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Posts na categoria "América Central"

Mexico com Arte - Maio de 2015

27 de janeiro de 2015 2

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Um roteiro para exaltar a riqueza cultural e as belezas naturais do Mexico.

Do voo num colorido balão sobre as Pirâmides do Sol e da Lua ao aroma da moderna culinária mexicana em restaurantes superestrelados e descolados. Dos ateliers dos artesãos de Oaxaca até a impressionante história da artista Frida Kahlo e seu companheiro Diego Rivera. Do centro do poder Zapoteca , em Monte Alban, até os sete tons de azul do mar em Playa del Carmen.

Um destino para todos os sentidos.

Veja o Roteiro completo aqui:

http://www.portobrasil.com.br/files/docs/88a466ef1a8ce79add8c7093f84a5604.pdf

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Informações (51) 3025.2626 Porto Brasil Viagens

Happy Hour dia 6 de outubro : O México de nossos sonhos

28 de setembro de 2014 2

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Um México profundo e colorido : San Miguel de Allende

24 de setembro de 2014 1

Assim como você , nós também nunca tínhamos pensado em colocar San Miguel de Allende num roteiro do Viajando com Arte , até chegarmos lá e nos apaixonarmos. Na verdade o México é um grande desconhecido por aqui e , tirando Cancún e para os mais antigos Acapulco , a Cidade do México é nossa única referência. Mas as cidade coloniais são encantadoras , coloridas e muito divertidas. O povo mexicano é hospitaleiro e adora os brasileiros, ainda mais quando visitam o interior, não somente as famosas praias do país.

San Miguel de Allende, junto com Querétaro ,  Guanjuato e Oaxaca (entre outras) são cidades coloniais espanholas, mas sua peculiaridade é que foi eleita pelos “gringos” uma cidade de veraneio , os mexicanos chama seus veranistas de “snow birds” , algo como pássaros do inverno. Isto mateve um ar mais preservado e estimulou o artesanato e o cuidado com a preservação do patrimônio histórico. É uma delícia caminhar pelas ladeiras e se perder entre contruções típicas e coloridas.

A cidade é bastante pequena para os padrões mexicanos. Segundo os dados do recenseamento de 2005, o município de Allende tem uma população de cerca 140 000 habitantes, dos quais cerca de 62.000 residem na cidade. A população estrangeira residente em San Miguel de Allende ronda as 12.000 pessoas. Quase todos trabalhando com arte em pequenos ateliers que podem ser visitados e são muito charmosos.

Os mexicanos não gostam de ser fotagrafados

Historicamente San Miguel tem uma relação estreita com a Guerra da Libertação do México , já que seu nome vem de Inácio Allende um herói desta odisséia. A sorte de San Miguel é que ficou esquecida no tempo até o início do século XX e só foi redescoberta por artistas que se mudaram para cá e fundaram um Instituto de Artes onde o muralista David Alfaro Siqueiros foi professor.

Igreja de San Francisco , estilo “gótico mexicano”

Flores de papel . exemplo do colorido artesanato mexicano

Bomba de gasolina antiga no centro de San Miguel

Mas o melhor na cidade é caminhar sem destino, descobrir ruelas, se encantar com o colorido artesanato e ao fim da tarde beber uma tequila num dos tantos bares e restaurantes espalhados pelos terraços e  ruas estreitas. Galerias de arte não faltam para encher o dia, muitos americanos usam a cidade como fonte de inspiração e tem aqui casas para descanso do frio que grassa na América nos meses de janeiro e fevereiro. A temperatura por aqui não chega a ser de calor extremo, mas o frio também não assusta.

Pátio interno de um restaurante local

San Miguel também é conhecida pelas festas populares, quase todas ligadas a algum acontecimento religioso. No mês de novembro acontece uma das maiores e mais coloridas, a festa do Dia dos Mortos, em 2 de Novembro, que para os mexicanos não tem uma conotação taciturna. Perdemos por questão de dias , mas ainda pudemos ver alguns altares dedicados a personagem símbolo , Catrina.

Catrina

O Hotel Sierra Nevada é um achado, espraiado entre várias casas bem preservadas, é puro charme e cuidado. O restaurante fica num pátio interno e além de lindo é super gostoso. Recomendo também pela localização, dá para conhecer a cidade toda a pé partindo do hotel. Aqui ficará o grupo do México com Arte em maio de 2015! Vão preparando as malas , voltarão repletas de lembranças coloridas.

Restaurante do Hotel Sierra Nevada

Casinhas onde ficam os apartamentos do Hotel Sierra Nevada

Fim de tarde com tequila e por do sol!

