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Posts na categoria "‘Roteiros Viajando com Arte"

Frida Kahlo no Intituto Ling - Palestra de Clarisse Linhares

02 de abril de 2015 0

Dia 7 de abril , terça-feira , às 19:30h

Ingressos no local

Rua João Caetano 440, Bairro Três Figueiras , Porto Alegre

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Marrocos com Arte - Viagem em outubro de 2015

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O Marrocos foi talhado para os viajantes mais exigentes. Paisagens líricas de montanhas cobertas de florestas, o deserto mais árido que nos transporta para os antigos caravansarais, onde os viajantes faziam um pausa na sua longa jornada. Tudo é poesia nesta civilização milenar de Berberes e Tuaregs, onde vamos nos aprofundarem aventuras e descobrir os segredos de sua cultura e gastronomia.

Partindo da costa colorida de Casablanca, após conhecer a impressionante mesquita Hassan II, à beira mar, entraremos nos oásis das montanhas Atlas. Rios verdes de tamareiras correm por entre as dunas do deserto, até chegar a Marrakesh, a epítome de todos os nossos sonhos sobre o país.

Para os amantes da fotografia, andar pelas ruas movimentadas das medinas é como estar dentro da National Geographic: as vestimentas tradicionais estão presentes no quotidiano marroquino até os dias de hoje.

A mística cidade azul de Chefchaouen, a Imperial Fez com sua medina milenar, as cenográficas ruínas romanas de Volubilis e uma noite sob as estrelas no deserto de Erg Chebbi. Não poupamos imaginação para proporcionar experiências marcantes nesta jornada. Embarque conosco. Será inesquecível.

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Marrocos - 2015

 

Experiências de Viagem : a exposição

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Mylene Rizzo e Clarisse Linhares, a dupla que toca o projeto Viajando com Arte, lançará na segunda-feira, 09 de março, a partir das 19h, mais uma exposição com fotos de suas incríveis viagens pelo mundo. Com o título ‘Experiências de Viagem’, elas mostrarão em 30 imagens o grande diferencial dos seus roteiros: a oportunidade de vivenciar experiências únicas em diferentes lugares. A mostra faz parte do Arte no Pátio, projeto lançado em 2012 pela construtora e incorporadora Ivo Rizzo com objetivo de aproximar as pessoas da arte. Na ocasião também será apresentado os dois destinos que a dupla vai percorrer esse ano, e haverá um bate-papo e a exibição de imagens dos países escolhidos: México e Marrocos.

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As fotografias que estarão expostas no charmoso espaço das esquinas das ruas Félix da Cunha e Padre Chagas são um apanhado de quase dez anos percorrendo o mundo com o Viajando com Arte. Países como Peru, Rússia, Marrocos, Itália, Tailândia, Camboja, Marrocos, Laos, Índia e Egito estarão contemplados na exposição ‘Experiências de Viagens’. “Queremos mostrar o que acreditamos ser a verdadeira sensação de viajar; que é ir além do script, ousar, mudar antigas certezas, se permitir. Os retratos mostram algumas dessas experiências, como um piquenique no Peru, um passeio de elefante na Tailândia, um jantar nas ruínas de Ephesus, na Turquia, uma visita privada à Capela Sistina, na Cidade do Vaticano; a ideia é visualizar como é bacana se entregar para a vivência do lugar que escolhemos conhecer”, resume Mylene.

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A noite também será de novas descobertas e conhecimento. Mylene e Clarisse farão um bate-papo sobre os países que integram a programação do Viajando com Arte 2015. No México, elas falarão de um roteiro colonial, que passará por Cidade do México, Guanajuato, São Miguel Allende, Puebla, Oaxaca e Playa del Carmen. “As grandes experiências no multicolorido México são um sobrevoo de balão pelas pirâmides e um happy hour privado na Casa Azul de Frida Kahlo, entre outras surpresas”, antecipa Clarisse. Já o roteiro do Marrocos passará por Casablanca, Chefchaouen, Meknes, Fez, Deserto de Erg Chebbi, Ouarzazate e Marrakesh. Passeios de camelos, hally em veículos 4×4 no deserto e até uma noite no deserto de Bivouac estão previstos. “Faremos todo o Marrocos por via terrestre e poderemos conhecer toda a diversidade de paisagens que o país apresenta com seus desertos, florestas, dunas, oásis de tamareiras, etc”, completa Mylene.

