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Posts na categoria "Portugal"

Lisboa - Lx Factory, novíssimo lugar hype da cidade.

22 de agosto de 2016 0

 

Se você ainda não conhece a LX Factory em Lisboa, vai enlouquecer de vontade!


Em uma esquina escondida de Lisboa entre o centro e Belém, afastada dos centros mais turisticos da cidade, no lugar mais trendy e fashion de Lisboa, lotada de ateliers de Arte e estúdios de Design, fica a LX Factory, montada em um antigo complexo Textil – A Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, um dos mais importantes complexos fabris de Lisboa. A sensação é de estar em um cenário de cinema de uma antiga zona de produção.

A gente transita em meio a estúdios de produção, restaurantes e lojas. Tudo muito legal, descolado , preservaram bastante da antiga industria e aí reside muito do charme da LX factory. Tem de tudo desde salão de beleza ambientado nos anos 50, Pubs até Hotel –Uma ilha de criatividade.


Segundo a palavra dos criadores do projeto “Em LXF, a cada passo vive-se o ambiente industrial. Uma fábrica de experiências onde se torna possível intervir, pensar, produzir, apresentar ideias e produtos num lugar que é de todos, para todos.”

 

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Livraria “Ler devagar” fica dentro do complexo.

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barracas e brechós ao ar livre.

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Bares e restaurantes.

Se você curtiu este post, pode também visitar nossa página no Facebook – Viajando com Arte ou conhecer mais do nosso trabalho através do site : www.viajandocomarte.com.br.

Uma livraria pra lá de original em Óbidos, Portugal

04 de agosto de 2016 0

Adorei está livraria ou será um mercado?

Na verdade os dois!

Uma ideia pra lá de original em Óbidos Portugal.

Uma livraria especializada em livros de gastronomia, vinhos e livros raros funcionando junto com um mercado onde só vendem produtos orgânicos da região, trazido pelos próprios produtores.
Em um roteiro por Portugal, visita imperdível.

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livraria obidos prima

 

Livraria Mercado Biológico, Óbidos

Endereço: R. Direita 27, Óbidos, Portugal

Algarve, o surpreendente litoral de Portugal

11 de agosto de 2015 6

Lendo vários blogs e reportagens sobre o Algarve me dei conta que fica muito difícil escolher os passeios a fazer e as praias a conhecer pelas descrições das pessoas, e até pelas fotos! A primeira consideração é que não tem como não se surpreender , a ideia era explorar as praias, e neste caso minha expectativa era baixa –  já ouvira falar muito de como as cidades da região foram descaracterizadas pela grande especulação imobiliária . E é verdade, mas daí vem a surpresa! As praias são tão encantadoras que a gente esquece o que tem por trás. Além disto tem  o mar, as pessoas e as comidas , tudo faz parte da magia do Algarve.

           20150513_215752Ponta da Piedade

Depois de passar alguns dias por lá resolvi contar as experiências mais legais que vivenciei , sem me ater em qual seria a praia mais bonita ou o recanto de areia mais badalado . Isto varia de acordo com o estilo e a estação. Mas posso dizer de antemão que o Algarve é uma região de praias no sul de Portugal que contempla gostos muito variados e tem um lugar ao sol para todas as tribos.

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A primeira experiência que indico, com algumas restrições para quem é muito sedentário, é o Percurso dos 7 Vales Suspensos, uma trilha que parte da Praia da Marinha e vai até a Praia de Vale Centeanes  se estendendo por 5,7 Km. Um espetáculo da natureza formado pela erosão nas falésias `a beira mar. Fica entre Armação de Pera e Lagoa, numa região mais agreste e desabitada deste litoral mediterrânico de Portugal tão explorado e tão lindo.

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Praia da Marinha

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Trilha dos 7 Vales Suspensos

Na Praia da Marinha tem um estacionamento e uma pequena fruteira onde se pode comprar água e alguma fruta para dar energia na caminhada. Todo o percurso é bem demarcado e segue a linha de litoral com belíssimas vistas para o mar e as grutas que a água forma na terra e na areia.

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Cada praia e trecho de mar proporciona imagens de tirar o fôlego , literalmente pois tem subidas e descidas bem marcantes. A boa notícia é que ninguém é obrigado a fazer o percurso inteiro , dá para voltar assim que o cansaço pegar. Aconselho a fazer a trilha até Benagil pelo menos!

Vale cada pingo de suor e se der vontade dá para fazer algumas das praias de carro depois, a do Carvoerio é uma boa opção para se atirar na areia e descansar.

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Já que estamos falando em Benagil , o segundo passeio imperdível é pegar uma lancha e fazer o percurso das grutas. Uma super aventura que parte das areias da pequena praia e alcança mais de 10 grutas em uma hora de passeio. Um colosso da natureza , sendo  que a gruta que leva o nome da praia é uma das mais famosas do mundo na sua categoria.

