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Posts na categoria "Destaquinho"

A conciliadora e surpreendente Jordânia

28 de novembro de 2019 0
Começando mais uma jornada de prospecção! Desta vez e o Oriente Médio é o nosso destino, vamos buscar o que há de mais interessante , as experiências mais legais na Jordânia !

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A Jordânia é um país quase sem litoral e relativamente pequeno com uma população de pouco mais de 9,5 milhões de pessoas. São muçulmanos e predominantemente sunitas. O país é considerado um dos lugares mais seguros do do Oriente Médio, tendo se submetido a políticas de paz tanto americanas e israelenses, quanto da Arábia Saudita. Em 1920, a antiga Jordânia tinha uma população de 200 mil pessoas, sendo que deste total mais da metade era nômade, vivendo nas terras áridas do comércio e pastoreio. Em 100 anos , o pais recebeu migrantes de todas as regiões vizinhas.

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A Jordânia tem sido muito hospitaleira mesmo em meio ao tumulto dos países circundantes, aceitando refugiados de praticamente todos os conflitos desde 1948, com estimativas dizendo que quase 70% de sua população é proveniente de refugiados palestinos  e  atualmente 1,4 milhões de sírios vivem no país. Os iraquianos trouxeram muito dinheiro, os sírios vivem em campos refugiados em situação mais precária, os palestinos com passaporte da Jordânia que vieram depois da guerra 1967 foram praticamente incorporados à população . E , apesar dos tratados de paz, muitos jordanianos continuam considerando o Estado hebreu como um “inimigo”. Continuar lendo …

O Rio para além das praias – Parque Lage , Vista Chinesa , Mosteiro de São Bento e outras maravilhas

29 de agosto de 2019 0

Quantas vezes você já foi ao Rio de Janeiro na vida?  Pois repito a pegunta com um adendo , e quantas vezes saiu da praia para uma vista cultural ou mesmo uma trilha alternativa?

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Hoje o hábito de veranear por lá já não é tão comum , mas antigamente as pessoas costumavam ter apartamentos onde passavam longas férias de inverno , aproveitando o clima aprazível. Mas mesmo assim , em muitas visitas alongadas quase nunca nos afastávamos mais de alguns metros do mar da Zona Sul.

Vou começar meu périplo longe do mar , não tao longe assim. Fazendo uma Trilha no Morro da Urca. Isto mesmo , o bondinho do Pão de Açúcar pode servir de transporte para subir e a trilha vira um passeio lindo de 40 minutos pelo meio da Mata Atlântica, numa descida que desemboca na Praia Vermelha.

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O visual é incrível , a trilha é fácil , segura e demarcada , não tem erro.  A Trilha do Morro da Urca nos faz esquecer que estamos no meio de uma metrópole de mais de 6 milhões de habitantes, coisas do nosso querido Brasil. O acesso é livre, somente fique atento aos horários, pois a Trilha Claudio Coutinho  funciona das 06h às 18h .

Por ser um lugar que tem contato direto com a natureza é muito comum encontrar animais silvestres como saguis e lagartos.

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O Rio é bem mais do que a Zona Sul – Descobrindo a Cinelândia

24 de agosto de 2019 0

Para mim Cinelândia era sinônimo de degrado, uma região central de um Rio de Janeiro onde nunca pensei em colocar meus pés em tantas visitas praianas à Cidade Maravilhosa. Quanta Ignorância a minha, a região pode ter ficado meio abandonada por um tempo mas guarda uma riqueza arquitetônica e histórica impagável e faz pouco renasceu em todo seu esplendor.

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De VLT, dá para fazer um passeio por 2 séculos de arte no Rio de Janeiro. Usando o novo meio de transporte da cidade, o Veículo Leve (ou lento como os cariocas chamam)  sobre Trilhos, você pode combinar a ida ao Museu Nacional de Belas Artes, que guarda o maior e mais relevante acervo de arte brasileira do século XIX até o Porto Maravilha para visitar o Museu do Amanhã e ao MAM (Museu de Arte Moderna) que fica no aterro do Flamengo. Senti não ter mais tempo para fazer o trajeto com calma.

Mas vamos à Cinelândia que é o foco deste post. Tudo começou na Praça Floriano com a ideia de transformar a nova região num Times Square tupiniquim.

