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Posts na categoria "Alto Jacuí"

Na Fortaleza dos Valos

05 de dezembro de 2016 1

Esta cidade tem um nome estranho, mas explicável. Há inclusive várias versões. A origem é relacionada a enormes valos abertos pelos índios em torno de uma Fortaleza Jesuítica. Outra versão assegura ter a Fazenda Fortaleza abrigado revolucionários em 1893, que abriam valos para lhes servirem de trincheiras. Há, ainda, outra ligada à demarcação de território para criação de gado. Como não havia cercas, eram feitos valos para separar as invernadas. Conforme estudiosos, ainda há valos na região que comprovariam esta versão. Quem visita Fortaleza dos Valos se surpreende porque a cidade é a maior das “pequenas cidades” da região. Tudo graças ao dinheiro do agronegócio.

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A cidade tem alguns prédios mais altos, ao contrários de outras da região que possuem apenas casas. E avenidas asfaltadas.

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As versões sobre a origem do nome foram deixadas pelos primeiros habitantes, os lusos brasileiros Por volta de 1922, foi iniciada a colonização. Os primeiros colonos eram italianos procedentes de Nova Palma e alemães vindos do Alto Uruguai e da Europa.

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O acesso para Fortaleza dos Valos a partir da RS-223 a partir de Cruz Alta não tem asfalto. Tem é mito pó, mas está em boas condições. Para pegar asfalto é preciso seguir mais adiante e entrar à direita para 15 de novembro, em frente à Ibirubá. É só asfalto. Abaixo foto de uma localidade entre 15 de novembro e Fortaleza dos Valos.

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Fortaleza dos Valos também é banhada pela barragem do Passo Real. Eu também publico fotos no Instagram. E tenho conta no Twitter.

Em Boa Vista do Cadeado

28 de novembro de 2016 1

Quem sai de Cruz Alta para Ijuí encontra no caminho a estrada para Boa Vista do Cadeado – asfalto. E quem chega na cidade encontra pouca coisa. A cidade é bem pequena.

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Tem a pequena igreja e uma praça bem bonita.

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O nome de Boa Vista do Cadeado é de 1920. Havia uma fazenda na região cuja dona usava um enorme e descomunal cadeado em sua porteira. O povoado cresceu em uma bela colina que do alto se,enxergava a quilômetros de distância a paisagem  digna de uma “boa vista”.  Daí veio o nome: Boa Vista do Cadeado.

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O nome da praça municipal é Olga Dall’Aglio. E o município tem cerca de 2.500 habitantes. E eu tenho fotos postadas no Instagram e no Twitter.

Na Boa Vista do Incra

26 de novembro de 2016 1

Uma pequena e organizada cidade que nasceu a partir de um assentamento. Um detalhe: o acesso principal é feito por estrada com calçamento. Não é asfalto. Nem chão. Apenas um calçamento, bem irregular em alguns pontos. Chegando na cidade, o visitante se surpreende. É pequena, mas limpa e parece bem organizada.

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O assentamento começou com famílias atingidas pela construção da Barragem do Passo Real, a maioria pequenos agricultores oriundos dos municípios de Espumoso, Cruz Alta, Ibirubá e Selbach. Foi na década de 70. Boa Vista do Incra virou município. No centro, a igreja de Nossa Senhora Aparecida.

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Como se vê, a barragem de Passo Real realmente movimentou uma grande área do Rio Grande do Sul. Ainda hoje as águas do lago são aproveitadas por moradores de diversas cidades. E quem circula por lá há de reconhecer que é uma região muito bonita. Confira as minhas fotos no Instagram e veja meus passeios por aí. Eu também tenho conta no Twitter.

Jacuizinho e sua capela bem antiga

21 de novembro de 2016 1

O que chama mais a atenção na pequena cidade de Jacuizinho é a capela. É certamente uma das mais antigas da região, de 1883.

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O nome da cidade se origina no Rio Jacuizinho, que passa por lá. É bem pequena e calma e tem dois acessos a partir da RS-318, um com asfalto e outro sem. Quem sai de Campos Borges, vai encontrar primeiro o acesso por estrada de chão. Mais adiante tem outro. Entre e conheça a cidade.

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Jacuizinho tem cerca de 2.500 habitantes, que vivem de forma bem tranquila, pelo que parece. Faça também uma visita ao meu perfil no Instagram. Também no Twitter.

Na cidade de Campos Borges

18 de novembro de 2016 1

Há muitas cidades pequenas e parecidas na região do Alto Jacuí. Campos Borges é uma delas. A diferença entre as cidades vizinhas, como Alto Alegre e Jacuizinho, é que Campos Borges é cortada pela rodovia, que acaba sendo a avenida principal.

