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Posts de junho 2013

Istambul, vivendo a história in loco

11 de junho de 2013 1

Estamos em Istambul desde dia 6 de junho, chegamos em pleno movimento de protestos contra o governo, o já chamado Primavera Turca . A sensação de estar vendo a história acontecer bem diante dos nossos olhos provoca um sentimento forte, único, especialmente para nós que viemos justamente  estudar e vivenciar os monumentos de sua história antiga.

 Tudo começou como um movimento contra a destruição do Parque Gezi para a construção de um projeto comercial mas a movimentação pacífica dos estudantes contra a destruição do parque, tomou grandes proporções no momento que a reação da policia  foi violenta e exagerada. O primeiro ministro Erdogan mandou atacar os manifestantes com gás lacrimogênio e jatos de água. Eles resistiram e acamparam no parque num clima muito “paz e amor” , dividindo barracas com livros faixas de protestos e palavras de ordem .

São jovens de um nível cultural elevado e o sentimento geral é de orgulho em relação ao seu comportamento. Envolveram a população de todas as idades, estão recebendo alimentos e apoio de todas as partes. Mas o primeiro ministro não cede e cada vez está tornando a mais tensa com uma repressão exagerada e impopular.

Caminhões e retroescavadeiras incendiadas nos protestos.

Na verdade está foi a gota que faltava para encher o balde que já fermenta há algum tempo entre grande parte da população que não está nada satisfeita de como Erdogan paulatinamente vem cerceando algumas das liberdades e intituições criadas por Mustafa Kemal Ataturk, desde a fundação da república da Turquia em 1923. O cancelamento da proibição do véu em lugares públicos como as universidades e a mais nova proibição da venda de bebidas alcólicas depois das 22h, são apenas algumas delas. 

Para quem esta na cidade a passeio e não passa pela Praça Taksim , tudo não passa de manchete de jornal. Nestes dias em que circulamos pale Rua Istiklal, principal artéria do centro moderno de Istambul, sentimos que  esta repressão exacerbada uniu a população, o clima é fraternal,  antigas rivalidades foram esquecidas e estã todos  lutando por um princípio maior, – a liberdade.

Momento da oração em plena Praça Taksim.

Mesa comunitária de comidas distribuídas pela população aos manifestantes

 Hoje o ar está mais pesado , desde o Bósforo vimos alguns sinais de incêndios e agora há pouco tentei me aproximar da praça, mas o ar está irrespiravel, o vento que sopra da Praça  Taksim está carregado de gás, logo as narinas e olhos arderam tanto que acabei desistindo e voltando para o hotel.

Texto e fotos Clarisse Linhares e Mylene Rizzo

Roteiro pela França e país Basco - St Jean de Luz - Hondarríbia e os Pirineus

04 de junho de 2013 8

 

Este é a última parte do roteiro que fiz agora em maio de 2013, se você não acompanhou os outros posts, aqui vão os lincks para você se situar melhor:

http://wp.clicrbs.com.br/viajandocomarte/2013/05/30/roteiro-pela-f…-basco-parte-i/

http://wp.clicrbs.com.br/viajandocomarte/2013/06/02/roteiro-pela-f…basco-parte-ii/

Nosso roteiro anterior terminou em San Sebastian ou se você preferir Donosti, em basco. Saímos de lá cedinho da manhã estava um dia lindo, decidimos seguir a dica de  um vendedor muito simpático da loja da Rip Curl, que nos falou de um lugarzinho que é uma pérola e pouco conhecido - Hondarríbia.
Como ficava a poucos kms de San Sebastian decidimos ir tomar café da manhã lá, e não poderia ser mais acertado, chegamos em uma pequenina cidade à beira mar que está exatamente na fronteira com a França, apenas separadas por um rio.

Hondarríbia parece uma cidade de bonecas tudo é lindinho, bem cuidado, a gente não consegue parar de fotografar.

Sentamos em um café neste calçadão e ficamos curtindo o sol e a paz do local.

