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Posts de novembro 2014

Talk Show na Livraria Cultura - com Clarisse Linhares

24 de novembro de 2014 0

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Nesta terça-feira tem Mapa Mundi Talk Show na @livraria_cultura do Shopping Bourbon Country! Vamos falar sobre a arte de viajar bem, e a queridíssima Clarisse Linhares estará conosco batendo um papo com o público. Clarisse é porto-alegrense, publicitária, professora de História da Arte, viajante e sonhadora. Em 2006, nasceu a @viajandocomarte, numa parceria com a amiga, Mylene Rizzo. O projeto já visitou países como Egito, Marrocos, Rússia, Tailândia, Camboja, Peru, França, Itália, Turquia e mais recentemente a Índia. 

✏ Mapa Mundi Talk Show
Livraria Cultura
25 de novembro 2014
⌚ 19h30

Castelos, vinícolas e lagos - Pedalando pela Hungria

07 de novembro de 2014 1

Em agosto deste ano, verão na Europa, partimos em uma viagem em família pelo interior da Hungria. De bicicleta. Foi a melhor das aventuras, foram 7 dias pedalando entre lindos cenários, contato intenso com a natureza com as pessoas e degustando bons vinhos.

Contratei a mesma operadora que já tinha usado na nossa pedalada na Alemanha, a Bike Tours Direct, tudo funcionou muito bem e lá estávamos nós aterrissando em Budapeste. Um guia já nos esperava no aeroporto para nos levar até Vezprém uma cidadezinha a 122km de distância, onde começaria nossa viagem de bicicleta.

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Este foi o nosso roteiro, já adianto que não foi uma barbada, fazíamos uma média de 40km por dia, o que de verdade não é nenhum problema, o que tornou o roteiro um pouco mais puxado foram as subidas. Como nosso roteiro incluia a região das vinícolas, estas ficam nas colinas acima do lago mais famoso da Hungria - o Balaton,  em alguns trechos encaramos umas subidas.

A Hungria tem um passado glorioso como parte importante do império Austro-Húngaro, e em Budapeste é onde este fausto e opulência se tornam bem presentes, o interior é lindo, mas bem mais modesto, afinal foram muitos anos vivendo sob o austero regime comunista.

Uma farta janta nos esperava no Hotel em Vezprém, aliás a comida servida em todo o nosso circuito foi deliciosa. Muito Goulash é claro, mas peixe grelhado e pernil de porco maravilhosos. Uma dieta variada e gostosa, pois precisávamos de toda a energia para pedalar!

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Vezprém, também conhecida como a cidade das rainhas, porque foi aqui que a primeira rainha da Hungria, Gisele da Baviera,  e todas outras rainhas que se seguiram, foram coroadas. Visitamos a cidade antiga que tem um castelo e vários lugares históricos. A cidadezinha tem um astral legal, restaurantes, bares e bastante gente na rua.

Na manhã seguinte voltou nosso guia do dia anterior, que era igual ao tenista sérvio Djokovic, ele que levaria nossa bagagem diariamente até  nosso próximo destino e mais um guia que nos explicou todo o programa, nos entregou as bicicletas, mapas e o GPS, pois nosso roteiro era self guided, ou seja, nós conosco mesmo, éramos donos do nosso tempo, nosso único compromisso era deixar as malas até as 9h da manhã na portaria dos hotéis por onde passávamos.

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Partiu! Saimos de Vezprém em lindo dia de verão, nosso destino a cidade balneária de Balatonfured que ficava a 38Km de distância.

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Tudo super florido, muitas igrejas pelo caminho que era quase todo feito em ciclovias.

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Primeira vista do grande lago Balaton.

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Paradas ótimas no trajeto.

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Almoço no meio de um bosque, fresquinho, já estávamos quase no nosso destino.

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 O primeiro Goulash da viagem, a gente nunca esquece :) !

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Chegamos em Balatonfured à tardinha, a cidade é tão animada como as nossas praias no verão, cheia de restaurantes, bares, uma marina com muitos veleiros e muitas barraquinhas para degustar os vinhos da região.

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Nosso hotel de Balatonfured era muito bom, com piscinas térmicas e restaurante bem servido. Importante – no nosso roteiro o regime era de meia pensão e o vinho sempre estava incluido! Para nossa alegra! :)

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Dias lindos de verão nos acompanharam nesta semana, pegamos também um temporal de verão, tomamos banho no lago, fizemos pic nics, visitamos castelos, o interior da Hungria e lindo e merece ser visitado.

