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Posts na categoria "Sul do RS"

Tapes - Turismo na Lagoa dos Patos

15 de novembro de 2015 2

O Guaíba e a Lagoa dos Patos são fonte de turismo para várias cidades gaúchas. Uma delas é Tapes, que fica no centro sul do Estado, a cerca de 100 Km de Porto Alegre pela BR-116. Localizada às margens da Lagoa, a cidade de Tapes vive principalmente do movimento de turistas nos meses mais quentes. Há vários balneários e campings no município. Quem visita Tapes encontra uma cidade pequena, com algumas casas antigas, do tempo dos açorianos, que ajudaram a colonizar a região. Tudo parece girar em torno da praça, que tem na frente a igreja matriz Nossa Senhora do Carmo.

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As ruas nas proximidades são bem movimentadas. Foi difícil, inclusive, encontrar vaga para estacionar.

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A região já foi habitada por índios, mas foram os imigrantes açorianos que impulsionaram o crescimento de Tapes. Numa quadra, há fachadas de casas no estilo açoriano.

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Circulando pelo centro de Tapes o visitante encontra alguns casarões mais antigos, incluindo a prefeitura.

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Esta igreja, ou capela, antiga, não tinha nome.

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As principais praias de Tapes ficam mais afastadas do centro, mas mesmo assim ainda é possível chegar perto da Lagoa na área central da cidade.

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E procurando, sempre se encontra alguma coisa bonita para fotografar.

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Bonita também é a praça central que, como escrevi, fica na frente da igreja.

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Muito movimento encontrei por lá no fim de semana.

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O mais complicado é a chegada. A estrada que liga a BR-116 ao centro de Tapes possui alguns trechos bem esburacados.

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Confira no vídeo abaixo como está a situação da RS-717:

Com a visita a Tapes já são 300 cidades que conheço aqui no Rio Grande do Sul. A meta é conhecer todas, mas devido às condições de algumas estradas, será uma missão bem complicada. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

Lavras do Sul tem grande potencial turístico

09 de novembro de 2015 7

Lavras do Sul é daquelas cidades que é preciso pelo menos um dia inteiro para visitar. Estive lá rapidamente em outubro, numa manhã de sábado com céu nublado e ameaçando chover, o que não aconteceu. Mas estava frio, muito frio. Lavras se originou de um acampamento mineiro às margens do Rio Camaquã. Os mineiros buscavam pepitas de ouro. Lavras são os lotes de mineração. O nome ficou Lavras do Sul porque já existe uma Lavras em Minas Gerais. Para chegar na cidade, pega-se uma estrada asfaltada em Caçapava do Sul. No caminho para Lavras, uma cena inusitada. Tivemos que esperar a boiada passar…

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Eu pouco sabia sobre a cidade de Lavras do Sul e me surpreendi ao chegar lá. Há uma grande quantidade de casas antigas, no centro.

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Lavras tem um bom movimento de turistas, especialmente no verão. São moradores de cidades próximas que vão passar o Carnaval ou para o Balneário do Paredão, no Rio Camaquã. Eles também devem aproveitar para caminhar pelo centro e conhecer o casario antigo.

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Como se vê, as casas estão bem conservadas.Pintadas com cores diversas, o que deixa a cidade mais bonita.

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Bem no centro fica a igreja matriz de Santo Antônio, de arquitetura portuguesa da primeira metade do século, com pinturas sacras à óleo no teto do altar, feito em madeira de lei no estilo barroco.

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Na frente da igreja, uma rua parte mais “moderna”. Aproveitando as casas antigas, há uma praça e uma espécie de calçadão, com casas comerciais e um restaurante. Ficou bem bonito.

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Uma das casas está sendo restaurada.

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Outro ponto turístico de Lavras do Sul é a Fazenda Itaoca, a 2 Km do centro. Há ruínas de um antigo engenho de exploração de ouro construído em granito e com a maioria das máquinas originais encravadas na rocha. Há, portanto, alguns bons motivos para visitar a cidade de Lavras do Sul. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

Viajando de Barco: para São José do Norte

04 de outubro de 2015 5

Nas últimas semanas o Blog tem feito variações. Foram viagens internacionais – para Argentina e Uruguai – e agora uma viagem de Barco. De Rio Grande para São José do Norte. A barca de passageiros leva pouco mais de 20 minutos para atravessar a Lagoa. O local de saída do barco é bem perto da biblioteca de Rio Grande, no centro.

