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Posts na categoria "Santa Catarina"

Trilha da Galheta em Florianópolis ou pode chamar de Parque Arqueastronomico das Pedras Sagradas

05 de setembro de 2017 0

Florianópolis lembra praia , lembra descanso, jogar os pés para o alto e tomar uma caipirinha?

Mas se não for assim , um pouco de esforço e a recompensa pode ser esta!

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Partindo da Barra da Lagoa nos chamou a atenção uma placa que dizia : Trilha Arqueastronomica das Pedras Sagradas. Desci do carro e na lojinha em frente me informei . A trilha é particular e se cobra $ 10,00 por pessoa, é uma subida de uns 30 minutos mas o visual é fantástico, de lá se vê toda a região norte da Ilha , com especial ênfase na Lagoa da Conceição, Praia Mole e a Galheta (famosa praia de nudismo de Floripa).

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Como adoramos um desafio foi o que bastou! Nada que um preparo físico básico não seja suficiente. Não desista sem tentar, vale cada pingo de suor.

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A trilha pelo meio da mata logo se abre num campo no alto do morro , e dai é só alegria! O visual não pode ser mais maravilhoso e o vento refresca o calor úmido da trilha fechada. Para os mais sensíveis aconselho usar repelente e nõ esqueçam o protetor solar. Estava um dia nublado que se abriu num sol maravilhoso quando chegamos no alto. Mas o mais importante de tudo , éramos só nós dois na trilha , um paraíso particular.

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Mas o mais interessante é a história do lugar, a curiosidade de um menino e a inquietação do pescador que sonhava conhecer o mundo pelo mar transformaram a vida de Adnir Ramos, o Maninho. Sem precisar sair da Barra da Lagoa, onde criou e e mantém o IMMA (Instituto Multidisciplinar de Meio Ambiente e Arquoastronomia ) no Parque da Galheta , ele localizou os agrupamentos de pedras sobrepostas que formam pequenas janelas. São frestas de onde se vê o nascer do sol nos solstícios e equinócios, eventos celestes que marcam a troca das estações do ano. Os dolmens são grandes calendários luno-solar que fazem parte da sabedoria ancestral utilizada para marcar as estações do ano, com instrumentos de medição do tempo que ainda hoje permitem entender a mecânica do universo.

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São formações rochosas gigantescas que não se entende como foram parar ali , assim como nos Parques de Stonehenge na Inglaterra ou os Moais da Ilha da Pascoa , mas que por aqui são ainda mais desconhecidos e intrigantes. Por via das dúvidas me coloquei exatamente embaixo da pedra mais importante , onde a energia seria mais forte! Pena que não era no solstício!

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O Solstício de Verão,  o dia onde o Sol brilha mais tempo no céu, costuma ter grande afluencia de pesquisadores e são motivo de comemorações por aqui . A partir desse momento há um declínio do sol, os dias começam a ficar mais curtos e começamos a armazenar forças para o outono. Tradicionalmente as ervas colhidas nesse dia são muito poderosas.
O fogo marca esta festa como o Sol que permanece por mais tempo no Céu. Esta é a melhor época para queimar as preocupações do ano que passou.

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Para os mais místicos , existe a crença que são épocas importantes para se harmonizar com as energias do ciclo solar Nelas os solstícios e equinócios são  reconhecidos como ocasiões importantes para uma ligação para a meditação, para a ascensão da mente.

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Mas como ninguem é de ferro e nem só de energia vive o homem , no final da trilha seguimos para um barzinho n Bara da Lagoa . Lugarzinho tranquilo e típico da região.

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E para cmpletar um mergulho na Praia Mole , que fica logo ao lado.

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Para saber mais sobre programas e roteiros do Viajando com Arte acesse o site:

www.viajandocomarte.com.br

da série programa diferente no verão : Urubici e a delicia de explorar a serra catarinense

17 de janeiro de 2017 1

Se você for um tipo inquieto como eu vai entender bem quando falo que depois de vários dias de praia, sol forte e muitos banhos de mar, vai me dando uma comichão de inventar alguma coisa diferente para fazer nas férias, conhecer outros lugares, trocar a paisagem. E foi exatamente o que fiz logo depois do ano novo este ano. Depois de 10 dias de dolce far niente no paraíso das praias de Santa Catarina, decidimos mudar de canal.

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A gente começa a subir e a paisagem vai mudando.

Partimos da Barrinha em direção Floripa, saímos em Santo Amaro da Imperatriz, almoçamos num posto em Águas Mornas e começamos a subir, a paisagem foi se transformando, montanhas e araucárias dominando a paisagem. Entramos em Lomba Alta para conhecer o museu de arqueologia, feliz iniciativa de um ex morador local muito dedicado, cheio de pontas de flechas, objetos indígenas, todos coletados no município.