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India Inspirations - Roteiro de Viagem Março /2020

17 de julho de 2019 0

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O mais enigmático dos países, a Índia é um mergulho nos sentidos. Um dos grandes caldeirões culturais da humanidade, onde uma incrível variedade de religiões e etnias convivem em harmonia. Conhecer a Índia de verdade é poder vislumbrar o país além do exótico, perceber a espiritualidade cotidiana contida no olhar doce e alegre de seu povo. A Índia é única e você não sairá indiferente desta viagem. Uma experiência que vai acompanhar sua trajetória, dos aromas instigantes da culinária à riqueza do artesanato, um aprendizado baseado numa cultura milenar de cenários deslumbrantes.

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06 DE MARÇO | BRASIL – NOVA DELHI

07 DE MARÇO | NOVA DELHI – AGRA Pela manhã partiremos via terrestre para Agra. Capital do grande império Mughal, que teve seu apogeu no século XVI e sede do mais famoso monumento do país, o Taj Mahal aquele que representa o amor infinito. Você certamente não sairá imune desta experiência. Visita ao Forte de Agra conhecido como Forte Vermelho, um impressionante exemplo da arquitetura Mughal reconhecido como patrimônio da UNESCO. Foi construído por Akbar, um dos poderosos representantes desta dinastia muçulmana que dominou o norte da Índia.

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08 DE MARÇO I AGRA – JAIPUR

Ao amanhecer, visita ao Taj Mahal, construído como um mausoléu, no século XVII, por Shah Jehan, em homenagem à sua amada esposa, Mumtaz Mahal. Projetado com proporções perfeitas e todo em mármore branco é uma vista magnífica. Reza a lenda que o próprio Shah Jehan ordenou cegar e cortar as mãos do arquiteto após a conclusão do mausoléu. Após a visita, partiremos, via terrestre, para Jaipur. No caminho passaremos por Fatehpur Sikri, a famosa “cidade-abandonada” que foi construída pelo imperador mongol Akbar, em 1571. Chegada em Jaipur, conhecida como a “cidade rosa”, capital do Rajastão e a terceira joia do triângulo dourado, famosa por seus palácios e seu passado grandioso. O encantamento começa na chegada ao Rambagh Palace, com jardins luxuriantes, um verdadeiro palácio dos antigos marajás.

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09 DE MARÇO I JAIPUR Sairemos para conhecer um dos cenários mais impactantes de Jaipur: o Forte Ambar. Subiremos até o pátio do forte montados em elefantes e lá faremos uma visita às várias salas decoradas com luxo e originalidade do estilo Rajput. À tarde, teremos um tempo para explorar o rico e colorido mercado de Jaipur, que recebe noivas de toda a Índia para a aquisição de luxuosos enxovais. Visita ao palácio do marajá de Jaipur, onde veremos exemplos da belíssima arte e arquitetura Rajastani. O Palácio é, até hoje, residência oficial do marajá. Após, veremos a fachada do Palácio dos Ventos, Hawa Mahal e, na sequência, o observatório astronômico Jantar Mantar, idealizado pelo próprio Jay Singh, no século XVIII. Passeio especial com a Pink City Rickshaw Co. uma iniciativa da Access Development Services (organização sem fins lucrativos), que visa obter resultados econômicos, ambientais e sociais. Enquanto os e-rickshaws não agridem ao meio ambiente, as mulheres motoristas ganham rendimentos por meio dessa profissão recém-introduzida. Todas as 200 mulheres motoristas tem participação na Pink City Rickshaw Co., ajudando a construir seu capital social.

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10 DE MARÇO I JAIPUR Hoje é o grande dia da Festa do Holi ou Festival das Cores, sem dúvidas a festa mais colorida de toda Índia! Esta festa anuncia a chegada da primavera e o fim do inverno, simbolizando a vitória do bem sobre o mal. As tintas invadem as ruas indianas, unindo pessoas de todos os cantos em uma só celebração. Assim, por apenas um dia, a única regra é se divertir, sem distinções de classe social, religião e raça. Fazendo com que toda a desigualdade desapareça entre as cores do festival.

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Após o café da manhã no hotel, faremos as celebrações do festival em Khasa Kothi com os moradores locais. Para a celebração colorida, levaremos para o seu quarto as cores naturais e o típico vestido branco (Kurta e pijama). Após a celebração, experimentaremos os pratos típicos deste festival com a família anfitriã. Restante do dia livre para aproveitar o hotel, curtir o SPA e a piscina.