Seguimos viagem até  Saint Jean de Luz, que já fica na França. Uma cidadezinha simpática, arrumadinha na beira da praia, na verdade um pouco parecida com Hondarríbia, mas bem maior. Estacionamos o carro e fomos caminhar um pouco, nosso objetivo era entrar num mercado para comprar tudo  que precisávamos, para almoçar nas montanhas que nos esperavam logo mais adiante - Os Pirineus.

Saint Jean de Luz

Parada estratégica antes de pegar a estrada para as montanhas, onde nos esperava um pic nic dos sonhos.

Coloquei este mapa para ficar mais fácil de entender nosso trajeto pelas montanhas, veja ali no mapa que saímos de Saint Jean de Luz, perto da 1h da tarde, e pegamos a auto estrada em direção a cidade de Pau, mas saímos na altura de Sauveterre de Béarm.

Foi só sair da auto estrada que a paisagem já era totalmente diferente, que lugares fantásticos, só mini cidades as petits villages que eu amo de paixão, estradinhas estreitas, vazias, a primavera no seu auge.

Começamos a procurar o lugar ideal para o nosso pic nic.

E achamos este antigo lavoir , anterior a água encanada era um lugar com água potável disponível a população. Perfeito.

Com água limpa, um tapete verde, era hora de “por a mesa”!

ao lado desta antiga ponte onde escutávamos o barulho forte da água correndo.

Olhando no mapa havíamos escolhido a cidadezinha de Laruns para passar 2 noites e explorar a região.

No caminho passamos por Oloron Sainte Marie, outro lugar lindo.

Oloron Sainte Marie

O dia já estava se despedindo quando chegamos ao nosso destino - Laruns, ahh que prazer, sem stress, sem trânsito, só beleza por todos os lados, nem tivemos trabalho para escolher hotel, pois só havia um, que estava no coração da village.  Hotel D´Ossau, simples né, mas novinho, wifi free, café da manhã, uma vista de tirar o fôlego, por 63 euros a diária, para que mais?

http://hotelossau.pagesperso-orange.fr/

E amanheceu este dia espetacular em Laruns, e esta era a nossa vista da janela.

Este da foto é o nosso hotel em Laruns.

Os Pirineus franceses é considerado como uma das regiões mais intocadas e selvagens da França, a gente passa por muitos viajantes de moto, aventureiros de bicicleta e alguns peregrinos indo para Santiago de Compostela. Tem 2 grandes vales para visitar aqui o Vale D´Ossau e o Vale D´Aspe.

Nesta casa da esquina é o Oficio de turismo, e foi só ele abrir que já estávamos querendo saber quais as trilhas mais bonitas, na redondeza para explorarmos. Eles são muito organizados e estruturados, dá gosto de ver, uma pena que a gente aqui no Brasil tem tantas belezas que não são aproveitadas.

de mapinha em punho lá fomos nós por estradinhas sinuosas montanha acima, eu adoro brincar de achar estradas de terra na Europa, são tão raras e só quando acho me sinto totalmente fora das rotas turisticas, sinto a adrenalina da descoberta.

Começando a subir, segundo o mapa tínhamos que achar uma capelinha no caminho que marca o inicio da trilha à pé.

Eba!! Estávamos no caminho certo.

Deixamos o carro e começamos a trilha, que era mais ou menos de 4h. As trilhas são todas sinalizadas e você nunca se afasta muito dos vilarejos então não precisa ter medo, não tem perdida.

Até um cajado eu arrumei pra mim, estava quase me sentindo uma andarilha de Compostela! :) !

Não tem coisa que me emocione mais do que isso, estar no meio da natureza intocada, em um dia esplendoroso de sol, caminhando, nosso você precisa experimentar é estado de graça total, é sentir a energia do lugar, uma experiência quase espiritual.

Nem preciso dizer que levamos comida e neste cenário fizemos o ritual do pic nic.

