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Festa da Primavera com clima de Inverno

26 de setembro de 2016 0

Foi assim o encerramento da Festa da Primavera de Nova Petrópolis. Sol entre nuvens e temperatura de inverno. Por volta do meio-dia, os termômetros marcavam 12 graus. Nada para se preocupar. O bom da Serra é curtir o frio e Nova Petrópolis é um dos melhores destinos na região. A prova disso é o grande público presente na Praça das Flores.

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Quando o Sol se escondia nas nuvens, o frio ganhava força, mas quando o Sol aparecia, todo mundo procurava um lugar para se esquentar.

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Eu nunca escondi que gosto muito de Nova Petrópolis. Apesar de pequena, a cidade cresceu muito nos últimos anos em infra-estrutura para atender o turista. Hoje há grande variedade de cafés e restaurantes.

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O passeio do fim de semana teve ainda uma passagem por Gramado, que estava bem movimentada. A cidade é a mais procurada por turistas de fora do RS. Todos querem o frio, que neste fim de semana estava presente, apesar de já ser Primavera.

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Gramado fica ao lado de Nova Petrópolis. Como Gramado é uma cidade cara, a opção para o turista é se hospedar em Nova Petrópolis. Eu também publico fotos no Instagram. E tenho conta no Twitter. O roteiro da viagem de domingo:

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Roteiros no Vale do Caí e Serra

24 de setembro de 2016 0

Você não precisa ir muito longe para fazer descobertas na área do turismo. O Vale do Caí fica ao lado de Porto Alegre praticamente. E tem muita coisa para descobrir por lá. Em Brochier, por exemplo, alguns cenários bem típicos do interior.

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A região tem muitas localidades que merecem uma segunda visita. A maior cidade da região é Montenegro, que surpreende com casario antigo e a estação ferroviária, que hoje é um museu e um centro cultural, além de ter uma praça. Espaço muito bem aproveitado.

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Circulando pelo Interior de Montenegro, mais descobertas. E tudo isso a menos de 100 Km de casa.

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Mas eu não fico muito tempo no mesmo lugar. Resolvi subir a 470 para a Serra. No caminho, uma passada pelo túnel de Salvador do Sul, um ponto turístico e histórico.

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Em Carlos Barbosa, já na Serra, um roteiro ainda pouco conhecido e pouco divulgado, que precisa melhorar bastante para atrair mais turistas. Igrejas, estradas de chão e pontes pelo caminho.

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Em Garibaldi, circulando pelas estradas secundárias, também se faz descobertas.

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E como já é Primavera, as flores estão presentes pelo caminho.

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Flores presentes também na cidade, como em Bento, onde acontece mais uma feira do livro, na Via del Vino.

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E bem perto da igreja Cristo Rei, a da foto acima, a última descoberta do dia. Como ninguém é de ferro, às vezes é preciso parar para um lanche. Uma padaria chique, uma espécie de bistrô, que mais adiante vou postar sobre ela. A Pannero Panetteria, que tem no cardápio uma série de bolos e pães artesanais, além do café. Vale a pena conhecer.

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Nos próximos dias vou postar mais sobre a Pannero. Por enquanto, fiquem com água na boca…

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Do Vale do Caí para a Serra a distância não é muito grande. É um passeio econômico, sem percorrer grandes distâncias, mas mesmo assim fazendo algumas boas descobertas. Eu também tenho fotos no Instagram. E tenho conta no Twitter. O roteiro da viagem deste sábado:

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Na terra de Erico Verissimo

23 de setembro de 2016 0

Neste mês em que se comemora a Revolução Farroupilha, um post sobre Cruz Alta. A cidade é conhecida principalmente por ser a terra desse importante escritor gaúcho. Erico Verissimo é o autor da trilogia O Tempo e o Vento, que eternizou personagens como Capitão Rodrigo e Ana Terra. Existe lá, inclusive, um museu que conta a história do escritor. A Casa de Erico Verissimo fica bem o centro da cidade.

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Casarões antigos também são encontrados em várias partes de Cruz Alta.

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Algumas igrejas também.

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Cruz Alta é uma cidade com várias praças que, nas tardes dos fins de semana, servem para o lazer da população, que também curte o calçadão da rua Pinheiro Machado.

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Cruz Alta tem um bom potencial turístico mas, a exemplo de outras regiões gaúchas, aproveita mal. Um desses locais é a antiga estação ferroviária, que me pareceu abandonada quando passei por lá.

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Ainda passa trem em Cruz Alta e em muitos horários. Quem se hospeda em hotéis do centro ouve o apito do trem o dia todo e parte da noite.

