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Posts na categoria "Sul do RS"

Na quase isolada Pedras Altas

07 de agosto de 2015 2

Certa vez escrevi aqui no Blog sobre a pobreza do Sul do estado e fui criticado. Várias pessoas ficaram ofendidas e reclamaram. Mas a verdade é que o Sul do estado é pobre, muito pobre. Isso se vê inclusive em cidades grandes, como Bagé e Pelotas. Imaginem então as pequenas. Pedras Altas é menor do que qualquer bairro de Porto Alegre ou Caxias do Sul por exemplo. A dificuldade já começa nos acessos. De Herval, a estrada é de chão.

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Um pouco antes de Pedras Altas, vi esta casa.

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Pedras Altas ganhou este nome por causa de algumas pedras localizadas a 3 Km do centro. Bem, chegando na cidade, não se vê muita coisa. O dia nublado, com ameaça de chuva e frio, deixou o clima ainda mais tétrico.

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Não vi quase nenhuma loja ou outro prédio comercial na cidade. O Banrisul funciona num prédio que me pareceu mais uma garagem. Havia poucas pessoas nas ruas e nem uma praça decente encontrei.

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Não estou criticando as pessoas que moram lá. Pode ser que até gostem da cidade, mas a ideia que me passa é de um lugar praticamente abandonado. Faz a gente pensar: como é que na Serra Gaúcha, no Vale do Taquari, do Caí e em outras regiões do RS as cidades cresceram e se desenvolveram? Na Metade Sul as cidades são praticamente as mesmas de 50 anos atrás. Alguma coisa faltou aí. Talvez dinheiro, talvez vontade política, talvez alguém com boas ideias e vontade de mudar. Que o Sul é mais pobre, não há dúvida. Pedras Altas tem como grande atração o histórico castelo, que já foi tema aqui no Blog. Ah, o outro acesso a Pedras Altas, a partir de Pinheiro Machado, tem poucos trechos de asfalto. A parte sem asfalto está terrível. Se quiserem incrementar o turismo na cidade aproveitando o castelo, primeiro é preciso recuperar as estradas. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

O castelo de Pedras Altas

31 de julho de 2015 4

Querem transformar o castelo de Pedras Altas em ponto turístico. Mas com a atual situação das estradas de acesso à cidade, fica complicado. Estão ruins as estradas. Além disso, a cidade não tem a mínima estrutura para receber visitantes, como o Blog irá mostrar nos próximos dias. O castelo faz parte da História do RS. Lá, por exemplo, foi assinado um acordo que pôs fim à Revolução de 1923.

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A obra é imponente. O castelo tem 44 cômodos, mas precisa de restauração urgente.

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O castelo é tombado pelo Estado, que nada faz para ajudar na conservação. A família dona do prédio colocou o castelo à venda, mas até agora não há interessados.

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Na verdade o castelo, do jeito em que se encontra, é um verdadeiro elefante branco.

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O castelo foi fundado por Joaquim Francisco de Assis Brasil, que era casado com uma européia. Apaixonado pela mulher, ele resolver fazer um castelo para que ela não se sentisse isolada na região de Pedras Altas.

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Na construção, foi usado granito rosa. Três espanhóis vieram ao RS para trabalhar as pedras e encaixá-las sem uso de argamassa.

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O castelo foi finalizado em 1913.

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Há uma reportagem bem interessante em Zero Hora que conta toda a história do castelo. Quando estive lá, em junho, não pude entrar. Aliás, segundo moradores, por causa da disputa da família em relação ao castelo, a visitação está interrompida. Foi difícil chegar na cidade de Pedras Altas, mas pelo menos conheci o famoso castelo. Eu costumo postar fotos no Instagram: marcosh85.

Na histórica Arroio Grande

24 de julho de 2015 0

Esta cidade gaúcha localizada no Sul do estado começou a ser formada por volta de 1803. Foi palco de batalhas durante a Revolução Farroupilha. Mantém até hoje o estilo antigo, com casarões dominando a paisagem.

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A igreja matriz fica na frente da praça Maneca Maciel.

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Caminhar por Arroio Grande é como andar por outras cidades da região. É parecido com Herval, por exemplo, que já foi mostrada pelo Blog.

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O Sul do Estado tem esta característica. Cidades com um casario bem antigo e poucos prédios novos e altos. Para acompanhar mais de minhas fotos, me siga no Instagram: marcosh85.

O centro histórico de Camaquã

21 de julho de 2015 0

Camaquã é uma das principais cidades da região Centro-Sul do RS. Localizada bem às margens da BR-116, está no caminho para Pelotas, Rio Grande e Jaguarão. Tem mais de 60 mil habitantes. Quem entra na zona urbana do município acaba descobrindo uma cidade relativamente grande, com um centro comercial de um lado e o centro histórico do outro, na parte mais elevada.

