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Posts na categoria "Tailândia"

Um lugar na janela 2 - Martha Medeiros

03 de novembro de 2016 0

“Um lugar na janela 2″ , o novo livro de viagens que Martha Medeiros, convida o leitor a experimentar como é viajar com ela.

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Nós ja tivemos o privilégio de ter a companhia da escritora em quatro roteiros do Viajando com Arte e dois destinos estão nesta edição : México e Tailândia.

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Convidamos para a sessão de autógrafos na Feira do Livro de Porto Alegre, no próximo dia 5 de novembro, sábado, às 17h.

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Roteiro Indochina Experience - grupo em novembro de 2016

12 de agosto de 2016 2

Convidamos você a embarcar conosco nesta aventurapara descobrirmos o coração da Indochina, neste tour por 3 países diferentes:

Laos, Vietnã e a Tailândia.

Teremos um encontro com a história antiga e moderna, onde poderemos testemunhar o esplendor inacreditável dos templos budistas e navegar pelas águasdeste continente cheio de atrações e mistérios.

Queremos que você sinta com toda intensidade a riqueza da cultura do sudeste asiático, seja desfrutando de uma deliciosa refeição Khmer em uma pequena aldeia, seja deslumbrando-se na cidade imperial daúltima dinastia do Vietnã.

Vamos levar você às praias douradas de Krabi, aos mais incríveis e coloridos mercados, a um cruzeiro mágico por Halong Bay, ao garimpo de souvenires pelo antigo bairro francês em Hanói e a um cruzeiro pelo poderoso rio Mekong.

Uma viagem que oferece a combinação perfeita de experiências tão imperdíveis quanto exclusivas. Tão inspiradoras quanto energizantes.

Junte-se a nós.

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14 a 16NOV | Brasil / Laos

Você poderá optar em utilizar nosso bloqueio Etihad, via Abu Dhabi até Bangkok!

16 a 19NOV | Luang Prabang

Hospedagens no Villa Maly Hotel e no Kamu Lodge.

Jantar de boas vindas, oferendas aos monges ao amanhecer, passeio de bicicleta e visitas ao Museu Nacional de Luang Prabang e aos templos da cidade.

Cruzeiro de barco no Mekong até o nosso lodge na floresta, almoço em meio aos arrozais e um jantar no estilo tradicional da tribo Khmu!

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Luang Prabang

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Mekong River

19 a 21 NOV | Hanoi

Hospedagem no Apricot Hotel no centro histórico de Hanói.

Você vai conhecer as principais atrações da cidade, que é a capital administrativa do Vietnam com o Mausoléu de Ho Chi Minh e o original templo da Literatura, lugar da primeira universidade do Vietnam, dedicado a Confúcio, sábios e estudiosos.

Vamos explorar o antigo bairro francês nos típicos tuk-tuks.

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Hanoi

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      Templo da Literatura

21 a 22 NOV/ Halong Bay - Cruzeiro Paradise

Declarada como reserva da Humanidade pela Unesco por sua excepcional beleza natural, “O Dragão descendo o Mar”, como é conhecida pelos vietnamitas, a baía de Halong Bay conta com mais de 3.000 ilhotas e exploraremos esta maravilha a bordo de um dos barcos da companhia Paradise, uma das melhores da região. Também no barco todas as refeições estão incluídas. Tempo para relaxar e desfrutar deste cenário impressionante.

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 Halong Bay

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22 a 24NOV | Hue

Hospedagem no Pilgrimage Village Boutique.

Ficar nestehotel é como estar no meio de uma floresta, muito verde, piscinas e um Spa maravilhoso.

Visita a imponente Cidadela Imperial, que lembra muito a cidade proibida de Pequim e ao mercado de Dong Ba, onde poderemos apreciar a grande diversidade e colorido das frutas, verduras e especiarias típicas.

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Pilgrimage Village

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Cidadela Imperial

24 a 26NOV | Hoi An

Hospedagem no Anantara Resort & Spa.

Visitas a pé e um lindo passeio de bicicleta pelos campos de arroz. Se encantar a tardinha quando as mil lanternas de Hoi An se acendem e a cidade fervilha de animação.

Mercados noturnos, restaurantes e cafés fazem de Hoi An um dos destinos mais especiais do Vietnam

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Hoi An

26 a 28NOV | Bangkok / Brasil

Visitas aos principais pontos da capital da Tailândia.