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Museu de arqueologia de Lomba Alta, uma réplica da casa do fundador do municipio de Alfredo Wagner em estilo suiço/germãnico.

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detalhe de janela em Lomba Alta.

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tipo diferente de Hortênsia.

Fomos visitar uma cachoeira ali perto que tinha uma capela em uma gruta, com uma cachoeira formando uma cortina, uma verdadeira comunhão com a natureza, muito interessante.

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Capela na gruta com cachoeira, municipio de Lomba Alta.

Chegando em Urubici, pit stop para um café no posto Serra Azul que é o point do motociclistas que povoam as estradas da serra, um lugar muito transado, todo dedicado aos amantes das motos.

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Posto Serra Azul em Urubici.

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Detalhe dos mictórios : )  !

Depois passamos no posto do Ibama para pegar a autorização necessária para subir o famoso morro da Igreja e dali fomos conhecer a cachoeira do Avencal, que tem mirantes, pousada e tirolesa.

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cachoeira do Avencal em Urubici.

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Cachoeira Véu de Noiva.

Corremos a tempo de pegar o por do sol no magnífico Morro do Campestre, que tem uma formação gigante de pedra furada nas montanhas, lindo.

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Morro do Campestre.

Chegamos no nosso hotel perto do centrinho o hotel do professor Verto e jantamos truta com vinho  branco gelado no restaurante Muller, bem charmoso.

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Trutas no Restaurante Muller La fondue em Urubici.

No dia seguinte, saímos do hotel direto para o morro da igreja, uma visão incrível de  360 graus dos cânions e da majestosa pedra furada.

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Pedra furada no Morro da Igreja em Urubici.

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Curtindo um verão diferente.

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Me senti no Jurassic Park.

Voltamos ao posto para café e estudo do itinerário até o o oeste catarinense onde vamos dormir e amanhã e depois seguir até Foz do Iguaçu.

Seguimos pela estrada até Chapecó, que foi uma cidade que surpreendeu, a praça principal toda muito enfeitada para o Natal e alegre cheia de gente, crianças. Passamos pelo principal hotel da cidade e lá estavam alguns jogadores do Chapecoense chamei o Thomas ( meu genro francês) para tirar uma foto com Douglas Grolli. Ele adorou! E ficou com a foto de troféu, a tragédia do time do Chapecoense teve muita repercussão mundo afora.

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Centro de Chapecó.

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caixas de remédios enviando mensagens aos moradores.

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Thomas e sua foto troféu com o craque do Chapecoense, Douglas Grolli.

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Entrada do estádio Arena Condá, reparem  acima cartazes com os nomes dos jogadores que faleceram na tragédia.

Estava uma noite agradável, sentamos na rua para tomar um vinho geladinho e jantar uns espetinhos de xixo muito bons.

Na manhã seguinte foi dia de cruzar a fronteira com a Argentina, em direção ao uma das 7 maravilhas do mundo – As cataratas do Iguaçu,  mas isto eu conto no outro post.

Santa Catarina , Ganchos e o luxo de praias inexploradas

31 de março de 2014 0

O verão já está dando adeus mas é no outono que o tempo fica mais seco e podemos desfrutar das praias com toda a tranquilidade para descobrir recantos e lugares menos explorados. Foi com este intuito que partimos para o norte de Florianópolis , mais especificamente Governador Celso Ramos.

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 Esperamos uma previsão de tempo quente no final de março e mesmo sem reserva , que nesta época não é muito necessário fizemos descobertas memoráveis. A região é mesmo menos explorada pelo turismo mais comercial , cheia de baías recortadas por montanhas verdejantes, é o paraíso das fazendas de ostras e das vilas de pescadores quase nativas. Partimos pela BR 101 até a saída para a SC 401 que faz a volta inteira na península.

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Ganchos de Fora

A primeira praia que avistamos foi de Ganchos do Meio, uma praianha onde o tempo parece que não passou , os pescadores reunidos para a saída do dia fazem o clima remontar a um passado já longínquo em outras paragens. Tudo é colorido , barcos partem traçando linhas no mar, na beira da praia as crianças criam desenhos na areia, tudo respira calma e completude.

 

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Ganchos do Meio

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Ponta dos Ganchos é um dos resorts mais exclusivos do Brasil e faz jus a sua fama, em meio a uma natureza perfeita o homem só fez acrescentar espaços idílicos e delicadezas. O hotel oferece acomodações simplesmente fantásticas e o serviço é perfeito em cada detalhe.

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Para dias não tão lindos , oferece opções para uma lua de mel perfeita!

