Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts de outubro 2014

Marque sua assessoria e faça uma viagem diferente!

30 de outubro de 2014 0

1231638_631587980218891_1992386103_n

Viagem India Inspirations - Imagens captadas pelo grupo

27 de outubro de 2014 0

67257_847689561942064_7682791180758641269_n

1016434_10205076071891604_1455154400929058462_n

10383656_725033647565273_6847200189447606825_n

10514551_947721118588668_7747799013277306553_n

10600488_10205076167213987_112274913978643729_n

10628199_725033670898604_6732359928157817427_n

10690227_10205047780584339_2944526337850355855_n

1780629_845280115516342_9034179580370755114_n

10704081_725560714166371_6398574098400819838_n

10734214_847689205275433_9068973147474581270_n

Islândia - Muito além da Björk - última parte - Por Luciano Zanetello

17 de outubro de 2014 0

Este post conta   a última parte da viagem, no primeiro a ideia era seguirmos até Reijkhyalo conhecendo seus arredores, deixando para o outro dia as atrações  no caminho até a capital. Na saída de Hofn  seguimos costeando o mar  com as montanhas do outro lado até Djúpivogur onde começava a parte dos Eastfjords.

DSCN0662

Costa

A partir dali a estrada contornava longos braços do mar que avançavam quilômetros formando os fjords.

DSCN0684

 Fjord

Quase que invariavelmente, no ponto mais interno de cada braço tínhamos uma cidade. Andamos assim por um bom tempo até que enveredamos para o interior do país passando por um longo túnel sob um primeiro cordão montanhoso para depois  subirmos mais ainda,  sempre na direção do  lado norte  da ilha.

DSCN0687

interior da ilha

Nenhum registro  especial neste  trecho mas sempre a beleza da natureza intocada proporcionando belas fotos. Almoçamos em Egilsstadir e seguimos  mais um longo trecho que nos levaria até as atrações próximas de Reykjahliö e do lago Myvatn.  Já próximos do lago, saímos da Ring Road para conhecer a maior cachoeira da Europa, a Dettifoss.

DSCN0691

Dettifoss 

O tempo estava pesado  com alguma chuva.. Perto dali visitamos o Hverir, local com vários geisers, fumarolas e um forte cheiro de enxofre.

DSCN0703

DSCN0705

Em seguida uma lagoa nos mesmos moldes da Blue Lagoon e 2 km depois chegávamos a Reijkhyalo na margem  do Myvatn.

DSCN0719

 Lago Myvatn

DSCN0727

Todo o contorno do lago é uma via panorâmica pontilhada de hotéis. O nosso ( Hotel Laxa ) ficava a uns 15 km do “centro”  nos moldes e cores da arquitetura local  foto 716 Hotel. No dia seguinte, nosso último para explorar as belezas do país, acordamos cedo. O tempo tinha firmado e com as informações que tínhamos pego no hotel ,seguimos, para visitar os principais pontos.

DSCN0733

 

DSCN0737

Paisagem 

Uma curiosidade, apesar do tamanho diminuto da maioria das cidades, todas, invariavelmente tem um centro de informações para os turistas. Fora isto, em todos os hotéis também encontramos bastante material e informações disponíveis facilitando nossa  vida. Começamos o dia com algumas fotos das paisagens do lago e suas pitorescas formações rochosas. A região é de intensa atividade vulcânica com várias crateras espalhadas ao redor do lago. Fomos a Dimmuborgir   onde existe um sítio das, formações rochosas remanescentes das erupções vulcânicas de milhares de anos atrás.

DSCN0740

 Dimmuborgir 

Sempre contornando o lago, estacionamos ao pé da cratera Hverfjall  e após uma boa escalada contemplávamos seu interior.

DSCN0747

Cratera Hverfjall  

DSCN0755

Dali, retornamos  pelo caminho da chegada de ontem e pegamos a subida para o vulcão Krafla  com  sua cratera  de águas azuis.

DSCN0760

cratera Viti  

A próxima parada foi um campo de atividade geotérmica,  todo ele circundado por extensos campos de lava endurecidos.

DSCN0765

 atividade intensa

DSCN0774

 Lava endurecida 

No caminho, mais uma usina de aproveitamento geotérmico.

