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Posts na categoria "China"

China com Arte - março 2019

12 de dezembro de 2018 0

 4 Shangai (356)

Em nosso grupo para China em março de 2019 houve uma desistência!

Uma super oportunidade para quem não conseguiu chegar a tempo de fechar a viagem em 2018.

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 1Beijing (210)

Este roteiro vai trilhar uma China plural. Um país onde as antigas tradições ainda estão presentes no dia a dia e a modernidade entra pelas ruelas das cidades milenares.

Vamos desbravar montanhas e arrozais em Yangshuo, circular de bicicleta pelas muralhas e emergir na história em meio aos guerreiros de Xian, viver o cosmopolitismo de Xangai alem de sentir a força da Cidade Proibida de Pequim.

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China com Arte - Esgotado

20 de agosto de 2018 0

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Não poderíamos estar mais felizes com o resultado do lançamento da viagem China com Arte.

Em três dias todas as 24 vagas foram esgotadas!

Um super retorno para o nosso trabalho e mais uma prova de confiança e credibilidade.

Obrigada Porto Brasil por mais esta parceria de sucesso.

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Shanghai dos Contrastes por Christiane Petry

04 de agosto de 2012 0

 Se Beijing nos remete ao passado, à história milenar do país, à China dos tempos imperiais, Shanghai descortina o futuro. Situada na foz do delta do rio Yangtse, Shanghai era uma pequena vila de pescadores e um condado secundário até meados do século XIX, quando passou a chamar atenção internacional pelo potencial econômico/comercial da região e por possuir um dos portos marítimos mais importantes e bem localizados da costa Chinesa. Após a primeira Guerra do Ópio (1839-1842) entre Grã-Bretanha e China, uma concessão inglesa foi instalada na cidade e logo em seguida, outra francesa e americana. A cidade floresceu como um importante centro comercial entre o oriente e o ocidente e tornou-se o centro financeiro da região Ásia-Pacífico na década de 1930. Contudo, quando a República Popular da China foi instalada pelo Partido Comunista em 1949, a influência internacional na cidade de Shanghai declinou até 1990, quando as reformas econômicas introduzidas por Deng Xiaoping levou a cidade a um novo boom econômico e financeiro, passando a atrair novamente investimentos estrangeiros. Atrás de Hong Kong, Shanghai é hoje a cidade mais ocidentalizada da China e lidera o processo de modernização do país. Quase um quarto das gruas do planeta está localizado nesta metrópole. Mas não se engane, mesmo com seus prédios moderníssimos, viadutos mirabolantes e painéis eletrônicos gigantes, Shanghai é, sobretudo, uma cidade cheia de contrastes. A arquitetura antiga e moderna pode ser apreciada ao mesmo tempo.

 

Se, durante a semana, a Nanjing Lu (principal rua de comércio da cidade) é invadida por uma massa de gente, carros, bicicletas, ônibus, riquixás….

 

No final de semana, a mesma rua, é invadida pelas pessoas para a prática do Tai Chi Chuan

 

).  Podemos visitar o famoso Yu Garden, um antigo jardim no estilo Ming, construído para propiciar a contemplação e a serenidade a seus visitantes. Como todo típico jardim chinês, neste também podemos observar os 4 elementos básicos utilizados pelo paisagista chinês para compor os jardins: as pedras (esculturas), a água (lagos), as plantas e a arquitetura (caminhos, pontes, quiosques de contemplação.

 

Ou podemos visitar o bairro de Xintiandi, que foi totalmente reconstruído e restaurado e hoje é um local de encontro de “locais” e estrangeiros. O bairro abriga inúmeras lojas, boutiques transadas, bares, cafés e ótimos restaurantes, instalados em antigas “shikumen” reformadas. Shikumen são construções residenciais típicas de Shanghai, construídas entre o final do século XIX e início do século XX, com um mix de estilo arquitetônico ocidental e chinês. As casas possuem 2 ou 3 andares e geralmente suas paredes são feitas de tijolo aparente.

 

Também podemos encontrar em Xintiandi, construções remanescentes da época das concessões europeias e ainda novos e modernos empreendimentos.

 

Podemos ainda apreciar Pudong, o bairro novo e moderno de Shanghai, onde há 25 anos existiam apenas plantações de arroz. Pudong fica na margem leste do rio Huangpu e abriga alguns dos edifícios mais altos do mundo como a Torre da TV Pérola Oriental, com 457 metros de altura e composta de esferas de vários tamanhos que representam as pérolas do oriente.

 

E nesta mesma cidade do futuro, podemos observar como e onde os moradores da cidade colocam ainda hoje suas roupas para secar.

 

 E os contrastes não terminam por aqui. É só observar e curtir os dois lados da mesma moeda ou as forças complementares do Ying e do Yang, como diriam os próprios chineses.