Late check-out para quem retorna ao Brasil.

Informações e reservas com Porto Brasil:

(51) 3025.2626

 

Indochina Experience - Viagem em novembro de 2016

20 de julho de 2016 2

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Convidamos você a embarcar conosco nesta aventura para descobrirmos o coração da Indochina, neste tour por 3 países diferentes: Laos, Vietnã e a Tailândia.

Teremos um encontro com a história antiga e moderna, onde poderemos testemunhar o esplendor inacreditável dos templos budistas  e navegar pelas águas deste continente cheio de atrações e mistérios.

Queremos que você sinta com toda intensidade a riqueza da cultura do sudeste asiático, seja desfrutando de uma deliciosa refeição Khmer em uma pequena aldeia, seja deslumbrando-se na cidade imperial da última dinastia do Vietnã. Vamos levar você as praias douradas de Krabi, aos mais incríveis e coloridos mercados, a um cruzeiro mágico por Halong Bay, ao garimpo de souvenires pelo antigo bairro francês em Hanói e a um cruzeiro pelo poderoso rio Mekong Uma viagem que oferece a combinação perfeita de experiências tão imperdíveis quanto exclusivas. Tão inspiradoras quanto energizantes. Junte-se a nós.

Informações e roteiro

(51) 3025.2626

 

Tailândia : Praias, Templos e atrações. Por Luciano Zanetello

09 de março de 2015 0

Hoje, com o dólar batendo na casa dos $ 3,00,  parece difícil viajar. Mesmo assim  existem vários lugares onde até o Real é moeda forte, Bali , Camboja, Vietnã  e  a Tailândia são bons exemplos.

Neste post  vou falar da Tailândia ( um dos 10 países que mais recebe turistas no mundo )

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  Railay Bay 

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 Tup Island  

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Chicken Island 

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Phoda Island

Em princípio, a única coisa cara aqui é a passagem, um problema que  com oportunismo podemos contornar. Várias companhias fazem a conexão com o  Brasil  e,  pesquisando as promoções,  encontramos tarifas bem em conta.

Desde muito tempo a Tailândia está no roteiro dos europeus. Tanto por suas praias paradisíacas quanto pelo seu aspecto histórico e  costumes diversos. Atualmente, o país parece que entrou no radar dos brasileiros e já é bem comum ouvirmos o português por toda a parte lá.

Escolhemos a conexão por Doha, 13 h de viagem  e depois mais 8 até Bangkok. A diferença da estrutura do turismo para o Brasil,  começa no aeroporto de Suvarnabhumi, enorme, moderno, funcional, é tudo aquilo que precisávamos ter aqui. Lá, pegamos um voo interno até Krabi, um dos destinos  mais famosos.

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Hotel Krabi

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 Sunset  

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 Barcos

A geografia e o mar de Krabi fazem jus a toda a sua fama. A  praia é toda cercada por paredões de pedra  onde várias escolas ministram cursos de escalada. O mar de Andaman que banha as praias  aqui é de um azul / verde impressionante e a temperatura da água é ótima. Nós tínhamos escolhido um roteiro com  poucos lugares, fugindo  daquelas viagens onde  várias paisagens passam pela janela e no fim aproveita-se pouco de cada lugar.

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Nativos

A ordem aqui é relaxar, as opções estão mais relacionadas com o mar em atividades como  mergulho, SUP. caiaques .

Os passeios as diversas ilhas no entorno eram  as atrações principais. Nosso primeiro  foi no roteiro das chamadas 05 ilhas, com paisagens lindas e mergulho entre os atrativos. No dia seguinte, optamos por conhecer a James Bond island ( locação de um dos filmes do famosos personagem )

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James Bond Island

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 Cavernas  

Apesar da beleza do lugar, foi o passeio que menos gostamos e não recomendaria.Como fica no lado oposto a Krabi, tivemos que cruzar o país de van para depois pegar um, barco que nos levou até lá . O tempo de deslocamento foi muito grande e frustrou as expectativas. Vale muito mais ficar nas praias locais, tanto Railay Bay quanto Phra Nang beach.  Para quem gosta, a cozinha é sensacional ( sempre pedir no spicy ) para aqueles nem tanto , massas e pizzas fazem parte do cardápio. Nosso próximo destino era Koh Phi PHi um dos primeiros lugares “descobertos” na Tailândia. Apesar de alguns dizerem que já está degradado,  suas praias e ilhas são paradisíacas. De Krabi, pegamos o ferry que em duas horas nos levou até Phi Phi .  A  utilização de barcos, lanchas e dos  “long-tails” é intensa.