DSCN0777

Usina 

Outra curiosidade, é que a Islândia utiliza só 25% da energia que gera devido ao enorme manancial no seu sub-solo. Aproveitamos para nos certificarmos de que o chuveiro que escorria água constantemente na beira da estrada, era de fato  quente.

DSCN0780

água quente  

Almoçamos com uma bela vista do lago e seguimos. No caminho, Godafoss ( mais uma cachoeira ), e  paisagens cinematográficas.

DSCN0786

 Godafoss

No meio da tarde, passamos por Akureury  segunda maior cidade da Islândia e logo adiante saíamos da estrada principal para visitar mais atrações.

DSCN0801

 cavalos islandeses 

A primeira era o Bronkovir, fortaleza construída em  tempos imemoriais.

DSCN0805

 Bronkovir 

Mais alguns quilômetros e chegávamos em Hvitserkur, uma  formação vulcânica no meio do mar.  A mitologia nórdica é pródiga em mitos e lendas. Um deles era dos Trolls que viviam a noite e não podiam se expor a luz do Sol. Este monolito  segundo a lenda, é um  Troll  que foi apanhado pelo nascer do sol e ficou ali petrificado para toda a eternidade.

DSCN0814

Troll de pedra

O tempo que já estava carregado, fechou completamente e por vários quilômetros a visibilidade era muito baixa. Na chegada a Reyjkaviq um longo túnel ( 6 km ) sob o mar nos levou da Ring Road as proximidades do centro. Infelizmente nossa viagem tinha chegado ao fim. É claro que não conseguimos ver tudo mas já tínhamos chegado a conclusão de que se for possível, visitaremos novamente a Islândia, agora no inverno pois a “fotografia” do país será completamente diferente. Na volta, nossa escala era em Heathrow. Como chegaríamos tarde da noite e nosso voo no outro dia seria as 6:00 h, resolvemos experimentar o hotel dentro do próprio aeroporto, tipo cápsula ( Yotel ) . A vantagem  é que não perdemos tempo com deslocamentos e existe a opção de locação por hora. O quarto lembra muito uma cabine de navio e todos os espaços são calculados e aproveitados. Foi uma boa experiência e recomendo muito para estas ocasiões  de conexões e vôos muito cedo.

DSCN0826

DSCN0827

Hotel Heathrow 

De Vik até Hofn : Glaciares e Vulcões - Islândia parte II - Por Luciano Zanetello

14 de outubro de 2014 0

Em Vik, pegamos as informações das atrações na redondeza dando prioridade aquelas próximas a Ring Road em função do nosso tempo.

DSCN0575

Vik

A primeira parada foi o  Dyrhólaey  que era o outro lado da praia que tínhamos visitado na tarde anterior.

DSCN0512

 Dyrhólaey

DSCN0549

O visual era impactante parecendo que toda  paisagem tinha sido montada para fotografias.

DSCN0543

DSCN0550

Areia Preta Dyrhóaley

DSCN0534

 Panoramica Dyrhóaley

DSCN0567

Farol

DSCN0568

 Dia de Sol  

Dali, voltamos a estrada para cumprir a jornada de 300 km até Hofn  nossa próxima parada. Nesta região,  a estrada corre entre o mar e a maior geleira da Islândia a Vatnajökull.

DSCN0592

 O Vatnajökull ao longe

Por dezenas de quilômetros vamos ora nos aproximando ora nos afastando da geleira.

DSCN0589

 Os campos de Lava 

Esta condição peculiar dos vários braços do degelo correndo para o mar resultou que a região só foi interligada ao resto do país em 1974 porque a solução tradicional de estrada não era possível tanto pelo volume inconstante do degelo quanto por eventuais erupções .  A solução encontrada foi um grande conjunto de pontes metálicas ( passagem só num sentido ) sobre  estes vários vãos.

DSCN0643

 Ponte metálica

Toda esta engenharia foi inútil quando em 1999 uma grande erupção na região lançou toneladas de lava ,neve e lama destruindo o que encontrava pela frente. A interrupção durou 24 dias até refazerem todas as estruturas . Não tínhamos muita informação do que veríamos no caminho e seguimos parando onde achávamos bonito e fotografando.