Para quem quer saber mais sobre o roteiro México com Arte ligue para (51) 3025.2626 ou pelo  link  :

http://www.portobrasil.com.br/files/docs/88a466ef1a8ce79add8c7093f84a5604.pdf

Guatemala: riqueza em beleza e cultura - Por Ayla R. Weiler

15 de agosto de 2013 0

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A Guatemala é um lugar mágico, um destino bastante eclético que pode proporcionar aos viajantes apreciar belezas naturais de inspirar a alma, vivenciar  fortemente a cultura maia, visitar lindos “pueblos” coloniais de alta riqueza arquitetônica, e para os admiradores de artesanato então, é o destino imperdível, pois irão emocionar-se ao ver as mulheres exercendo trabalhos e técnicas de um tear milenar.  Para contagiar os leitores com um pouco do carinho e gratidão que sentimos por este lugar, vou fazer um breve relato da nossa experiência.

Quando chegamos a Cidade da Guatemala, logo tomamos um ônibus para Cobán, com a intenção de nos hospedarmos em uma cidade próxima a Samuc Champey(famoso por ser um dos lugares mais bonitos do continente). Durante a viagem podemos apreciar a bela paisagem de uma vasta cadeia montanhosa verde sob um céu azul, e me chamou a atenção que praticamente todas as mulheres vestem-se com trajes típicos. O povo conserva, além dos trajes, os traços de sua etnia.

Em Cobán nos hospedamos em um hostel chamado Casa Cuña , que na realidade é um ótimo restaurante aberto ao público e que dispõe de acomodação. Além de ter na culinária um apelo orgânico, eles conservam um lindo jardim de orquídeas. Tivemos um jantar espetacular!

Samuc Champey está localizado abaixo de montanhas muito altas, e o acesso é bastante precário. Tomamos uma van e tivemos um longo trajeto até chegar neste paraíso escondido. Percorremos uma trilha de 1 hora para chegar até o Mirante e Uauu!! Que lugar! Que visão! Talvez seja difícil expressar por fotos a beleza daquela paisagem.

Depois podemos descer, tomar banho e escorregar nas cachoeiras das piscinas naturais cristalinas, e por ali comemos a refeição que tinhamos levado e desfrutamos a tarde.

Retornamos a Cobán, e por sorte no outro dia fomos acordados por uma banda escolar se preparando para o festival de apresentações escolares da cidade, a cidade estava toda em festa, e nós logicamente assistimos às apresentações admirados.

Partindo de Cobán, rumamos a Flores, uma graça de ilhazinha que recebe muitos visitantes, pois está situada bem próxima ao sítio maia de Tikal. A ilha tem dezenas de hostels, hotéis, restaurantes e bares voltados para o lago, de onde se pode contemplar um belo pôr-do-sol.

No outro dia, muito cedo nos dirigimos a Tikal, antiga cidade maia onde se estima que tenha tido uma população de mais de 1 milhão de habitantes. Por alguma razão, não comprovada, os maias deixaram essa cidade e ela ficou escondida entre a densa vegetação até o ano de 1848 quando começou a ser arqueologicamente explorada pela Universidade da Pensilvânia. As ruínas de Tikal são Patrimônio da Humanidade e ficaram muito conhecidas por serem paisagem de fundo do filme Star Wars. Um guia de descendência maia nos acompanhou pelo tour, relatando como se dividia a sociedade, seus costumes, crenças, e principalmente a forma como observavam a natureza e os astros, adquirindo um conhecimento superior em astronomia e fenômenos climáticos. Tikal é muito famoso, porque além dos imponentes templos, é o único sítio maia situado no meio de uma floresta, sendo assim, os visitantes percorrem trilhas entre um templo e outro, podendo observar a flora do local e também animais silvestres, com a ajuda do guia.

Próximo destino: Antigua, belíssima cidade colonial espanhola situada entre montanhas. A cidade é uma graça, super característica, toda arquitetura mantêm o mesmo padrão: clássica e colorida.

A cidadezinha tem excelentes hotéis e pousadas e restaurantes maravilhosos. Jantamos no restaurante El sabor Del Tiempo, excelente comida, vinho, e a decoração preserva o antigo armazém que funcionava no local. Em Antígua diversas agências de viagens oferecem passeios para o Vulcão Pacaya, este vulcão está ativo e é possível, pela trilha, chegar muito próximo à lava. Também se oferece passeios para Chichicastenango nas quintas e domingos, tradicional feira típica onde se oferta de tudo: artesanias, tecidos, ervas medicinais e inclusive se pode observar rituais xamanicos. Nós optamos, pelo aperto do tempo, fazer o passeio aos pueblos próximos à Antigua e ir a Lago Altitlan.

O Lago Altitlan, foi formado pela erupção de um vulcão, sua água cristalina e sua grande profundidade são devido a essa formação. Além de curtir a beleza desta paisagem espetacular é possível fazer passeios de barco até os diversos pueblos de origem maia que habitam a margem do lago.

Uma dica é pedirem auxílio de algum guia que se oferecem ao ancorar o barco nos pueblos, assim é possível aprender muito sobre a cultura deste lugar, como visitar as igrejas sincretistas dos povos, misto de sua crença original nos santos maias com o catolicismo, introduzido pelos colonizadores. Também é possível conhecer a cultura e a história dos trajes das mulheres que estão ilustradas na moeda de 25 centavos do país. Soubemos, inclusive, que em alguns lugares é permitido o casamento de um homem com várias mulheres, esta medida se justifica pelo fato de haver muitas mulheres viúvas de maridos que morreram na guerra civil.

