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Posts de novembro 2015

Luang Prabang : sabores exóticos e espiritualidade no Laos

30 de novembro de 2015 2

Luang Prabang e patrimônio universal da Unesco e uma das cidades mais simpáticas que conheci. Uma mistura de arquitetura francesa do século XIX com pitadas do oriente. Uma cidade de 50 mil habitantes com mais de 30 mosteiros , acaba sendo meio mística e espiritual. Por lá o que mais se vê nas ruas são tuk-tuks e bicicletas, os carros em sua maioria estão relacionados com as atividades turísticas. Mas o ritmo é lento e a vida corre sem pressa.

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O Rio Mekong corta a cidade e se impõe em toda sua grandiosidade, ele determina os destinos e traça as fronteiras entre Tailândia , Laos, Cambodja e Vietnã. Para cruzá-lo as balsas são o único meio , por aqui ainda não temos pontes no Mekong. O Rio Khan é mais modesto e em época de seca permite uma ponte de bambu seja construída, mas ela é levada pelas águas em época de chuvas.

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Em Luang Prabang todos os turistas tem encontro marcado no Night Bazaar, uma miríade de barracas com artigos de todo o sul asiático. Não vai faltar lembrancinha para ninguém.

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Mas são os monges que dão o tom na cidade. Quando chegamos e nos enlouquecemos com cada monge que víamos pela ruas, buscando um bom ângulo para fotografar, nosso guia nos olhou com estranheza e comentou : logo vocês vão cansar! Realmente , a cidade é dominada por eles , em todas as horas do dia passeiam com suas vestes cor de laranja e seus guarda-chuvas (sol) coloridos com um sorriso discreto e afável.

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Os monges comem duas vezes ao dia, praticamente somente o que recebem em doações. A primeira refeição perto das 6 horas da manhã e a segunda ao meio dia. Luang Prabang, a pequena cidade no interior do Laos desperta. O alvoroço começa logo cedo, um alvoroço silencioso, respeitoso, se é que posso denominar assim…

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A comunidade se levanta da cama sem preguiça, pois antes da vida começar existe algo que une a todos, que unifica a cidade através da generosidade, bondade, harmonia e fé. É hora do religare, de ligar-se ao grande círculo virtuoso chamado “Cerimônia das Almas”. É hora da população doar comida e sustento para monges e noviços dos inúmeros templos budistas do povoado, garantindo assim o alimento daqueles que tanto zelam pelo equilíbrio da sociedade e da natureza. São centenas de meninos, moços e senhores que foram para os templos por vocação ou por necessidade, que tem como ponto em comum seguir o caminho iluminado de Buda, mantendo vivos seus fundamentos e práticas. Muitos noviços que chegaram aos templos ainda crianças, foram enviados por seus pais com a esperança de garantir educação, alimento e um teto para morar. Como o Laos é muito pobre diversas famílias vêem nos templos budistas uma salvação para parte de sua prole.

Para nós a agência providenciou potes de bambu de arroz quente que distribuímos , com nossa própria mão , pelas panelas de vários grupos de monges. Para doar alimento deve-se tirar o sapato e se colocar ajoelhado.  Colocar um pano xadrez atravessado é opcional e não cobrir a cabeça. Pequenos tapetinhos coloridos são colocados nas calçadas para que a população possa se sentar. O mercado ambulante vende potinhos de sticky rice, um arroz super típico que é base da alimentação asiática, assim como alguns bolos doces e bolinhos salgados feitos de legumes e vegetais. Quem não pode preparar algum alimento em casa pode se valer desse “mercado” e ajudar, os turistas também assim se abastecem.

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O pote de barro e metal onde recebem,  logo é tapado para o arroz não esfriar. Podem receber dinheiro e outros alimentos em doação.  Nao bebem , não fazem exercício, não tocam em mulheres. Mas podem fumar e portar telefones celulares, ah a tecnologia…Os noviços usam um braço descoberto enquanto que os monges mais graduados cobrem os dois braços. A ordem é não tocar nos noviços e monges, olhar com respeito e doar a comida que foi levada com parcimônia para que todos da fila sejam contemplados

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Quase todos os homens do Laos já passaram um período de suas vidas no mosteiro, lá educam as crianças , estudam línguas, preceitos do budismo e meditam. Um orgulho para qualquer família.