11 DE MARÇO | JAIPUR / UDAIPUR

Pela manhã pegaremos o vôo direto de Jaipur para Udaipur. Onde nos hospedaremos no magnífico Taj Lake Palace, um antigo palácio de mármore, que surge como uma miragem no meio do lago Pichola. Prepare seu coração, pois Udaipur, é considerada uma das cidades mais românticas do Rajastão. Tarde livre para curtir a piscina e aproveitar o cenário. Ao final do dia teremos uma legítima e inesquecível travel experience: um cruzeiro através das águas mágicas do Lago Pichola em um barco cerimonial da casa de Mewar, a dinastia local. Iluminado por candelabros, ao som de cítaras e guiado por típicos barqueiros em resplandecentes costumes. É um cenário de esplendor, a medida que as luzes da cidade brilham e refletem nas águas tranquilas do lago. Se a cena lhe parecer familiar, talvez você já tenha chegado ao paraíso.

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12 DE MARÇO I UDAIPUR

Visita ao grandioso palácio da cidade, o maior complexo palaciano do Rajastão, localizado às margens do lago. O lugar tem terraços com vista, salas projetadas nos mais diversos estilos que dominaram a cidade e ainda abriga a família real de Udaipur. Tempo livre para explorar o rico comércio local.

13 DE MARÇO | UDAIPUR / JODHPUR

Após o café da manhã, seguiremos para Jodhpur, via terrestre, visitando no caminho os Templos Ranakpur Jain. O renomado templo Jain, em Ranakpur, é dedicado a Adinatha. O templo, com suas cúpulas distintas, ergue-se majestosamente da encosta de uma colina. Mais de 1.400 pilares de mármore, esculpidos em detalhes requintados, sustentam o templo. Chegada ao Hotel RAAS, um oásis de verde e tranquilidade no coração de Jodhpur, de onde se avista o Forte Meharangarh. Jodhpur, a cidade azul, dominada por seu imponente forte, é o portão de entrada para o Deserto do Thar, que se estende até o Paquistão. Seus mercados, os marwares, são famosos desde o império britânico como exportadores das ricas pashminas de lã e seda.

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14 DE MARÇO I JODHPUR

Visita ao forte de Jodhpur – Meharangarh: poderemos explorar seu interior luxuoso, adornado com veludos, espelhos e com cristais coloridos. De lá temos uma vista espetacular de toda a cidade com suas construções em tons de azul. Ao entardecer, faremos um passeio aos Jardins Mandore, antiga capital Marwar, que foi abandonada por razões estratégicas, e tem estátuas de mais de 300 deuses e heróis. Em seguida, visita ao pulsante mercado de Jodhpur.

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15 MARÇO | DELHI

Partiremos para o aeroporto para voar para Delhi com hospedagem no emblemático Hotel Imperial, no coração de Nova Delhi. Tarde livre para descobrir o entorno do hotel. Poderemos caminhar nas redondezas para explorar os pequenos mercados e os empórios do governo, que oferecem mercadorias de todas as partes da Índia.

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16 MARÇO I DELHI

De manhã, visita à cidade de Old Delhi. Voltaremos no tempo através das ruelas antigas e caóticas. Vamos fazer um passeio de Rickshaw, passando pelo coração do comércio de especiarias, pelo Forte Vermelho e pela maior mesquita da Índia: Jama Masjid. Você vai ter todos os sentidos aguçados neste passeio. O colorido das ruas, das sedas e dos temperos vai marcar sua memória indelevelmente. No início da tarde, visitaremos Nova Delhi, passando por seus bulevares arborizados, herança do domínio britânico na Índia e o memorial de Gandhi – Raj Ghat. Tempo livre para as últimas compras.