Para finalizar nossa estadia em Antígua, fizemos o passeio aos pueblos ao redor, ricos em arquitetura colonial e artesanias locais. Ali vimos mulheres lavando roupas em praça pública, outras tecendo verdadeiras obras de arte, e tive a oportunidade de experimentar a roupa típica, que apesar de serem peças lindas, acho que não combinou muito, veste muito melhor nelas!


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Parque do Vulcão Arenal - aventura, selva e águas termais na Costa Rica

12 de dezembro de 2012 4

O principal atrativo da Costa Rica é sua natureza exuberante, seja nas praias ou em seus muitos parques nacionais que cobrem 25% de seu território.

 

É como paraíso verde que a Costa Rica quer ser reconhecida e quando estávamos por lá os jornais divulgaram uma pesquisa (não sei qual a fonte!) que dizia que o país e seu slogan Pura Vida” teria ganho o melhor brand mark das Américas em 2011, em marketing eles fizeram escola! Souberam se focar e estão colhendo os frutos.

Os parques nacionais e áreas protegidas, que por percentual territorial são o maior do planeta, hospedam uma rica variedade de flora e fauna, que estima-se contem um 5% da biodiversidade do mundo em menos de 0,1% da terra firme do planeta, acreditem, isto é muito. A flora é exuberante e as imagens da fauna estampadas nos cartazes são lindas , mas nós não tivemos a sorte de ver muitos animais ao vivo.

Sapo de olhos vermelhos – Wikipedia

Colibris na janela

Optamos pela hospedagem no Parque do Vulcão Arenal, em Alajuela,  por ser dos mais conhecidos e perto da capital. Li em alguns blogs que uma opção seria ir e voltar no mesmo dia desde Tamarindo, acho que é a maior furada que alguém pode se meter por lá, serão umas 7 horas de carro se tudo correr bem! Mesmo de San José a viagem não dura menos de 3 horas por estradas cheias de curvas, o dramin fez falta.

Vulcão Arenal da janela do Springs

Arenal em erupção, até 2010- Wikipedia

Nosso hotel The Springs Resort & Spa foi fantástico, rodeado por águas termais que chegavam a 39 graus , me fez sentir envolta numa atmosfera líquida, onde o ambiente conspira para te manter mergulhado todo o tempo. Além disto os quartos são imensos e todos tem uma vista inigualável do vulcão Arenal , que há um ano resolveu adormecer, manteve-se em atividade desde 1968 até 2010, percalços de viajantes!

The Springs Resort & Spa – divulgação

Café da manhã na sacada do quarto 317 no Springs

Rio que circunda o Springs e tem fontes termais naturais

Outro hotel muito legal é o Tabacón Resort , tenho duas amigas que se hospedaram e gostaram muito. Também oferece águas termais e é um grande resort, o que é bem importante na região, senão fica-se a mercê do tempo e das atividades extra que nem sempre correspondem ao esperado. Para quem não está hospedado nestes resorts ainda existe a possibilidade de pagar uma diária de estadia para usar as piscinas, no Springs o valor era de U$ 40,00 por pessoa.

Perdido Springs no Spring Resort & Spa

Desde 1999 o turismo gera para a Costa Rica maiores receitas que a exportação de banana abacaxi e café juntos, historicamente os produtos tradicionais de exportação costarriquenhos. Os americanos são os maiores visitantes, diz-se que o país é o playgroud verde dos gringos. Nos parques estão a maioria das opções de turismo de aventura, incluindo rafting, rappel, observação de borboletas e pássaros e a invenção local , o canopy, uma espécie de arvorismo misturado com tirolesas monumentais sobre as copas das árvores.

Escolhemos a Sky Adventures para o nosso debut no canopy, ficava próximo ao hotel e parecia a empresa mais bem estruturada. O valor da brincadeira foi de U$ 90,00 por pessoa com transporte incluído. O dia não foi dos melhores, amanheceu chovendo e com muita neblina, como em viagem não dá para deixar para amanhã, fomos assim mesmo. Foram 35 minutos de carro até o teleférico sky tram que nos levou ao ponto mais alto da floresta de Monteverde, também chamado de Continental Device of waters (a montanha marca o local os as águas que vão para o Pacífico e o Atlântico se dividem). Deste ponto pode-se optar por voltar de teleférico para a base ou deslizar pelos quase 3km de cabos  de tirolesa que descem até a base com muita adrenalina, o tal  canopy. São descidas que chegam a 750 metros de distância a uma altura estonteante com uma vista linda para o Lago Arenal. Um astral e se não tivesse tão frio seria mais lindo ainda! Isto mesmo, um frio de quase 10 graus na Costa Rica e como a região chama-se Cloud Forest imagino que costuma ser sempre assim!

Aqui vou me jogar…

com este visual..

e assim chegar do outro lado!