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Gruta de Benagil

Mas as outras grutas e praias do caminho são incríveis também. Seria mais ou menos o mesmo visual da trilha só que de outra perspectiva , desde o mar. Sem contar que a lancha entra em muitas das cavernas quando a maré baixa dando uma dose de adrenalina extra ao passeio.

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Para uma experiência mais tranquila e contemplativa o passeio até a Ponta da Piedade , que fica na região de Lagos, é um “must do” no Algarve.

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Este não tem restrição para sedentários ou aventureiros pois pode-se ver as formações desde um promontório que já é um show! Claro que dá para descer , pegar caiaques e até mergulhar por ali! São praias inacessíveis por terra o que mantém o ar mais roots e intocado.

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Recomendo fazer tudo , passar o dia aproveitando uma das paisagens de litoral mais lindas que já vi, o que inclui também a Praia do Camilo , bem próxima e acessível por uma enorme escadaria.

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Praia do Camilo em três tempos

Todas as imagens mais espetaculares do Algarve costumam incluir uma desta ponta quase agreste da região.

E para finalizar , o por do sol na Capela de Nossa Senhora da Rocha é quase etéreo. Para a gente pedir para voltar ao Algarve muitas vezes e poder ter ainda muitas outras experiência incríveis como estas.

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 Nossa Senhora da Rocha – Armação de Pera

O Algarve é uma região de clima ameno, para aproveitar bem as praias melhor visita-lo entre maio e setembro , mas na primavera e no outono também oferece boas opções para quem quer fugir das multidões .

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Alentejo , além mar, além...

29 de julho de 2015 0

Começar a falar de um lugar sempre tem um que de melancolia, dos momentos que lá passamos e dos carinhos que lá deixamos. O Alentejo é mestre neste quesito , nos toca o coração mais que aos outros sentidos mais superficiais. Tem um que de desamparo , de solidão características de uma região de grande extensão e  pouca população. Amplitude que toca do Atlântico à fronteira com a Espanha, espaços de campos banhados de luz pontilhados por oliveiras e corticeiras. Onde a população se concentra em pequenos povoados caiados com janelas emolduradas de azul do céu ou amarelo dos campos.

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Alentejo

Saindo de Lisboa e cruzando a Ponte 25 de Abril está o Alentejo, região entre a capital portuguesa e a fronteira espanhola, é uma área predominantemente rural, ocupada por extensos olivais e vinhedos. Évora fica na rodovia A6 de Portugal, à uma hora e meia de carro de Lisboa.

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Évora – Templo de Diana

Grande parte dos excelentes presuntos do país e outros produtos de porco vem daqui, assim como a maioria das rolhas do mundo. Os famosos porcos de patas pretas da região, aliás, engordam com os frutos que caem dos sobreiros e azinheiras. Sem falar, é claro, de seus vinhos, de primeira linha. Suas atrações são numerosas, mas muito perto umas das outras.

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Nas estradas os sobreros, de onde se tira a cortiça, montam um cenário de cartão postal combinando com trigais e paisagens campestres. Eu adoro vagar por estradas tranquilas e descobrir cidades que nem sonham ser atrações turísticas, é lá que, na maioria das vezes deixo um pedacinho do meu desejo de retornar.

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Este foi o caso de Montemor-o-Novo onde escapamos da autoestrada para adentrarmos no coração de um Portugal rural , antigo e genuíno. Não sei muito sobre a cidade , foi uma descoberta casual e prefiro mantê-la assim, um encontro de olhares sem pretensões históricas.

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Três imagens de Montemor-o-Novo

A maior cidade da região é Évora, mas todo o Alentejo possui um grande número de cidadezinhas de arquitetura típica, com casinhas caiadas, fortalezas medievais, palácios, igrejas barrocas, resquícios da época romana e até sítios arqueológicos do Paleolítico.

 

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Évora

Ao contrário das metrópoles , que exigem tempo para serem desbravadas, Évora é um bibelô que se encaixa perfeitamente em um passeio de um dia.

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A cidade reúne, em espaço relativamente pequeno, uma incrível combinação de arquitetura romana, gótica e barroca – que fez de Évora Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

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Ruas de Évora

Capital do Alto Alentejo, Évora é dona uma história peculiar, com períodos como importante centro  urbano romano e baluarte fortificado mouro. Ela foi centro da corte portuguesa na dinastia Avis (1385-1580), quando muitos de seus prédios mais interessantes foram edificados.

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 Praça do Giraldo

O centro da cidade é a Praça do Giraldo , mas acho que a atração mais fotografada é o Templo de Diana , resquício do passado romano da região.