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Cultura e gastronomia inusitada, a China por Christiane Petry

26 de abril de 2012 1

Espetinho inusitados

O Templo Lama é um dos maiores e mais importantes templos budistas tibetanos do mundo. O complexo, que também segue o estilo arquitetônico da China Imperial, é formado por cinco prédios principais e várias galerias laterais. Originalmente, o local serviu como residência de um príncipe da dinastia Qing até ele tornar-se imperador. O templo é inteiramente decorado com imagens do Buda no seu interior, sendo que o maior deles mede 16 metros e é feito de uma única peça em madeira. Ele é tão grande que não deu para fotografar.

Na entrada dos templos, praticantes do budismo fazem suas oferendas e queimam incenso.

Figuras de animais e senhor que decoram o telhado do templo. Quanto mais importante a construção, maior era o número de figuras.

Mas Beijing não é apenas a cidade de espetaculares monumentos históricos, também é a cidade da comida de rua, das compras e dos mercados locais.

Além de shoppings modernos com lojas de grifes internacionais como o famoso Oriental Plaza, que fica localizado na principal rua de comércio de Beijing, a Wangfujing Dajie, o que mais chama atenção são os mercados locais. Nestes mercados, temos acesso a produtos típicos, antiguidades e artesanato, bem como podemos exercitar as técnicas chinesas de negociação.


Há vários mercados locais em Beijing e, como o tempo é curto, acabamos por optar pelo de antiguidades, o Panjiayuan Market, e pelo Hongqiao Market, que fica próximo ao Templo do Céu e que possui dois andares de lojas especializadas em pérolas.

O Panjiayuan Market, de antiguidades, é imperdível. Há peças chinesas de todos os tipos: esculturas, cerâmicas, bronzes, peças em jade, material para caligrafia, arte tibetana, bijouterias de enlouquecer, etc. ..

Vendedora montando um colar de pérolas na tradicional loja de pérolas Fanghua no Hongqiao Market.


Outro local muito charmoso em que estivemos foi em uma rua chamada Nanluogu Xiang, que fica em um Hutong. Nessa rua, muitas das antigas casas residenciais foram transformadas em boutiques, lojas de design, cafés e bares.

E falando em hutong, os hutongs são ruelas de bairros antigos da cidade, onde costumavam morar as famílias abastadas e funcionários do governo.  Hoje, muitas dessas casas são do governo e várias famílias habitam uma mesma residência.

Embora tudo seja muito simples, dá para se ter uma boa idéia de como era a Beijing de antigamente e também de como vivem parte da população da cidade hoje em dia.

Nos hutongs, você pode contratar um riquixá e dar um passeio pelo bairro. Vale a pena!

Como não há muito espaço nesses bairros, cada pedacinho de terra é aproveitado ao máximo.

Uma peculiaridade do local é de que essas casas antigas não possuem banheiros. Os banheiros são públicos e você encontra um a cada quadra. É muito estranho.

A comida é um capítulo a parte. Beijing é famosa por sua comida de rua. Ao lado da rua Wangfujing fica o Mercado Noturno, onde podemos provar uma infindável variedade de especialidades tradicionais chinesas como espetinhos de escorpião, bicho-da-seda ou gafanhotos. Confesso que não tive coragem!

Alguns dos espetinhos eram indecifráveis. Já outros……

Ícones chineses, por Christiane Petry

12 de abril de 2012 0

A Cidade Proibida (também chamada de Palácio Imperial) que fica no coração da cidade de Beijing e é o complexo arquitetônico mais grandioso da China. Foi construída ao longo de 14 anos, durante o reinado do terceiro Imperador Ming, chamado Yongle – o mesmo do Templo do Céu – e finalizada em 1420. Depois do Imperador Yongle, o palácio foi a residência de mais 23 imperadores da Dinastia Ming e Qing, até o Império ruir em 1911.

À medida que vai se entrando no complexo, tem-se  a impressão que vamos encontrar um Imperador logo adiante e a lembrança das cenas do filme O Último Imperador é inevitável. 

O palácio é imenso, formado por um conjunto de 800 prédios com mais de 8000 recintos. Os telhados são todos pintados de amarelo fazendo referência à cor do Imperador.

Leão Chinês que guarda a entrada de um dos salões da Cidade Proibida. Esse é uma fêmea, pois tem um filhote sob a pata, o macho tem uma bola.

Em frente à Cidade Proibida, fica a famosa Praça Tiananmen, palco dos protestos estudantis de 1989. A praça é austera. Não há árvores, bancos ou sombra. É toda de concreto e sua arquitetura tem mais de Mao Tse Tung do que  da China Imperial. No centro da praça há o Mausoléu de Mao e, ao redor, várias construções da era comunista, como a sede do Congresso do Povo e o Museu Nacional.

A Praça Tiananmen ainda estava decorada devido ao feriado nacional de 1° de outubro. O nó chinês simboliza boa sorte e felicidade.

Ao norte da praça encontra-se o portão que dá acesso à Cidade Imperial, de onde Mao proclamou fundação da República Popular da China em 1949 e onde, até hoje, está fixado seu retrato ícone.