Eu tinha um desejo de fazer um vôo duplo de parapente, e achei que este era o momento. Quando passei por uma escola de saltos no meio da trilha achei que era o sinal. O instrutor nos indicou a escola que ficava no outro vale o Vale D´Aspe.Depois de terminada a trilha pegamos a estrada e fomos conhecer o Vale D´Aspe e quem sabe voar como no filme Os Intocáveis.

Muitos ciclistas pelo caminho.

Passamos por esta igrejinha do século XII que fica na rota de Santiago de Compostela, lá dentro um peregrino rezava.

Apenas para encurtar a estória, quando chegamos em Accous, que era o lugar da escola de Parapente, para a minha grande frustração, toda a torcida do Flamengo tinha tido a mesma ideia que nós :(  e não havia mais lugar para vôos duplos naquele dia! arghhhhhhhhhhhh!

Fiquei muuuuito frustrada, mas durou pouco,naquele cenário vamos combinar né? Eu sou da teoria que a gente nunca pode esgotar um lugar, sempre tem que sobrar alguma coisa para a próxima vez. então já sabem né?

 

www.air-altitude.com          me aguarde!!!

  

Pedimos um Rosê gelado e ficamos admirando os parapentes voando contra os picos nevados.

Chegamos no nosso refúgio super cansadas e famintas, depois de um banho e um papo com os locais descobrimos um restaurante que  fechou o dia com chave de ouro. Fica uns 5km de Laruns ou nem isso chama -se  L ´Ayguelade. Ótima comida em ambiente acolhedor, era tudo o que precisávamos.

Olha só para isso!

E isso!

Tá bom, não vou colocar a sobremesa, é muita tortura!

No dia seguinte ainda fizemos outra caminhada, paramos em um restaurante nas montanhas onde fizemos uma degustação do especialidade local o Fromage de Brebis, que é o queijo de ovelha, uma delicia.


Parecia uma viagem no tempo, para uma frança que não existe mais.

Já me alonguei demais como sempre né? :(( !

Eu espero ter conseguido transmitir um pouco do encantamento que senti durante estes dias viajando pela França e Espanha, sem muito roteiro definido, apenas nos deixando levar  pelos sentidos, brincando de possuir todo o tempo do mundo para fazer o que mais gosto nesta vida – viajar!

Endereços:

Restaurante L´Ayguelade

Bielle – 64260 – Arudy

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Roteiro pela França e Pais Basco - Parte II

02 de junho de 2013 0

 

Museu Guggenheim em Bibao

Na primeira parte do nosso roteiro eu falei um pouco sobre La Rochelle, que fica na costa do Atlântico na França e de lá descemos até Bordeaux, Arcachon, Biscarrosse Plage, onde passamos o feriado ensolarado de primeiro de maio.

De Biscarrosse nosso próximo destino era a badalada praia de Biarritz, eu já ouvira falar bastante sobre Biarritz, que é um lugar de boas ondas para o surfe, que muitos milionários  russos se refugiaram aqui depois da Revolução em 1917 e continuaram chegando após a queda do comunismo. Chegamos em Biarritz ao cair do dia.

Chegando na lendária praia de Biarritz

Estávamos viajando com o guia da Lonely Planet da França ( eu sempre recomendo o LP, acho que é o guia que reúne mais qualidades pois ele fala sobre a história dos lugares e tem sempre dicas atualizadas de atrações, hoteis, restaurantes, etc) e minha super co pilota Victoria já havia escolhido um hotel para a gente ficar, e olha GPS e dobra e vira e acabamos achando o

Hotel De Silhouette:  http://www.hotel-silhouette-biarritz.com/?lang=fr  muito bom e o porteiro da noite era um uruguaio, o David, professor universitário, queridíssimo que nos deu todas as dicas nas redondezas. O Hotel você pode entrar no site e conferir, tem estacionamento, e um jardinzinho atrás onde servem café da manhã, quartos ótimos, novinhos, e mesmo que não fosse, depois de dirigir por umas 4h tudo o que eu queria era um banho e um jantar com vinho francês, óbvio.
E a dica do David foi mortal comemos muuito bem a 2 quadras do hotel no Le Bistrot des Halles, super acolhedor, pois a temperatura estava nada de verão, pedia um tinto nacional