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17 DE DE MARÇO | DELHI

Nova Delhi foi projetada e construída pelos britânicos na década de 1920 – é uma cidade de largos bulevares impressionantes edifícios governamentais, parques verdes e jardins. Em 1911, o rei George V anunciou a transferência da capital de Calcutá para Delhi. Uma “Cidade Imperial”, com prédios de tamanho palaciano, situados em meio a amplas avenidas arborizadas pontuadas por jardins de estilo mogol, além de com fontes e piscinas rasas. Levou 20 anos para completar este imenso empreendimento apenas para que os britânicos fizessem as malas e abandonassem o subcontinente em 1947. Visitaremos dois monumentos do passado de Delhi: Qutub Minar, um minarete para a mesquita adjacente e a Tumba de Humayun, construída pela esposa do imperador Humayun, que levou oito anos para ser concluída e é considerada um exemplo da antiga arquitetura mogol. A esposa do imperador, Begai Begum, foi enterrada no túmulo e a estrutura é a primeira de seu tipo construído no centro de um jardim bem planejado. É geralmente considerado como um protótipo do famoso Taj Mahal de Agra. O caminho nos levará ao longo da avenida cerimonial, Rajpath, passando pela imponente Porta da Índia. Acabamos o dia no Swaminarayan Akshardham, que simboliza 10.000 anos de cultura indiana em toda a sua grandeza. Ele brilhantemente mostra a essência da arquitetura antiga da Índia, as tradições e as mensagens espirituais atemporais. A experiência de Akshardham é uma jornada esclarecedora através da gloriosa arte, valores e contribuições da Índia para o progresso, felicidade e harmonia da humanidade. Akshardham significa a morada eterna e divina do Deus supremo, a morada dos valores e virtudes. À noite, teremos um jantar de despedida em um dos restaurantes mais lindos de Delhi: o Spice Route, listado entre os 10 melhores da cidade pela Condé Nast Traveller. Degustar seus pratos é como fazer uma jornada de especiarias através da costa da Índia, Sri Lanka, Myanmar e Malásia.

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O ROTEIRO BASE INCLUI: • Hospedagem nos hotéis indicados ou similares com café da manhã • Passagens aéreas Udaipur/Delhi e Delhi/Rishikesh/Delhi para quem fizer a extensão ao spa • Refeições mencionadas no programa (sem bebidas) • Visitas e passeios privativos para o grupo conforme programa

HOTÉIS Uma seleção de hotéis estrelados e luxuosos, onde a suntuosidade das acomodações, da decoração e da arquitetura, por si só, são uma viagem à parte. Delhi – Hyatt Andaaz Agra – ITC Mughal Jaipur – Rambagh Palace Udaipur – Taj Lake Palace Jodhpur – The Raas Delhi – The Imperial

 

INVESTIMENTO US$ 6.980, por pessoa em apartamento duplo. Consulte adicional para single.

Mais informações: 51 3025.2626 acosta@portobrasil.com.br www.portobrasil.com.br

 

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Novo site Viajando com Arte

08 de janeiro de 2019 1

Olá queridos viajantes. Para nos mantermos sempre atualizados estamos com um novo site no ar, passem lá para ver as novidades: http://www.viajandocomarte.com.br/ Capturar2

China com Arte - março 2019

12 de dezembro de 2018 0

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Em nosso grupo para China em março de 2019 houve uma desistência!

Uma super oportunidade para quem não conseguiu chegar a tempo de fechar a viagem em 2018.

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Este roteiro vai trilhar uma China plural. Um país onde as antigas tradições ainda estão presentes no dia a dia e a modernidade entra pelas ruelas das cidades milenares.

Vamos desbravar montanhas e arrozais em Yangshuo, circular de bicicleta pelas muralhas e emergir na história em meio aos guerreiros de Xian, viver o cosmopolitismo de Xangai alem de sentir a força da Cidade Proibida de Pequim.

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Mais Informações:

acosta@portobrasil.com.br

(51) 3025.2626

Egito com Arte 2018

25 de novembro de 2018 0

Acabamos de realizar nossa terceira edição do Viajando com Arte no Egito, a última vez tinha sido a exatos 10 anos, infelizmente depois de 2008 o país entrou em um longo período de turbulência politica que nos manteve afastadas deste lugar fantástico por bem mais tempo do que gostaríamos.

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Templo de Philae em Aswan, dedicado a deusa Isis.

Nosso roteiro começou pelo sul do Egito, fizemos nossa base em Aswan, cidade famosa na antiguidade por suas pedreiras de granito de onde saíram muitos obeliscos que foram usados para decorar templos por todo o Egito. Aswan também estava associada com o lugar de nascimento do rio Nilo, (que nasce no centro da Africa) de lá se podia navegar até o delta do mediterrâneo, pois os egípcios faziam todo o transporte via fluvial, por esta razão a roda demorou a se tornar algo comum por lá.