Cópia de deserto (94)

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Clarisse e Mylene são duas viajantes profissionais que se aventuram pelo mundo com a missão de vivenciar culturas e descobrir cenários para depois levar turistas até lá. Esse é o Viajando com Arte, um projeto que desenvolve roteiros especiais e diferentes a cada temporada. A intenção é que o turista possa, em grupo ou individualmente, vivenciar experiências inesquecíveis. O exercício do olhar, voltado para a arte, a gastronomia, ou para a aventura, enriquecem ainda mais as viagens e confirmam o propósito de uma singular travel experience.

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O QUÊ: lançamento da exposição “Experiências de Viagem”, de Clarisse Linhares e Mylene Rizzo – na ocasião, também será apresentado o calendário 2015 do Viajando Com Arte.

QUANDO: segunda-feira, dia 09 de março, às 19h.

ONDE: Pátio Ivo Rizzo (Rua Félix da Cunha esquina com a Rua Padre Chagas).

QUANTO: entrada franca.

Para saber mais sobre programas e roteiros do Viajando com Arte acesse o site:

www.viajandocomarte.com.br

Campofora em Ausentes, uma cavalgada no céu

23 de fevereiro de 2015 0

Desde sempre adoro passear pelo Aparados da Serra na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. É um lugar que me transmite uma paz e uma conexão com a natureza meio transcendental. Este ano mesmo estive em Cambará e nos Parques dos Canions do Itaimbezinho e Fortaleza. Mas fazia mais de dez anos que não me aventurava mais profundamente e atrelar uma visita a São José dos Ausentes com uma cavalgada soou como música ao meus ouvidos.

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Ver uma foto do Campofora no facebook foi como um imã para minha imaginação. Cavalgar durante dois dias na beira do canion Montenegro , o monte mais alto do RS, foi quase mais que um chamado , mas um comando.

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Partimos de Porto Alegre via Rota do Sol em direção a Bom Jesus, hoje a estrada é asfaltada até Sâo José dos Ausentes seguindo esta rota. De lá são mais 40km em estrada de chão até a Fazenda Montenegro. É longe de Porto Alegre , sim,  são perto de cinco horas de viagem por estradas lindas vazias e bem sinalizadas , mas não precisa pegar avião e é quase uma obrigação para um gaúcho conhecer a região. Então , vambora realizar porque a vida é longa mas não é infinita. E , de mais a mais , a gente às vezes vai bem mais longe para visitar “atrações” muito menos interessantes.

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Vista de nosso quarto na Pousada Montenegro

Ausentes é como o nome diz, vazia linda e preservada. O turismo é ínfimo e por isto foi uma surpresa encontrar a Pousada Montenegro tão bem estruturada e cuidadosa. Por ali o pessoal tem infinito orgulho das tradições, estão pilchados desde a alma e não “fantasiados de gaúcho” para inglês ver.

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Na casa principal quatro quartos com aquecimento ,(pegamos oito graus à noite em novembro) tem os nomes dos visitantes ilustres que passaram por ali, inclusive a repórter Glória Maria que foi a nossa anfitriã. Mais três casas com dois ou quatro quartos e um bolicho campeiro completam a pousada que tem um atendimento acolhedor e familiar e comida muito apetitosa.

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Mas é com o Paulo e a Angela Hafner que a mágica se completa , os dois moradores de São Francisco de Paula comandam com total exclusividade o Campofora , um serviço único de cavalgadas com um plantel maravilhoso de cavalos crioulos onde cada dia se faz um percurso por fazendas, cachoeiras e canions da região.

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Quem esta em busca de paz, um lugar intocado e sem nenhuma poluição visual achou o paraíso. Tudo muito cuidadoso , respeitando os limites do pessoal mais urbano e dando todo o acolhimento que o campo oferece. Éramos cinco , eu e meu marido de Porto Alegre, a Liége de Cruz Alta e seu namorado Alex de Paris e a inspiradíssima amazona Renata de Brasilia.

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Vou parar por aqui , pois o texto que a Renata Varella nos brindou diz o que eu não teria palavras para descrever, gastem dois minutinho e leiam , prometo lágrimas de profundo e sincero reconhecimento!

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MEU BRASIL BRASILEIRO por Renata Varella

“Estive recentemente na Serra Gaúcha para 4 dias de cavalgada por aquela bela paisagem. Aprendi várias coisas.

Ouvi e vi curicacas pica-paus do campo, gralhas azuis, noivinhas do rabo preto, carcarás, gaviões chimango, saracuras, sabiás do campo, pica-paus verde rajado, siriemas, graxains do mato, jacus, veados do campo. Vi a majestosa araucária.