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Templo de Diana

Monsaraz é uma cidade amuralhada no topo de um monte, com uma bela vista para a barragem do Alqueva, cheia de casinhas brancas e que ainda mantém intactas as ruas construídas há muitos séculos. Uma cidade cheia de silêncios, ausências e histórias.

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Cidade e Igreja de Monsarás

Eu tenho uma  especial com a cidade , indiquei para um casal de amigos passarem e conhecerem a região . Pois foram e se apaixonaram, acabaram ficando por lá quase uma semana , estadia esta que acabou gerando um livro de poesias.

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Monsarás

Copio aqui o poema do Celso Gutfreind, que traduz um pouco a alma do lugar :

Silêncio em Monsarás

Chegamos ao silêncio absoluto. O silêncio onde o sino aparece soberano de si e do que não é sino e também resplandecem os ruídos de dentro , melodias que trazem as palavras que tentam sair pelo intestino, dizendo o que foi paz e hoje são murmúrios. Chegamos ao silêncio que expõe nosso barulho.

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Passear sobre a muralha da cidade é uma experiência “elevada”, uma das menores e mais pitorescas vilas do Alentejo, mas que foi o ponto alto da estadia de quase todos que passam por lá!

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Campos do Alentejo

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 Muralhas de Monsarás

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Chiado e Bairro Alto - onde tudo acontece em Lisboa

23 de julho de 2015 7

Lisboa está na moda em toda a Europa e por aqui não há quem não tenha colocado Portugal em sua mais nova lista de desejos.

Pois é , e em Lisboa o que mais bomba em termos de restaurantes , lojas transadas e muita gente bonita é o Chiado e sua extensão mais acima , comumente chamado de Bairro Alto.

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A região mais artística e cosmopolita de da cidade foi devastada por um incêndio em 1988. Embora tenha perdido na tragédia parte dos edifícios Art Nouveau do século 18, o Chiado foi reconstruído e remodelado com maestria do arquiteto português Álvaro Siza Vieira.

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Seguindo nosso itinerário , partindo da Baixa pode-se subir à parte alta da cidade de várias maneiras.

Numa transversal da rua Augusta, na rua de Santa Justa,  está o Elevador de Santa Justa , que desemboca no Largo do Carmo , uma dos mais simpáticos recantos da região.

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Elevador Santa Justa

Aproveitem para entrar nas ruínas mais emocionantes de Lisboa na minha modesta opinião, o Convento do Carmo , uma igreja parcialmente destruída mas que foi conservada em ruínas e é um monumento forte e importante para a memória portuguesa. A Igreja e Convento do Carmo foram construídos no século 14, mas devastados no grande terremoto de 1755, a tragédia que quase varreu Lisboa do mapa.

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Convento do Carmo

No entorno está um dos bons hotéis do Chiado , e olha que aqui são muitos. O Hotel do Carmo , com um budget mais alto e para quem quer economizar o  Teatro Bed & Breakfast fica logo na próxima esquina e é bem simpático, confortável  e mais simples.

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Hotel Teatro Bed & Breakfast

Para quem vem do Rossio a subida para o Bairro Alto pode ser feita pelas escadarias da Calçada do Carmo e depois emendar na Calçada do Duque. Uma subida cenográfica , com restaurantes e bandeirinhas nas escadarias. Encantador principalmente ao cair da noite.

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Calçada do Duque

Já no Bairro Alto, considerado a zona boemia da cidade, é quase uma  extensão do Chiado. É frequentado por intelectuais, artistas, designers e oferece um clima vanguardista. Lá em cima , rumar para o Miradouro de Santa Catarina que oferece uma das mais lindas vistas da cidade em meio a um jardim bem cuidado e aprazível.

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Ao longe o Castelo de São Jorge emoldurado pelo casario colorido, parece uma montagem de tão lindo. Aproveitem para visitar o Museu da Farmácia que fica logo em frente e traz 5 mil anos de história da Saúde!

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A terceira opção para alcançar esta região é tomar um dos vários elétricos que sobem as ladeiras com seu charme pitoresco.

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Não deixem de passear pela rua Garrett, o coração do Chiado onde está o famoso café A Brasileira , os Armazéns do Chiado , uma espécie de shopping com várias lojas que continuam a vocação comercia da rua. Daqui a descida para o Tejo é especialmente  impactante.

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Rua Serpa Pinto

São muitos endereços interessantes de lojas e designers legais por aqui. Perambulem pelas rua da Misericórdia, rua da Rosa, rua das Gáveas e muitas surpresas estarão no caminho. Desde lojas de roupas de estilistas locais até produtos inusitados como flores , perfumes , charutos e chocolates.