DSCN0582

 Cachoeira no caminho

A única indicação dos posts que tínhamos lido era a a Landmannalaugar perto do vulcão Hekla  onde poderíamos observar campos da lava e fontes termais. Na saída da Ring Road  para o local quando  vimos que distava 70 km da nossa rota e  não tinha  asfalto, desistimos. O visual dos campos de lava ao lado da geleira é inusitado.

DSCN0592

Logo chegávamos ao Parque Nacional de Skaftafell ,com sua estrutura de camping, centro de visitantes e também,  ponto de partida para incursões sobre a geleira.

DSCN0601

 Fácil de pronunciar  

No verão caminhando, no inverno com snowmobiles. O parque, como em vários lugares na Islândia tem várias cachoeiras e fontes termais. Como já tínhamos caminhado sobre o Perito Moreno, não fizemos a caminhada no glaciar só chegando  até a borda.

DSCN0611

 Na borda do Glaciar

Um pouco mais adiante, chegávamos no local mencionado  como uma das maiores atrações no País, Jökulsarlón.

DSCN0644

 Jökulsarlón  

DSCN0646

DSCN0648

DSCN0621

Lagoa Glacial

Por conta do aquecimento global, as pontas da geleira se desprendem e ficam flutuando neste lago até diminuírem bastante de tamanho e serem finalmente carregadas para o mar. A paisagem, o silêncio e aquelas enormes esculturas de gelo dão ao lugar uma atmosfera  surreal. Ficamos um longo tempo contemplando o lento deslocamento daqueles pequenos icebergs.Tivemos a sorte de ver um bloco enorme se desprendendo do principal e flutuar até ficar preso entre outros no canal que leva ao mar.

DSCN0649

 Trancados no Canal

DSCN0656

Esculturas de Gelo

Já com a tarde  bem avançada, seguimos fotografando  bastante pelo caminho até Hofn onde dormimos aquela noite. Uma das vantagens de visitar a Islândia no verão é que os dias são bem longos, em Setembro o anoitecer era por volta de 21:00 h.

No próximo post, a última perna da nossa viagem . Os dois dias que nos levaram primeiro até o lago Mývatn  e  no outro o retorno a  Reyjkaviq.

Escócia - de carro pelo país do Kilt - Por Luciano Zanetello

09 de outubro de 2014 3

_DSCN0281

Ilha de Skie

Há muito tempo as Highlands já chamavam nossa atenção. Quando começamos a  pesquisar, as menções à beleza da Ilha de Skye fizeram com que a viagem  virasse um giro nas Highlands  com uma permanência maior na ilha.

Nosso voo descia em Edimburgo e reservamos um dia para conhecer a cidade. O Castelo domina a cidade da sua posição estratégica. Não deixa de conhecer a Royal Mille Catedral de S. Giles, o Museu Nacional da Escócia, e a colina de Calton Hill.  O cuidado aqui é jantar cedo pois mesmo sendo verão a cozinha da maioria dos restaurantes fecha as 21:00 h.

_IMG_0836

Calton Hill

IMG_0844

A Royal Mille e Catedral de St. Giles

No dia seguinte, pegamos o carro já preparados para encarar a “mão Inglesa” e iniciamos o nosso giro.

Uma dica, compre na chegada um chip local com pacote de dados ( aqui chamam de Sim card por  $ 40.0 / 60 ,0 ). As ligações ficarão infinitamente mais baratas e teremos   a vantagem da utilização da Internet  com o  Google Maps podendo dispensar o GPS no aluguel do carro que sempre encarece a locação.

A primeira parada foi em Stirling no castelo que domina a cidade com  a estátua de  Robert  “The Bruce” que conquistou a independência da Escócia ( tendo atraiçoado Willian Wallace anteriormente )

DSCN0009

Castelo de Stirling

Seguimos dali  até Inverness a capital das Highlands as margens do rio Ness. 

_DSCN0039

Inverness

No dia seguinte fomos contornando o lendário Loch Ness com o passado pulando para dentro do carro a cada curva.

DSCN0072

Castelo Urqhart – Lago Ness

Seguimos cruzando as Highlands   até passarmos  a ponte que nos levaria  a Ilha de Skye 

DSCN0047

Preparando o Inverno

_DSCN0085

Castelo de Eilean  Donan / Filme do Highlander

DSCN0324

Ponte de Skye

Um dos destinos mais procurados na Europa, é  a segunda maior ilha da Escócia  Sua natureza exuberante aliada a baixa densidade demográfica faz dela um paraíso para os apreciadores da natureza e esportes.  A capital da ilha é Portree no mais, pequenos vilarejos.