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Campos Borges também é uma pequena cidade, com população de quase 4 mil pessoas. A cidade é banhada pela barragem do Passo Real, mas parece que ainda não encontrou o caminho para explorar melhor o turismo. Tem uma igreja diferente das tradicionais, bem parecida com a igreja da cidade vizinha de Alto Alegre.

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Campos Borges tem como vizinhos as cidades de Alto Alegre e Jacuizinho. Todas bem pequenas e bem parecidas. Me siga no Instagram e acompanhe as fotos de minhas viagens por aí. Também estou no Twitter.

Na pequena Alto Alegre

14 de novembro de 2016 1

A cidade é mesmo pequena, tem pouco mais de 2 mil habitantes e fica lá no Alto Jacuí, numa região que é dominada pela barragem do rio, com várias usinas. Alto Alegre foi fundada por imigrantes. Alemães e italianos. No centro tem a tradicional praça com a igreja, a de São Marcos, que não tem uma aparência bem diferente das igrejas tradicionais.

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O nome da cidade surgiu por ocasião da festa de inauguração da escola, em 28 de julho de 1934. Como a festa foi muito animada, o povo muito alegre, e o lugar bonito e muito alto, as autoridades presentes disseram que o lugar deveria chamar-se ALTO ALEGRE. A agricultura é a base da economia, predominando soja e trigo.

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Saindo de Alto Alegre em direção a Campos Borges tem a localidade de Linha Bonita, com o cemitério bem às margens da estrada.

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Para acompanhar minhas fotos, confira meu perfil no Instagram. Eu também estou no Twitter.

 

Nos alagados do Passo Real

12 de outubro de 2016 3

A usina do Passo Real é bem antiga no RS. A área alagada do Rio Jacuí banha várias cidades da região e torna um passeio bem interessante para quem circula por lá. O lago da barragem é visto de vários lugares. Da estrada que liga Campos Borges a Jacuizinho:

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Depois de Salto do Jacuí, na estrada que leva a Cruz Alta, a BR-481.

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Um pouco depois da ponte tem uma estrada de chão que leva mais perto da barragem.

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Em outra região, na estrada que liga Fortaleza dos Valos e 15 de novembro, a estrada passa pela barragem de novo. Desta vez é uma rodovia estadual.

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O lago da represa é certamente a grande atração da região. Várias cidades poderiam aproveitar melhor este potencial turístico. Curta também minhas fotos no Instagram. E no Twitter.

Na terra de Erico Verissimo

23 de setembro de 2016 1

Neste mês em que se comemora a Revolução Farroupilha, um post sobre Cruz Alta. A cidade é conhecida principalmente por ser a terra desse importante escritor gaúcho. Erico Verissimo é o autor da trilogia O Tempo e o Vento, que eternizou personagens como Capitão Rodrigo e Ana Terra. Existe lá, inclusive, um museu que conta a história do escritor. A Casa de Erico Verissimo fica bem o centro da cidade.

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Casarões antigos também são encontrados em várias partes de Cruz Alta.

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Algumas igrejas também.

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Cruz Alta é uma cidade com várias praças que, nas tardes dos fins de semana, servem para o lazer da população, que também curte o calçadão da rua Pinheiro Machado.

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Cruz Alta tem um bom potencial turístico mas, a exemplo de outras regiões gaúchas, aproveita mal. Um desses locais é a antiga estação ferroviária, que me pareceu abandonada quando passei por lá.

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Ainda passa trem em Cruz Alta e em muitos horários. Quem se hospeda em hotéis do centro ouve o apito do trem o dia todo e parte da noite.

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Outro exemplo de turismo esquecido. O Memorial Lenda da Panelinha é citado no site da prefeitura como uma das atrações de Cruz Alta. Fica na esquina das ruas Felipe Portinho e General Andrade Neves, no centro. Segundo a prefeitura, é “um belo recanto com vertente d’água e esculturas em bronze do artista plástico cruz-altense Jorge Schroeder, que retratam a mais conhecida das lendas da localidade. Uma índia oferecendo água para um tropeiro. Conta a história que havia um arroio que se chamava Panelinha, cujas águas serviam para matar a sede dos tropeiros que levavam mercadorias do interior do Rio Grande do Sul para Sorocaba, em São Paulo. As índias da região davam de beber a esses tropeiros e eles sempre retornavam. A partir disso foi se solidificando a crença de que “quem bebe da água da Panelinha sempre volta a Cruz Alta”. Com o passar do tempo ergueram-se casas a beira da Panelinha, e lentamente esse povoado virou a cidade de Cruz Alta. Hoje, no entanto, esse recanto histórico está completamente abandonado.

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Acho que até a fonte de água secou. Lamentável. Bem, Cruz Alta não é a única cidade gaúcha a deixar deteriorar seus pontos turísticos. Rio Pardo também tem este problema, como o blog já mostrou no post anterior. Visite meu perfil e curta minhas fotos no Instagram. Também tenho conta no Twitter.