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Outro exemplo de turismo esquecido. O Memorial Lenda da Panelinha é citado no site da prefeitura como uma das atrações de Cruz Alta. Fica na esquina das ruas Felipe Portinho e General Andrade Neves, no centro. Segundo a prefeitura, é “um belo recanto com vertente d’água e esculturas em bronze do artista plástico cruz-altense Jorge Schroeder, que retratam a mais conhecida das lendas da localidade. Uma índia oferecendo água para um tropeiro. Conta a história que havia um arroio que se chamava Panelinha, cujas águas serviam para matar a sede dos tropeiros que levavam mercadorias do interior do Rio Grande do Sul para Sorocaba, em São Paulo. As índias da região davam de beber a esses tropeiros e eles sempre retornavam. A partir disso foi se solidificando a crença de que “quem bebe da água da Panelinha sempre volta a Cruz Alta”. Com o passar do tempo ergueram-se casas a beira da Panelinha, e lentamente esse povoado virou a cidade de Cruz Alta. Hoje, no entanto, esse recanto histórico está completamente abandonado.

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Acho que até a fonte de água secou. Lamentável. Bem, Cruz Alta não é a única cidade gaúcha a deixar deteriorar seus pontos turísticos. Rio Pardo também tem este problema, como o blog já mostrou no post anterior. Visite meu perfil e curta minhas fotos no Instagram. Também tenho conta no Twitter.

Rio Pardo precisa valorizar seu potencial turístico

21 de setembro de 2016 3

O Rio Grande do Sul tem o maior número de cidades com potencial turístico. Uma delas é Rio Pardo, que inexplicavelmente não sabe aproveitar essa condição. Primeiro: falta hotel. Tem apenas um hotel em condições de abrigar o turista. Fica perto do centro, ao lado da igreja São Francisco, que é de 1812 e um dos pontos turísticos de Rio Pardo.

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O hotel Recanto do Imperador é bom, mas tem problemas na Internet, que é deficiente em alguns apartamentos. Rio Pardo fica às margens do rio Jacuí e do Rio Pardo e tem a praia dos Ingazeiros, que aliás estava bem cheia quando passei por lá em julho.

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Às margens do rio fica o Bar e Restaurante Costaneira, que serve à noite uma ótima refeição à base de peixe.

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Rio Pardo tem um ótimo café, na entrada da cidade, na Avenida Andrade Neves. O Café Sabor e Arte. E o que mais tem a cidade? Bem, tem a primeira rua calçada do Estado, que já foi mostrada pelo Blog. E alguns museus. Um ponto turístico que poderia atrair visitantes é o Forte Jesus Maria José, no bairro Fortaleza. O forte construído em 1750 era usado para a defesa da região Hoje se resume a apenas três canhões quase abandonados.

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Uma total falta de sensibilidade com o que é histórico. O forte fica na área da Corsan e, graças à isso, ainda tem os três canhões. Se ficasse numa área aberta, não teria mais nada. A manutenção da área é feita pela empresa, que permite o ingresso de visitantes.

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São poucos os que sabem de sua existência, dada à total falta de placas indicativas na área. Outra atração turística: a antiga estação férrea. Situação atual: de quase abandono.

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O antigo prédio da estação foi recuperado há alguns anos, mas hoje não tem muita utilidade, pelo que se vê.

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Uma área bonita, que tem uma praça pequena, que poderia abrigar várias atrações para o turista e para a população da cidade. É triste ver um lugar histórico esquecido.

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Outro ponto negativo de Rio Pardo: o trânsito. As ruas são estreitas, sem um traçado definido, muito ruim de dirigir. A avenida principal e entrada da cidade tem mão única. Para sair de Rio Pardo, em alguns pontos, é um verdadeiro desafio encontrar o caminho. Fica o alerta à administração da cidade. Invistam no turismo que este é um setor que praticamente não vê crise. Sempre tem pessoas viajando e querendo conhecer novos lugares. Ah, eu esqueci do Sonho de Rio Pardo, que já mostrei aqui no Blog e é encontrado no Casarão do Artesão, perto da igreja matriz. Este lugar vale a penha conhecer. Para acompanhar minhas fotos, confira meu perfil no Instagram. Eu também estou no Twitter.

Na Praia Grande catarinense

19 de setembro de 2016 1

O Aparados da Serra é uma das regiões mais bonitas do Brasil. Aqui no Rio Grande do Sul, o Itaimbezinho em Cambará do Sul é o principal ponto visitado. Do lado catarinense, o destaque fica por conta da parte baixa dos cânions. A cidade de Praia Grande fica bem na divisa com o RS. Lá não tem praia, mas as belezas naturais se destacam. Já na chegada, a vista da Serra Geral impressiona:

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Praia Grande se destaca pelo turismo rural. Uma das atrações é subir a estrada que vai para Cambará do Sul. No começo há alguns trechos de asfalto, mas o trajeto maior é de terra mesmo. Dirija com cuidado porque tem muita pedra.