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Se a parte comercial, que fica lá embaixo, é que movimenta a economia do município, a parte alta é mais atrativa em questão de turismo. No alto do morro fica a igreja de São João Batista.

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Por ali também estão localizados os prédios históricos, como a antiga prefeitura.

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Tem uma praça, onde está localizada a casa do poeta camaquense.

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Caminhando em volta da praça é possível encontrar várias casas antigas.

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Não sei como é o clima de Camaquã durante o verão, mas no inverno faz muito frio, principalmente na parte mais elevada da cidade.

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Posso dizer que é bem agradável caminhar por lá e descobrir casarões antigos, ainda preservados.

 

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A cidade de Camaquã foi fundada por casais açorianos, lá pelos anos de 1.700, quando a região começou a ser povoada. Na época era um povoado. Virou cidade a partir dos anos de 1.800. Eu costumo postar fotos no Instagram: marcosh85.

Na fronteira com o Uruguai: Jaguarão

26 de junho de 2015 6

Depois de uns 5 anos voltei a visitar Jaguarão. É bom saber que a cidade mudou um pouco. Tem mais hotéis e pousadas. Tem uma cafeteria. Melhorou a infra-estrutura para receber o turista. Jaguarão é rica em arquitetura. Há uma infinidade de casarões antigos que podem ser vistos durante uma rápida caminhada pelo centro. Um motivo a mais para visitar a região: a partir de 1/7, quarta-feira que vem, a cota para compras nos free shops cai de U$ 300 para U$ 150 por pessoa.

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A maioria das cidades do Sul e da Campanha gaúcha ainda preserva casarões. Em Jaguarão são muitos.

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A igreja matriz do Divino Espírito Santo fica bem no centro, na frente da praça.

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O Rio Jaguarão separa o Brasil do Uruguai. Para chegar a Rio Branco, no lado uruguaio, basta atravessar a histórica ponte internacional Mauá.

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A antiga enfermaria do Exército está em fase final de restauração. Será um dos pontos turísticos da cidade.

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Jaguarão tem outras atrações. Abaixo, o sol de fim de tarde refletindo na torre do prédio da Santa casa

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Também no fim de tarde, um por do sol na ponte do Rio Jaguarão.

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Por ficar localizada ao lado de Rio Branco no Uruguai, Jaguarão atrai turistas interessados em fazer compras no Free Shop uruguaio. Muitas vezes, no entanto, na pressa de só comprar e comprar, os visitantes esquecem de apreciar as belezas do lado brasileiro. Então, na próxima visita a Jaguarão, dedique um tempo a caminhar pelo centro da cidade. Vale a pena. Eu costumo postar fotos no Instagram; marcosh85. Me siga e curta.

A Festa Junina de Herval

25 de junho de 2015 0

Festa em cidade do Interior é motivo de grande agitação. Principalmente nas cidades menores, onde pouca coisa acontece. A população de Herval terá a partir de amanhã um lugar para se divertir. Começa a 28ª Fejunahe, que vai até domingo, 28 de junho. A festa fica bem no centro da cidade, que conheci no fim de semana passado. Quando passei por lá, estavam montando as estruturas.

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A festa vai rolar em frente à praça, que por sua vez fica na frente da igreja, como na maioria das pequenas cidades.

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Herval fica localizada no Sul do RS, e tem acesso por asfalto, a partir de Arroio Grande. A estrada tem alguns buracos, mas nada para se preocupar.

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Como grande parte das cidades da fronteira, tem praticamente só casas. Daquelas antigas, coladas uma nas outras.

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Passear por estas cidades gaúchas é quase que fazer uma viagem no tempo.

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O nome do município é originário da erva-mate, que era encontrada em grande quantidade da região. Na época, erva-mate era escrito com H. Além da igreja matriz São João Batista, Herval tem um Parque Aquático citado entre os pontos turísticos. Neste fim de semana, no entanto, o que importa é a festa. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram; marcosh85.

 

No Sul do RS, para variar

20 de junho de 2015 5

Uma vez me perguntaram por que eu ia tanto para a Serra e pouco para o Sul e a Fronteira. Eu disse que o Sul é muito longe, mas desta vez não me preocupei com a distância. O passeio começou na sexta-feira por Camaquã, uma cidade que ainda não conhecia. Me surpreendi. Tem um centro bem organizado e na parte alta, a cidade antiga com prédios históricos, como a antiga prefeitura.