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Para um happy hour o bar do Hotel Bairro Alto (Praça Luís de Camões 2) é um must , oferece uma paisagem única. Para jantar eu indico o bistrô 100 Maneiras (Largo Trindade 9 ), super moderno e avant garde na apresentação dos pratos. Para um jantar mais refinado o Tágide (Largo da Academia Nacional de Belas Artes 18-20) ou o Largo (Serpa Pinto 1200) podem ser  excelentes opções  também. Para um endereço moderninho o Sacramento na Calçada do Sacramento vale a visita. E para provar que Lisboa está sintonizada com as tendências de qualquer outro país pipocam hamburguerias transadas pela cidade. Curtimos o visual da Honorato Hamburgueria Artesanal na esquina da Tv. do Carmo com a Serpa Pinto.

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Sacramento

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Prato de bacalhau do Bistrô 100 Maneiras

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Hamburgueria Honorato

Mas para além de tudo isto , a região conserva sua alma genuína , com as fachadas cheias de roupas penduradas e um clima nostálgico e original. As tradições são preservadas e ainda passam de geração em geração, na religiosidade e na postura  e seriedade de comportamentos.

 20150516_195935                Meninas comemorando a Primeira Comunhão

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Lisboa renovada: Cais Sodré , Alfama e Rua Augusta

Lisboa mais perto de Porto Alegre

Lisboa renovada: Cais Sodré , Alfama e Rua Augusta

16 de julho de 2015 1

Estive em Portugal nos primeiros dias ensolarados do verão e vou contar e experiência numa série de posts nos próximos dias, acompanhem aqui!

Minha experiência em Lisboa era antiga , numa época em que imperava um espírito ranzinza,  de um momento de poucas perspectivas e baixa autoestima. Portugal era o primo pobre da Europa , e Lisboa cheirava a mofo com prédios mal conservados e pessoas mal humoradas.

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Arco da Rua Augusta

Bom , nesta primavera minhas péssimas lembranças foram dissipadas como num toque de mágicas. Voltei a Lisboa e encontrei uma capital jovem e renovada por um povo que se reciclou e recebe o turista como ninguém.  Gentileza , cortesia e principalmente um desejo profundo e autêntico de mostrar o que o país tem de melhor em termos de tradição , mas também de novos projetos.

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Cais Sodré

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Cais Sodré

As mais conhecidas atrações de Lisboa foram remodeladas e estão prontas em seu mais reluzente esplendor! Partindo da Praça do Comercio , passando pelo Arco e entrando pela  Rua Augusta , não se vê uma parede descascada e nenhum andaime de restauração , raridade nas cidades históricas europeias.

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Praça do Comércio

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Arco da Vitória

Já na beira do Tejo, o novo Cais Sodré encanta pela modernidade integrada a paisagem antiga. Dali da para pegar todos os meios de transportes que estão integrados , trem , barco ou até os famosos bondes de Lisboa . Ali convivem em harmonia lisboetas e turistas de todas as nacionalidades. Em tempo , a Europa descobriu Portugal , hordas de franceses e anglo-saxões vem em busca de sol , temperaturas mais amenas e dos preços que por aqui ainda são bem mais convidativos.

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Cais Sodré

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Cais Sodré

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Daqui dá para pegar o elétrico 28 e seguir para Alfama e seu Castelo de São Jorge. Subir a ladeira a pé  pode ser interessante , mas é cansativo e pode faltar fôlego para explorar o que Alfama tem de mais interessante. O bairro ainda conserva um ar mais retrô , mas esta mais limpo e  repleto de opções. Muito giro na gíria local!

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Alfama e o Castelo de São Jorge

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Alfama

Os telhados de Alfama são espetaculares e de lá se avista o porto onde muitos navios turísticos aportam diariamente trazendo muitos visitantes de 1 dia para a cidade.

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Voltando para a rua Augusta uma volta no tempo , ela lembra um tempo de fausto nas fachadas coloridas e nas pastelarias com doces deliciosos. Um passeio desde o arco a outra extremidade leva até a Praça do Rossio, o coração da cidade que prepara a subida para o Bairro Alto .

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Fachadas da Rua Augusta

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 Doces portugueses

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Para saber mais:

Passando por Lisboa

Crônica de Lisboa

Serra de Lousã: um pedacinho de Portugal que parou na Idade Média

06 de agosto de 2014 2

Um delicioso relato do Felipe Sant’Ana Pereira, um grande viajante e descobridor recantos pelos 4 cantos do mundo que vai colaborar com o Viajando com Arte de agora em diante

Bastam alguns segundos vagando por uma ruela local para que se perceba que, nas Aldeias de Xisto, os segundos duram mais do que o normal. A neblina teimosa, a abundância da rocha escura que os portugueses chamam de xisto, e a lentidão do caminhar dos habitantes conferem à região um ar pesado – mas nem por isso desconfortante. Pelo contrário: é como se esse peso ancorasse os vilarejos ao leito do rio do tempo, e os impedisse de seguir o fluxo da história.