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Muitas lavouras de Girassóis pelo caminho.

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Maças maduras.

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Veados em um parque nacional.

Em Tótvázsony, paramos em uma pousada nas colinas de vinhedos, em uma vinícola, um lugar lindo, tranquilo cercado de parreirais.

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Um lugar que gostamos em especial foi Tihany, onde existe uma Abadia Beneditina de 950 anos, construída no topo de um vulcão extinto de onde se tem vistas incríveis de toda a peninsula.

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 Vista de cima em Tihany.

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Vale logo abaixo do Castelo de Szigliget, destruído no século XVI pelos invasores turcos.

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Pic nic e sesta na grama macia, para fugir da hora mais quente do dia…

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Nas margens do Lago Balaton, as pessoas ficam como na praia.
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Foi uma semana memorável em familia, uma opção de viagem que eu super recomendo, agente não precisa ser super atleta para fazer e se divertir muito.
No próximo post vou contar sobre nossos dias em Budapeste, cidade impactante, belíssima, onde alugamos um apartamento ótimo, localizado no meio da muvuca por um precinho muy amigo!

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Pastor na volta a Vezprém.

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Último por do sol no interior da Hungria, no dia seguinte iríamos para Budapeste.

Foi uma semana memorável em familia, uma opção de viagem que eu super recomendo, agente não precisa ser super atleta para fazer e se divertir muito.
No próximo post vou contar sobre nossos dias em Budapeste, cidade impactante, belíssima, onde alugamos um apartamento ótimo, localizado no meio da muvuca por um precinho muy amigo!

Ahh eu não poderia encerrar o post sem apresentar nosso amigo Djoko com o Paulo, para vocês!

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O jovem que deu uma volta ao mundo entrevistando e fotografando crianças - por Felipe Pereira

03 de novembro de 2014 0

Em julho de 2013, passei 4 dias em uma ilha hondurenha, na companhia do menino da fotografia abaixo. Conheci-o no primeiro, e me despedi dele no último, com a naturalidade de quem já vinha se mantendo em um estado constante de partida havia mais de um ano. Javier foi uma das últimas crianças que eu entrevistei durante minha viagem.

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Javier, eu e um paraíso caribenho pouco conhecido

Com 19 anos recém completos, comecei a dar uma volta ao mundo sozinho. O tempo vinha roubando de mim, e de todos amigos ao meu redor, a juventude que um dia tínhamos esbanjado. Meu melhor amigo, que sonhava comigo desde a infância em fazer essa viagem, desistira dela.

https://www.youtube.com/watch?v=ianGjUcGOv4

A história do vídeo é verdadeira. E o jovem que a conta sou eu.

Percebendo que muitos outros viravam adultos e abandonavam antigos sonhos, decidi partir sozinho e de imediato, com as economias de uma adolescência passada, em grande parte, adentrando concursos culturais e vendendo os prêmios ganhos na internet.

 

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Crianças no Himalaia

 

Durante a jornada, que me levou para mais de 30 países em quase um ano e meio, entrevistei e fotografei as crianças que cruzaram meu caminho, tentando redescobrir a juventude através das palavras e dos olhares delas.

 

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A rota percorrida

 

Foram 6 meses na Europa, um semestre na Ásia, e pouco menos que isso na América Central. Os lugares que mais me marcaram não foram aqueles que percorri rapidamente cobrindo grande distância, mas sim aqueles em que diminuí o ritmo e permaneci por um bom tempo. É o caso da vila na Indonésia em que fui “adotado” por uma família nativa, virei professor em meio período na escola local, aprendi a me comunicar no dialeto deles e surfei e joguei bola até não poder mais.

 

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Pés descalços, todos sentados no chão: era assim o ambiente escolar no interior da Indonésia

 

A história, originalmente contada em forma de carta ao melhor amigo, virou um livro. E o livro virou o centro de um projeto de financiamento coletivo. O funcionamento do financiamento coletivo é novidade para muitos, aliás. No modelo, aqueles que querem ver um projeto acontecer podem “comprar” uma recompensa através de um “apoio” em dinheiro. No entanto, o “apoio” só é debitado – e as recompensas só são produzidas – se o projeto bate sua meta de arrecadação (geralmente, um valor que cobre os custos de produção da obra) ao fim do prazo estipulado. Caso a meta não seja batida, o dinheiro volta para o apoiador, e ninguém sai perdendo. Para conhecer esse projeto, ver as formas de apoio, e saber mais sobre a história, clique http://www.catarse.me/pt/JovemOSuficiente

 

Você já pensou na Macedônia , Bulgária e Romênia? Um roteiro inusitado ficou acessível à bordo do maravilhoso navio Silversea

01 de novembro de 2014 1

O bom de trabalhar com turismo é que qualquer destino que se invente de visitar vira prospecção e daí não tem ruim. A gente descobre , fuça e , às vezes tira leite de pedra , mas na maioria se encanta com o inusitado.