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Em busca de um diferencial acabaram de contratar um artista , para pintar as almofadas de praia , ficou um show!

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Gastronomia? Querem babar com pratos de ostras frescas , frutos do mar grelhados e sobremesas de tirar o fôlego! Pois aí vai só um gostinho.

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E para completar , uma massagem com visual de arrasar? Pois nunca vi tão perfeita , pode não ter a técnica das tailandesas , mas o visual não perde para lugar nenhum do mundo!

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Mesmo com toda a mordomia , não aguento ficar muito tempo parada, e partimos para desbravar outras opções. Palmas é a maior praia da região mas mesmo assim ainda tem um clima meio retrô, muitos terrenos vazios e espaço para corridas e futebol ao entardecer. Seguindo pela estrada que costeia o mar , fazendas de gado e plantações dominam a paisagem.

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Palmas

Logo adiante algumas praias praticamente desertas , um luxo inestimável em dias de planeta repleto em todos os pontos cardeais! Praia de Cordas , Praia das Bananeiras e muitas outras só acessíveis por trilhas a pé. Ficou um gostinho muito forte de quero mais!

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Praia de Cordas

Armação da Piedade é uma prainha que é de chorar no cantinho , tão lindinha. Tudo no diminutivo mesmo , porque é pequena e ainda tem uma capelinha que faz um tipo meio cenário de novela das seis. Uma trupe de ciclistas fazia picnic por ali, o maior astral. Amei. A partir de Fazenda da Armação não fomos mas não vai demorar.

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Armação da Piedade

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Tchau e até muito breve, para desvendar a outra parte da península!

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Pedra Afiada , aventura e conforto nos canions do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

17 de dezembro de 2013 6

Feriado de aventura no verão, pode ser uma boa opção fora da praia ! Contribuição de Valentina e Pilar Rossi.

 

Para uma opção perto do litoral mas fora das areias e da água salgada , nossos cânions entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina,  são uma opção imbatível e  singular, uma “travel experience ” no quintal de casa!

O Refúgio Pedra Afiada se propõe a ser um resort natural , próximo a natureza e com um tanto de aventura. Uma casa de madeira bem rústica , com alimentação de fazenda, dá a sensação de estar no sítio da vovó. O atendimento é voltado para as atividades e descobertas da biodiversidade.

 

fonte divulgação: http://www.pedraafiada.com.br/br/refugio.asp

Um dos objetivos do Refúgio Ecológico Pedra Afiada é ser uma extensão da Unidade de Conservação, uma área em que a fauna se sinta tranquila em buscar alimento, em se abrigar, aumentando a zona protegida do Parque Nacional.
“Há praticamente 10 anos desenvolvendo este projeto, onde, inicialmente tivemos que reflorestar o terreno, expulsar a caça, hoje somos orgulhosos de observar os pequenos mamíferos, os répteis, os anfíbios, as aves, os insetos, povoando mais e mais nosso Refúgio. Atualmente, além de buscar maneiras de manter nossa área atrativa para eles, estamos catalogando todos estes seres vivos e temos percebido que a cada ano mais animais estão circulando na propriedade. Uma grande alegria! Você também poderá observá-los!”

 

Seguindo pela BR 101 passando Torres chega-se a Praia Grande onde se deve entrar na SC 450 até a pousada. Fica embaixo dos cânions na fronteira do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no coração dos Aparados da Serra com vista para o Cânion Malacara.

O passeio mais radical que fizemos foi o rapel na cachoeira , fomos caminhando  até o pé da cachoeira onde uma piscina de água pura e muito gelada nos aguardava. Depois do banho só dois se encorajaram a descer de rappel.

 

Um passeio de quadriciclo , um mini arvorismo , tirolesa e em épocas especiais um passeio de bóia cross completam as muitas atividades , para ninguém ficar entediado e sentir falta da praia .

Um fim de semana com adrenalina e conforto na medida!

http://www.pedraafiada.com.br/br/refugio.asp

Quem quer ampliar a aventura pode subir a serra e chegar até o Cânion do Itaimbezinho , a estrada é bem ruinzinha mas a vista é imperdível, quando não baixa a neblina. Fazer o circuito ao contrário também é uma boa opção , subir a Rota do Sol entrar em Cambará e descer por Praia Grande.

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Cânion Fortaleza, potencial turístico desperdiçado. Até quando?

27 de setembro de 2013 8

A gente anda pelo mundo, às vezes pega avião , barco e camelo para ver alguma paisagem especial! Paga caro , dorme em aeroporto, passa trabalho mesmo e encontra lugares onde a natureza foi profícua mas o homem ajudou com infra-estrutura e divulgação , tirando proveito do que ganhou de bandeja e muitas vezes tornando o que é interessante ,uma atração sensacional.

