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Posts na categoria "Machu Pichu"

Trilhas em Machu Picchu, possibilidades para todas as idades

05 de fevereiro de 2014 0

Machu Picchu oferece várias trilhas para os mais preparados fisicamente e a dúvida que fica é qual a melhor, mais interessante, afinal nem todos tem o privilégio de ficar por lá mais de um ou dois dias. A primeira pergunta a ser respondida é sobre o preparo físico de cada candidato! A escolha vai depender de fatores bem pessoais.

 

 

Huayna Picchu é a montanha que aparece atrás nas fotos clássicas da cidadela,como acima,  pode ser alcançada por uma trilha íngreme e exige preparo além de nenhum problema de vertigem ou medo de altura. É um caminho quase todo feito por degraus de pedra e que leva mais ou menos 1:30h de subida , tendo que reservar o ingresso com antecedência pois o número de pessoas é limitado a 200 por dia. O visual é deslumbrante , vê-se a cidadela de cima e a sensação é de estar quase no céu.

A trilha mais conhecida é a Intipunku, Porta do Sol para nós, é a entrada oficial do sítio de Machu Picchu. Por onde os antigos incas chegavam e justamente onde atualmente o caminho inca leva os peregrinos que fazem todo o trajeto de 4 dias  a pé! Oferece uma visão maravilhosa da cidadela e de Huayna Picchu atrás, inclusive tem a mesma altura deste monte, 2800 metros.

 

Daqui pode-se ter a noção exata do caminho que os ônibus traçam desde Águas Calientes e também de como Putucusí ocupa uma posição central em todo o complexo de montanhas do entorno. A natureza exuberante da selva amazônica é um capítulo a parte, abundam bromélias e orquídeas por todos os lados.

A trilha alterna rampas com alguns degraus e pode facilmente ser alcançada em 1h de caminhada desde a entrada de Machu Picchu, não é necessário reservar a subida , é livre de cobrança.

No caminho encontramos a Pedra da Fertilidade que era palco de um ritual bastante movimentado, com danças e calculamos, a ingestão de algum alucinógeno!

Uma trilha divertida para qualquer idade e algum preparo físico.

Daqui se pode vislumbrar a silhueta do inca, que estaria inscrita nas montanhas! Com alguma ajudazinha e imaginação vai!

A mais fácial e rápida das três é a trilha da Ponte Inca, 20 minutos são suficientes para alcançar o topo, que leva por um caminho diferente para a parte de trás do sítio. É mais plana e estreita , uma desafio menos intenso e pode ser , inclusive, a segunda opção do dia!

O que importa não é o desafio ,  é poder curtir e se deixar envolver a energia que emana deste lugar !

Se você gostou deste post e tem vontade de ir ao Peru , de uma olhadinha em nosso roteiro para maio de 2014:

 http://www.portobrasil.com.br/peru2014/peru2014

 

Peru com Arte 2014

30 de janeiro de 2014 0

Para conhecer o roteiro clic aqui : http://www.portobrasil.com.br/peru2014/peru2014.pdf

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Peru com Arte, por Martha Medeiros

27 de janeiro de 2014 4
Peru
 
 
 
Algumas atrações turísticas, de tão fotografadas, frustram a expectativa quando conhecidas ao vivo. Não é o caso de Machu Picchu. Por mais que se tenha visto mil vezes aquela imagem da montanha pontiaguda com as ruínas da cidadela inca a seus pés, nada se compara à emoção …de estar lá.
 
O Peru é perto, porém pouco visitado por nós. Quem planeja um roteiro cultural e gastronômico, quase sempre elege a campeã Argentina, ou então o Chile, com suas vinícolas e estações de esqui. O Peru? Coisa pra surfista e bicho-grilo. Pois temos hoje um voo direto que liga Porto Alegre a Lima em pouco mais de quatro horas, o que é um convite para expandir nosso conhecimento sobre a América do Sul. Se europeus e asiáticos atravessam oceanos para visitar esse país andino, por que nós, vizinhos, permanecemos indiferentes?
 