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Nunca tinha pensado em visitar a Macedônia , na verdade só tinha escutado falar em Meteora e por aí acabavam meus conhecimentos sobre a região.

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Meteora

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Pois o roteiro do navio Silversea foi uma surpresa atrás da outra. A começar pelo próprio navio, que acaba de ganhar o prêmio de melhor navio do mundo de pequeno porte pela mais renomada revista de turismo : a Condé Nast Traveller.

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Então tudo começa com o serviço , mais do que 100%! As cabines , todas em tamanho muito confortável e a maioria com varanda, abrigam os 280 passageiros. Um mordomo serve cada pequeno grupo de cabines facilitando a colocação de roupas nos closets, isto mesmo, e se coloca a disposição para reservas nos 4 restaurantes , serviço de quarto e muito mais.

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De longe o mais interessante numa viagem de navio é a comodidade de amanhecer cada dia em um porto, sem a preocupação de malas, check in e tudo mais. Enquanto se poderia questionar o tempo e a tranquilidade para explorar o novo , o pessoal do navio já vem com uma “lecture” para dar toda a história e principais atrativos do próximo destino. Pois nosso roteiro foi perfeito neste sentido , para dar um primeiro olhar em possibilidades nunca d´antes navegadas e se for o caso , voltar para curtir com mais vagar.

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Para ser bem sincera , o único senão da viagem foi o fato de estarmos na Grécia e não termos aproveitado nenhum dia de praia. O roteiro não privilegia ilhas com belos exemplos de praias gregas mas também outubro já está um pouco além dos dias quentes e propícios a um banho de mar . Vejam o pessoal na piscina! Cobertores a postos.

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Saímos de Istambul , na Turquia para nosso primeiro porto na Macedônia (região norte da Grécia). Kavala é uma cidade pequena , simpática dominada por um centro antigo com vestígios gregos , romanos e otomanos. Antes de tomarem Istambul os turcos passaram por aqui conquistando a cidade.

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O aqueduto no centro é dos mais lindos e bem conservados que eu já vi.

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Mas Kavala não é um motivo para se deslocar até a Macedônia. Já Thessaloniki sim! A cidade é berço de Felipe , pai de Alexandre , o grande . Um lugar moderno , arejado , repleto de cafés e restaurantes descolados . Adorei tudo . Do calçãdão à beira mar com a famosa Torre Branca até a religiosidade das tantas igrejas ortodoxas.

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A história é densa , parace que a gente sente nas pedras da rua os anos e as dores por que passaram estes povos. Aproveito para indicar um livro que através da saga de uma familia conta um pouco da história do lugar ” O Fio” de Victoria Hilslop. O Museu Arqueológico é muito interessante e bem montado, as coroas de ouro do período helenístico são demais.

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É uma cidade que precisa ser desvendada , ela é como um amor difícil , que não se entrega ao primeiro assédio. Os sítos arqueológicos se espalhas pelas calçadas.

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Em cada jantar no navio , uma enorme variadade de possibilidades! O serviço sempre atencioso e impecável, os garçons chamam os passegeiros pelo nome. A gente se sente especial , cuidado e acarinhado. Os restaurantes são todos deliciosos , difícil escolher. Mesas individuais, atendimento personalizado.

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Em Volos o que vale mesmo é pegar um carro e seguir a Meteora. (O navio tem serviço de passeios em grupo para destinos mais distantes, não é assim um Viajando com Arte, mas ok! ) Uma paisagem que mistura natureza e prodígio humano e que nos faz sentir pequenos diante da grandeza de seus construtores. Algo que lembra a Capadócia , mas num clima mais místico e com menos turistas.

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Eram vinte mosteiros , hoje são apenas seis , mas o espírito esta bem guardado numa filosofia eremita. Apesar de ser desconhecida a data exata de fundação de Meteora, crê-se que os primeiros foram eremitas que se estabeleceram em cavernas no século XI. Formou-se um estado monástico rudimentar procurando um refúgio seguro à ocupação dos turcos otomanos, encontraram nos rochedos inacessíveis de Meteora o local ideal.