 

 

Isto tudo é exatamente o contrário do que acontece em nossos canions, entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina! O lugar é mais do que abençoado pela natureza, tem uma das paisagens de montanha mais lindas do mundo, um clima ameno perfeito para a vida ao ar livre e localiza-se a menos de 200 km de um aeroporto internacional. Um tesouro , perfeito para montar uma estrutura turística que atrairia aventureiros de qualquer paragem em busca um lugar intocado .

A realidade é que esta riqueza natural não é explorada como destino turístico e todos perdemos com isto. Nosso estado que fica sem opção de eco-turismo , o pessoal local que dorme sobre o ouro mas não tira nenhum proveito prático e nós que temos uma alternativa fantástica perto de casa e muitas vezes nem sabemos.

Partimos para explorar a região num domingo ensolarado, desde Gramado são 112km até Cambará, uma estrada encantadora e praticamente vazia dos Campos de Cima da Serra . Desde Porto Alegre são 185km pela RS 020, passando por São Francisco de Paula, um passeio.

O caminho é asfaltado até a cidade de Cambará , que não é mais que uma vila com opções de estadia muito precárias . Aqui existem algumas agências de turismo de aventura que oferecem passeios guiados a pé ou bicicleta, aconselho a ligar antes porque estavam fechados no domingo. O Ofício de Turismo estava aberto , mas as informações eram vagas e desatualizadas.  Daqui pode-se seguir para o Itaimbezinho onde o Parador Casa da Montanha é uma das únicas boas alternativas para hospedagem e um almoço mais elaborado.

Casas no centro de Cambará

Nós optamos pelo Cânion Fortaleza, seguindo pela RS 020 são mais 23 km da cidade, sendo que os últimos 15km são de estrada de chão , ou melhor , estrada de pedregulhos! Uma opção seria contratar um guia e seguir de jipe até o canion. Nossa primeira ideia era almoçar na Pousada Cafundó , no meio do caminho entre Cambará e o Canion Fortaleza , mas surpresa! Estava fechada! Comemos uma torrada no único remanescente , Pousada Canion Fortaleza, uma  pousada rural logo adiante.

Pousada Cafundó

Pousada Canion Fortaleza, simples para não dizer…

Quando a gente chega lá o visual compensa todas as agruras da viagem e o sentimento de desperdício de potencial aumenta cada vez mais.

Foto: Renato Grimm - http://www.acaserge.org.br/fotos/album01/fortaleza4

Foto Renato Grim

O parque não cobra entrada e um único guarda na entrada anota as placas dos veículos que entram para saber se todos saíram as cinco horas , quando o parque fecha.

 

São várias trilhas pelas bordas do cânion, a Trilha do Mirante permite o acesso ao topo do Morro Fortaleza (cerca de 1.700 metros de caminhada a partir do estacionamento de veículos), de onde se pode descortinar cerca de 95% do cânion e todo o litoral da região limítrofe entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Outra trilha , parte de um estacionamento no meio do caminho que tem a indicação da Pedra do Segredo, com cerca de 1,5 km, permite o acesso até a Pedra do Segredo e a Cascata do Tigre Preto, que com suas três quedas atinge mais de 400 metros de altura. As trilhas não são muito bem sinalizadas mas, apesar disto,  não é complicado encontrar os caminhos e todos os lugares são lindos , portanto não desista!

Pedra do Segredo

Olhem bem o que não fazer!

 

Para chegar até a Pedra do Segredo é necessário cruzar por dentro cascata , cuidado pois as pedras são escorregadias e estamos bem na borda do cânion. Por outro lado , dá para tomar um belo banho de cascata, água cristalina e uma oportunidade de se refrescar em dias muito quentes. Olhem o visual ! O fato de não ter segurança pode causar riscos as pessoas que se aventuram sem os devidos cuidados.

 

Vamos descobrir e valorizar nossa natureza e pressionar os governantes para criar a infra-estrutura necessária para podermos desfrutar de todo o benefício que estas belezas podem nos trazer!

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Ponta dos Ganchos - O paraíso mora ao lado

14 de janeiro de 2012 1

Este ano eu decidi que não ia fazer grandes festas no meu aniversário, que o que mais eu queria era desfrutar de uma bela praia tranquila, descansar e aproveitar a natureza. Como o meu aniversário é em outubro, nestes tempos de “El niño”achei mais seguro  marcar a minha ida para dezembro onde a garantia de sol seria bem maior.

Alguns amigos já tinham me dado as melhores referências deste Resort Ponta dos Ganchos, que fica perto da cidade de Governador Celso Ramos, uns 30km ao norte da entrada de Florianópolis.