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O entardecer colorindo a aldeia de Candal

Localizada a cerca de 40 quilômetros de Coimbra, a Serra de Lousã é o pit-stop perfeito para uma viagem de carro. Ao longo das encostas, e debruçadas sobre o vale profundo, enfileiram-se doze aldeias, cada uma povoada por poucas dezenas de casas. Em nenhuma delas há mais de meia dúzia de ruas (todas de paralelepípedo ou barro). Carros não se adequam à fauna local. Passeando por lá, o mais provável é que, além dos bois e das hortas, você só tope com serenos artesãos, agricultores e outros tipos que insistem em não emigrar rumo à modernidade.

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Pedro, dono de um (talvez o único) bar da aldeia de Talasnal

A acomodação mais luxuosa da serra é o Palácio da Lousã Boutique Hotel (4 estrelas), que dispõe de belos jardins e é tombado como um Patrimônio da Humanidade. No entanto, a experiência ganha autenticidade quando se fica hospedado em algum dos chalés que em nada diferem das residências de nativos.

 

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O quintal do Palácio da Lousã, ©Palácio da Lousã

O Cerdeira Village, na vila de mesmo nome, oferece acomodação em casinhas de xisto de 2 andares, aquecimento elétrico e, para os mais nostálgicos, fogão a lenha. A partir delas, pode-se desfrutar da piscina natural localizada na aldeia, cuja água vem de um riacho. Ainda nesse vilarejo, moram alguns artesão e botânicos que saudosamente abrem suas portas para visitantes. Um exemplo é Antônio Carlos, que cultiva e vende plantas aromáticas e medicinais na casa de número 31. Outro é a alemã Kerstin Thomas, que esculpe lindos calendários com iconografia própria, em madeira de castanho, na casa 23.

 

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Um dos calendários de Kirsten Thomas, ©Kirsten Thomas

A Casa de Urze é a melhor opção para se hospedar na adeia de Talasnal, provavelmente a mais pitoresca de todas. Com interior de madeira e pedra, acomoda bem um casal, em um quarto duplo ladeado por uma sala de refeições e outra de estar. O restaurante vizinho é uma boa pedida: não deixe de experimentar a típica carne de javali, nem o licor de bolota (a fruta da castanheira), cuja doçura agradável lembra a Amarula. Além desse restaurante, vale conferir o Casa Ti’Augusta, na aldeia de Figueira, e o Pátio do Xisto, na aldeia de Gondramaz. Ambos oferecem um cabrito assado que deixa qualquer um babando, e uma vista do vale que tem o mesmo efeito.

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A sala de jantar da Casa de Urze, ©Casa de Urze

 

Os programas mais populares entre os visitantes são a pedalada pela trilha que percorre todas as doze aldeias (e que conta com incontáveis subidas e descidas!), o passeio até as praias fluviais na região da Ribeira da Alge, a 20 minutos da aldeia de Casal de São Simão, e a degustação de licores tradicionais. O Castelo de Lousã, ainda que icônico, não faz frente àquilo que se vê em outras cidades europeias, ou até mesmo às construções monumentais de Sintra, perto de Lisboa. Para os mais aventureiros, vale a pena perguntar na recepção de qualquer hospedaria sobre passeios de cavalo, mountain bike, rafting ou parapente, para que se aproveite os declives do terreno com um pouco mais de adrenalina.

 

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O nome mais do que adequado de um dos únicos bares de Talasnal

A Serra de Lousã fica a 2 horas do Aeroporto Internacional do Porto, e 2 horas e meia do Aeroporto Internacional de Lisboa. A melhor época para visitar é a primavera, com seu clima ameno, cores deslumbrantes e lotação tranquila. Não esqueça de levar roupas quentes: as temperaturas despencam depois do entardecer. E pode esquecer de levar o relógio: quando chegar lá, você não vai mais querer ver o tempo passar.

 

Para quem gostou deste post , visite nosso site e descubra outros passeios ou contrate uma assessoria particular para montar sua própria viagem :)

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Ilha da Madeira por Maria Amélia Flores

31 de agosto de 2012 1

Muito mais do que uma ilha, muito além de belas paisagens: a Madeira é uma verdadeira jóia da coroa portuguesa. Localizada há 600 km da costa da África e cerca de mil kilômetros de Lisboa, esta pequenina ilha de apenas 740 km² é pura história. Seu arquipélago também é pequeno: no seu entorno estão micro ilhas Desertas e Selvagens, além de Porto Santo, com suas areias brancas e mar azul. A Ilha da Madeira tem apenas 55km de leste a oeste e 25km norte/sul, facilmente percorridos de carro ou ônibus – a estrutura de estradas e túneis é referência mundial. Seu aeroporto é o menor da Europa, com parte construída sobre o mar.