Antes de viajar conversávamos com Henrique Raizler do Mapa Mundi na rádio Bandeirantes e ele dizia que se decepcionou um pouco com o país pela falta de identidade cultural, principalmente se comparado com outros países da América Central. Tenho que concordar com ele e acrescentar que até me alegra um certo  estranhamento com a falta de infraestrutura, há um tempo atrás sempre sentia o Brasil devendo em organização para outros países , hoje quando volto para casa me sinto chegando ao primeiro mundo!  O futuro chegou.

Introduzindo o México - Cidade do México

05 de dezembro de 2012 13


Passamos uma temporada no México, e para mim muitas coisas foram surpreendentes, tanto para o lado positivo quanto para o negativo.

 Se você tem intenção de visitar o país tem que providenciar seu visto, não é necessário ir a São Paulo, nem coisa que o valha, você manda o passaporte através de um despachante e tudo bem. Quem tem visto americano não precisa fazer o visto mexicano e para aqueles que tem cidadania européia precisa tão somente de uma autorização que pode ser feita pela internet.

 Feito isso saímos do aeroporto de Lima, onde tínhamos feito uma viagem fantástica com um grupo aqui de Porto Alegre, eu estava completamente envolvida com a beleza, a autenticidade, a cultura  do Peru,  seria dificil ser conquistada assim tão fácil por outro lugar, talvez uma competição injusta com o México. Seis horas de vôo separam Lima da Cidade do México e 1hora menos no fuso, chegamos a Cidade do México à tarde e lá no aeroporto já estava o Juan, nosso guia que a partir de agora e nos próximos dias nos apresentaria ao México.

 Cidade do México

 Pois das coisas que mais me surpreenderam positivamente foi com certeza a Cidade do México, que eu já sabia ser uma megalópole de 24 milhões de habitantes, e imaginava uma São Paulo piorada, poluída e um pouco caótica e aqui tenho quase que me desculpar, pois a Cidade do México não é nada disso, muito antes pelo contrário.

 O problema da poluição que foi muito sério nos anos 80, é coisa do passado, quando eles tomaram medidas enérgicas, como restringir o  número de veículos que circulam diariamente, filtros nas chaminés das fábricas,tiraram de circulação automóveis muito velhos que poluiam acima dos níveis normais,  enfim um programa despoluidor que deu muito certo, pois os 3 dias que passamos lá o céu era muito azul. A cidade é muito arborizada, com amplas avenidas, limpa, olha eu fiquei de queixo caido, pois era tudo o que eu não imaginava!

O povo mexicano é muito festeiro e já no caminho do nosso hotel o Juan passou pelo bairro Condessa, que é um bairro que está mudando rapidamente, já que o Polanco é o bairro dos yuppies das baladas chiques, o Condessa se popularizou entre os artistas e boêmios, eu diria que um pouco a idéia da nossa cidade baixa ou da paulista Vila Madalena.


Paseo de la Reforma, na conhecida Zona Rosa, um dos bairros mais elegantes e comerciais da Cidade de México


Escultura conhecida como El Caballito, do artista Enrique Carbajal Sebastian, substituiu a antiga estátua de Carlos IV que esteve neste lugar até 1979


Amplas avenidas arborizadas, céu azul, você diria que é a Cidade do México?

Seguimos nosso rumo em direção ao Zócalo, como é chamado o centro da Cidade do México, o pessoal que vive na capital só a chama por DF, “morei na DF por tantos anos” morar na DF é dificil, muito trânsito” e assim por diante. No caminho paramos para conhecer o belíssimo Palácio de Belas Artes, contruido em mármore de Carrara  no início do século, seguindo o estilo Art Nouveau e acabando em pleno auge do Art Déco, é sede de importantes exposições, concertos, óperas


Palácio de Belas Artes


Estilo Art Déco com muito mármore de Carrara.


Trabalhos lindos e vigorosos dos principais muralistas mexicanos, o da foto é de Siqueiros, Nueva democracia, 1944


Detalhe do mural de Diego Rivera, El  hombre en el cruce de caminos, 1934


De volta na rua deparamos com o policial de rua da cidade, o que acharam?


As meninas quando fazem 15 anos no México é um verdadeiro acontecimento nas familias, aqui no Brasil, também se faz grandes festas, mas lá é quase um casamento, além disso elas saem vestidas, maquiadas, para fotografarem em frente aos monumentos da cidade.


mandiopãs mexicanos, eu não apeteci….


Reparem a linda cúpola Tiffany do Palácio de Belas Artes.


Luminárias Déco pelas ruas.

Caminhamos uns 200m do palácio de Belas Artes e o Juan nos levou a um dos cafés/restaurantes mais tradicionais da Cidade do México, que fica no antigo Palácio dos Condes de Orizaba, mais conhecida como a Casa dos Azulejos.   



Em 1919 a casa é vendida para os irmãos Sanborn, para estabelecer neste lugar uma das cafeterias mais concorridas da cidade até hoje.