Le Bistrot les Halles – Biarritz

O dia amanheceu horroroso, chovia copiosamente… ahh e o nosso petit dejeneur no jardim?? Que saco!! Não tem nada pior em uma viagem do que chuva! Todo o resto a gente dá conta, mas chuva é um corte total. Aquela manhã que poderia ter sido de caminhadas pela praia, de exploração de novos lugares se resumiu em um café da manhã compridoooo, e coragem para colocar as capas de chuva e não tem jeito, vida de turista não dá trégua.

Biarritz

Biarritz, que deve ser bem legal – no verão!

Então o meu julgamento sobre Biarritz não conta muito, eu achei bonita,  a gente percebe que aquele lugar tem mil estórias, já foi a praia do imperador Napoleão III, é a praia dos russos e dos surfistas, mas depois de caminhar algumas horas na chuva achamos que estava na hora de pegar a estrada outra vez e com chuva nada melhor do que visitar o fantástico Museu Guggenheim em Bilbao, que para padrões brasileiros era ao lado, pois somente 150km de auto estrada nos separavam  do nosso pequeno paraíso cultural – Bilbao.

Esta parte da Espanha é muito verde, mas também né com toda esta chuva, só podia  :)! Pegamos a auto estrada que é no meio das montanhas e  bem sinuosa, mas estar entrando no Pais Basco, na Espanha, foi legal, é uma das coisa que eu curto na Europa, a gente anda um pouco e troca o idioma, as comidas, os preços, as pessoas, esta diversidade embora tenha diminuído ainda é muito sensível.

Bilbao no país Basco, uma cidade que respira arte por todos os poros.

Aqui nosso guia morreu, pois ele era só da França e chegamos em Bilbao sem pai nem mãe.  A chuva já tinha parado e fomos direto ao Oficio de Turismo no centro da cidade, a tática é sempre a mesma, chegar nas cidades e ir seguindo as indicações para o centro, não tem perdida. No info turismo elas nos deram todas as informações, os hoteis mais bem localizados todas as barbadas, mas pasmem! O hotel que elas me ofereciam por uma diária de 170 euros, ali mesmo eu entrei no www.booking.com/bilbao, o MESMO hotel me dava 2 diárias por U$ 15o !! Dá para acreditar?? E olhem que não ganho nenhuma comissão do booking! Mostrei para a moça e ela ficou tão surpresa quanto eu! Reservei pela internet é claro.

Hotel Ercilla, um hotel 4 estrelas, enorme nada de mais, mas muito bem localizado, eu recomendo que se vocês forem a Bilbao façam uma pesquisa antes, deve ter hotéis mais charmosos. De qualquer maneira aí está o linck:

http://www.hotelercilla.es/

Dia seguinte SOL! Ebaaaa! Ahh vai dizer? Um dia bonito faz toda a diferença.
Saimos para a visita do dia, o Guggenheim nos aguardava.

Museu Guggenheim 

Interagindo com a obra gigantesca do artista Richard Serra.

Jeff Koons

O Museu  é um capítulo à parte em Bibao, eu tinha muitas expectativas com relação a esta obra de arte gigante do arquiteto Frank Ghery, que abriu suas portas em 1997 e desde lá só vem melhorando e agregando grandes artistas ao seu acervo. O museu superou tudo aquilo que eu imaginava, fiquei simplesmente encantada, fiz as pazes com os homens, que tem a capacidade de construir obras como esta para o desfrute da humanidade.

A aranha – obra da artista francesa Louise Bourgeois.

O Museu tem várias opções de almoço, se você for um gourmet, deve experimentar o estrelado restaurante Nerua, que tem um menu degustação de  6 pratos a 100 euros por pessoa. Tem o Bistrot do museu que é a mesma cozinha do Nerua com 2 opções de menu por 18 ou 25 euros. Como a Victoria é vegetariana achamos que pagar 100 euros para ela dispensar a metade não valia a pena e almoçamos no bistrot, deliciososo, mas já vou avisando é só para quem não esta com muita fome olha os pratos:

Bacalhau com purê de mandioquinha sobre ovas de salmão.