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 Long Bay Phi Phi -

Como Krabi, as atrações ali são as praias e as ilhas do entorno. Temos a ilha principal, Phi Phi Don onde estão concentradas as opções de hospedagem e o “centrinho”  e a menor , Phi Phi Leh onde normalmente são feitos passeios de um dia.  Lá, encontramos Maya Bay cenário do filme “A Praia”,

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Phi Phi Leh

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Maya Bay

Maya Bay  mesmo com  o boom turístico da fama, a praia é linda e suas águas de uma transparência impar. No nosso tour visitamos ainda  Monkey bay, Bamboo Island e Mosquito Island,

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 Lagoa

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 Transparências  

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Bamboo Island  

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Pausa Para mergulho  todas com belezas características.

Em Phi Phi, os estragos e mortes no Tsunami de 2004 foram muitos,  hoje quase não  existem vestígios a não ser por monumentos evocativos.

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 Centrinho Phi Phi

Finda nossa estadia aqui, voltamos a Krabi para um vôo de curta duração até Bangkok onde passamos a noite, seguindo no outro dia para Sukhothai   primeira capital do reino  Tailandês conhecido como reino de SuKhothai,  iniciando a parte histórica de nossa viagem.

Para saber mais sobre programas e roteiros do Viajando com Arte acesse o site:

www.viajandocomarte.com.br

De pés descalços - Martha Medeiros

02 de dezembro de 2013 1

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Para quem vive em locais quentes e com praia, andar de pés descalços não é nenhuma novidade. Já para nós, gaúchos, que passamos a metade do ano usando botas e sapatos fechados, a chegada do verão resgata o prazer de receber diretamente do solo a energia vital que circula pelo corpo todo. Posso estar dando uma importância excessiva ao fato, mas é que andar de pés descalços me remete ao menino das selvas que habitou minhas fantasias da infância, o Mogli. Sapatinhos de cristal sempre me pareceram afetados e apertados demais.

Porém, só fui me dar conta disso, conscientemente, agora, depois de ter feito a viagem pela Tailândia e Camboja que já mencionei na coluna de quarta-feira passada. O que menos levei na bagagem foi algo para calçar. Apenas um chinelo para o dia, uma rasteirinha para a noite e um par de tênis para as aventuras mais radicais – inclusive os tênis ficaram por lá: não sobreviveram às emoções off road vividas de bicicleta em torno do templo de Angkor nesse finalzinho da estação das chuvas cambojanas.

Na Tailândia, o convite para deixar os calçados na porta, antes de entrar nos lugares, é frequente, e isso me fez ter contato direto com a madeira, com o mármore, com pedras rústicas e, principalmente, com a terra: visitando plantações de arroz, andando de barco por aldeias flutuantes, visitando templos e palácios, e mesmo em restaurantes, meus pés reaprenderam a sentir, e não falo de sentir vergonha, ainda que devesse, já que os meus são poucos inspiradores para fetiches. Falo em sentir um grau de pertencimento que o costume e o conforto geralmente impedem.

Se nas vilas e cidades tive o mundo aos meus pés, o que dizer das praias de Krabi, Koh Phi Phi e demais ilhas paradisíacas do sudeste asiático? Pisava na areia de dia e inclusive à noite, jantando a poucos passos do mar, monitorada pela lua. Nem mesmo pés-de-pato coloquei para mergulhar.

Está aí o verão, que nos Estados do norte e nordeste do Brasil não é uma temporada tão diferente do inverno. Nesses casos, os pés descalços já fazem parte da indumentária habitual. Mas para os que têm apenas esses próximos meses para descer do salto, é hora de conceder-se a delícia de sentir o calor e o frio que vem da base. Perceber o seco e o úmido, o macio e o árido, o liso e o áspero – que absorvamos todas as texturas, sem se importar que esse despojamento nos roube a classe e o charme: aliás, rouba nada, a meu ver. Se, em sentido figurado, somos obrigados a manter os pés no chão o ano inteiro, que o façamos agora também literalmente, pelo simples e relaxante exercício de uma liberdade que anda cada vez menos em uso.