DSCN0149

Portree

Pela extensão da ilha, longas distâncias e pouco trânsito fora da temporada, nos pontos mais difíceis para acesso a estrada possui uma única faixa de rolamento com refúgios laterais  espaçados para quando carros de sentido contrário encontrarem –se, um deles tomará o refúgio e esperará  o outro  passar. Várias vezes aconteceu isto e todos esperavam normalmente acenando e agradecendo o direito de passagem cedido.

_DSCN0286

Estrada em Skye

Por todo o País apareciam as manifestações  do plebiscito

plebiscito

Plebiscito na Escócia

As atrações são tantas que é preciso priorizar o que se quer ver. Nos 03 dias,  vimos as principais, para ver tudo, seria necessário mais tempo. A culinária traz muito da  Inglesa  como o  “fish & chips”, muito pescado, caças  e o tradicional “haggis”.  Existem todos os tipos de hospedagem desde exclusivos hotéis, B&B e vários campings.

Sem querer determinar quais atrações seriam mais importantes, as que visitamos foram o Quirang, formação  no norte da ilha com belos visuais , o contorno Norte da ilha onde a cada curva tínhamos que parar para fotografar um ângulo novo. “The Old Man Storr “ formação rochosa mais conhecida da ilha que se chega após uma intensa caminhada.

DSCN0211

Quirang

_DSCN0225

Old Man Storr

_DSCN0235

O castelo de Dunvegan que até hoje abriga um dos clans que alternaram-se no domínio da ilha, os MacLeods e os MacDonalds,  Neist Point um farol no ponto mais Setentrional da Ilha , as “Fairy Pools” série de piscinas com agua muito transparente  junto  das Cullen, cadeia montanhosa da ilha.

_DSCN0255

Duvengan Castle

DSCN0267

Neist Point um farol no ponto mais Setentrional da Ilha

DSCN0144

Fairy Pools

Em cada estradinha que pegávamos as paradas eram constantes para fotos. O nosso hotel foi uma ótima  surpresa, ficava na beira do mar dentro de um bosque e tinha toda a atmosfera dos filmes ingleses ”

DSCN0188

Flodigarry Hotel

Caberia ainda mencionar “Kilt Rock” uma queda d’agua onde segundo os locais, a pedra no fundo lembra a padronagem de um Kilt, ( daí o nome ) e também Tallisker Bay com sua areia preta e a famosa destilaria.

DSCN0179

 Kilt Rock

DSCN0309

Talisker Bay 

Na volta, sempre passando  por  lagos, rios e castelos  cruzamos  Fort Willians onde está localizada a montanha mais alta da Escócia ( Ben Navis ), e dormimos em Oban um balneário bastante procurado. Ao final, deixamos o carro em Glasgow e partimos para a outra parte da viagem, a Islândia , que em outro post conto  como é.

DSCN0347

Oban 

Para quem gostou deste post , visite nosso site e descubra outros passeios em grupos especiais ou contrate uma assessoria particular para montar sua própria viagem :)

https://www.viajandocomarte.com.br

Islândia - Uma terra a ser descoberta - Parte 1 - Por Luciano Zanetello

05 de outubro de 2014 0

Das razões para escolher a Islândia  como destino, as principais foram  as paisagens exuberantes do País, a  proximidade da Escócia ( 2 h de voo partindo de Glasgow ) onde tínhamos programado a primeira  semana e também a possibilidade de conhecer um lugar que não faz muito abriu-se para o turismo  visto que antes do “crash” de 2008 tinha preços proibitivos para o turismo (em Reais é claro).

DSCN0381

Vista aérea  

Descemos no aeroporto internacional de  Reyjkaviq  que dista 50 km da cidade. Pegamos o carro agendado e rumamos para a atração mais perto;

DSCN0364

Blue Lagoon

É uma coisa boa de se fazer no caso de chegar assim com o dia já bem adiantado pois ao longo de todo o país temos várias atrações do mesmo gênero. É um lago  de águas muito azuis e  quentes  resultante do aproveitamento geo térmico que abastece a cidade. Um complexo de lazer foi todo montado ali e sem dúvida a diversão e o relaxamento são garantidos .