Ravioli de cogumelos com roquefort

Nós pegamos uma exposição chamada L´Art en Guerre – França, 1938-1947: De Picasso a Dubuffet, que fica em cartaz até dia 8 de setembro de 2013. Absolutamente imperdível, pois não se trata só de pinturas, mas de histórias , de sobreviventes da guerra , que produziram arte nas condições mais dramáticas, em campos de concentração, em uma França ocupada pelos nazistas, é uma exposição linda, pungente, emocionante.

Saimos a caminhar pela cidade ainda em estado de graça, contemplativas. Seguindo as dicas das meninas do info de turismo caminhamos até o funicular Archanda que fica a uns 10 minutos de caminhada do museu, onde se tem uma vista incrível de Bilbao.

Desing moderno no Hotel Hesperia

Vista do funicular de Archanda

O Guggenheim visto do alto.

Arte em todos os lugares

Eu não poderia sair de Bilbao sem indicar um ótimo restaurante italiano que fomos, o La Nicoletta, comida deliciosa, farta, comemos carpaccio, saladas, massa tomate manjericão, vinho da casa e o preço foi algo em torno de 30 euros. Recomendo.

Depois de 2 dias nos despedimos de Bilbao e nossa próxima parada foi San Sebastian, que já fica bem perto da fronteira com a França. O dia estava lindo, fresquinho, mas ensolarado e depois de largar o carro e as malas no Hotel San Sebastian
http://www.hotelsansebastian.net/  que fica a 3 quadras da praia, fomos conhecer Donosti – o que? Você não sabia que San Sebastian em Basco é Donosti?? Ahh gente pouco curiosa… pois este idioma é um mistério – o basco – ninguém sabe a sua origem, ele não descende de nenhuma lingua indo européia, e é totalmente incompreensível, sabe o Catalão, que a gente até pesca uma que outra palavra? Pois com o basco pode esquecer, nadica de nada!

San Sebastian é uma delicia, uma cidade relax, pessoas, muitas pessoas caminhando, crianças, a impressão que tive aqui é que todo mundo estava se divertindo, bares cheios, praças cheias, ruas ainda mais…


E aqui notei uma coisa bem típica, sabe restaurantes como a gente conhece? Todo mundo sentadinho, calmo, comendo, aqui euzinha não vi nada parecido, o que eles cultuam são bares, de preferência apertadinhos, com balcões repletos de pinchos, que são todo o tipo de aperitivos que você puder imaginar, poucos lugares para sentar, o povo daqui gosta de ficar em pé em volta do balcão. Nós fomos em vários assim e os pinchos são dos deuses, usam presunto cru, queijos, mel, camarão, polvo, tudo o que a sua imaginação ordenar.

A foto não faz jus a esta maravilha, olha só: uma alcachofra torradinha por fora e com coração macio com vieiras por cima e molhinho de pesto, é para matar!
Aqui dou a dica do Zeruko, que foi uns dos tantos que pinchamos. 

O surfe invadiu o asfalto

Bah gente eu bem que tentei, fazer este roteiro em 2 posts, mas é impossível, são tantas emoções :) !
Já ficou muito longo então vou ter que escrever a parte III , que eu aconselho vocês a não perderem pois é onde vai estar a cereja do bolo, nossas aventuras por um dos poucos lugares ainda remotos, selvagens e absurdamente lindos da França : Os Pirineus.
aguardem!
Bisous!!!

Endereços:

Le Bistrot des Halles

Endereço: 1 Rue du Centre, 64200 Biarritz, França

Telefone:+33 5 59 24 21 22

Bar Zeruko

Endereço: Calle Pescaderia, 10, Donostia-San Sebastián, Guipúzcoa, Espanha

Telefone:+34 943 42 34 51

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