Ilha de Porto Santo

Foi descoberta em meados de 1400, no período das grandes navegações. O relevo vulcânico, muito acidentado, foi sempre o fator dificultante: praticamente não há áreas planas na Ilha. E aí está a sua beleza: como virou importante ponto de parada dos navegadores que seguiam as Américas ou ao caminho das Índias, precisava produzir frutas e alimentos. A forma era preparar os terraços e desenvolver tudo o que podia: até hoje é reconhecida pela qualidade das frutas, principalmente maracujá e bananas. Estas formas de cultivo criaram mosaicos impressionantes nos paredões de pedra, uma paisagem única e inesquecível. Sua principal cidade é Funchal, seguida de Câmara de Lobos (uma legítima vila de pescadores, o tipo físico e vocabulário lembra muito as populações do litoral de Santa Catarina). O isolamento garante a tranquilidade: a ilha é muito segura. O clima agradável convida a caminhadas. São famosos os cultivos de flores, os jardins são impecáveis: sempre parece ser primavera!

Vista dos vinhedos do norte da Ilha – Seiçal

Vale dar a volta na ilha, ver o Cabo Girão – o ponto mais ocidental da Europa, o isolamento do “Curral das Freiras”, o mar azul do Seixal.
Dentre a história e sabores da ilha, o vinho é o elemento mais importante, o cartão de visita, o toque gastronômico. Afinal, quem não conhece o molho Madeira? O autêntico tem que ser feito com o vinho Madeira. Mas bem longe do seu uso na cozinha, este vinho único é diretamente vinculado a história das grandes navegações.

Como último ponto de parada antes das caravelas seguirem cruzarem o Atlântico, em épocas em que água potável era artigo de luxo e doenças como escorbuto eram um dos maiores desafios do caminho, ter vinho a bordo era fundamental para a vida da tripulação. Na Madeira, começava a produção: o clima úmido, o difícil cultivo, o pouco conhecimento, fazia surgir um vinho branco muito ruim, que se oxidava muito rapidamente, ficava muito ácido, pouca graduação alcoólica. Assim, como era o que havia disponível, cabia aos marinheiros consumirem para sobreviver. Com o tempo, buscando melhorar o gosto do vinho, os marinheiros começaram a misturar rum à bebida.

Nas caravelas, os barris eram guardados tanto no fundo quanto na parte superior das mesmas, auxiliando no contrapeso do barco. Ficavam expostos a sol, frio, umidade. Em certo dia, um barril que continha vinho misturado a rum sobrou em uma viagem, retornando a ilha. A surpresa foi de que o vinho estava muito superior em relação ao que havia saído da Ilha: algo havia acontecido, mas não se sabia o quê. Para repetir o processo, passam a colocar barris com vinho mesclado ao rum a girar em barcos pelo oceano, ficando conhecidos estes como “Vinhos de Roda”. Em seguida, descobriu-se que as condições de calor e umidade forçavam uma lenta oxidação que, quando combinada ao álcool vínico e açúcar residual da própria uva, fazia surgir aromas e sabores únicos, além de um vinho praticamente indestrutível.

As principais uvas cultivadas na iha da Madeira são Malmsey (Malvazia), Boal, Sercial e Verdelho, além da Terrantez (em processo de extinção). São milhares de pequeninos produtores que cultivam as uvas em terraços, com seis importantes vinícolas, localizadas entre Funchal e Câmara de Lobos, lado sul. A ilha elabora cerca de quatro milhões de litros. Madeira Wine Company, Pereira D’Oliveira, Henriques, HM Borges, Justino’s além da pequenina Barbeito (uma boutique, considerada por Jancis Robinson “o Chateau Lafite da Madeira”) levam para o mundo esta cultura, além de preservar o estilo, a história e suas coleções de vinhos antigos. Há também um movimento de pequenos produtores na parte Norte da Ilha, na região de Seiçal, elaborando vinhos brancos de autor.

Os vinhos da Ilha são fortificados, sendo excelente opção de aperitivo ou sobremesa. O mágico é degustar os Madeiras antigos: este processo de elaboração os deixa praticamente indestrutíveis. Os aromas delicados de um Madeira antigo remetem a nozes, mel, podendo variar conforme a uva utilizada. Se tiver a rara oportunidade de degustar um vinho centenário, aproveite, é uma experiência filosófica.