Saimos de Porto Alegre sexta de manhã de carro eu e Paulinho, chegamos lá à tardinha. O resort é filiado a super exclusiva rede de hoteis Relais & Chateaux, e me corrijam se eu estiver errada, que no Brasil só tem este na Ponta dos Ganchos e em Trancoso na Bahia.

Nosso carro ficou no estacionamento e fomos levados de carrinho elétrico até o nosso bangalô, que saliento eram os bangalôs mais “simples” a escolher, se é que podemos chama-los assim. O resort fica numa ponta onde tem uma praia pequena totalmente privada e protegida, a natureza é exuberante, os bangalôs ficam no meio das arvores e a privacidade das varandas é total.

O resort tem opções para todos os desejos, velejar, jogar tênis,mergulhar, Spa com diversos tipos de massagens, relaxar na piscina térmica, bilhar, mais de 700 titulos de filmes à sua disposição, ou simplesmente não fazer nada, ficar só na praia descansando. O atendimento deles na minha opinião é um dos seus pontos  fortes, as pessoas que trabalham lá estão sempre sorrindo, sempre perguntando se queremos alguma coisa, eu sei que pessoal as vezes pode ser uma parte delicada do todo, e o que me deu muita satisfação foi ver que muitos funcionários eram locais, uma gurizada bem disposta e com noções de inglês suficientes para bater um papo com os hóspedes estrangeiros, que durante nossa estadia, eram vários.

Acima a praia do hotel, que tem todas as refeições incluidas na diária, com exceção das bebidas alcólicas, mas se você pedir sucos, aperitivos e outras tetéias não se preocupe está tudo na conta, ou mesmo tudo que está no seu bangalô, refris, barras de cereal, chocolates, etc.

As refeições são um capitulo à parte, como você pode conferir pela foto acima, este prato é umas das opções oferecidas no almoço de sábado, grelhados de frutos do mar ,várias porções pequenas tipo menu degustação, uma delicia! Tudo isso com uma bela música brasileira ao fundo tocada ao vivo.

Para aqueles mais inquietos, tem uma trilha de mais ou menos 1 hora, saindo do hotel pela praia de “Ganchos de fora” seguindo por um caminho no meio do mato até se chegar a uma praia completamente deserta! (isso é uma raridade hoje em dia!!) onde a paisagem emoldurada por bromélias floridas é um espetáculo da natureza.

Lugar perfeito para uma lua de mel, mas também para se ir com os amigos, também vi reunião de familia, ou seja Ganchos é um lugar abençoado, pretendo voltar lá muitas outras vezes, e se eu puder fazer um pedido ao pessoal lá do resort seria só que da próxima vez eles convocassem o sol a comparecer mais seguido!

 

 

A Serra de Santa Catarina: beleza natural! Por Luciana Petry Anele

30 de setembro de 2011 3

 

Optamos por um feriado diferente e foi inesquecível!

Planejamos o nosso roteiro viajando de carro a partir de Porto Alegre pelo litoral, via BR 101 até Criciúma e, a seguir, chegando a Lauro Muller.

Neste momento começou o percurso maravilhoso da

 

ESTRADA DA SERRA DO RIO DO RASTRO

 

 

Ligação entre o Litoral e o Planalto Serrano, a SC-438 liga em curvas sinuosas uma altitude de 1467 metros até o nível do mar. É uma estrada com subidas íngremes e curvas fechadas, onde se tem uma espetacular vista da serra e sua exuberante Mata Atlântica. Com muitas matas e cachoeiras, é um dos cartões postais do estado.

 


 

                                                  

 

À medida que se sobe seus cerca de doze quilômetros, os paredões rochosos ficam maiores e mais impressionantes

No início do século os tropeiros da serra levavam dias viajando no lombo de burros por este percurso para chegar ao litoral. Hoje, asfaltada e segura, é fácil percorrê-la em menos de meia hora. Mas levamos bem mais tempo para subir a serra porque parávamos constantemente nos refúgios para apreciar os penhascos, cachoeiras, tirar fotografias e ficar observando os caminhões vencendo lentamente a subida.

Chegamos a Bom Jardim da Serra, onde a partir de um mirante descortina-se uma vista dos vales, dos morros, das colinas e das montanhas. Em dias de visibilidade perfeita dizem que é possível ver o mar em último plano.

Sem dúvida alguma, a Serra do Rio do Rastro é uma imagem que realmente impressiona pela sua beleza.

 

 

 O nosso destino era URUBICI, cidade bem próxima, onde ficamos na Fazenda Fogo Eterno – Hospedaria Rural.