Minha viagem se iniciou pela graciosa Cuzco, que foi o coração do império inca. Depois, fomos de trem até Aguas Calientes, num percurso que margeia o Rio Urubamba e que invade a floresta amazônica, proporcionando um visual arrebatador. Desse pequeno vilarejo, saem ônibus a cada cinco minutos que levam a Machu Picchu.
 
Uma vez lá, escolha como entrar em transe. Há os que ficam meditando diante da energia que emana do lugar. Há os que fazem trilhas que os deixam fisicamente preparados para disputar um triatlo. Há quem não consiga parar de clicar – é um dos locais mais fotogênicos do planeta. E há os que emudecem e ficam gratos pela oportunidade de conhecer um pouco mais da história da civilização e por constatar o quão pequenos somos diante de uma natureza tão intimidante.
 
A altitude incomoda, mas não derruba. Folhas de coca combatem o ligeiro mal-estar. Masquei algumas. Muito amargas, troquei por um Trident. O chá é bebível, mas insípido. Sendo ecologicamente incorreta, bom mesmo para não tontear é um infalível comprimido, consulte seu médico.
 
Estivemos de passagem também por Ollantaytambo e Pisac, incrustadas no Vale Sagrado, e mais uma vez ficamos sem fala diante do visual montanhoso. E, por fim, Lima, a única capital sul-americana banhada pelo mar, apesar da água gélida e da areia preta. Se não é nenhuma Ipanema, ao menos tem as espetaculares falésias, que dão um tom dramático ao cenário. E tem o artesanato, as lhamas, a culinária: nunca comi tão bem.
 
Fui por minha conta com amigas que, além de amigas, são profissionais hábeis em reunir um pequeno grupo e proporcionar experiências sensitivas e surpreendentes, como a viagem no luxuoso trem da linha Orient Express, o piquenique sobre uma colina do Vale Sagrado e o tour de bicicleta pelas ruas da capital peruana. Estou falando de Clarisse Zanetello Linhares e Mylene Rizzo, que, em parceria com a Porto Brasil Viagens, organizam essas excursões diferenciadas.
São professoras de história da arte, mas o que mais se aprende com elas é ter gosto pela vida.”
 
 
 

Trilhas em Machu Picchu - Huayna Picchu

06 de novembro de 2011 19

Mesmo tendo visto milhares de imagens, ouvido relatos de amigos, assistido programas em HD na Nat Geo, nada, nada mesmo pode me preparar para a experiência impactante na chegada na cidade perdida dos Incas – Machu Picchu.

 

Esta é a foto clássica de Machu Picchu, aquela montanha ao fundo é Huayna Picchu, nossa trilha foi subir ao topo desta montanha.

Depois de atravessar o Vale Sagrado, em uma viagem memorável no trem Hiram Bingham que são 4h acompanhando o rio sagrado para os Incas, o Rio Urubamba, viajando por um vale muito verde, cercado de montanhas altíssimas, onde em várias partes do caminho avistamos os caminhantes da trilha inca em suas roupar coloridas.

Já instalados no nosso hotel, o Inkaterra, que se localiza praticamente dentro da espessa mata, bangalôs que dão total privacidade, onde a gente toma banho olhando a floresta e as montanhas.

No dia seguinte de manhã bem cedo partimos nos ônibus que nos levam a entrada do parque da cidadela de Machu Picchu, a idéia é ver o sol nascer do alto de Huayna Picchu.

Éramos estas seis guerreiras dispostas a enfrentar o desafio de conquistar a montanha.

 

Fila para a entrada da trilha, o número de pessoas por dia é de 400, em 2 turnos de 200, evitando aglomerados, pois tem passagens muito estreitas.