Durante o nosso próximo Tour de Vinhos a Portugal, reservamos três dias para explorar esta ilha e suas delícias. Selecionei as melhores vinícolas e melhores ângulos. A hospedagem é no hotel desenhado por Oscar Niemeyer. É a junção de vinho, arte, história e muita natureza, em um dos destinos mais charmosos do momento.

Maiores informações: http://www.portobrasil.com.br/PortugalTourdeVinhos.pdf

Passando por Lisboa

29 de agosto de 2012 5

Voltando da Europa agora em junho do ano passado, optei pelo vôo inaugurado pela TAP em 2011, Lisboa/Porto Alegre direto. Como o vôo sai de Lisboa as 9:40 da manhã, decidimos dormir em Lisboa e aproveitar a cidade.

Alguma semelhança com Copacabana?

E foi ótimo, Lisboa está muito legal, se come maravilhosamente bem e no verão,  com os dias longos deu pra ver muita coisa. Depois de uma rápida pesquisa na internet, achamos um lugar que alugava bicicletas a http://www.bikeiberia.com/ 10 euros para 4h.

Fizemos toda a margem do Rio Tejo, que é bem extensa de bicicleta, foi muito bom, pois a gente passa por várias atrações turisticas no trajeto, como o Mosteiro dos Jerônimos, pelos famosos pastéis de Belém, Torre de Belém, Monumento aos Descobrimentos, pelas Docas de Alcântara, onde tem vários restaurantes de peixes e frutos do mar, numa área legal na beira do rio que foi toda reformada.

Monumento aos descobrimentos

Mosteiro dos Jerônimos

Torre de Belem

Outro lugar muito interessante que você não pode perder é o Centro Cultural de Belém, um lugar multimidia, com várias galerias, exposições, cafés, restaurantes, lojinhas de museu e étnicas, esta foi a dica de um amigo brasileiro que mora em Lisboa.

Centro Cultural de Belem

Parada estratética em uma das cafeterias do Centro Cultural de Belem

Depois de entregarmos as bicicletas pegamos o elevador de Santa Justa que por 3 euros nos deixa no Largo do Carmo que fica no Bairro Alto / Chiado, um dos lugares boêmios e descolados da cidade.

Elevador de Santa Justa ou do Carmo

Pelas ruas do Bairro Alto

Caminhando sem muito compromisso achamos uma jóia, a Cervejaria Trindade, no local do antigo Convento da Santíssima Trindade, fundado no século  XIII. O lugar vale uma visita, as paredes tem vários painéis decorados com azulejos de inspiração maçônica, lindos. Sem falar que comemos um polvo maravilhoso lá.

Seguimos caminhando e deparei com uma loja bárbara, da fachada a gente não faz idéia da extensão meio labirintica do lugar, a loja chama Lost´in e bati altos papos com a dona, a Margarida.

 Ela tem coisas lindas, todas as roupas são confeccionadas na India, com aqueles tecidos indianos lindos, leves, mas com um design mais ocidentalizado.

 Nem preciso contar que fiquei maravilhada e esqueci do tempo lá dentro, para a grande sorte do Paulinho que estava comigo é que atrás da loja tem um terraço com uma vista linda da cidade, onde servem um tipo de mojito com frutas vermelhas e lá ele ficou bem distraído.

Ainda circulamos bastante pela região, nosso dia rendeu muito, acabamos comendo bacalhau neste quase boteco chamado “ A antiga casa que faz frio” 

Última vista do Castelo de São Jorge, que domina o cenário da cidade.

Quanto ao vôo da TAP, eu só tenho a dizer que achei um luxo!! Embarcar em Lisboa de manhã e chegar em casa à tardinha sem aquele stress e horas de espera no Galeão ou em Guarulhos.

O único problema foi sair de lá com 30 graus e chegar aqui com 5…. também, nada que uma lareira não resolva.

Cervejaria Trindade: Rua Nova da Trindade, 20C -  Baixa/Chiado

http://www.cervejariatrindade.pt/

Loja Lost´in : Rua Dom Pedro V, 58

Lisboa mais perto de Porto Alegre em 2011.

01 de março de 2011 2

 

 

A TAP anunciou que a partir de junho terá 4 vôos semanais diretos entre Lisboa e Porto Alegre, vocês já imaginaram ficar livre de todas aquelas horas de espera em Guarulhos ou no Galeão?? Nem quero pensar no rombo na  minha conta bancária, pois ir pra Europa vai ser um abraço! Quase o mesmo que pegar o onibus aqui em Porto Alegre e amanhecer em Uruguaiana tchê!!

 Com essa idéia na cabeça, agora no verão quando fui passar uns dias em Paris, acabei agendando meu vôo pela TAP e resolvi passar 2 dias em Lisboa. Já faziam mais de dez anos que eu não ia até  Portugal e achei legal dar uma conferida na cidade.