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Mercado de especiarias de Aswan.

Nos instalamos no Hotel Old Cataract , este hotel data do período colonial inglês, é um hotel lendário, foi aqui que Ágatha Christie escreveu seu famoso livro – A morte no Nilo.

O hotel fica em um dos tantos oásis a beira do rio Nilo, o lugar é belíssimo, e da sacada do quarto podemos ver o deserto.

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Vista da sacada do quarto do Hotel Old Cataract.

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Passeio de camelo ao entardecer em Aswan.

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Por do sol em Aswan.

Visitamos os grandes templos construídos por Ramsés II, que ficam uns 300 Km ao sul de Aswan, conhecidos como Abu Simbel, a gente chega em um vôo curto de menos de 1 hora.

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Visitando Abu Simbel, os templos construidos pelo faraó Ramses II

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Os templos são grandiosos, e devido a construção da grande represa de Aswan, eles foram literalmente fatiados e trasladados cerca de 200 m do seu lugar original, para evitar que ficassem submersos pelas águas do lago Nasser, em um empreendimento caríssimo financiado por vários países para salvar este grande monumento reconhecido pela Unesco como patrimônio da humanidade.

Aswan tem um mercado bem típico com muitas especiarias, e lá fomos nós, conferir as padarias que assam o pão na hora, comprar o chá mais típico daqui chamado de karkadi, que é o chá de Hibiscus.

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Happy hour navegando em Feluca pelo rio Nilo.

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Vista do Hotel Old Cataract em Aswan.

De Aswan saem os cruzeiros que sobem o rio Nilo até a cidade de Luxor, são 3 dias de navegação, na minha opinião uma das experiências mais legais para se ter no Egito, pois do barco vamos observando as margens verdes e exuberantes das tamareiras, e logo ali já se vislumbra a imensidão do deserto. Ao longo do caminho vão surgindo templos que a gente visita. A tardinha, o horário mágico, o Egito nos brinda com um por do sol mais lindo a cada dia. Ouvir o chamado para a reza (que acontece 5 vezes por dia) é lindo, emocionante.

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Vista da cabine no barco navegando o rio Nilo.

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deck do barco.

Na segunda noite no barco tivemos uma festa egípcia, todas vestidas como Cleópatras, Nefertaris, Nefertitis, nos divertimos demais.

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Festa Egípcia.

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Durante a navegação até Luxor a gente visita vários templos.

Chegando em Luxor fizemos o passeio de balão ao amanhecer, foi simplesmente espetacular, o dia estava perfeito, o ar límpido e levantar com o sol, junto com outros balões foi especial.
Nestes 10 anos eles se profissionalizaram muito, tudo melhorou, exceto que a gente sempre tem que madrugar, pois além de ser o horário mais bonito, é também o mais seguro, pois normalmente não tem vento.

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Enchendo os balões para subir aos céus junto com o sol no Vale dos reis.

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De cima se vê claramente o limite do vale irrigado e o inicio do deserto.

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O templo da faraó mulher Hatshepsut no vale das rainhas em Luxor.

Luxor é conhecida como o maior museu a céu aberto do mundo, você passeia pela cidade e vê o Egito antigo passando pelos seus olhos. Tem dois templos importantes Luxor e Karnac, este último dedicado ao todo poderoso deus Amon – Rá.
E foi no vale dos reis, na margem ocidental do rio Nilo, onde se fez um dos achados arqueológicos mais importantes da humanidade – o tesouro intocado do Faraó Tutankhamon, pelo inglês Howard Carter em 1922.
Hoje a gente visita várias tumbas incrivelmente bem preservadas com pinturas que conservam suas cores originais, mesmo depois de 3000 anos. Mas o tesouro do faraó Thut está conservado no Museu no Cairo.

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a Sala Hipostila do templo de Karnak, com sua floresta de colunas monumentais.

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Templo de Karnak

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detalhe do templo de Hatshepsut

Nossa última parada foi o Cairo, que sim é uma cidade caótica, confusa, mas a gente tem que procurar ver a sua beleza. Nossa localização ajudou bastante, ficamos no Four Seasons, cujos quartos dão de frente para o por do sol no Nilo, um lugar privilegiado, perto das atrações mais importantes.