Como curiosidade, aqui vão algumas informações da Islândia. A população é de aproximadamente 300.000 habitantes sendo que 1/3 vive na capital ,o restante da população distribui-se ao longo do  litoral, a área equivale a da Inglaterra .  No inverno todas as estradas que levam ao interior do país permanecem fechadas. Até 2008 a média de visitantes /ano era de 60.000. No ano passado 400.000 turistas visitaram a Islândia.

DSCN0376

Igreja em Reyjkaviq

DSCN0384

Arte na cidade  

DSCN0396

Visual Urbano  

DSCN0407

Iceland Tasting  

DSCN0386

Harppa, / Centro Cultural    

Todas as atrações são grátis mas, por conta do aumento exponencial dos turistas, hoje já  cogitam a cobrança em alguns dos sítios  mais visitados para angariar fundos de manutenção.

Em um dia intenso é possível visitar todos os pontos interessantes da capital. O clima  é bastante peculiar com sol, chuva e vento alternando-se ao longo do dia .

A ideia  era percorrer a “Ring Road”, rodovia que contorna a ilha  acompanhando o litoral .

No outro dia   seguimos em direção as atrações do “Golden Circle”, um dos tours mais concorridos. Uma  constatação que fizemos ao longo dos dias é que encontrávamos as mesmas pessoas nos vários pontos que passávamos pois a grande maioria opta por fazer o  circuito ao longo da ilha. Nossa primeira parada foi no Parque Nacional  Pingvellir.

DSCN0430

Parque Nacional  Pingvellir.

É  uma região de intensa atividade geológica  onde estão localizadas as placas tectônicas da Eurásia e América do Norte que seguem afastando-se na razão de 3 mm /ano . Aqui também existe um local emblemático  onde foi instaurado o primeiro parlamento da antiguidade   ( 930 DC ).

DSCN0427

Local do primeiro Parlamento da antiguidade  

DSCN0432

Corredor entre as placas tectônicas  

Dali seguimos para o parque Haudakalur onde se encontra o famoso Geysir ( que está sem atividade atualmente ) que nominou genericamente todas as fontes termais semelhantes. Perto dele encontra-se o Strokkur o mais regular Geiser em atividade hoje em dia com erupções a cada 10 / 15’.

DSCN0435

Parque Haudakalur

DSCN0440

Strokkur

Completando o circuito seguimos para a cachoeira Gullfoss. Por conta dos inúmeros glaciares na Islândia,  o que mais vimos ao longo do país foram  cachoeiras. A nossa ideia no primeiro dia era seguirmos até Vik , pequena cidade mais ao  sul  na Islândia. Passamos por Stanholz ,um sítio importante na antiguidade no aspecto religioso e  dali ,entramos na rodovia n° 1 , a Ring Road.

DSCN0452

Cachoeira Gullfoss

DSCN0459

Abrigo típico  / Stonholz

DSCN0478

Seljalandfoss

Belas paisagens nos acompanharam por todo o trecho. No caminho vimos a indicação do local para visualizar o Eyjafjallajökull  ( pequena tradução de Islandês : Eyja = Ilha, Fjalla = Montanha , Jökull = Glaciar , traduzindo , Glaciar da ilha Montanhosa )  vulcão que levou o caos a Europa em 2010. Ali uma grande foto mostra a imagem  um dia após a erupção. Comparando a tranquilidade do lugar, fica difícil acreditar que é o mesmo local.

DSCN0483

Vulcão  Eyiafjallajökull  hoje

DSCN0481

Vulcão um dia depois da erupção / 2010  

No final do dia chegamos a  Reynisfjara  uma praia vizinha a cidade de Vik com  areia preta , cavernas e bonitas  formações rochosas. Fomos para o único hotel da cidade.

DSCN0499

Reynisfjara

DSCN0519

 

DSCN0507

Parede de Lego

Como o céu estava limpo ( condição não muito frequente ), havia a possibilidade do aparecimento da aurora Boreal. Pegamos na portaria informações sobre os sites que atualizavam as condições a cada 30’e rumamos para fora da cidade  longe das luzes esperar que tivéssemos sorte. Após 2 horas de espera e um início de torcicolo de tanto olhar para cima, desistimos e fomos dormir pois no dia seguinte, teríamos mais um longo trecho para cumprir dentro do nosso cronograma.