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O barco é bem confortável.

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Na chegada, São José do Norte.

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São José do Norte é caracterizada por sua arquitetura histórica colonial portuguesa, com  casarões antigos.

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Esta casa amarela é o prédio amarelo do Ministério Público. Aqui funcionava o antigo hotel Amaral construído em 1840.

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No centro tem a praça e na frente, a igreja matriz São José, construída em 1860.

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Caminhando pelo centro de São José do Norte o visitante encontra algumas ruas estreitas, bem comum em cidades mais antigas.

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A cidade tem muitos casarões. Alguns bem conservados e outros em recuperação.

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Fora da área urbana, há algumas praias, como a do Mar Grosso. Este passeio, no entanto, fica para outra vez, quando pretendo ir de carro até São José do Norte. Neste passeio a pé, me limitei à área urbana.

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De volta ao cais, é hora de fazer a viagem de retorno a Rio Grande.

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A passagem da balsa de passageiros custa R$ 2. O barco sai a cada meia hora, sendo que nos domingos a viagem é feita de hora em hora. No centro de São José do Norte tem uma ótima padaria com local para um café e um lanche. Tem Wi fi por lá. Também é possível fazer a travessia Rio Grande – São José do Norte de carro, em balsa que sai de outro local. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

Tour pela Zona Sul

26 de setembro de 2015 0

Depois de vários dias de chuva … voltou a chover no sábado, mas fraco e de vez em quando. O Sol apareceu também na Zona Sul do RS. O passeio do fim de semana começou na sexta-feira, conhecendo mais uma cidade gaúcha. A pequena Sentinela do Sul, na região de Tapes, tem pouco a mostrar, mas a praça do centro possui Wi-fi de graça. Por isso a gurizada se encontra por lá.

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A praça fica bem na frente da pequena igreja.

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Antes de chegar em São Lourenço do Sul para passar a noite, uma rápida visita à cidade de Cristal, que não tem uma praça como a de Sentinela do Sul, mas tem uma igreja maior.

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Na estrada, a BR-116, uma paisagem:

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Em São Lourenço, o céu meio nublado prejudicou o nascer do sol na lagoa.

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Não fui o único a acordar cedo para vero Sol.

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Para quem não conhece São Lourenço: a praia das Nereidas é a com melhor infra-estrutura para receber o turista. Praia de lagoa tem águas calmas.

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Existem muitas cidades gaúchas bem pequenas. Uma delas é Turuçu, já quase em Pelotas. Tem praticamente uma única rua.

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Turuçu é a capital nacional da pimenta.

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O sábado foi dia de um passeio diferente. Viajando de Barco. Para São José do Norte. Abaixo, o centro de Rio Grande visto do barco.

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São José do Norte é uma cidade bem antiga. Para chegar por terra é complicado. Tem que pegar a BR-101 e descer todo o Litoral. De barco é mais fácil. Como é pequena, é tranquilo caminhar pelo porto e pelo centro.

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No centro, tem ruas bem estreitas.

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E uma bela igreja.

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Igreja espetacular é a de Rio Grande, mesmo que cercada de casas e prédios. Fica difícil fazer uma foto mais panorâmica.

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Rio Grande também fica na beira da lagoa.

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Que no fim de tarde garante um ótimo programa: curtir o por do sol. O céu limpou e foi possível assistir ao show:

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A previsão é de um domingo com mais instabilidade, vamos ver o que acontece. Se for possível, vou conhecer a praia do Cassino e algumas cidades pelo caminho de volta a Porto Alegre. A BR-116 ainda está longe de ser duplicada. Quando ficar pronta, será bem mais fácil sair de Porto Alegre para a Zona Sul. Mas por enquanto…. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

Na quase isolada Pedras Altas

07 de agosto de 2015 2

Certa vez escrevi aqui no Blog sobre a pobreza do Sul do estado e fui criticado. Várias pessoas ficaram ofendidas e reclamaram. Mas a verdade é que o Sul do estado é pobre, muito pobre. Isso se vê inclusive em cidades grandes, como Bagé e Pelotas. Imaginem então as pequenas. Pedras Altas é menor do que qualquer bairro de Porto Alegre ou Caxias do Sul por exemplo. A dificuldade já começa nos acessos. De Herval, a estrada é de chão.