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A igreja matriz também fica lá, ao lado da prefeitura.

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A parte histórica é muito interessante, com várias casas antigas e uma praça.

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Parabéns à prefeitura de Camaquã por manter a história do município. Depois de Camaquã e de passar a noite em Pelotas, no sábado foi a vez de conhecer Arroio Grande. É a cidade número 268 que conheço no RS. Arroio Grande tem somente casas. Daquelas que são coladas umas nas outras. Não vi prédios altos a não ser a igreja.

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Outra cidade com uma grande quantidade de casas antigas é Jaguarão, já na fronteira com o Uruguai.

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Atravessando a ponte histórica sobre o Rio Jaguarão – que o Blog vai mostrar com mais detalhes mais adiante – chega-se no paraíso dos Free Shops. Para quem gosta de fazer compras. Eu não gosto. Rio Branco, no Uruguay, estava cheia neste sábado, mesmo com o dólar a R$ 3.

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Ainda deu tempo para conhecer a Lagoa Mirim no lado uruguaio.

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E no fim da tarde, o por do sol na ponte.

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Na volta, neste domingo, espero conhecer novas cidades aqui pelo Sul do RS.Se você curte fotografia, me siga no Instagram: marcosh85.

Piratini - Capital Farroupilha

12 de março de 2015 6

A partir de hoje, sempre nas quintas-feiras, o Blog passará uma dica de passeio de carro no Gaúcha Hoje da Rádio Gaúcha. Na estreia, um roteiro que faz parte da História do RS.

Durante a Revolução Farroupilha, Piratini foi a capital da República Rio Grandense. A cidade conserva ainda hoje em suas ruas, os casarões da época do povoamento e da revolução. Parte da História gaúcha pode ser conferida no Museu Histórico Farroupilha. No prédio funcionou a sede do Governo Farroupilha.

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O prédio tinha até uma porta secreta.

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A cidade de Piratini é bem preparada para atender ao turista. No museu, há guias que podem ser contratados para um passeio. Eles vão contar todos os segredos de Piratini durante a Guerra dos Farrapos.

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Por ruelas como esta, circularam os “farrapos”.

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Piratini tem mais de um museu para contar a história farroupilha, como este da foto abaixo.

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A cidade é pequena, tranquila. É bom caminhar pelas ruas e descobrir a cada esquina casarões e casas antigas, a maioria ainda do tempo da Revolução.

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A prefeitura também funciona num prédio antigo.

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Abaixo a igreja.

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Piratini tem um bom hotel, o Garibaldi, que fica na rua principal.

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Para chegar na cidade de Piratini a partir de Porto Alegre: sair pela ponte do Guaíba e depois pegar a BR-116 em direção a Pelotas. Depois de Pelotas entrar na BR-293 em Capão do Leão e acessar Piratini pela RS-702. A distância de Porto Alegre é de 340 Km. Todas as estradas são asfaltadas. A BR-116 está em duplicação entre Guaíba e Pelotas. A BR-293 tem pouco movimento depois de Capão do Leão. O site do Hotel Garibaldi pode ser acessado AQUI. Há outro hotel, o Farroupilha, mas este não conheço. Se preferir, o turista pode se hospedar em Pelotas e passar o dia em Piratini, mas a rede hoteleira de Pelotas é bem mais cara. Sobre Piratini, era isso. No Blog há outras dicas de viagens. E eu também costumo postar fotos no Instagram: Marcosh85.

 

 

Por do Sol em Caçapava do Sul

16 de dezembro de 2014 1

Tem um lugar muito legal em Caçapava do Sul. É o forte D.Pedro Segundo. Tombado em 1983, o forte é considerada a única fortificação remanescente no estado do Rio Grande do Sul. É também um dos pontos turísticos da cidade.

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No fim de tarde, o forte vira ponto de encontro de moradores da cidade.

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É que o por do sol lá no forte é especial.

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Vale a pena conferir.

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Em Caçapava do Sul ficam as Minas de Camaquã, que já foram mostradas aqui no Blog. Mais fotos de viagens no Instagram: Marcosh85.

Caçapava do Sul

15 de dezembro de 2014 0

A cidade de Caçapava do Sul não foge à regra. Como outras cidades da região, se destaca pelos casarões antigos. Um pouco mais moderna do que outras cidades da Campanha e Fronteira Oeste, Caçapava ainda mantém casas bem antigas.

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A igreja no centro:

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Caçapava faz parte da história do RS. É considerada a Segunda Capital Farroupilha.

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A cidade começou com um acampamento militar, já que a região era considerada ponto estratégico, lá por 1.777. No Instagram, mais fotos de viagens: Marcosh85.