Caderno Donna – Domingo , 01 de dezembro de 2013

Um toque da Tailândia - Martha Medeiros

27 de novembro de 2013 0

A querida MARTHA MEDEIROS na ZH de 27 /11/2013 , falando um pouquinho da nossa super Travel Experience”

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“Passei os últimos 21 dias realizando um sonho antigo: conhecer a Tailândia e, de quebra, dar um pulinho no Camboja logo ali ao lado – ainda que seja um disparate falar em “logo ali” ao referir-se à Ásia. Acompanhada do grupo seleto comandado pelas gurias do Viajando com Arte, vivi… em três semanas o que nunca imaginei possível em menos de três vidas: fiz desde um safári de elefante até rafting de jangada, fui de mergulho em alto-mar a passeio de barco por aldeias flutuantes, de luau na beira da praia a cerimônia de bênção de um monge, sem falar na apimentada aventura gastronômica e no impacto de conhecer os templos de Angkor montada numa bicicleta. Cada dia parecia possuir 40 horas, exatamente o que se deseja quando se está num ritmo frenético de trabalho, com a vantagem de o trabalho ter sido deixado pronto antes.

Os detalhes ficarão para a segunda parte de Um Lugar na Janela, relatos de viagem que um dia voltarei a publicar. Por ora, sendo o espaço curto, saliento o reencontro com algo que se tornou raro entre nós: a delicadeza.

O Oriente não grita. O Oriente sussurra.

Além de usarem um tom de voz absolutamente relaxante para nossos ouvidos estressados, nunca vi tantos sorrisos em rostos estranhos. As pessoas sorriem o tempo todo umas para as outras. Por nada. Por tudo. Trabalham sob um calor massacrante e ainda assim não se emburram, não perdem a compostura, não passam a mão na testa, parece que nada que é externo os atinge. O ar-condicionado funciona por dentro. A alma é que é climatizada.

Sua cultura não estimula o contato físico que para nós é tão normal: nem abraços, muito menos esbarrões. Não se tocam com o corpo: o contato se dá com o olhar direto e com o semblante sereno de quem, em sua infinita calma (90% da população é budista), tem tempo para ouvir os outros e para repetir informações pacientemente até que fique claro que o importante nãoé tocar, e sim trocar.

Até mesmo no apressado e caótico trânsito de Bangcoc, a coisa se resolve sem buzina.

Pessoas viajam pelo mundo para conhecer monumentos, comer, comprar. A atenção geralmente é voltada para o que se pode fotografar com a câmera e administrar com o bolso. A Tailândia e o Camboja são realmente fotogênicos. Quanto às compras, o mundo virou um supermercado gigante e o que se comercializa lá é vendido aqui também, compra-se mais por impulso do que pela novidade. O que não se globalizou (ainda) é o espírito do lugar, e isso é que verdadeiramente encanta: a reverência que não é submissão, mas respeito. O silêncio que não é timidez, mas educação. E flores e cores em abundância, que traduzem a importância do mínimo essencial: a beleza que não é vaidade, mas manifestação de amor à vida.

Impossível não voltar tocada ”

Para saber mais sobre roteiros em grupo ou particulares do Viajando com Arte visite nosso site www.viajandocomarte.com.br

Tailândia -Trilha e visual em Krabi

20 de julho de 2013 1

Se você for a Krabi e esta em forma de verdade, não pode perder esta trilha, que sai do paredão atrás do Resort Rayavadee, na praia de Phranag.

Saímos em torno das 3 e meia da tarde, eu sei, no auge do calor, mas não dá para arriscar pegar noite pelo caminho pois se com luz já é difícil, sem luz pode esquecer que você vai pernoitar na floresta. Mas o caminho é quase totalmente na sombra, leve água, pois a subida é puxada.

O primeiro estágio da trilha é tranquilo e quem aguenta uma subida forte pode encarar numa boa, até o lugar chamado de “view point” onde se tem uma vista privilegiada das praias de Krabi.

 

Esta é a vista do ponto intermediário da trilha, dá para ver um pedacinho da praia de baixo (leste) e a Baia de Railay lá na frente (oeste).