 

 


 

O ambiente é ótimo, confortável e tem uma vista panorâmica linda, com araucárias por todos os lados. Oferecem passeios a cavalo nas redondezas, disponibilizam um galpão crioulo bem equipado e os jantares são uma atração a parte! Na sexta feira santa, desfrutamos de uma Truta com Alcaparras deliciosa…

A cidade fica a cerca de 8 km de distância e pode ser apreciada a partir do Mirante Municipal.

 

 

 Nosso primeiro passeio em URUBICI foi uma ida ao Morro da Igreja, de onde se consegue visualizar a sua maior atração:

 

A PEDRA FURADA

 

 


 

A pedra tem uma abertura de 30 metros de circunferência e a beleza desta região já valeu a viagem!
O local oferece a visão panorâmica do litoral de Santa Catarina.

 

Lá são registradas as temperaturas mais frias: em 1996 houve o registro de 17,8º C negativos no termômetro e 40º C negativos na sensação térmica, um recorde nacional.

 

 

 

Depois deste deslumbramento, onde não cansávamos de tirar fotos, fomos conhecer a

 

CASCATA VÉU DA NOIVA

 

 

 

A cachoeira é bem bonita, mas naquele dia não tinha muita água.

Em compensação, nos seus arredores, uma mata cheia de xaxins, que formam um conjunto lindo.

 Outro passeio que nos encantou foi até a

 

SERRA DO CORVO BRANCO

 

Fica entre Urubici e a cidade de Grão-Pará e possui o maior corte em rocha no Brasil, com 90 metros. Sua denominação vem da existência de aves do mesmo nome na região.

 

 

Quem vai a Urubici, além das belezas naturais, pode e deve dedicar um tempo para degustar os vinhos da região, que já acumulam vários prêmios pela sua excelência.

 

Escolhemos fazer uma visita a cidade vizinha de São Joaquim, para conhecer a

 

VINÍCOLA VILLA FRANCIONI

 

A linda vinícola, construída com tijolos de demolição, guarda preciosidades como o lustre e a mesa que pertenceu à família real portuguesa e luminárias marroquinas. Muitas grades de ferro de antiquários e estruturas de madeira aparente belíssimas.

                                                                                 

 

  

 

Não bastasse tudo isso, os vinhos são de ótima qualidade e a degustação é feita num ambiente muito agradável, com vista para os vinhedos.

A visita dura 1h30 e inclui explicação sobre as etapas de produção da bebida e degustação.

 

 

                  


                             

  

 


 

 Nosso retorno a Porto Alegre foi pelo interior, via Lages, Vacaria, passando ainda por Antônio Prado, que é uma jóia da arquitetura da imigração italiana. Mas isso já é assunto para outro post…

 Sempre gostamos muito de ficar Viajando com Arte, mas desta vez as principais obras primas foram criações da natureza!

Trilha ecológica da Praia da Ferrugem à Praia do Rosa.

25 de abril de 2011 10

Uma Páscoa em fins de abril é uma loteria para quem quer aproveitar os últimos dias de praia por estas bandas do sul . Resolvemos apostar e tiramos a sorte grande , foi melhor que no verão, dias lindos e noites enluaradas , num clima típico de outono límpido e sem vento.

Nosso programa mais interessante foi encarar uma trilha que liga a Praia da Ferrugem à Praia do Rosa, passando pelo Ouvidor e Praia Vermelha. É um trajeto puxado , num sobe e desce morro e completá-la leva quase duas horas , mas o visual compensa, principalmente quando o sol não está castigando muito.

Ao fundo vemos as Prais da Ferrugem e da Barra e a lagoa que deságua entre as duas praias.

Partimos da Barra em direção ao sul pelas trilhas do morro que abriga o projeto Gaia Village”  de caráter privado com foco em sustentabilidade. ” Ambiciona criar um exemplo de ambiente amigável para a interação entre a espécie humana e o todo. Foram do professor José Lutzenberger, em 1997, as primeiras formulações para a concepção desse projeto . Consubstanciado na propriedade da família Werlang , localizada junto da Praia do Ouvidor, Praia da Barra e Lagoa da Garopaba, município de Garopaba, sul do estado de Santa Catarina.” http://www.gaia.org.br/

Todo o caminho tem vegetação bastante densa e áreas de criação de búfalos do Projeto Gaia, um contraste maravilhoso entre o verde dos campos, dunas e o azul do mar. A gente nem cansa enebriado com a beleza da paisagem.

São uns 40 minutos de caminhada até a próxima praia, o Ouvidor, que se  abre como um oásis. Aqui não tem construções e nenhuma à beira mar, somente alguns campistas e veranistas que vem passar o dia. Não esqueçam de levar água , chapéu e protetor solar. Para os desavisados, com algum dinheiro no bolso , pode-se encontrar alguns locais que oferecem bebidas aqui nesta praia, mas preparem as garrafinhas, porque depois, só no Rosa.