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Vista do rio Nilo da sacada do Hotel Four Seasons no Cairo.

Fizemos muitas visitas legais na cidade, algumas fora do circuito normal dos roteiros, como é o caso do enorme Parque Al Azhar, um coração verde no meio da cidade, onde os casais vão para namorar e crianças fazer piquenique com suas classes.

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Parque Al Azhar, no Cairo.

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Mesquita de Alabastro no Cairo.

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Interagindo com as meninas locais, eles são super receptivos e adoram posar para foto com os turistas.

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Mercado Khan el Khalili, no Cairo

Ponto alto foi o Sitio de Gizé onde estão as famosas pirâmides e a esfinge, conseguimos um lugar especial para visitar com exclusividade a esfinge de pertinho sem outras pessoas, entramos na pirâmide de Kefrem, andamos de camelo próximo das pirâmides, almoçamos no Hotel Mena House, que tem vista única do sitio. Nos despedimos das pirâmides com o espetáculo de luz e som que conta de maneira bem didática um pouco da história desta civilização.

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Super tranquilo de visitar o sitio de Gizé, nada de multidões.

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o famoso beijo na Esfinge.

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Para fechar com chave de ouro nossa imersão na cultura do Egito antigo, fizemos uma visita privada ao Museu do Cairo antes da sua abertura. Foram 2 horas inteiras com o nosso acompanhamento mais nosso guia egípcio. Ter aquele museu só para nós, foi um privilégio, pois o museu é pequeno e costuma ficar lotadíssimo.

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Final da visita ao Museu do Cairo, como boas brasileiras, cada uma com a sua sacolinha : ) !

Nosso grupo foi muito bacana, super astral e muito parceiro,  pois no Egito se acorda muito cedo, para poder aproveitar as horas mais frescas do dia, e todas enfrentaram as madrugadas  com muito bom humor.

Foram dias intensos de muito aprendizado e ótima convivência.

Egito com Arte – viagem à terra dos Faraós

26 de outubro de 2018 0

Depois de dez anos desde nosso último Egito com Arte , estamos voltando ao país dos Faraós!

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Muita expectativa neste reencontro, é um país que nos marcou profundamente por ter sido nosso primeiro destino exótico nesta trajetória de quase quinze anos de estrada.

Vamos ao interior rever imagens de um país onde a vida parece seguir um ritmo do século passado ou em alguns momentos da própria civilização egípcia antiga.

Vamos retomar o roteiro dos sítios faraônicos com a Necrópole de Sakara , primeiro “cemitério”  de pedra do Antigo Egito, guarda nas suas muralhas o formato do antigo Palácio de Memphis. Foi aqui que o arquiteto Imhotep criou pela primeira vez uma pirâmide para abrigar os restos mortais do faraó e todo seu enxoval funerário, necessário para cumprir sua trajetória na vida eterna.

Pirâmide Escalonada ou Pirâmide de Degraus é a mais antiga construção neste formato que se tem notícia. Foi construída em blocos pequenos de pedra com estruturas sobrepostas. Guardava um estátua do faraó Djoser que hoje encontra-se no Museu do Cairo, na famosa Praça Tahrir centro da cidade.

Aqui a sensação de voltar no tempo é completa, bem menos turistas se aventuram a chegar até Sakara, principalmente ao entardecer.

Vamos para o sul do pais, seguindo o curso do Nilo em direção ao Alto Egito.

O Templo de Philae em Assuan  é primor histórico e um feito de engenharia. Ameaçado pelas águas do Lago Nasser , criado em decorrência da represa de Assuan construída na década de 60,  o templo ficava submerso boa parte do ano e estava entrando em deterioração. Um movimento internacional trabalhou na sua remoção e uma nova locação foi feita.Estivemos por lá em três ocasiões e posso dizer que este é meu templo favorito no país dos Faraós. Além do ótimo estado de conservação , Philae tem entorno especial pois a ilha para onde foi transferido não tem outra construção além do próprio templo.

Removido e reconstruído pedra a pedra, Philae é um passeio feito em pequenos barcos desde a cidade de Assuan. O passeio já é uma delícia, nesta região o Rio Nilo forma ilhas de pedra que criam um ambiente diversificado e encantador. O sol , sempre presente, reflete na água as pedras milenares que formam o templo.

