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Posts de julho 2010

Energia renovável

30 de julho de 2010 0

Li no domingo um artigo de Priscila De Martini na Zero Hora.

Me chamou a atenção, uma mulher escrever e bem sobre um assunto técnico. Sei que é machismo meu, mas a verdade é que são raras. Mas que diferença faz ser homem ou mulher para escrever sobre energia, seja ela renovável ou não?

Diz ela:

O país que produz quase metade da energia solar no mundo tem mais dias nebulosos que ensolarados e o motivo de as coisas serem assim é  em grande parte, porque a Alemanha esta a frente na batalha contra a dependência dos combustíveis fósseis.

Explica também:

Desde muito cedo, os alemães reconheceram a importância da transição para uma economia mais limpa, foram a luta  e começam a colher os frutos de seu pioneirismo.

Enquanto nós pensamos em um provável pré sal a sete mil metros esquecemos a nossa localização geográfica e do sol que podemos usar.

O segredo alemão não é nenhum mistério e agora querem disseminar as experiências que deram certo para o resto do mundo.

Escrevo isso como usuário da mais simples delas: o aquecimento de água por energia solar. O meu sistema completa agora 25 anos de eficiência sem um único problema, ou seja,  sem gastar um centavo em manutenção.

Na época usei as tabelas publicadas pela National Geographic num número extra chamado Water. Para o paralelo 30 a sugestão do meu fabricante na época correspondia ao paralelo 25 na publicação.

Como bom "colonizado" usei a norma da Revista Americana.

Acertei em cheio.

No entanto, andando pelo norte e nordeste raramente se vêem  instalações semelhantes ( que são simplérrimas).

Se funciona tão bem no paralelo 30 ( Porto Alegre) imaginem mais próximo ao Equador.

Aliás, se funciona na Alemanha ( mais ou menos paralelo 50) não preciso dizer mais nada.

Acho que é tempo de incentivar as energias renováveis, mas acima de tudo, colocarmos em uso prático e disseminar as conversões simples  que já dominamos,  economizando a energia que produzimos.

Pessoalmente não acho que o petróleo esteja acabando.

Na prática os estoques aumentam a cada nova tabela publicada, mas que vai acabar um dia, não há dúvida.

A energia renovável  é mais cara no início, mas a longo prazo, sol, vento e marés seguirão sem custo...pelo menos até descobrirem um meio de taxá-las.

Obrigado Priscila!Escreva mais!

Doze Homens e Uma Mulher

30 de julho de 2010 0

Recentemente, recebi o convite para participar de um jantar do Malbec Wine Club, no Gokan. A iniciativa partiu de um amigo, o Francis Oliveira, da Market Comunicação, um dos idealizadores da Confraria do Malbec, ao lado de Fernando Curi, presidente do  Wine Club e filho do querido Esperidião, colega e amigo de velhos tempos da RBS.

O grupo, que se reúne mensalmente, estava completando dois anos de atividades ininterruptas, reiterando a cada encontro a continuidade da proposta de saborear uma boa mesa harmonizada com Malbec. Entre um copo e outro, regando um cardápio seleto, a conversa rolava de forma agradável  dando o tom à noite e sublinhando o que estava por vir.

O primeiro prato, um atum grelhado com molho de ameixas umeboshi e batatas slices, acompanhado de um Swinto Malbec 2005, argentino -  um deleite para os olhos e para o paladar. O atum, suave, numa posta alta, ao ponto. O creme de ameixa, delicado, equilibrando sabores.

O segundo prato, um carré de cordeiro com um inhoc de kabotiá. Para quem aprecia o inusitado, uma pedida e tanto. O vinho, um Ar Guentoa Malbec 2006, também argentino, com 90 de pontuação Roberrt Parker.  Na continuação, um confit de peras com tempurá de sorvete de morango, servido com  outro argentino, um Kaiken Malbec 2007. A harmonização ficou por conta de um dos confrades, traduzindo critérios e seleção, dando sustentação e cor ao jantar.    