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Um pouco antes de Pedras Altas, vi esta casa.

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Pedras Altas ganhou este nome por causa de algumas pedras localizadas a 3 Km do centro. Bem, chegando na cidade, não se vê muita coisa. O dia nublado, com ameaça de chuva e frio, deixou o clima ainda mais tétrico.

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Não vi quase nenhuma loja ou outro prédio comercial na cidade. O Banrisul funciona num prédio que me pareceu mais uma garagem. Havia poucas pessoas nas ruas e nem uma praça decente encontrei.

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Não estou criticando as pessoas que moram lá. Pode ser que até gostem da cidade, mas a ideia que me passa é de um lugar praticamente abandonado. Faz a gente pensar: como é que na Serra Gaúcha, no Vale do Taquari, do Caí e em outras regiões do RS as cidades cresceram e se desenvolveram? Na Metade Sul as cidades são praticamente as mesmas de 50 anos atrás. Alguma coisa faltou aí. Talvez dinheiro, talvez vontade política, talvez alguém com boas ideias e vontade de mudar. Que o Sul é mais pobre, não há dúvida. Pedras Altas tem como grande atração o histórico castelo, que já foi tema aqui no Blog. Ah, o outro acesso a Pedras Altas, a partir de Pinheiro Machado, tem poucos trechos de asfalto. A parte sem asfalto está terrível. Se quiserem incrementar o turismo na cidade aproveitando o castelo, primeiro é preciso recuperar as estradas. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

O castelo de Pedras Altas

31 de julho de 2015 4

Querem transformar o castelo de Pedras Altas em ponto turístico. Mas com a atual situação das estradas de acesso à cidade, fica complicado. Estão ruins as estradas. Além disso, a cidade não tem a mínima estrutura para receber visitantes, como o Blog irá mostrar nos próximos dias. O castelo faz parte da História do RS. Lá, por exemplo, foi assinado um acordo que pôs fim à Revolução de 1923.

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A obra é imponente. O castelo tem 44 cômodos, mas precisa de restauração urgente.

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O castelo é tombado pelo Estado, que nada faz para ajudar na conservação. A família dona do prédio colocou o castelo à venda, mas até agora não há interessados.

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Na verdade o castelo, do jeito em que se encontra, é um verdadeiro elefante branco.

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O castelo foi fundado por Joaquim Francisco de Assis Brasil, que era casado com uma européia. Apaixonado pela mulher, ele resolver fazer um castelo para que ela não se sentisse isolada na região de Pedras Altas.

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Na construção, foi usado granito rosa. Três espanhóis vieram ao RS para trabalhar as pedras e encaixá-las sem uso de argamassa.

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O castelo foi finalizado em 1913.

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Há uma reportagem bem interessante em Zero Hora que conta toda a história do castelo. Quando estive lá, em junho, não pude entrar. Aliás, segundo moradores, por causa da disputa da família em relação ao castelo, a visitação está interrompida. Foi difícil chegar na cidade de Pedras Altas, mas pelo menos conheci o famoso castelo. Eu costumo postar fotos no Instagram: marcosh85.

Na histórica Arroio Grande

24 de julho de 2015 0

Esta cidade gaúcha localizada no Sul do estado começou a ser formada por volta de 1803. Foi palco de batalhas durante a Revolução Farroupilha. Mantém até hoje o estilo antigo, com casarões dominando a paisagem.

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A igreja matriz fica na frente da praça Maneca Maciel.

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Caminhar por Arroio Grande é como andar por outras cidades da região. É parecido com Herval, por exemplo, que já foi mostrada pelo Blog.

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O Sul do Estado tem esta característica. Cidades com um casario bem antigo e poucos prédios novos e altos. Para acompanhar mais de minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

O centro histórico de Camaquã

21 de julho de 2015 0

Camaquã é uma das principais cidades da região Centro-Sul do RS. Localizada bem às margens da BR-116, está no caminho para Pelotas, Rio Grande e Jaguarão. Tem mais de 60 mil habitantes. Quem entra na zona urbana do município acaba descobrindo uma cidade relativamente grande, com um centro comercial de um lado e o centro histórico do outro, na parte mais elevada.