Aqui aparece o Hotel Old Cataract , nosso alojamento na cidade, aqui  foi escrito o clássico de Agatha Christie, “Morte no Nilo”, ainda hoje o hotel mais luxuoso da região.
 As felucas compões a paisagem, embarcações típicas do país.

 

 Esta pequena construção na margem do Nilo é um quiosque , mandado construir pelo Imperador Romano , Trajano. Delicado e grandioso ao mesmo tempo, mostrava a força de dominação dos romanos no seu celeiro do mundo Antigo, o Egito.

Atualmente o povo egípcio é muçulmano e não guarda relação com a cultura do Antigo Egito , mas contribui com o exotismo e o colorido, criando uma mistura original presente em todos os momentos.

Muitas emoções nos aguardam , reeencontros e novas descobertas!

 
Vamos mandar relatos e fotos , nos acompanhem pelas redes sociais.

Glamping nos Aparados da Serra: Cachoeira dos Borges

09 de outubro de 2018 0

Glamping , você já ouviu falar ?

Pois é , eu também nunca tinha ouvido este termo , mas fui chamada pela sua sonoridade. Algo como camping com glamour…

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Resolvi arriscar e ir até Mampituba, uma cidade próxima a Torres no litoral gaúcho ou a Praia Grande em Santa Catarina , que é conhecida como a capital da aventura neste estado. Para isto contei com o apoio de sete amigos , aventureiros que às vezes topam levar um cocar para os programas de índio que eu invento! Desta vez não foi usado.

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O Glamping da Cachoeira dos Borges foi uma super e grata surpresa. São cabanas de madeira em meio a natureza , com charme e conforto na medida do necessário. O lugar é encantador , de frente a esta enorme cachoeira ao pé dos Aparados da Serra. Pertence ao mesmo dono do Refúgio da Pedra Afiada que fica perto,  também conhecemos e é muito bacana, mas mais tipo pousada de aventura.

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As três cabanas mais simples, chamadas de glamping,  são equipadas com camas confortáveis e um lavabo com vaso, duas tem também uma pequena banheira.

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As 3 cabanas chamadas Jacuzzi , são maiores e tem um banheiro com uma grande banheira. No mais tem um banheiro coletivo que é usado também por quem acampa de maneira tradicional. Tudo uma grande curtição num fim de semana de temperatura amena.

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Eles oferecem churrasqueiras portáteis para alugar e a possibilidade de fazer uma fogo de chão para aquecer as noites que são frias por ali.

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Muitas trilhas pelas belas paisagens da redondeza são acompanhadas por guias profissionais. Para trilhas mais curtas até a cachoeira ou as piscinas naturais que ficam muito próximas as cabanas,  é tranquilo e seguro fazer por conta.

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A fauna e a flora são um capítulo à parte! Super rica e  abundante.

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As piscinas naturais são incríveis , parecem saídas de imagens do pinterest! Mas preparem o coração para a água gelada, quase tive uma síncope cardíaca , mas valeu a pena. As águas cristalinas são potáveis e convidam a gente a se atirar após uma caminhada pelas montanhas.

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Para completar eles oferecem uma área comum onde servem o café da manhã (incluído na diária) , cheio de produtos locais , uma delícia. O Gustavo é o administrador, cozinheiro e quebra galhos, um encanto de pessoa. Levamos uns bifes de hambúrguer que ele transformou num banquete , com pão feito em casa , acompanhamentos bem apresentados e para fechar a festa de Babete, bananas orgânicas flambadas na cachaça.

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Uma experiência a ser repetida!

Convidem os amigos, desconectem-se do mundo virtual , curtam a natureza de uma forma lúdica e intensa.

Faz um bem danado para o corpo e para a mente! Recomendo sem restrições.

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África do Sul e a magia de Capetown

17 de setembro de 2018 0

A África é uma experiência que recomendo sem restrições!

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Mesmo para os mais urbanos e avessos a natureza , tem encantos e recantos imperdíveis. Verdade que para quem não gosta de paisagens belíssimas, infra-estrutura bem montada , ótimas praias e gastronomia elaborada não é o canal!

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Vinhedos então! Afirmo que nunca vi mais lindos e bem cuidados, sem falar na qualidade dos vinhos. Sobre a região de Stellenbosch e Franschhouek vou falar no próximo post.