Cheguei em Lisboa perto do meio-dia, apesar dos dias curtos de inverno ainda pude ver bastante da cidade que esta linda, muito cuidada, e teve muito da margem do rio Tejo reabilitada, onde antes era apenas cais de porto, eles construiram restaurantes, centros culturais, bairros totalmente novos na região do Parque das Nações, uma Lisboa moderna com cara de século XXI, onde morar e circular por ruas amplas e arejadas é sinônimo de qualidade de vida.

E isso sem perder aquele charme colonial, seus bairros centrais e tradicionais como o Rossio, Alfama, continuam com a mesma feição de antes, me lembrou muito São Luis do Maranhão, com fachadas de cerâmica e azulejos, sacadinhas, ruelas estreitas e muitas, muitas igrejas barrocas com fachadas familiares, afinal foram eles que um dia desembarcaram no Brasil e iniciaram a nossa colonização…





Como eu ia ficar por apenas 1 noite ,escolhi meu hotel depois de muita pesquisa, e acertei em cheio o hotel é simplesmente perfeito, lindo,sem ser pretencioso, tudo muito cuidado, café da manhã impecavel, produtos da L´Occitane, os quartos tem vista para o Rio Tejo. O hotel chama-se  Lapa Palacehttp://www.olissippolapapalacehotel.com/ .

Fica bem localizado no bairro da Lapa,  os taxis em Lisboa não são caros e detalhe, não sei se tive sorte, mas conheci um motorista de táxi que era simpático demais, muito gentil e brincalhão, tanto que no dia seguinte eu o chamei para me levar a fazer um tour pela cidade.


Esta era a vista da sacada do  quarto no Lapa Palace. Ao fundo o rio Tejo.

 


No primeiro dia depois de cilcular um pouco pela cidade e acabei parando na Cervejaria Brilha, um lugar bem tipico,  indicação de um amigo, pra comer um “prego” …  que é uma espécie de sanduiche de pão francês com bife de filé dentro, claro acompanhado de um vinho tinto.

Cheguei em pleno dia dos namorados europeu que é no dia 14 de fevereiro, e eu sozinha acabei voltando para o hotel depois de ir ao cinema assistir ao maravilhoso Cisne Negro, filme com Natalie Portman. O hall do hotel é lindo, o prédio é um palácio do século XIX, e da recepção ouvi o som de um piano e fui até lá ver de perto, o pianista tocava num ambiente belíssimo, apenas para um hóspede do hotel e o som enchia todos os espaços, pedi ao garçom a coisa mais portuguesa que ele poderia me oferecer… um vinho do Porto, é lógico! Depois que o pianista soube que eu era brasileira tocou várias músicas nossas, linda execução.

Na manhã seguinte sai para fazer um belo passeio até a cidade serrana de Sintra que fica a apenas 35km de Lisboa. A rota é muito bonita, a gente vai costeando o mar, passando por Cascais, Estoril, estava um dia lindo.

 

 

Marginal que sai de Lisboa, passa por Cascais, Estoril, etc




Neste lugar conhecido como  “boca do inferno”, seu Victor  parou pra tomarmos um expresso e para que eu pudesse admirar as ondas do oceano Atlântico batendo contra as pedras.

 

Seguimos e no caminho passamos pelo Cabo da Roca, que segundo dizem é o ponto mais ocidental do continente europeu. Como já dizia Camões nos Luzíadas ” onde a terra se acaba e o mar começa”.

 

 

Farol do Cabo da Roca

 

 

 

 

Começamos a subir a serra até Sintra, que é uma cidade pequenina, muito bonitinha, com vários atrações para se visitar, como o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena, mas se você quiser ir só para almoçar ou  fazer um passeio, ok,  andar naquela região já é uma boa opção.

 

 

Cheio de esculturas pela cidade de Sintra.

 

 

 

 

Cafés e restaurantes no centrinho de Sintra.

De volta a Lisboa parei para almoçar na margem do rio, nas Docas de Alcantara, uma área que foi totalmente reabilitada, mais ou menos o que sonhamos que a prefeitura faça aqui em Porto Alegre no nosso cais do porto. O restaurante Cinco oceanos também foi indicação de amigos portugueses e lá pude saborear um robalo grelhado fantástico, acompanhado de um vinho branco Del a Deu.

 

 

Docas de Alcântara

Restaurante Cinco Oceanos.

Eu não poderia sair de Lisboa sem experimentar os famosos pastéis de Belém, seria quase uma heresia e como peixe é leve sobrou espaço para come-los como sobremesa e encerrar minha estadia em Lisboa com chave de ouro.

 

 

 Agora é só torcer para que as negociações da TAP com a Anac tenham êxito e que possamos estar brevemente a apenas uma noite de distância de Lisboa.