  E chegou o dia do passeio às Muralhas! O dia não amanheceu aberto e nossa primeira preocupação foi que a chuva viesse.  Demos sorte e não choveu, mas confesso que a minha expectativa de ver a Grande Muralha desaparecer no horizonte sob o céu azul ficou para uma próxima oportunidade.


A Grande Muralha da China é uma série de fortificações construídas, restauradas e reconstruídas por várias dinastias, ao longo de aproximadamente 2000 anos, com o objetivo de proteger a fronteira norte do Império Chinês de invasões de tribos nômades. De fato, a Grande Muralha não é apenas uma, mas várias muralhas. O trecho da muralha que fica próxima a Beijing  foi construído durante a dinastia Ming. Outros, mais antigos, já foram quase totalmente destruídos pelo tempo.

Para minha surpresa, há até bondinhos que levam os turistas que não querem subir a pé até o topo das montanhas. Assim ficou bem mais fácil de chegar às Muralhas!

 Estima-se que as muralhas tenham mais de 6000 quilômetros de extensão, que vão da região do Mar Bohai (ao leste de Beijing) até a região de Lop Nur no oeste da China, serpenteando desertos, montanhas e planícies. 

Nas últimas décadas, trechos das muralhas têm sido restaurados e abertos para visitação, sendo que há até uma maratona mundial que acontece nas muralhas anualmente.

Visitamos o trecho de Mutianyu, que tem um cenário mais serrano e que dizem não ser o trecho mais visitado e lotado por turistas. E, realmente, pudemos caminhar e apreciar o local com relativa privacidade. 

 À tarde, visitamos as tumbas Ming. Treze de dezesseis imperadores Ming estão lá enterrados, junto com suas esposas e concubinas. O local foi escolhido em razão do auspicioso alinhamento feng shui : uma área enorme cercada por montanhas que protegeriam os mortos dos maus espíritos vindos do norte, acesso apenas pelo sul, terra preta e posição hidrográfica. Há três tumbas abertas ao público. Visitamos a tumba do Imperador Chang Ling, cujo túmulo é precedido de pátios e halls onde há uma pequena exposição de objetos da época e outros encontrados nas câmaras mortuárias que foram abertas.


Beijing ou Pequim , por Christiane Petry

25 de março de 2012 0

“A graça da China está na sua própria estranheza; não tente ocidentalizá-la, será um desastre”. Li esta citação em um artigo sobre a China e acho que ela sintetiza perfeitamente o que vimos e sentimos durante nossa estada naquele país. Nação de história milenar, de dimensões continentais, por muito tempo isolado do resto do mundo e incrivelmente intrigante. 

Embora a China ofereça inúmeras opções de viagens para pessoas com os mais diversos interesses, acabamos por optar por algumas de suas principais cidades: Beijing, Shanghai, Macau e Hong Kong.

 

Iniciamos nosso roteiro por Beijing (ou Pequim), capital atual da República Popular da China. A cidade também foi a capital do Império Chinês desde a dinastia mongol (1279-1368) até o Império ruir em 1911. Antes disso, Xi’an era o centro político, cultural e econômico do Império.

 

Das cidades que visitamos, Beijing é a cidade mais antiga, a que mais nos mostra seu passado, a menos ocidentalizada e a que menos fala inglês! Essa é a muralha que não vemos: a da língua. A comunicação por lá foi bem mais difícil do que esperávamos e tivemos que aderir ao famoso cartãozinho de hotel com nomes e endereços escritos em chinês, à mímica e a boa vontade das pessoas.

Chegamos a Beijing logo depois das comemorações do feriado nacional de 1° de outubro que celebra o aniversário da fundação da República Popular da China. A cidade ainda estava toda decorada com flores e arranjos.

 

Nossa primeira visita em Beijing foi ao Templo do Céu, local onde o Imperador costumava ir duas vezes ao ano para pedir por boas colheitas e rezar por seus antepassados. Na realidade, o que chamamos de Templo do Céu é um complexo que fica em uma área duas vezes o tamanho da Cidade Proibida, onde há várias construções e altares além do prédio principal mais conhecido.

 

 O complexo do Templo do Céu é um perfeito exemplo da arquitetura chinesa do período Ming. 

 Acesso ao prédio principal

 

 

 

O prédio principal, denominado Hall das Preces por Boas Colheitas, é todo feito em madeira sem o uso de um único prego. O teto circular e da cor azul cobalto representa o céu.

É muito comum encontrar figuras de animais adornando os telhados de construções e casas. Neste, vemos o dragão chinês, símbolo do poder do imperador e que só podia ser utilizado em construções imperiais.  Acreditava-se que ele trazia proteção e boa sorte.

 

 

Hoje a área é um parque aberto ao público e, pela manhã, funciona como ponto de encontro de muitas pessoas e aposentados. O local tem ótimo astral, com clima de muita paz e harmonia. Além de soltar pipas, fazer tai chi chuan, dançar, caminhar ou apenas bater papo com os amigos, os freqüentadores do parque….

  

 

…também treinam caligrafia, utilizando pincel e água;

 

 E jogam jogos de tabuleiro como o xadrez chinês e o mahjong.