O lugar é lindo, e você pode escolher entre muitas salas a que você prefere ficar.


Na escadaria obra de outro célebre muralista, Jose Clemente Orozco.
Seguimos por uma importante rua de pedestres por mais umas 3 quadras até chegarmos no coração da Cidade do México, o Zócalo.


Vista do Zócalo, com a Catedral à esquerda e o Palácio Nacional no fundo.

Chegamos ao Zócalo com a sorte de ver uma exposição dos super coloridos Alebrijes, que são um tipo de artesanato mexicano feito com diferentes tipos de papel e pintados com cores alegres e vibrantes. Foi uma verdadeira festa para os olhos.

É claro que estes Alebrijes criados a Toddy são apenas para esta exposição anual aqui no Zócalo, normalmente eles são pequenos e você pode trazer alguns pra casa :)))




Era chegada a tão esperada visita, conhecer os Murais de Diego Rivera no Palácio Nacional, eu ainda tinha muito viva na memória as cenas do filme “Frida” onde ela levava almoço para o seu querido Pançon, enquanto ele passava o dia dependurado em andaimes colorindo as paredes do palácio com sua arte narrativa da história do México transbordando em uma profusão de cores.



Pátio interno do Palácio Nacional, você lembra da Frida Kahlo no fime entrando aqui para conversar com Diego Rivera?


Na escadaria do Palácio Diego Rivera pintou durante 6 anos (1929/1935) como um poema épico, a história do México


Na época o governo buscava redefinir a nação, e os murais de Diego ajudaram a criar uma nova identidade nacional.


A entrada de Hernán Cortez na antiga capital Asteca -Tenochtitlan

Frida Kahlo no detalhe do mural de Diego Rivera


Nos corredores toda a história das diversas civilizações pré-hispânicas descrita nos murais.
 

Saimos dali pensando naquele passado indigena varrido do mapa, com suas crenças e valores substituidos a força pela fé católica, a mesma sensação de quando entrei no templo do sol em Cuzco, que foi o principal templo inca, hoje um mosteiro dominicano.


Morrendo de fome pois já passava das 2h da tarde fomos conferir a dica do Renato Rizzo, de almoçar no Grand Hotel, que fica do outro lado da praça.


Todo em estilo Art Noveau, o hotel é lindo.

Outra cúpula Tyffani.


Você sobe e almoça no terraço, a comida não é o forte, o que vale é a vista privilegiada do Zócalo. Mas aqui vai uma dica: se você quiser escutar seus pensamentos sente bem longe dos músicos!!


Bom gente este post está longo demais,  no próximo vamos a Coyacan conhecer a casa azul, que foi a residência de Frida Kahlo.


Adios!!!


México, prepare os cinco sentidos

10 de março de 2012 1

 Uma viagem é sempre um choque para nosso organismo. Acostumado com a rotina, com os mesmos cheiros, sabores e sensações em geral, quando viajamos para um local diferente e vivenciamos novos aromas, novas imagens, uma língua diferente, uma cidade estranha, nossa mente precisa trabalhar em dobro para se adaptar.  Entretanto, para um bom viajante com o mínimo de espírito aventureiro, é aí que está a graça.

Então imagine um país onde você terá uma “overdose” de sensações. Onde tudo é exageradamente forte. Entenda, um exagero que se encaixa perfeitamente no clima, onde tudo parece demais, mas ao mesmo tempo perfeito. Sim, se você gostar de tons pastéis, comidas leves e sem tempero, música suave e povo com cara de intelectual a cada esquina, não vá para o México. Porém, antes que alguém me crucifique, entenda que lá tem tudo isso também, há intelectuais, comidas leves em restaurantes internacionais que não deixam nada a desejar às principais capitais europeias e tudo que um país daquele porte e com aquela diversidade de pessoas e classes sociais exige. Mas aqui vamos deixar de lado essa faceta “comum” a todos os países civilizados do mundo, e vamos nos ater ao que faz a diferença.

Desde o primeiro instante que pisei em solo mexicano até o dia da partida me perguntava o que mais me atraía no contexto em geral, o que fazia a diferença nesse país tão conhecido de todos, mas tão cheio de surpresas? Depois de vivenciar 15 dias em solo mexicano cheguei à conclusão que o que mais me atrai é o seu exagero. Lá as cores são exageradas, os sabores são exagerados, os sons são fortes e alegres e há lugares de tirar o fôlego. No país de Frida Kahlo, dos mariachis, da tequila e Nossa Senhora de Guadalupe os exageros soam como perfeitos. O que em muitos locais seria demais, lá se encaixa naturalmente. Em um país onde os sorrisos são fartos, sinceros, o povo é acolhedor, diria adorável, você se sente em casa desde o primeiro instante. Em um primeiro momento até pode ser que você “torça o nariz” para algumas coisas, mas logo vai entrar no clima e aproveitar o que eles têm de melhor: seus chilis, suas bebidas, sua alegria de viver e até a sua confusão.