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Não cheguei a subir muito, um dia ainda vou fazer o caminho contrário: vou sair de Cambará do Sul para Praia Grande. É mais fácil descer. Na subida, algumas fotos da região.

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Para quem curte o turismo rural e entre montanhas, este é o caminho certo. Outro lugar que se pode visitar em Praia Grande fica para os lados da Vila Rosa. Lá tem um restaurante que serve comida caseira, o Casa Nossa, que cobra R$ 38 por pessoa. Seguindo mais adiante, tem uma estrada que termina no pé da montanha.

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É preciso deixar o carro e subir uma parte a pé.

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Na região uma das atrações é o cânion Malacara, onde é possível fazer caminhadas com guia.

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Ou então apenas circule de carro pela região, apreciando a vista.

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Praia Grande fica a uns 40 km de Torres e a estrada tem asfalto a partir da BR-101. Eu também tenho perfil no Instagram. E no Twitter.

Arvorezinha tem a Festa do Mate

16 de setembro de 2016 1

Está na Oitava edição a Festa Nacional da Erva-Mate de Arvorezinha, esta pequena cidade localizada no Alto do Vale do Taquari, quase na região do Planalto Gaúcho. Para chegar lá, há dois caminhos. Pela BR-386 até a região de Soledade, entrando à direita. Ou subindo a RS-332 a partir da RS-130 em Encantado. Para quem sai de Porto Alegre, os dois caminhos passam pela 386. A cidade tem várias atrações para o turista. Tem o Caminho dos Moinhos e cascatas e peraus pelo interior, mas neste post vamos ficar com a Rota da Erva-Mate. Quem chega na área urbana de Arvorezinha, logo repara na igreja de São João Batista, no alto de uma colina.

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Suba a escadaria – são uns 90 degraus – e conheça a igreja.

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De lá é possível ver quase toda a cidade, e a região.

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A festa do Mate acontece até o domingo, 18 de setembro. O local é bem na entrada da cidade para quem chega a partir de Encantado. Saiba tudo sobre a festa de Arvorezinha visitando o site. Veja também minhas fotos no Instagram. Eu também tenho fotos no Twitter.

A cascata Maringá de Vila Maria

14 de setembro de 2016 1

A cidade de Vila Maria fica às margens da RS-324 a caminho do Planalto Médio. A rodovia é praticamente a rua principal. Como grande parte dos municípios gaúchos, a área urbana é bem pequena. Algumas ruas e pronto. Vila Maria foi construída por italianos que se instalaram no interior de Guaporé. A cidade começa neste obelisco.

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A Igreja Matriz Nossa Senhora da Saúde foi inaugurada em 18 de novembro de 1939 em estilo românico, com reproduções de pinturas renascentistas da via-sacra nas paredes internas e uma torre de 30 metros de altura, construída em 1954.

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É no interior de Vila Maria que ficam as principais atrações. Há uma variedade de cascatas e outros atrativos naturais. Conheci uma delas, a de Maringá, que fica num parque municipal. No caminho por estrada de chão, algumas casas antigas.

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A cascata fica num parque municipal.

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Quem chega por lá se surpreende, porque a Cascata Maringá é muito bonita.

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A RS-324 tem um trecho com alguns buracos entre Casca e Vila Maria. Também há buracos no trecho seguinte, em direção a Marau. Para curtir minhas fotos, confira meu perfil no Instagram. Eu também estou no Twitter.

A Pousada da Pedra Afiada

12 de setembro de 2016 1

Um pouco da viagem que fiz para o Sul de Santa Catarina em julho. Não me hospedei nesta pousada, mas fui conhecer. A pousada da Pedra Afiada fica na cidade de Praia Grande, em SC, aos pés dos Aparados da Serra. Um lugar tranquilo, em meio a belas paisagens. É considerada um Refúgio Ecológico, idealizado para proporcionar ao hóspede a vivência do ambiente natural e suas grandes belezas, respeitando a fragilidade da terra.

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Uma das atrações da pousada é o gigantesco cânion Malacara. Da pousada, o visitante ou hóspede tem vista para os mil metros de altura da montanha.

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A pousada é ideal para quem procura fugir da agitação das cidades, dormindo ao som do rio batendo nas pedras e acordando com o cantar dos pássaros.