Aprendi que nosso idioma é tão rico, que precisei de tradução para enterder as músicas. Versos como “onde se embala minha alma de campeiro, atraído pelos luzeiros das miradas querendonas”,” me enfrasco e canto um tango pras gurias, que sou filho de uma tia da empregada do gardel”, “me lendo a mão uma cigana disse tudo, ou capam esse cuiudo ou emprenho toda a nação”.

Músicas tristes, engraçadas, alegres, de todos os tipos, mas todas elas mostram o amor pelo campo, a identidade gauchesca, a influência dessa nossa América tão latina. Aprendi que o aperto de mão de um campeiro é forte, sincero, e que realmente sela uma amizade.

Ouvi termos como “Quero comer um vazio” (comer fraldinha),
Gaudério, (gaúcho sem eira nem beira que vive solto), 
Pingo- (cavalo bom)
Tapado de nojo ( a forma mais definitiva de detestar algo), “Me cairam os butias do bolso” (fiquei impressionado), “Avio” (isqueiro),
“Demorou um eito” (demorou muito)
“Munaia” (baita, muito)..
“Pilchado” (vestido com a vestimenta completa do Gaúcho)
Aprendi que cavalos usam arreio, basto, serigote, casquinho . Aprendi que suas pelagens são diferentes das que conheço: gateado rosilho ruivo, baio ruano, palomino, picaço, zaino…
Aprendi que o cavalo crioulo é talvez uma das melhores raças que já vi: fortes, destemidos, rápidos e muito, muito meigos, além de extremamente resistentes. Aprendi tanto. Mas aprendi sobretudo que meu país vale a pena, que minha ascendência tem valor, que meu continente é rico em sons, nuances, fauna e flora. Que cada cantinho tem um valor inestimável e que nosso povo tem que ser cultuado. Ir a Paris deve ser maravilhoso, sem dúvida. Mas ir ao BRASIL é mais maravilhoso ainda. Obrigada Paulo Hafner e Angela Hafner por me mostrarem isso. Que a Campofora continue abrindo o coração das pessoas. Com certeza hoje, sou uma pessoa melhor.”

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Rio Secreto , uma viagem ao inframundo na Riviera Maia

12 de fevereiro de 2015 3

Por Luciano Terra

Um dia desses desci ao inframundo e voltei a nascer para este mundo. Pelo menos na concepção maia.

Em viagem a Riviera Maia descobri um rio secreto (não tão secreto assim nos dias de hoje, porém é assim que o chamam por lá). Este rio secreto possui alguns quilômetros de extensão, entretanto menos de 01 quilômetro está aberto à visitação. Esses menos de 1000 metros já são suficientes para tirar o fôlego.

Após a benção de um sacerdote Maia desci as poucas escadas que ligam a superfície da terra a esse rio encravado nas entranhas do solo mexicano. A partir desse local, poucas alterações foram feitas pelo homem e, após poucos metros, entra-se na escuridão da caverna onde o rio flui como uma artéria que transporta sangue e oxigênio para todo o corpo da terra. Apenas iluminado com a luz de um capacete de mineiro, e pela lanterna da guia, mergulhei no inframundo maia. Segundo eles o mundo sagrado dos mortos, onde entra-se com respeito e lugar de conexão com as outras dimensões paralelas àquela que conhecemos na superfície.

E então, o espetáculo começa a se descortinar a sua volta: uma água totalmente transparente e levemente fria, galerias repletas de estalagmites e estalactites e apenas com a escuridão e o silêncio como testemunhas.

A caminhada de pouco mais de 700 metros intercala momentos por dentro do rio (as vezes raso, outras necessitando nadar) e pela margem deste. Galerias com muitos metros de altura e outros locais onde você tem que se abaixar para conseguir passar e seguir adiante.

O momento mágico ocorre quase no final do trajeto, onde todos são convidados a desligar as luzes e ficar por alguns momentos ouvindo somente o som da natureza. A escuridão é total, e pode até parecer assustadora, porém não é essa a sensação que se tem. Os seus sentidos estão tão conectados com a natureza que apenas consegue-se ficar ouvindo as gotas de água que caem do teto lentamente e sua alma se enche de energia. Uma sensação maravilhosa de pertencimento, de conexão com o todo e, se possível, com outra dimensão.

Ao voltar à superfície, e “renascer, traz-se consigo a força do local e seu corpo volta cheio de energia, realmente como um neném que acaba de vir ao mundo.

Uma experiência que pode não mudar a sua vida, mas que, no mínimo, o faz parar para pensar na força da natureza, do universo e na nossa insignificância perante tudo isso. Somente em sintonia com a nossa natureza poderemos viver em harmonia interior e com os demais ao nosso redor.

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