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Se a parte comercial, que fica lá embaixo, é que movimenta a economia do município, a parte alta é mais atrativa em questão de turismo. No alto do morro fica a igreja de São João Batista.

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Por ali também estão localizados os prédios históricos, como a antiga prefeitura.

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Tem uma praça, onde está localizada a casa do poeta camaquense.

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Caminhando em volta da praça é possível encontrar várias casas antigas.

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Não sei como é o clima de Camaquã durante o verão, mas no inverno faz muito frio, principalmente na parte mais elevada da cidade.

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Posso dizer que é bem agradável caminhar por lá e descobrir casarões antigos, ainda preservados.

 

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A cidade de Camaquã foi fundada por casais açorianos, lá pelos anos de 1.700, quando a região começou a ser povoada. Na época era um povoado. Virou cidade a partir dos anos de 1.800. Eu costumo postar fotos no Instagram: marcosh85.

Na fronteira com o Uruguai: Jaguarão

26 de junho de 2015 6

Depois de uns 5 anos voltei a visitar Jaguarão. É bom saber que a cidade mudou um pouco. Tem mais hotéis e pousadas. Tem uma cafeteria. Melhorou a infra-estrutura para receber o turista. Jaguarão é rica em arquitetura. Há uma infinidade de casarões antigos que podem ser vistos durante uma rápida caminhada pelo centro. Um motivo a mais para visitar a região: a partir de 1/7, quarta-feira que vem, a cota para compras nos free shops cai de U$ 300 para U$ 150 por pessoa.

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A maioria das cidades do Sul e da Campanha gaúcha ainda preserva casarões. Em Jaguarão são muitos.

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A igreja matriz do Divino Espírito Santo fica bem no centro, na frente da praça.

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O Rio Jaguarão separa o Brasil do Uruguai. Para chegar a Rio Branco, no lado uruguaio, basta atravessar a histórica ponte internacional Mauá.

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A antiga enfermaria do Exército está em fase final de restauração. Será um dos pontos turísticos da cidade.

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Jaguarão tem outras atrações. Abaixo, o sol de fim de tarde refletindo na torre do prédio da Santa casa

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Também no fim de tarde, um por do sol na ponte do Rio Jaguarão.

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Por ficar localizada ao lado de Rio Branco no Uruguai, Jaguarão atrai turistas interessados em fazer compras no Free Shop uruguaio. Muitas vezes, no entanto, na pressa de só comprar e comprar, os visitantes esquecem de apreciar as belezas do lado brasileiro. Então, na próxima visita a Jaguarão, dedique um tempo a caminhar pelo centro da cidade. Vale a pena. Eu costumo postar fotos no Instagram; marcosh85. Me siga e curta.

A Festa Junina de Herval

25 de junho de 2015 0

Festa em cidade do Interior é motivo de grande agitação. Principalmente nas cidades menores, onde pouca coisa acontece. A população de Herval terá a partir de amanhã um lugar para se divertir. Começa a 28ª Fejunahe, que vai até domingo, 28 de junho. A festa fica bem no centro da cidade, que conheci no fim de semana passado. Quando passei por lá, estavam montando as estruturas.

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A festa vai rolar em frente à praça, que por sua vez fica na frente da igreja, como na maioria das pequenas cidades.

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Herval fica localizada no Sul do RS, e tem acesso por asfalto, a partir de Arroio Grande. A estrada tem alguns buracos, mas nada para se preocupar.

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Como grande parte das cidades da fronteira, tem praticamente só casas. Daquelas antigas, coladas uma nas outras.

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Passear por estas cidades gaúchas é quase que fazer uma viagem no tempo.

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O nome do município é originário da erva-mate, que era encontrada em grande quantidade da região. Na época, erva-mate era escrito com H. Além da igreja matriz São João Batista, Herval tem um Parque Aquático citado entre os pontos turísticos. Neste fim de semana, no entanto, o que importa é a festa. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram; marcosh85.