Meu primeiro contato com o México foi há muitos anos atrás em uma viagem a trabalho. Meus colegas mexicanos sempre foram tão amáveis que me apaixonei primeiro pelo povo, depois pela cultura e pelo país. Agora indo a passeio pude constatar o que já tinha sentido da primeira vez: o México e o povo mexicano são especiais.

Em um país que se dá ao luxo de ter dois litorais (pacífico e atlântico/caribenho), diversas culturas pré-hispânicas, cidades coloniais, frio, calor, mata, praias; a primeira escolha difícil é saber para onde você irá primeiro. Como tinha apenas 20 dias de férias precisei fazer a “escolha de Sofia” e optei por começar pela Cidade do México (outro exagero de tamanho e beleza) e seus arredores (leia-se Teotihuacan) e depois ir para a Península de Yucatan, incluindo a Riviera Maia, sítios Maias e muitas outras surpresas que somente quando cheguei lá descobri.

E assim foi: 15 dias exageradamente maravilhosos e extremamente bem aproveitados. Posso afirmar categoricamente que foram momentos de puro deleite, com picos de uma overdose de sentimentos nunca antes vivenciados. Prepare seu olfato, audição, visão, tato e paladar, pois se você for ao México eles nunca mais serão os mesmos. Principalmente se você se permitir vivenciar e deixar que esse país e esse povo lhe conquistemassim como me conquistaram.

Nos próximos posts vou relatar um pouco sobre as minhas experiências em cada um desses lugares. Também vou postar mais algumas fotos para provar que não estou sendo exagerado quando falo que lá as maravilhas são muitas.


Teotihuacan – onde os homens se tornam deuses , por Luciano Terra

07 de março de 2012 4

Em uma manhã ensolarada de inverno percorremos os quilômetros que ligam a Cidade do México a Teotihuacan. Com uma temperatura amena e a luz radiante de um sol tímido da estação mais fria do hemisfério norte chegamos a uma região semiárida com uma vegetação nada exuberante. Apesar da beleza natural não encantar ao primeiro olhar, aos poucos fomos descobrindo toda a beleza do local “onde nasceram os deuses”.

Muitos mitos mexicanos de origem pré-colombiana falam de Teotihuacan (ou Teotihucán, ou ainda em alguns livros “aportuguesando” para Teotihuacã) como um lugar especial e mítico e relatam que o sol nesta cidade seria o da “Quinta Era”, aquela na qual os povos mexicanos afirmavam viver antes da chegada dos espanhóis. Muitas informações se perderam ao longo do caminho e até hoje arqueólogos e pesquisadores se perguntam sobre a razão desta herança cultural e sobre o significado de seus monumentais templos e ruas. O que se sabe até hoje é que as mais antigas marcas do povoado na região teotihuacana remontam de 500 a.C. e que durante o século I d.C. foi traçada a sua mais famosa e imponente rua, a chamada Rua dos Mortos. Também desta época datam seus dois grandes monumentos: as pirâmides do Sol e da Lua.

Sempre que leio sobre a história dos descobrimentos e visito lugares como este fico extasiado e imaginando como terá sido esse primeiro encontro. Do lado dos espanhóis, na sua presunção ocidental e europeia, onde tudo que era importante e sábio estava lá na sua terra natal e nos seus arredores, o espanto ao se depararem com tamanhas maravilhas, com pirâmides gigantescas no meio do nada, com povos com culturas tão diferentes e com valores totalmente distintos dos seus. Infelizmente a falta de tolerância e a necessidade de subjugar sempre foram mais fortes em toda nossa história, independente do povo dominador, e o desfecho não poderia ter sido diferente: o vencedor dando as cartas ao final do jogo. E para impor a sua vitória destruía tudo o que significava cultura local e era importante para esses povos. Felizmente algumas cidades já tinham sido abandonadas na chegada dos espanhóis no novo mundo e por isso estas foram as que sobreviveram mais intactas, involuntariamente é claro, a essa invasão (caso também de Machu Picchu no Peru).  Já do lado dos povos mesoamericanos, o que terão pensado ao avistarem objetos não identificados vindos de alto mar? Como não pensar em deuses flutuando pelas águas, “serpentes emplumadas” que nada mais eram que caravelas e suas velas flamejando ao vento?

Teotihuacan sobreviveu à conquista espanhola e hoje uma visita a essa antiga cidade, além de uma aula de história a céu aberto, tem um toque de magia. Como não se sentir no passado rodeado de templos e pirâmides? Como não parar para imaginar como terá sido a vida naquela cidade hoje abandonada? Imaginar suas cores originais, sua vida, sua sociedade e seus valores. Hoje temos informações que arqueólogos nos passam, porém muitas dessas são suposições. Infelizmente não temos como ter certeza de muitos dados reais. Por outro lado temos que fazer um exercício enorme para entender seus rituais de sacrifícios humanos e seus valores em tempos tão remotos.