No próximo post conto esta outra parte ….

Exposição imperdível no Hospital Matarazzo em São Paulo

01 de outubro de 2014 4

Para quem gosta de São Paulo , um bom motivo para voltar a cidade é a exposição Made by… Feito por Brasileiros que reúne obras de 100 artistas de diversos países no antigo Hospital Matarazzo. Depois de ser interditado pela Vigilância Sanitária em 1993, o  Hospital foi abandonado. Os edifícios foram tombados, o que dificultou qualquer intervenção no espaço desde então.

“Loucura é o tema mais importante na história da Humanidade. Só os loucos são loucos o suficiente para pensar que podem mudar o mundo, e eles realmente o fazem”

Alexandre Allard

obras-9

Escultura de Arne Quinze

Os poemas de Oswald de Andrade, as canções de Seu Jorge, as estátuas de Iemanjá e o pão de queijo – aos poucos, o Brasil conquistou o francês Alexandre Allard. Tanto que o responsável pelo revival da Balmain e o do hotel Royal Monceau comprou os 27 mil m² do antigo complexo do Hospital Matarazzo, em São Paulo, para implantar, entre outras coisas, um hotel seis estrelas projeto de Jean Nouvel – a única construção nova prevista no terreno, cuja totalidade dos edifícios, tombados, será restaurada. Seu projeto-xodó, na verdade, é o centro cultural, que abrigará aulas, exposições e shows.

antena_arte_exposicao_matarazzo_01

Imagem de um dos prédios históricos do antigo complexo hospitalar feita por Cristiano Mascaro

 

O projeto CIDADE MATARAZZO,  foi inaugurado com uma grande festa só para convidados, na sexta-feira dia 5, com shows de Seu Jorge, Preta Gil, Anitta e Carlinhos Brown .

hospitalmatarazzo-580x358

A exposição fica aberta ao público até o final de outubro, depois vai dar lugar aos trabalhos de reforma.

joana-vasconcelos-5

A instalação ‘Valquíria Matarazzo’, de Joana Vasconcelos, ocupa toda a capela

Para chamar a atenção ao seu empreendimento, Allard chamou o curador Marc Pottier e organizou a exposição Made by… Feito por Brasileiros. A iniciativa gerou controvérsias entre alguns artistas, que acusam o projeto de associar o conteúdo a um negócio imobiliário.

antena_arte_exposicao_matarazzo_05

Pintura de Janaina Tschape

joana-vasconcelos-3

Confira os principais motivos para ver a exposição:

1) Como os prédios não foram reformados, tem-se a experiência de ver arte em um espaço que parece mal-assombrado.

2) Filmes clássicos de Zé do Caixão serão veiculados nas paredes .

3) Estátuas de santos encontrados no local serão usadas numa instalação por Rodrigo  Bueno com plantas medicinais

4) A exposição traz nomes importantes da arte contemporânea brasileira como  Nuno Ramos e Vik Muniz

photo-3

Detalhe da obra de Joana Vasconcelos(Foto: Veja São Paulo)

5) Há também exemplos de trabalhos bem diferentes, como o da Tribo Warli, da Índia. São pinturas na parede que lembram arte rupestre e foram desenvolvidas para se comunicar, já que esse grupo não conhecia a escrita.

6) Cada cantinho do jardim, do hospital, da maternidade e da capela abrigam obras, muitas vezes inusitadas, como as ambulâncias em sucata que viraram uma obra de Daniel de Paula.

7) O ambiente reúne obras lindas que valem pelo impacto visual. A escultura de Arne Quinze, por exemplo, é feita de ripas de madeira pintadas de vermelho e tem mais de cinco metros de altura.

8) Não faltam bons lugares para fazer ótimas fotos. E, aqui, elas são liberadas.

9) É a melhor exposição em cartaz na cidade na cidade de São Paulo, com nomes internacionais de peso como Yoko Ono, Cindy Sherman, Ai WeiWei, Xu Bing e Joana Vasconcelos.

10) Apesar do alto custo, praticamente todas as obras vão para o lixo quando a exposição acabar. Ou seja, a chance é única.

obras-32-2

Os restos de uma embarcação e um violoncelo formam ‘Dádiva’, de Nuno Ramos