A Praia Vermelha é uma praia particular sem acesso a não ser pela trilha partindo do Ouvidor. Mas o cuidado com os passeios foi redobrado por aqui e toda a trilha é demarcada com plaquinhas que indicam o melhor caminho. Uma subida forte nos espera neste trecho, muitos desistem e retornam neste ponto. Siga em frente que a Praia do Rosa é considerada das mais lindas do Brasil.

Estas cabanas são da do Pousada Fazenda Verde do Rosa, um local simples mas muito bem localizado à beira mar.

O entardecer de quinta-feira fez jus ao nome da praia , pintando o céu de cor-de-rosa em matizes encantadores. Logo após a lua nasceu no mar, não dava para reclamar da natureza!

Para uma noite que compense todo o sacrifício da caminhada do dia, a melhor pedida por aqui é o restaurante Lua Marinha. Com culinária focada em frutos-do-mar, foi lá que comi o melhor polvo do hemisfério sul. A boa notícia é que o restaurante não fecha no inverno e tem uma estrela do guia Quatro Rodas, para a sua localização quase escondida à beira da Lagoa de Ibiraquera , já é uma proeza e tanto.

O lugar é romântico e acolhedor, a decoração simples é emoldurada pela luz difusa das velas. Pedimos o famoso polvo com rizzoto de maçã verde e uma caipirinha de framboesa muito gostosa. Os camarões também fazem a fama do cardápio.

Os outros dois pedidos da mesa foram atum com cebola caramelada e arroz de beterraba e um polvo com batata e cogumelo shitake e tomates adocicados. Todos os pratos são muito elaborados e deliciosos, giram em torno de R$ 100,00 e servem duas pessoas.

Um dia perfeito para celebrar a Páscoa!

Praia da Barrinha - Reveillon de pés descalços

31 de dezembro de 2010 2

Faz alguns anos que resolvi assumir meu gosto por passar a noite de 31 de dezembro muito descontraída , só com amigos e de preferência na beira da praia. Assim foi neste fim de 2009, Garopaba , mais especificamente a praia da Barrinha foi o destino eleito e se 2010 for tão maravilhoso como sua entrada não vou ter do que me queixar.

A Barrinha ou Praia da Barra é um recanto um tanto escondido em meio as conhecidas praias do Rosa e a  vizinha Ferrugem. O acesso é por estrada de areia, o mar é forte e muitas vezes gelado e as poucas opções de acomodação tornam a praia um oásis para surfistas e bichos do mato , ou melhor de praia, como eu.

Mas para além de todas as belezas naturais já é tradição por aqui os moradores erguerem enormes fogueiras que iluminam a noite de Reveillon. Uma obra de engenharia e coragem dos habitantes locais, que constróem verdadeiras pirâmides para serem queimadas como num ritual de celebração à vida!

Este ano a lua cheia deu um show à parte, pintou o mar de prateado , o vento deu uma trégua e tudo foi coroado com fogos de artifício na medida exata.

 

Lembro sempre que uma vez viajando pelo interior da Rússia, onde nosso país é conhecido pelas novelas da Globo, uma moça me perguntou se era verdade que as pessoas se vestiam de branco e iam para a praia na noite de Ano Novo ou se era só uma cena de novela. Para eles isto é quase uma cena de outro planeta, um privilégio que podemos nos orgulhar!

 

Era uma casa de muiiiitas mulheres!

 

Conseguimos reunir amigos de várias paragens, e para nossa sorte temos na família vários chefs de cozinha que prepararam pratos dignos de reis. Olhem só a Paella que a Helena Rizzo e o Rob Bins prepararam, além de deliciosa a gente começa comer com os olhos.

 

Na praia , o chimarrão é companheiro inseparável e diga-se de passagem que nas praias de Garopaba os gaúchos são grande maioria com sua Zero Hora e mate na areia.

Nós ainda fomos brindados com um polvo galego servido na beira da praia e feito por um espanhol legítimo, o renomado chef Daniel Redondo de férias do restaurante Maní de São Paulo.

 

 

 

A instalação de havainas da Ivone Bins, um olhar poético sobre o banal.

 

 

Aqui vai mais um palhinha das belas praias em volta de Garopaba que são todas próximas e podem ser um belo programa para estas férias de verão.

Praia da Gamboa, uma das mais intocadas da região.

 

Praia da Guarda do Embaú, faz jus a fama numa mistura de mar , lagoa e montanha.

 

Praia da Ferrugem ao amanhecer, mais tarde é difícil colocar um guarda-sol porque as baladas do canto norte vão até o anoitecer.

Praia da Silveira a mais próxima de Garobapa e das mais bem preservadas e nativas.