O que posso lhes dizer é que ao subir no topo da pirâmide do sol pude sentir a grandiosidade desse local. A vista de 360 graus de toda a região nos faz sentir no céu. Montanhas em formato de pirâmide completam e harmonizam o cenário de magia e encantamento. Por sua vez, avista da pirâmide da lua e da rua dos mortos é encantadora. Nos sentimos em um mundo distante, porém muito próximo. Para os mais esotéricos, lugar perfeito para uma meditação, para entrar em contato com a energia do cosmos e dos antepassados; para os historiadores e antropólogos, local perfeito para explorações, descobertas; para pessoas curiosas e viajantes como eu, um local ideal para ampliar os horizontes, questionar valores e aprender um pouco mais sobre essa cultura milenar. Conhecer e aprender para respeitar e aceitar as pessoas com sua cultura e modos de vida distintos, este é o meu lema de vida e de viagem. Se você estiver preparado para aceitar o diferente sua vida será muito mais interessante e fácil.

 

Ao final do passeio saímos de lá um pouco mais encantados com a cultura desse povo que viveu a mais de 2000 anos atrás e que deu origem, junto a tantos outros povos, a esse país fantástico que é o México.

Disney Cruise, avaliação de pequenas viajantes

28 de fevereiro de 2012 0

Uma  avaliação de Pilar e Valentina Rossi , respectivamente 9 e 12 anos, sobre Cruzeiro no Disney Dream.Pequenas  críticas de turismo  e, espero,  futuras colaboradoras frequentes de nosso blog!


Partindo de uma reportagem em uma revista que nossa mãe trouxe para casa , escolhemos o nosso destino para férias em família no verão. O que chamou nossa atenção foi um navio com roteiro no Caribe,  com o diferencial de ser da DNC, o Disney Dream, o mais recente dos transatlânticos do complexo Disney World.

A imaginação voou solta, nós temos 9 e 12 anos e já vislumbramos, um ambiente totalmente temático , com cabines decoradas por personagens ou filmes, camas voadoras , todos os jogos liberados todo o tempo e um tobogã que dava a volta no navio , como mostravam fotos no panfleto!

A expectativa foi um pouco frustrada, , não é tão conto de fadas assim! As cabines são normais, mas maiores do que o costumeiro acomodando até 5 pessoas, a maioria dos jogos são pagos a parte , mas os tobogãs cumprem o prometido! As áreas comuns são realmente temáticas, cada piscina com desenhos e formatos especiais e muitos brinquedos dentro do clima. Os personagens andavam sempre dando o ar de sua graça e um telão gigante passava pequenos clipes e filmes inteiros ao ar  livre nos fins de tarde! O tobogã que circunda todas as piscinas  é emocionante , mas as filas são sempre enormes. Para crianças pequenas existem clubinhos , dando uma boa folga para os pais descansarem.

O navio é muito grande , tem 14 andares, 3 piscinas infantis divididas por idades, uma para crianças menores de 8 anos decorada com personagens do Nemo e  1  exclusiva para adultos que incluia SPA e academia. Além disto, muito legal era o mini-golf, para  quem veraneia em Atlântida uma boa lembrança da infância, mas neste caso temático e muito bem decorado , pena que não lembramos de tirar fotos!

O navio conta com 5 restaurantes, o Animator Place foi o nosso predileto envolvido por  telas  que interagiam com as pessoas. O mais chic era o Royal Palace , nos pareceu meio Titanic, lindo e elegante assim como o Versailles Garden  .  Os cardápios não surpreendem mas também não decepcionam, se a expectativa não for muito grande!

Foram 3 noites a bordo , saímos de Cabo Canaveral e amanhecemos em Nassau nas Bahamas. Um lugar com mar de um azul profundo mas sem maiores atrativos para um dia de descobertas. No segundo dia atracamos na ilha particular da Disney, Catway. Um lugar incrível, todos as atividades aquáticas são vendidas em pacotes de diversão , incluindo jet ski, snorkel , bóias, bicicletas aquáticas, e bicicletas terrestres.Os tobogãs e brinquedos aquáticos no mar foi o que nós mais gostamos! O mar calmo e azul nem precisaria de muitas atrações!

Na última noite um teatro dos Piratas do Caribe  era uma remontagem quase perfeita do filme  e fogos de artifício coroaram a noite de despedida.

Nunca tínhamos feito um cruzeiro antes , o que foi uma experiência legal , mas já estamos meio grandes para uma imersão tão profunda no mundo da fantasia da Disney! Achamos que seria mais interessante termos feito este passeio um pouco menores.


Costa Rica, o melhor em turismo de aventura!

12 de janeiro de 2012 1

 

A Costa Rica foi uma total surpresa, confesso que sabia muito pouco sobre este pequeno pais da América Central, destino escolhido pela familia para passarmos 10 dias  no mês de julho.

Poucos destinos oferecem uma gama tão ampla de paisagens impressionantes e fauna exótica como a Costa Rica. Com certeza seu tamanho diminuto está pra lá de compensado pela sua rica diversidade, lá estão representadas 5% de toda biodiversidade do planeta.