 

Depois deste ponto a subida vai ficando mais complicada, pois a gente tem que subir uns paredões de 6 metros apoiando os pés nos buracos que vai encontrando pelo caminho, e tem só uma corda do lado para se apoiar, tipo rapel, sim porque tem subidas e descidas para chegar ao topo onde tem uma lagoa.

Alguém comentou que a paisagem parecia cenário do filme Jurassic Park, e realmente as árvores lá em cima são gigantes, as samambaias, a natureza é exuberante, a impressão é que  a gente vai ser sugado pela floresta.

E depois de várias etapas a gente chega no topo onde tem esta lagoa que junta água da chuva, como estamos na estação seca ela estava com pouca água, mas aqui em cima parece mesmo a cratera de um vulcão.

Mais umas subidas e descidas e chegamos de volta no View point. 

 

Um esporte bem popular e praticado aqui nesta parte da Tailândia é o Rock climbing, alpinismo, já que a formação das rochas facilita muito, cheias de reentrâncias favorece a gente poder ir subindo e se segurando nas pedras, a gurizada do nosso grupo fez uma iniciação com um professor, passaram a tarde em um paredão para iniciantes, mas subiram mais de 20m, adoraram, tanto que repetiram a aventura em Chiang Mai, no norte da Tailândia.

Depois de quase 3h de trilhas chegamos na praia e tanto esforço mereceu mais um daqueles por do sol maravilhosos.

 

 

E na volta para o nosso hotel a natureza nos brindou com esta lua cheia nascendo na praia do lado leste! Gente, isso é a Tailândia!!!

Sawadee ka!!

Tailândia , praias de sonho em Krabi

17 de julho de 2013 9

Sawadee ka!

Fiquei uns bons 5 minutos olhando para a tela do computador em branco pensando de que maneira eu poderia descrever Krabi para vocês com a maior fidelidade possível, a verdade é que achei Krabi um lugar perfeito  e sei que é lugar comum, mas gente, é um paraíso.

A natureza é tudo aqui, para aproveitar este lugar com tudo que ele oferece,  é importante estar atento a tudo o que te cerca, o mar, a vegetação, os penhascos que adrentam o oceano verde, azul, transparente, já é mais do que suficiente pra fazer desta uma das melhores viagens da sua vida.

Nosso hotel ficava na Baia de Railay que é como um ístmo, uma ponta estreita que tem praia dos dois lados, no oeste e no leste, a praia do lado oeste é a mais bonita, onde o sol se põe, no lado leste onde sempre sopra uma brisa, mas não é tão bonita, pois é uma praia de mangue.

No primeiro dia saimos de barco para fazer um reconhecimento das ilhas aqui perto, para escolher alguma para voltar para passar o dia depois, mas foi dificil escolha pois é uma mais linda que a outra.

Nossa praia vista do barco.

 

Este é o barco que leva a gente pra todos os passeios, para as ilhas mais próximas, para mergulhar, você vai ver dezenas deles, todos com fitas coloridas na frente para afastar os maus espiritos.

Esta é a Chicken Island ou a Ilha da galinha, se você tiver uma boa imaginação pode ver uma cabeça de galinha naquela formação rochosa.

Paramos por ali para fazer snorkeling, e tinha muuuitos peixes e corais, você não precisa trazer máscara e nadadeiras, tem tudo para alugar aqui e custa em torno de R$8 reais por dia.

 

Uma  caipirinha tailandesa de qualquer maneira sempre cai bem. 

 

Melhor ainda se acompanhado de camarões gigantes com um molho suave de curry. 

Uma outra boa opção é alugar um caiaque para andar pelas praias vizinhas, é muito bom , a gente passa por dentro de algumas cavernas e quando o calor aperta é só dar um mergulho, pois subir de volta é bem fácil. Negociamos o aluguel  por mais ou menos R$ 10 reais a hora ou R$ 35 reais por 4 horas.

 

 

  

Esta que é a praia do leste, praia de Nammao ou dos manguezais, e é o caminho para a praia de Phranang, lugar para ver o mais lindo por do sol.

Para chegar na praia a gente passa por este paredão cheio de grutas e estalactites gigantes e ….. muitos macacos.

 

Na praia esta tailandesa super simpática vende milho doce assado, uma delicia!

 

 

E depois desta caminhada de uns 1o minutos chega-se em Phranag, uma das praias do hotel Rayavadee Já vi que este post está longo e não consegui mostrar nem metade das coisas legais daqui, e aqui já é tarde, então me despeço por hoje . Aguardem o próximo onde vou falar para vocês de uma trilha punk que fizemos aqui montanha acima, muita adrenalina.