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País rico de uma natureza que reconhecemos em plantas e relevos na mesma latitude do outro lado do Atlântico. O Rio Grande do Sul tem clima e situação geográfica semelhantes.

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Saindo de Capetown chega-se ao Cape Point em 60km de estradas lindas e bem conservadas, só cuidado com a mão inglesa. O Cabo da Boa Esperança é o símbolo das Grandes Navegações Portuguesas do século XV, em busca do caminho marítimo para as Índias Bartolomeu Dias cruzou o cabo em 1488. Um parque preservado onde se pode fazer boas trilhas ou apenas uma visita mais comportada.

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Por lá os animais são mais selvagens, vivem soltos em um habitat que teimam em não entregar aos humanos. São babuínos, avestruzes e vários tipos de roedores convivendo livremente!

A África do Sul tenta se domar mas na praia de casinhas coloridas os surfistas tem que lidar com os tubarões, nas estradas placas avisam que podemos cruzar com pinguins e o Cabo da Boa Esperança já foi o fim de muitos navegantes !

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Não senti muita unidade , os descendentes de europeus (apesar de se dizerem locais) dominam uma sociedade exemplarmente moderna, limpa e bem estruturada! A riqueza é patente , mas continua sendo para poucos.

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A segregação está no ar, nos townships lotados, nas casas de lata e nos restaurantes onde negros estão sempre atrás do balcão. O apartheid persiste na economia , totalmente dominada pelos brancos.

Capetown é uma das três capitais , uma busca de integração de povos que formaram o país: africanos, holandeses e ingleses. A cidade tem uma geografia que nos faz lembrar o Rio de Janeiro, praias belíssimas dentro da cidade , um centro histórico com prédios que remontam aos primeiros colonizadores holandeses e o famoso Waterfront, um pier totalmente voltado para a diversão e o turismo.

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No Waterfront está o Silo Museu de Arte Contemporânea, foi mais interessante que visitei. Um prédio incrível num antigo silo onde se guardava grãos, adjacente fica o hotel de mesmo nome. Um espetáculo de arquitetura.

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A cidade guarda prédios que remontam aos primeiros colonizadores holandeses . Eu não deixaria de passear pelo centro histórico , para sentir um pouco mais a realidade como ela é! The Company´s Garden tem vários prédios históricos importantes, Long Street é turística, Kloof Street é descolada e cheia de bares legais. Não aconselho passeios a pé à noite.

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Mas é nas paisagens que a cidade se supera, a Table Mountain reina soberana, para onde se olhe ela serve de moldura. A dica suprema é pegar o teleférico no primeiro dia, porque nunca se sabe se o tempo vai virar e o passeio pode ficar prejudicado durante toda a estada. Não percam um dia bonito!

Para quem gosta de trilhas subir o Lion´s Head ao por do sol é incrível , uma caminhada de 1:30h leva ao topo com direto a um dos mais lindos visuais do mundo. Camps Bay, os 12 Apóstolos (que nada mais são do que a lateral da Table Mountain) , a cidade e o mar. 360 graus de belezas.

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Se o tempo ou o preparo não permitirem , da para subir de carro ao Signal Hill e ter uma experiencia parecida na montanha um pouco mais baixa.

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O bairro mais típico com suas casinhas coloridas e população muçulmana é Bo-Kaap, vale passear pelas ruas ou fazer um free walking tour para conhecer um pouquinho da sua história.

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Outro passeio imperdível é o Jardim Botânico Kirsten Garden, pelo lado de trás da Table Mountain, tem um panorama mais rustico em meio as flores mais típicas do país, as protéas. Elas estão por todos os lados em buquês nos hotéis e em feiras de rua.

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São diversos tipos, tamanhos e cores, são lindas , exóticas e meio selvagens. Alem disto tem uma passarela pela copa das árvores. Amei e me senti abraçada pela natureza.

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Bem pertinho dali fica o vinhedo mais próximo do centro de Capetown, num bairro residencial e elitizado , Constantia. Lindas ruas arborizadas repletas de mansões atrás de muros altos. Mas por aqui ótimas opções de gastronomia.

Destaque para os restaurantes La Colombe e o Chefs Warehouse em Beau Constantia.

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O artesanato é um capítulo à parte. O melhor é que o câmbio está favorável para nós brasileiros.

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Um país de contrastes que está me conquistando aos pouquinhos.