Continuamos com a campanha “A Vida é para ser Compartilhada”, se você tiver uma dica de férias ou um roteiro interessante e quiser dividir conosco, mande um texto , fotos ou video  que colocaremos no ar.

Beijo e um 2011 com os pés na areia e a cabeça na lua!

Mergulho na Ilha do Arvoredo

24 de dezembro de 2010 5

Este ano nossa familia decidiu fazer uma  viagem para a Tailândia em janeiro, e como parte dos preparativos decidimos fazer um curso de mergulho já que na primeira fase da viagem  vamos ficar embarcados no Parque Nacional das Ilhas Similan, conhecida por suas águas cristalinas perfeitas para mergulhar.

Eu até já tinha mergulhado por uma semana no Club Mediteranée na Martinica, mas sem ter que apresentar nenhum tipo de carteirinha ou coisa que o valha, eles apenas davam uma explicação de como proceder, os sinais básicos pra se fazer embaixo d”água, já que falar não é uma boa idéia : )  e foi tudo ótimo. Uma semana conhecendo centenas de peixes, polvos, corais, sem nem esquentar a cabeça com uma tal de “doença descompressiva” que agora, no curso teórico e prático que fizemos, acabei de tomar conhecimento de algumas regrinhas básicas que devemos observar para que possamos mergulhar com segurança.

Mas eu quero dar um depoimento de como mergulhar é uma experiência fascinante e é muito mais fácil do que vocês podem imaginar.

A primeira fase é o curso teórico que durou duas noites de aulas das 19:30 até às 22:30 e mais um dia de prática na piscina, nós fizemos o curso com o Planeta Mergulho em Porto Alegre com o Guilherme, um instrutor muito experiente com mais de 3000 (!) mergulhos, ele é um cara super tranquilo explica tudo com a maior paciência e o resultado foi uma grande amizade desde o início do curso.

Para ganharmos a carteirinha da PADI (Professional Association of Diving Instructors) faz parte do curso ao menos quatro mergulhos no mar, então agendamos nosso mergulho na Ilha do Arvoredo em Santa Catarina.

Nossa operadora de mergulho foi a Parcel que fica na praia de Ponta das Canas.

Chegamos lá de manhã cedinho num belo dia de sol e zarpamos para a Ilha do Arvoredo.

Olhem só a cor da água chegando nas proximidades da Ilha do Arvoredo!

A lancha leva em torno de 40 minutos de Ponta das Canas até a ilha, e nem mesmo a Heloisa, nossa parceira que tem um certo probleminha de enjôo, passou mal. A travessia foi super tranquila, é claro que é bom lembrar, sair cedinho de manhã aumenta muito a chance de pegar um mar lisinho.

Vestindo a roupa de neoprene, embora neste dia a temperatura da água estivesse perfeita, 27 graus. Como a visibilidade não estava muito grande, em torno de 8m, Guilherme achou mais prudente dividirmos o grupo em dois. Nosso primeiro mergulho foi muito bom, sem muitos exercicios, só sentindo o equipamento, tentando controlar nossa flutuabilidade através da respiração.

Hora de dar o “passo de gigante” para cair na água com cilindro, máscara, respirador e nadadeiras, pra quem não sabe nadadeiras são os populares ” pés de pato”, mas pra quem mergulha nem pensar em chamar de pé de pato!!!

E chegou a hora! Caimos na água, vocês estão vendo aquela bóia? Ali fica preso um cabo que a gente segura para fazer a descida que é lenta para podermos descomprimir bem os ouvidos.

Vou ter que confessar, que quando caí na  água me deu um certo pânico, tive a sensação de estar com falta de ar, sei lá, mergulhar com  20  inconsequentes anos é diferente de mergulhar com 40 e depois de saber como as coisas acontecem. Mas aí entra a experiência do nosso queridíssimo instrutor, o Guilherme, que nem fez muito caso do meu pavor e só me aconselhou de colocar o rosto na água e respirar calmamente que ele iria baixar com o Paulo e voltar pra me buscar e ali fiquei eu com a Márcia e 5 minutos depois ele voltou e descemos tranquilamente, como se nada tivesse acontecido.

 


 

Mergulhos terminados, pegamos nosso caminho de volta para Ponta das Canas, e para nossa grande surpresa e de alguns estrangeiros que estavam à bordo conosco, cruzamos com este barco chamado de ” Pérola Negra” que achamos muito “sui generis” tocando uma música altíssima e uma galera liderada por um pirata executava uma coreografia animada a bordo, os italianos já queriam pular da lancha pra se juntar a turma festiva do Pérola Negra!



E aqui a foto do grupo pra colocar no diploma do curso!!!