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Uma das coisas mais interessantes no Laos é a sua culinária, uma mescla de sul asiática com toques franceses , mas bem mais perfumada do que apimentada. . A base de tudo é o sticky rice cozido no vapor , um arroz por aqui comumente chamado de “unidos venceremos”.  O sticky rice, comido com a mão ,  representa a essência do que significa ser lao, comem mais esta espécie de arroz do que qualquer outro povo do mundo .

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Nos divertimos com refeições onde fomos servidas com pratos locais numa espécie de menu degustação. Tudo começou com uma sopa de bambu e cogumelos, uma prévia do que vinha pela frente , já estava me sentindo o próprio urso panda. Outra variação de sopa bastante encontrada é sopa de cidró (lemon grass) e leite de coco com galinha, normalmente abrem qualquer refeição mais elaborada. As salsichas reinam nas feiras.

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Nas entradas a carne de bufalo seca, quase como um charque só que mais durinha acompanham as deliciosas algas do rio Mekong fritas com gergelim e recheadas com arroz e uma pasta apimentada, esta parte eu adorei e até trouxe para casa para fazer num momento especial. A alga chama-se kaipen e a pasta jaew bong.

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A salada papaya verde é um prato barato e muito utilizado pela população local, pode ter a variação de banana verde. Bem mais saborosa é a salada de pomelo com camarão, não esqueçam que o equilibrio entre o doce , o azedo e o apimentado é um dos pontos altos . Canudos de bambu recheados com porco vimos por toda parte. Não dá para perder a visita a feira de alimentos que acontece cedo pela manhã, ali a diversidade é bem maior , cobras e larvas de todos os tamanhos , mas estes eu fiquei devendo.

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Os peixes de água doce abundam , a bacia do Mekong é muito rica: peixe assado em folha de bananeira é o mais comum. A galangal, espécie de gengibre,  é muito usada também e aves de todos os tipos , especialmente o pato. O padaek , molho de peixe é usado como base em muitas receitas .

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Adoramos a galinha com temperos e tamarindo e a flor de cidró recheada com galinha. Como prato principal os noodles tem um lugar especial , assim como em toda Ásia a massa de arroz com vegetais é feita em milhares de formatos e receitas, com ou sem carne.

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As frutas são muito saborosas , a longan é uma  fruta tipo lichia, que também é muito comum assim como o mangostin. Eu particularmente adorei o maracuja doce e o abacaxi.

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A apresentação de tudo é um primor, caixinhas de palha e bambu servem de recipiente para chás e outras delicadezas. Embalagens em folhas de bananeira também não faltam . Só o que fica devendo mesmo é aquele docinho com açúcar, nada feito, a sobremesa no máximo é um arroz de leite com coco ou uma tapioca com frutas.

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Os restaurantes são muito charmosos em Luang Prabang, algumas padarias em estilo francês se espalham pelas ruas em torno do night market . O mais típico que experimentamos foi o Tamarindo, com vista para o Mekong. Nos falaram muito bem do Lemon Grass , mas não deu tempo de conferir. Para um prato mais ocidental o Elephant é a pedida.

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Muitos cafés servem o prato que eles chamam grill , mas é tipo um wok, nós experimentamos o Lao Lao Grill, bem transadinho e simpático. O Diem Sabrae ( do outro lado rio Khan), tentamos mas com acesso mais complicado não chegamos a conhecer, apesar das boas referências.

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Assim diremos adeus ao Laos e sobretudo kop chai lai lai , ou seja, muito obrigado na língua desta gente afável e descontraída, pela qual nos encantamos e nos deixamos contaminar de sabores e espiritualidade.

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Parque Nacional de Itatiaia , onde os ventos batem no rosto

24 de novembro de 2015 0

Por: Caio Neumann

Vento no rosto, sensação de liberdade: de lavar a alma.