 

 

Me despeço com outra imagem de por do sol, só para não quebrar a tradição!

Até breve,  Sawadee!!!

 

 

 

 

 

Procurando um paraíso? - Mergulho nas Ilhas Similan, Tailândia

25 de maio de 2013 11

Chegando no aeroporto em Bangkok, meu coração batia mais rápido, primeira vez na Ásia, meus sentidos não queriam perder nenhum detalhe, eu já vira tantas fotos, tantos filmes, minha imaginação corria solta a respeito do que eu iria encontrar, um mundo totalmente novo, diferente. Me lembro de ter tido esta mesma sensação quando fui pela primeira vez à Rússia e agora mal podia acreditar que estava aqui.

O aeroporto de Bangkok é super moderno, futurista, uma mistura de vidro e aço com algumas ilhas verdes pelo meio, mal tivemos tempo de deixar nossas malas do já tão distante inverno europeu.

Em seguida já estávamos pegando outro vôo até Puket, onde depois de 1 hora já nos esperavam as vans que nos levariam até Khao lak.

Khao lak é uma praia que fica uns 100km ao norte de Puket e me lembrou um pouco as nossas praias ali de Santa Catarina, Ponta das Canas, Cachoeira do Bom Jesus, aquela avenida que passa por dentro cheia de restaurantes e lojinhas, mas a semelhança só vai até ai.

Dormimos nossa primeira noite em Khao Lak, esta praia que foi totalmente arrasada pelo Tsunami, mas muito pouco se nota dos estragos, já está praticamente tudo reconstruído. Saímos para jantar e sentir a Tailãndia pela primeira vez. Sentamos num pequeno restaurante qualquer, charmosinho, nada de especial, e só pra vocês terem uma idéia, cada um pediu um prato de comida típica Thai, uma delícia, mais 2 coqueteis de camarão de entrada, mais cerveja e Mojitos, tudo isto pela bagatela de R$12 reais por pessoa!!!!!! Convenhamos, é brincadeira!

No dia seguinte fomos na operadora de mergulho, Sea Dragon, escolher todo o equipamento necessário para o mergulho, roupas de borracha, nadadeiras, etc. Como só entraríamos o barco à noite tivemos a tarde livre e fui experimentar a famosa massagem tailandesa. Foi muito bom, ainda mais depois de uma noite inteira de avião, super relaxante, elas te dão umas calças largas e uma blusinha de algodão, nada de óleos, mas muita massagem, e o precinho…. perfeito.

Este é o nosso hotel em Khao lak, aqui a paisagem é muito exuberante, muito verde, flores, e a temperatura é perfeita, é claro que no auge do sol é muito calor, mas quando cai a noite a brisa noturna é agradavel, eu trouxe vários casaquinhos para usar á noite, totalmente inútil, pois é sempre gostoso, frio mesmo, só na Holanda.

Passamos o resto do dia na praia em Khao lak que nos brindou com este por do sol no mar.

À noite entramos no nosso barco onde iríamos ficar 4 dias mergulhando no paraíso que chama Ilhas Similan.

Saimos do porto em Khao lak em torno das 11h da noite e navegamos em direção as ilhas Similan, que ficam há mais ou menos 80km de distância da costa, toda a noite, eu não consegui dormir direito, estava muito ligada, e ouvi bem quando o movimento do barco cessou era em torno das 5:30 da manhã. O barco não tem nenhum luxo, mas tem tudo o que a gente precisa, nós éramos 20 pessoas e o barco tem 2 quartos com cama de casal e os outros são pequenas cabines com um beliche em cada uma, com um pequeno armario e ar condicionado, tem 2 banheiros comun, que estipulamos um feminino e outro masculino, funcionou perfeitamente.

Briefing antes de cada mergulho.

 

Nossos instrutores de mergulho eram todos ingleses, todos muito legais acostumados com pessoas em férias, sempre fazendo um clima bom, antes de cada mergulho eles passavam um “breafing” ou seja, davam instruções dos grupos, sempre 4 mergulhadores com um instrutor, falavam do que iriamos ver e como era o fundo domar, se tinha cavernas, arraias jamanta, etc.