Aqui nosso grupo se dividiu, uns iriam fazer a trilha da porta do sol – Inti Punku, por onde os caminhantes da trilha Inca chegam em Machu Picchu. Nossa trilha era montanha acima pelos desfiladeiros que se elevam até Huayna Picchu, aquela montanha que sempre aparece atrás da cidadela de MP nas fotos clássicas do lugar.

Éramos 6 mulheres no nosso grupo, verdadeiras guerreiras, pois a trilha exige um bom preparo físico, pois Huayana Picchu se eleva a uma altura de 2.720 metros, e muitas vezes passamos por degraus muito estreitos beirando os abismos que parecem infinitos vistos lá de cima.

Se você tem intenção de fazer qualquer uma destas trilhas tem que reservar com antecedência, pois eles só liberam um número limitado de pessoas por dia, nosso era o primeiro horário que sai as 7h da manhã.

O caminho se alterna em escadas muito íngremes e corredores estreitos, e salvo alguns momentos, não me senti medo ou insegurança, o segredo é não ter pressa, ir devagar sentindo nossos limites e principalmente sentindo a energia do lugar. Nosso estado era de muita excitação e adrenalina, é impossível não se envolver com a grandiosidade da natureza, com o passado Inca e confesso – não ficar revoltada com os espanhóis que lentamente destruíram e saquearam a civilização Inca.

E começa a subida..

Depois de uma 1/2 hora de subida já podemos ter uma visão da estradinha em zig zag que leva de Aguas Calientes até Machu Picchu

As pessoas que sobem estão todas embuidos do mesmo espírito e o astral reinante é dos melhores, não preciso dizer que Huayna Picchu mais parece a Torre de babel, pois tem gente de todas as partes do mundo, se ouve vários idiomas e  no caminho vamos cruzando com pessoas de todas as idades.

A visão de MP  lá de cima é indescritível. A sensação de chegar ao topo do mundo, de conquistar a montanha é inebriante e única. Paramos por momentos, silenciosas, reverenciando aquele lugar certamente abençoado pelos deuses.

Levamos em torno de 2h para atingir a parte mais alta, você pode fazer mais rápido, até em 1h, mas tomamos nosso tempo, fomos curtindo, fotografando prologando aquele momento especial.

Quando você for subir não esqueça de levar seu passaporte, pois na volta eles carimbam uma figura da montanha com a data, verdadeiro troféu!

Em uma parte perto do topo tivemos que atravessar uma caverna muuuuito estreita!

O carimbo no passaporte para registrar nossa aventura.

Na chegada já na entrada do parque onde fica o Hotel Sanctuary Lodge, abrimos um champanhe, nada mais adequado para comemorar nossa conquista, superação e aventura – altamente recomendável, pois na minha opinião estas são nossas melhores memórias.

 

Trilhas em Machu Picchu: Intipunku e Huayna Picchu

03 de novembro de 2011 7

Duas trilhas estavam nos nossos planos e foi para elas que partimos de Águas Calientes as 6h da manhã com um grupo de 16 corajosos.

Grupo de Huayna Picchu

Grupo de Intipunku

O Intipunku ( Porta do Sol) é a porta de entrada oficial da cidade sagrada . é por lá que chegam os caminhantes da Trilha Inca e tem o primeiro vislumbre da Cidade Sagrada. Mais ainda , era na Puerta de Sol que os incas entravam neste santuário , um visual impressionante de toda a cadeia de montanhas e do vale do rio Urubamba.

Meus 10 companheiros partiram destemidos para uma caminhada até 2.765m para o topo da Montanha Velha ( Machu Picchu), é uma trilha média , sem muitos degraus mas que exige esforço em função da altitude e do plano inclinado do caminho.

 

 

Foi um grupo de auto-superação, joelhos operados, corações safenados e idade avançada não foram obstáculos! Chegaram todos bem , felizes com a sensação de superação.

 
Puerta del Sol