A mais ou menos a 300km de São Paulo, na Serra da Mantiqueira, fica o belíssimo Parque Nacional de Itatiaia. Chegar lá é fácil: Saindo de São Paulo é só pegar a Dutra e seguir sentido Rio até o km-316, chegando a Itatiaia, onde fica uma das entradas do parque.

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Fui para lá em agosto desse ano acompanhado do meu amigo Felipe Gaúcho (dono dessas belas fotos). Já que o lugar fica no topo da serra, a incidência de chuva forte no inverno é menor, então é a melhor época pra conseguir acampar pelo parque com mais segurança e com menos lama nas trilhas. Nos três dias que ficamos lá conseguimos visitar as duas partes do parque:

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LADO A

Primeiro a parte baixa, onde a entrada é ali mesmo na cidade de Itatiaia. Os atrativos são as três cachoeiras do complexo maromba e o centro de visitantes. No centro, existem umas salas de exposições artísticas e um acervo biológico da fauna e da flora de toda a região.

Ponte

As cachoeiras são incríveis. Uns 15 minutos de caminhada pra chegar a cada uma, em trilhas bem sinalizadas e cobertas de vegetação. A cachoeira véu de noivatem uma das quedas mais belas que já vi aqui no Brasil, e a piscina natural do maromba é tão bonita que nos faz esquecer a água abaixo dos 0° e fica impossível não dar um mergulho.

Resumindo: o lugar é lindo. Sem contar as visitas inesperadas de famílias de macacos fazendo travessias pelas árvores do entorno das cachoeiras e as diversas espécies de pássaros que cantam e voam pelo céu.

Prateleiras

LADO B

O outro destino foi a parte alta do parque. Para chegar lá precisamos pegar a estrada de novo e subir uma serra de uns 35km até chegar na entrada, que fica a 2.350 metros de altitude.

A principal atração da parte alta é um circuito de uns 12km de trilha numa região gigantesca que te contempla a todo tempo com uma vista panorâmica de outro planeta. A trilha é bem sinalizada, mas dá pra se perder fácil desviando do caminho pra chegar a algum pico que parece ser incrível, e que geralmente é, mas foge do trajeto.

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Existem três cumes que podem ser escalados nesse circuito, o Pico das Agulhas Negras, o Maciço das Prateleiras e o topo do Morro do Couto. Para subir no Pico das Agulhas Negras e nas Prateleiras um guia e equipamento profissional são requisítos mínimos. Como eu não tinha nenhum dos dois, fui direto na tentativa doMorro do Couto, que fica há 2.680 metros de altitude. E que vista incrível, que lugar impressionante! Uma das mais belas vistas que já vi.

Caio na Paisagem Louca

No fim do circuito chega-se a um abrigo que cabem quatro ou cinco barracas pra três pessoas e é o único lugar pra dormir ali no alto do parque. A noite é daquelas que o céu fica surreal de tantas estrelas à vista. Para quem gosta de se programar, dá pra reservar lugar no abrigo direto pelo site oficial. Para quem não sabe o que é planejamento – como eu – tem várias opções de campings pela região.

Se você gostou deste post visite nosso site www.viajandocomarte.com.br e saiba mais sobre os próximos grupos e roteiros personalizados.

 

Marrocos , desvendando passeios e roubadas

15 de novembro de 2015 3

O Marrocos encarna todos os estereótipos da cultura muçulmana que o ocidental traz consigo, mas é muito mais do que isto, é um país africano e eminentemente berbere. Apesar de estar no hemisfério ocidental é uma civilização oriental e mística , repleta de superstições e tradições milenares que são mantidas e guardadas sob o véu da modernidade.  Seja pelas paisagens, arquitetura ou gastronomia e cultura sempre encontramos nossas referências e criamos aqui uma nova história em cada visita, e olha que já foram três grupos nos últimos cinco anos. A época mais indicada para fugir do calor do verão vai de setembro e abril, em outubro a temperatura é amena e é estação de romãs e laranjas! Curtam um pouquinho do o nosso vivenciou por lá.    IMG_0698

Casablanca

É diferente de todas as outras, uma cidade nova, grande e desenvolvida pelos franceses no século XX. Mais moderna e cosmopolita só vale uma passada para ver a Mesquita Hassan II à beira mar. Não precisa passar por aqui se não for escala de voo, pois o país tem muitos outros pontos que valem uma parada.