Similan que vem da palavra malaya que quer dizer nove, pois é um arqupélago composto por nove ilhas, os tailandeses chamam de Ko kao (nove ilhas) está entre os melhores lugares do mundo para mergulhar, o máximo de profundidade que descemos foi 29m, e visibilidade de 25 a 30m no fundo do mar que é riquíssimo, corais coloridos, cardumes imensos que passam do lado da gente, é uma sensação única. Mas quero tranquilizar aqueles que não se animam a mergulhar com cilindro, que no nosso grupo teve várias pessoas que só fizeram snorkleling e viram quase tudo que nós vimos. E gente! A água é tépida, morna mesmo, eu a d o r e i !!!! acho até que poderia ter mergulhado sem roupa de borracha…

Praias desertas, paradisíacas em uma das ilhas Similan.

Preparando a bóia dos mergulhadores…. a comida no barco é ótima, comida tailandesa das melhores, muitos frutos do mar, o café da manhã é English, ovos, bacon, salsichas, reforçado mesmo, pois não é que esta brincadeira de ficar 1h embaixo da água abre um apetite!

Nesta ilha fizemos uma trilha para chegar no alto para assistir a uns dos por do sol mais bonitos que me lembro.

Rotina de acordar muito cedo pela manhã, média de 3 mergulhos por dia, foram 4 dias de intenso convivio com a natureza e com todas as espécies que vivem no oceano, vimos peixes que eu nem pensava pudessem existir de verdade, como o ” peixe papagaio” que é de um colorido inacreditável, cardumes de peixes azuissssssssss – Ilhas Similan incluam no seu roteiro.

Deixo vocês com uma das 1000 fotos de por do sol que tirei por lá.. é mais forte que eu cada vez que eu mirava o horizonte não resistia a tentação de registrar, meus parceiros de viagem dizem que já estou até ficando com os olhinhos puxados!!! : )

Próximo destino Krabi e Koh Phi Phi!!!

Sawadee Ka!!!!!

Tailândia parte 5 - Noite em Krabi

13 de fevereiro de 2010 6

 

À noite em Krabi você tem algumas opções, não é uma Punta del Leste, longe disso, mas tem um pouco de tudo para todas as tribos e idades. A noite “underground” de Krabi fica na praia do leste, chamada Nammao.

São vários bares com música ao vivo, que tocam Reggae, Lou Reed, Bob Dylan, tem de tudo, o astral é muito legal, muitos tem decks ao ar livre só com almofadões e mesas baixas.

O caminho á noite com a maré alta é quase uma aventura, pois a água sobe deixando uma trilha estreita de calçada, mesmo se você não é boêmio  e está mais para curtir o dia, vale uma ida até lá para conhecer. Outra noite neste mesmo estilo, tipo mochileiro descolado é em Ton Sai, praia que fica ao lado de Krabi, lá também cheio de lugares transadinhos, com esteiras no chão e música ao vivo.

 

Na praia de Nong Thale que fica no lado oeste, que tem um centrinho com algumas lojinhas, hotéis, também tem várias opções de restaurantes e bares na beira da praia, um  me agradou em especial , eles colocam esteirinhas na praia e luminárias e te servem ali mesmo, o maior astral, porque não é frio, não tem vento, é perfeito ficar bebendo e conversando sob as estrelas.

 

 

E para paladares mais exigentes sempre tem a opção de jantar no Rayavadee, que é o resort mais luxuoso da praia, a Mylene já escreveu aqui no blog sobre ele.

O Rayavadee tem 3 restaurantes, um italiano, para aqueles que querem dar uma folga na pimenta da cozinha tailandesa, um internacional ( este eu achei meio careta, poderia ser em qualquer lugar do mundo, e acredite, se você está em Krabi não quer esquecer nem brevemente onde você está) .

 A terceira opção é o Tailandês, este eu super recomendo, fica na beira da praia, é lindo, todo decorado com coisas bem típicas, mas tudo escolhido a dedo, com muito bom gosto, sem falar que a comida é maravilhosa e se não me engano, o prato mais caro custava R$ 60,00, te mete!!

 

Restaurante Tailandes do Rayavadee.

 

 

 

Deixo vocês com uma imagem da Maya Bay, esta miragem que fica em Koh Phi Phi Leh onde foi rodado o filme “A praia” com  Leonardo di Caprio, que será meu próximo post.

Sawadee Ka!