Esquilo branco, eu nunca tinha visto…

Saimos de Porto Alegre pela Companhia aérea peruana, a TACA, que está com vôos diretos semanais até Lima, que é uma ótima opção, não só porque escapamos de escalas longuíssimas no Rio ou SP, mas porque na volta ainda podemos conhecer Lima que é um lugar bárbaro, na beira do oceanos pacífico. De Lima pegamos outro vôo até nosso destino, San Jose.

 Foram 10 dias de muito relax, aventuras e aprendizado, escolhemos ficar na região de Guanacastes no Pacífico, poi a gurizada queria experimentar as ondas perfeitas que quebram naquela área. E sabe como é né, viagem de familia, gente de todas as idades, programas muito ecléticos, então a melhor solução foi escolher um hotel com infraestrutura que agradasse gregos e troianos, e acamos ficando no Marriot Guanacastes, que é lindo, na verdade este hotel fica na área de uma antiga fazenda, a Pinilla onde além do hotel, eles tem casas para alugar, quadras de tenis, campo de golfe, clube de praia, etc.

Marriot Guanacastes

A companhia de muitos beija flores nos cafés da manhã.

Visão idílica para quem sai do inverno portoalegrense e aterrisa aqui onde a temperatura não baixa dos 26 graus!

Toda a estrutura pra quem não quiser arredar pé dos limites da enorme propriedade. Mas isto não existe pra mim, é claro que eu adoro passar uma manhã na piscina tomando Piña Colada, mas estar na Costa Rica pela primeira vez o “Eldorado”   do turismo de aventura, e ficar no hotel?? Nem pensar!!! Minha primeira atitude foi comprar o guia Lonely Planet na lojinha do hotel e começar a estudar quais seriam as melhores opções de passeio na região, e aqui vai um conselho, não adianta querer abraçar o mundo e tentar conhecer tudo, porque mesmo que você veja que alguma coisa está a 100km de distância, as estradas são ruins, algumas terríveis, a gente demora pra chegar.

Caminho de Guanacastes até o Parque Ricón de la Vieja, muitas florestas, animais e vulcões.

 Nossa primeira aventura foi o Canopy, verdadeira instituição nacional, uma mistura de arvorismo, rapel, tirolesa, uma experiência incrível. A Costa Rica tem diversos parques nacionais e todos tem um ou mais Canopys, eles variam de dificuldade e desafios de acordo com o lugar. Nós escolhemos o Parque Rincón de la Vieja e lá fizemos um pacote que incluia banho nas piscinas térmicas naturais, com direito a banho de lama como tratamento para a pele ( não esqueçam que a Costa Rica é cheia de vulcões e muitos ainda ativos) e o Canopy.

Quando chegamos no local das piscinas termais havia uma casinha de madeira no inicio da trilha que seguia floresta adentro, ali nos deram uma toalha e nos mandaram seguir em frente.

Cruzamos esta ponte até chegarmos nas piscinas, onde nos aguardava o banho de lama.

Piscinas com água muito quente ao lado de cachoeiras.

Se deixar “pintar” de lama medicinal

E depois cair na água das cachoeiras.

 Nos despedimos do Sr Sebastian  que trabalhou duro para “pintar” 22 pessoas e estávamos prontíssimos para o que seria nossa aventura do dia, o esperado Canopy.

 

Colocando o equipamento, eles são super preocupados com a segurança,  em cima das árvores e plataformas sempre estamos presos por algum cabo.

Como eu disse existem vários niveis de dificuldade, e apesar de no nosso grupo as idades variarem de 4 a 80 anos, todos puderam participar, evitando os trechos mais dificeis como o Rapel e a escalada posterior.

O cenário é lindo minha sensação era de estar no set de filmagens de Jurassic Park, pois a natureza da Costa Rica é superlativa, é muito exuberante. Nossa primeira deslizada foi de uns 100 numa tirolesa entra as altas copas das árvores, com a adrenalina pulsando, isso vicia, acreditem!

Descer de cabeça pra baixo, nem pensar, fui sentadinha mesmo e saber que tudo que desce tem que subir, um paredão de uns 20m me aguardava na volta!!

E outra tirolesa até a próxima plataforma.

Depois de tanto esforço e adrenalina nada melhor do que uma buena Imperial

Depois de mais ou menos 2h voltamos ao ponto de partida, eu estava em estado de graça, porque esta modalidade reune várias das coisas que eu mais gosto, que é estar em meio a uma natureza deslumbrante de árvores gigantes, canions, rios de corredeira, aliado a isso muita adrenalina e como disse o guru Heitor ” a gente potencializa a felicidade estando junto daqueles que amamos” então o que eu poderia pedir mais?

Eu ainda tenho muitas coisas pra contar da Costa Rica, então aguardem a parte II, III e quiçá IV deste post!

Hotel Marriot Guanacastes :  http://www.marriott.com/hotels/travel/sjojw-jw-marriott-guanacaste-resort-and-spa/

Canopy Rincon de la Vieja :  http://www.guachipelin.com/

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