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De lá voltamos para a Turquia numa parada estratégica em Izmir , que já foi um enclave grego na região. Daqui o mais interessante também é sair do porto para visitar Ephesus, a antiga cidade romana que eu já conhecia de outras edições da viagem Turquia com Arte. Como o dia estava lindo , Izmir tornou-se uma parada interessante, uma cidade grande cheia de mercados e um belo calçadão à beira mar. Para interessados em Ephesus aqui está o linck para o post, é imperdível:

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Aqui um dos pontos altos do roteiro , um dia de nevegação cruzando o estreito de Dardanelos , o mar de Marmara e o estreito de Bosphoro para chegar no Mar Negro. Um delírio passar pela cidade de Istambul ao entardecer, suas mesquitas e minaretes desenham o horizonte e os passaros acompanham o barco fazendo uma trilha sonora. Um dos momentos mágicos da minha vida.

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O Mar Negro não é muito diferente de nosso conhecido Atlântico, tem um azul profundo e águas traiçoeiras.

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Mas os países que nos esperavam tem uma história recente marcada por um regime comunista ditatorial que deixou marcas profundas de amargura e muita pobreza , mesmo vinte e cinco anos depois de seu fim. A Romênia e a Bulgária foram nossos destinos na região , tendo em vista que a Ucrânia esta convulsionada e não permite visitas na atualidade.

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Na Romênia chegamos no porto de Konstança que nos serviu apenas de escala para seguirmos por 250km de boas estradas até Bucarest. É uma região plana agrícola , e aquele imaginário fantasioso que compartilhávamos , de acampamentos de ciganos em florestas desabitadas não é por aqui que iríamos encontrar. Bucarest para mim foi um choque .

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Por mais que eu já tivesse lido sobre as atrocidades do ditador Nicolau Ceaușescu no período comunista , o Palácio do Parlamento na cidade é maior e mais estarrecedor. É o segundo maior edifício do mundo (só perde para o Pentágono) num dos países mais pobres da Europa , foi construído sobre os escombros de uma cidade que tinha uma arquitetura elegante e que cuja a sofisticação de sua elite deram-lhe o apelido de “Paris do Leste”. Durante a liderança de Ceaușescu (1965-89), a maior parcela da parte histórica da cidade foi destruída e substituída por edifícios do estilo comunista, em particular altos blocos de apartamento. O melhor exemplo disso é o desenvolvimento do chamado Centrul Civic (o Centro Cívico), onde todo um bairro histórico foi demolido para dar à luz os edifícios megalomaníacos de Ceaușescu.

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Mas nem tudo é desolação e lembranças negras em Bucareste. No outono os diversos parque se pintam de cores quentes e o Museu de arquitetura com replicas de prédios das diversas regiões da Romênia é muito lindo e bucólico em meio as folhas caindo.

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O centro antigo esta sendo restaurado , o que pode fazer com que a cidade retome sua tradição perdida.

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Por todos os portos o que não faltavam eram romãs, vermelhas , deliciosas in natura ou como suco!

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Assim como quase todas as outras cidade que passamos neste roteiro , Nessebar na Bulgária também guarda vestígios de cinco civilizações que por ali passaram: gregos, romanos , bizantinos , otomanos e búlgaros.

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Mas o pequeno porto no Mar Negro preservou bem este seu legado e nos brindou como uma das melhores surpresas do roteiro.

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Igrejas bizantinas intactas abundam nesta pequena cidade , hoje ponto de veraneio valorizado. Mas já estávamos longe do verão e a maioria dos turistas temporários já fora embora nos deixando um clima ameno numa cidade tranquila que praticamente abriu suas portas para nosso pequeno navio.

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Desvendamos os segredos de Nessebar pela manhã e à tarde saímos para fazer um safari nas montanhas!

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Bueno , safari aqui deve ser bem entendido como um percurso exploratório em um espaço agreste , montanhas altas mas animais e selvagens então , nem por perto. O esporte predileto dos búlgaros é a caça o que fez sobrar pouco para vermos nos campos.

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Pessoa muito simples ainda vivem com restos de veículos do período comunista. O mais difícil , segundo nos disseram foi resgatar a auto-estima.

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E para completar esta viagem especial ter a companhia de uma amiga de mais de quarenta anos ! Temcoisas que não tem preço!

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