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Chefchaouen

Meio fora do circuito mais básico mas um lugar mágico e encantador.

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Uma cidade toda azul onde os moradores vivem e se veste de forma peculiar. Em volta terras aráveis com produção de cortiça e influencia espanhola , pois era parte do protetorado deste pais no inicio do século XX. É muito conhecida pelo comercio de haxixe, e por isto atrai a juventude europeia. Mas para além de tudo conserva um ambiente quase surreal , com o povo todo vestido em djelabas com capuz ,  um paraíso para fotógrafos em busca de cores e imagens genuínas. 

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Se começar o tour por Tanger fica no caminho para Fez!

Meknes

Uma capital criada nos moldes de Versailles no século XVII,  tem as muralhas maiores e bem conservadas do pais. Guarda uma atmosfera encantadora em seus muitos portões ou babs e merece uma visita mais demorada ao final da tarde , quando a luz tinge o ambiente de um tom âmbar.

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O mausoléu de Moulay Ismail , seu fundador é um dos lugares que valem a visita, no mais é passear pela medina e pelas muralhas.

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Volubilis

O mais remoto sítio romano  do norte da África conta a historia de Juba e Cleópatra Selene , filha da famosa Cleópatra egípcia. Aqui o casal governou em nome de Roma e construiu uma cidade com toda a infraestrutura característica. É um sitio pequeno mas cênico , com mosaicos da época , alguns prédios em ruinas e um arco muito bem conservado . Para quem gosta do assunto , uma visita rápida e interessante, que esta no caminho.

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Fez

A mais tradicional e antiga das cidade marroquinas. As medinas , que são as cidades medievais, guardam uma vitrine de séculos atrás.Esta denominação faz referência  a cidade do profeta Maomé, o fundador do Islã,

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A mais antiga e gigantesca é a de Fez , e até por ser mais genuína e não tão turística assusta um pouco os iniciantes pelo excesso de aromas e ruelas escuras.

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Gosto muito de Fez e reparei que a cidade melhorou a oferta de bons lugares para hospedagem e principalmente restaurantes modernos e mais ocidentalizados, onde se pode encontrar muito mais do que tajine e cuscous. Mas para que esta com o tempo apertado, pode pular Fez e fazer Marrakesh e o deserto.

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Deserto de Merzouga

A pergunta que não quer calar é: por que teríamos que viajar mais de 500km para o interior para irmos a Merzouga se o deserto começa bem antes. Pois então, o deserto do Saara é formado em grande parte por montanhas de pedra, a paisagem mais emblemática de dunas alaranjadas fica quase na fronteria com a Argelia, por isto a necessidade desta viagem.

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Mas vale cada quilometro rodado. Aqui esta a experiência mais impactante do percurso , a possibilidade de perambular de camelo pelas dunas de Erg Chebbi e passar a noite em tendas no deserto.

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Claro que é turístico , mas é envolvente e lindo demais. Desde a chegada em caminhonetes 4×4 , o passeio em cáfilas ate a duna mais alta para apreciar o por do sol mais lindo de toda sua vida até a chegada no acampamento com musica e fogueira.

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Tudo orquestrado e organizado para gostos mais exigentes, regado ao gostoso vinho rosé de Meknes. A noite a chuva de estrelas cadentes prefacia um sono tranquilo em em jaimas equipadas com agua corrente e camas com dossel.Acordar para ver o nascer do sol nas dunas é só um complemento para quem ficou arrebatado pela paisagem e não quer perder nenhum instante, o café da manha é preparado no melhor estilo berber.

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Existem alguns hotéis que ficam na beira das dunas e podem oferecer um belo visual para quem não quer passar a noite em tendas , mas eu não trocaria esta experiência por nada !

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Gargantas de Todra e Ouarzazate

O caminho entre o deserto e Marrakesh é uma das estradas mais interessantes que eu já passei, por isto aconselho a fazer um pit stop em Ouarzazate que é o polo cinematográfico do Marrocos , onde já foram rodados centenas de filmes que acreditamos terem sido feitos no Egito , Tibet e Sibéria , além  de eras remotas do passado.

