Galícia nos deliciou com recortes de praias encantadoras e muitas formações que lembram grandes construções.O ambiente é bucólico com muitas fazendas à baira mar e estradinhas que costeiam o litoral.  A Praia das Catedrais, em Ribadeo ,é um recanto lindo e deve ser uma delícia um banho em dia de sol com a maré baixa.

Praia das Catedrais

Santiago de Compostela - Nossa ideia era parar em Lugo antes de Santiago , mas não nos agradamos da cidade e seguimos adiante. Chegamos na cidade mais famosa da Galícia ao entardecer e nosso Hotel Monumento São Francisco foi um grata surpresa. Num mosteiro que ainda funciona e a poucos passos da praça central da cidade , tem uma tarifa muito interessante até para padrões europeus, em torno de EU$ 100,00. Visitamos a cidade, que é bem pequena e assistimos a missa do peregrino ao meio dia na belíssima Catedral Barroca. Ficamos devendo uma caminhada para entrar no clima dos peregrinos.

Catedral de Santiago de Compostela

Isto foi só para dar o gostinho da Espanha do norte, acompanhem por aqui este roteiro detalhado por regiões, abraços e até a próxima!