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A Pedra Afiada fica no interior de em Praia Grande, na localidade conhecida como Vila Rosa. Para chegar lá a estrada é de chão, mas está boa. E tem uma paisagem espetacular.

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Chegar na pousada a partir de Praia Grande é fácil. Siga em direção à Vila Rosa. Há algumas placas pelo caminho. Em caso de dúvida, basta perguntar a qualquer morador. Para acompanhar minhas outras fotos de viagens, me siga no Instagram. Eu também estou no Twitter.

Nas terras altas do Jacuí

10 de setembro de 2016 3

Tem algumas regiões gaúchas que é meio difícil definir onde realmente fica. Muitos dizem que Passo Fundo fica no Norte, quando na verdade é no Planalto. Sobradinho fica numa região conhecida como Centro-Serra, acima do Vale do Rio Pardo mas ainda não na Serra. Enfim. A viagem deste fim de semana é pelas terras do Alto Jacuí, já quase no Noroeste e nas Missões. Na sexta, subindo a BR-386, passei a noite num hotel que deve ser ótimo no verão, porque tem um parque junto com piscinas e área de esporte. O Hotel das Tuias, que fica logo depois de Fontoura Xavier, quase em Soledade.

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O Hotel tem alguns animais que circulam pela área do parque, como a Lhamas.

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No sábado foi a vez de conhecer novas cidades. Percorrendo estradas (ruins) do Noroeste e Alto Jacuí. A foto abaixo é na região de Espumoso, segundo para Alto Alegre e Campos Borges.

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As cidades que conheci hoje tem algo em comum. Aliás, muito em comum. São Pequenas, bem parecidas e com igrejas diferentes daquelas tradicionais. Quem está acostumado com as igrejas imponentes das cidades de colonização italiana e alemã, vai se surpreender com as igrejas daqui. A primeira é a de Alto Alegre, ao lado da praça.

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No caminho para Campos Borges um pequeno cemitério.

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E em Campos Borges, uma igreja fora do tradicional.

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Algo que chama a atenção na estrada que vai para Salto do Jacuí. As águas do lago das usinas. A de Passo Real é a mais famosa.

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Jacuizinho não tem propriamente uma igreja, mas uma capela, que é bem antiga. Fica ao lado de uma pracinha bem cuidada.

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Isso mostra como a localidade é antiga. Cresceu até que virou município. Bem, depois do almoço em Salto do Jacuí foi a vez de seguir para o Norte/Noroeste. Passando por uma ponte sobre as águas da barragem.

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Depois, tentei chegar perto da barragem de Passo Real, mas não consegui.

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Voltando ao asfalto, foi a vez de conhecer Boa Vista do Incra, mais uma pequena cidade da região, antes de Cruz Alta.

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De Boa Vista do Incra para outra Boa Vista, a do Cadeado. Fica entre Cruz Alta e Ijuí.

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Cruz Alta é de longe a maior cidade que visitei neste fim de semana. Passo a noite de sábado no Rosmer Hotel, bem no centro, no calçadão.

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O Rosmer é um hotel antigo, que fica num prédio meio descuidado por fora, mas muito bom. O hotel é antigo, como os casarões que são vistos por quem caminha pelo centro de Cruz Alta.

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Mas a cidade tem prédios modernos também.

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E duas praças no centro, que atraem muita gente nas tardes de sábado.

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No domingo vou conhecer um pouco mais de Cruz Alta e mais uma cidade aqui na região. Nos próximos dias vou postar sobre cada uma das cidades visitadas, entre outros assuntos. Eu também tenho fotos no Instagram e no Twitter.

 

Na Vila Ferraz de Vera Cruz

09 de setembro de 2016 3

A Comunidade de Vila Ferraz foi fundada no ano de 1864, por aproximadamente 30 famílias, todos imigrantes da Alemanha ou descendentes destes. O local está ligado à indústria fumageira e foi desativado há muito tempo. Ainda existem famílias morando por lá, mas o que chama a atenção de quem trafega pela RS-153 em direção ao Norte do RS é um grupo de casas que, à primeira vista, parecem um cenário de filme de época. As casas tem mais de 150 anos.

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Realmente parecem cena de um filme. Vale a pena entrar na Vila e conhecer a região.

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Até hoje os moradores de Vila Ferraz organizam festas para marcar a colonização da área.Sempre há exposições, almoço com culinária típica alemã, jogos de roda da sorte, apresentação de danças, baile típico, entre outros atrativos em uma programação para a família.

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Para chegar na Vila há uma saída na RS-153, com asfalto. Depois é só retornar.

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A Vila Ferraz fica no município de Vera Cruz, no Vale do Rio Pardo. Eu também tenho perfil no Instagram e no Twitter.