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A cidade  é interessante com alguns atrativos imperdíveis e hotéis bons , desde luxuosos ate bem econômicos. Mas antes uma passada pelas Gargantas de Todra não pode faltar. Demais , as imagens falam mais do que as palavras.

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Em Ouarzazate a Kasbah de Ait Ben Haddou já foi cenário de Gladiador, Ultima Paixão de Cristo e mais recentemente Game of Thrones. É uma cidadela/fortaleza de barro onde o tempo parou e as pessoas vivem como no tempo das caravanas que faziam aqui suas paradas em trajetos de Tombouktou até Marrakesh.   

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Marrakesh

É a epitome da viagem , um destino mais sofisticado e meca de hippies nos anos 60. Para alcança-la é interessante esta adaptação , a compreensão de sua essência é a entrada no mundo das mil e uma noites que o deserto nos oferece.

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Marrakesh pode parecer simples e turística , mas tem camadas profundas de história e tradição, cujo ponto de referencia é sempre o minarete da mesquita Koutoubia.

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Dividida entre a medina e a cidade nova , construída pelos franceses , é segura e mais simples de ser compreendida e dominada.   A Praça Djemaa el Fna é uma verdadeira orgia sensorial , onde tudo converge ao cair da noite. Lá encontramos desde barraquinhas de comida até contadores de historias, muita música , artistas de rua, encantadores de serpente , tatuadores de henna e uma miríade de personagens da vida quotidiana. O espetáculo é de graça , basta escancarar os sentidos e deixar-se envolver. Os cafés no entorno oferecem camarotes para admirar o cair do sol atrás da Koutoubia.

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Pontos turísticos? Poucos , a cidade é por si só um grande atrativo em suas cores ,  mercados, tapetes e muitos aromas. Eu não deixaria de ir ao Jardin Majorelle , morada de YSL por aqui , ambiente e cores para relaxar a alma. No mais é se deixar perder na medina e curtir um fim de tarde num romântico passeio pelas de caleche pelas muralhas.  

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Oasis de la Pause

Para quem não tem tempo mesmo de ir ate o deserto de dunas, uma super opção para sentir o  clima nas proximidades de Marrakesh é o Oasis de la Pause.

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La se pode curtir um happy hour romântico ou divertido com um grupo de amigos, ver o sol se por em grande estilo e até passar a noite em tendas, fazer passeios a cavalo e ter uma experiência de uma noite mais próxima as estrelas.

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Palestra - Nos passos da antiga Rota da Seda

12 de novembro de 2015 0

A primeira vez que ouvi falar no Uzbequistão foi quando estive na Russia pela primeira vez, e nossa guia mencionou nomes como Samarkand, Caravan serai, rota da seda, falou de noites estreladas no deserto, dormindo em Yurts. Na época aquilo me pareceu um mundo muito remoto e distante, mas ficou impresso na minha mente, naqueles lugares reservados para o sonho. Lugares onde nomes como Alexandre, o grande, Genghis Khan, Timur e Marco Polo, dançavam e davam a ideia de grandiosidade.

Estive explorando recentemente países como o Cazaquistão, Uzbequistão, Kirguistão, lugares fascinantes cuja história está intimamente ligada a rota da seda que ligava a Europa à China e India.
Fiquei deslumbrada com lugares que parecem congelados no tempo como Khiva, Samarkand, Bukhara, um sonho das mil e uma noites.
Vou dar uma palestra dia 17 de novembro, na próxima terça-feira às 19hs, contando minhas aventuras por terras tão exóticas e gostaria de convidar a todos amigos viajantes,  que curtem  viagens e lugares diferentes, vai ser bem interessante.
O endereço é Feliz da Cunha, 1009 – no salão de eventos, tem estacionamento no local.

Depois vamos fazer uma happy hour para trocar umas idéias, já que nosso plano é levar um grupo para a região em maio/2016.

É necessário ligar na Porto Brasil no 30252607 e confirmar presença, pois os lugares são limitados.

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