Neste momento, já não eram mais 12 confrades e apenas eu como convidada, representando o público feminino. O grupo recebia de braços abertas sua única integrante mulher, Raquel Xavier Braga, coroando com sua agradável companhia o término do encontro festivo.

Num determinado momento, senti como se conhecesse a todos há muito tempo, tal a integração e a descontração promovida pelos confrades e sua confreira. A Confraria Malbec Wine Club é uma tradução literal de bem viver, do quanto a vida entre amigos ganha justificativa, ainda mais em volta de uma mesa, numa troca de experiências eno gastronômicas. Mais uma vez, uma demonstração de que a comida integra, aproxima e permite, como nenhuma outra atividade, retorno imediato deste prazer que envolve uma boa mesa.

O segredo está em saber promover, desfrutar e preservar estes momentos e isto o Malbec Wine Club demonstrou fazer com maestria.

A Confraria merece duplo parabéns.  

Por Clarice Ledur

Com ou sem véu?

28 de julho de 2010 0

Não sei se o assunto interessa aqui, mas como em Paris me hospedei na casa de um jornalista, ex editor do Le Point, revista semanal, falava-se muito do assunto.

A França tem 6 milhões de muçulmanos...que votam, portanto o assunto é sensível ao governo e a oposição.

Leis proibindo minaretes e outros símbolos do islamismo foram aprovados, ganham força em vários países do continente e segundo alguns restringem as liberdades dos muçulmanos.

Lemos no Le Monde uma entrevista em que uma muçulmana disse que ultimamente ao usar a burca sente olhares de desaprovação.

Recentemente, ela havia sido forçada por um  policial a levantar o véu para mostrar o rosto. Na França de agora é proibido seguir suas convicções religiosas, disse ela.

É verdade, são tempos difíceis para cerca de 15 milhões de muçulmanos da Europa Ocidental.

Na vizinha Bélgica foi aprovada uma lei proibindo o uso do véu em público- foi o primeiro país da Europa a adotar tal medida. Os legisladores explicaram que o objetivo é " enviar um sinal" para os  fundamentalistas e preservar os direitos da mulher.

Citando os mesmos objetivos a França, por maioria esmagadora, declarou o uso de véu " contrário aos valores da república".

Em pesquisas recentes,  dois terços dos entrevistados se disseram favoráveis a uma proibição.

No mês passado, um açougue e uma mesquita foram pichados.

Vândalos também profanaram um cemitério de soldados muçulmanos que morreram combatendo pela França.

Propostas semelhantes proibindo o véu também foram apresentadas na Itália e Holanda.

Na Suíça, onde a construção de minaretes foi proibida o governo pretende proibir o uso da burca, mas o curioso é que as regras não são iguais para todos. As turistas do Golfo Pérsico que passam férias no país e gastam prodigamente, podem usar.

Casamentos de vanguarda

27 de julho de 2010 0

A semana passada postamos um texto que deixava clara a nossa surpresa com a " Santa Terrinha", como a chamam os nossos irmãos portugueses que vivem no Brasil.

Sem dúvida gostamos de Portugal, de seus vinhos, de sua comida e de seus doces, mas nunca imaginei Portugal como um país de vanguarda. Aliás, não sei até que ponto o "casamento" gay é vanguarda. Ao que me parece foram o segundo país da Europa a admitir o casamento dos GLS. (se alguém me esclarecer qual é o papel do simpatizante, eu agradeço).

Mas, não vem ao caso. A mesma surpresa que tive com a lei portuguesa tive ao ler os jornais, com a aceitação dúbia dos nossos vizinhos com a mesma lei, cujos juízes resistem e até se negam a casá-los.

Não me parece que permitir que duas pessoas que vivam juntas seja  

"uma atitude de vanguarda".

Cada um vive com quem quiser e ninguém tem nada com isso.

Mas na terra de tangos e milongas  não é bem assim.

Enquanto alguns odeiam a idéia, outros querem mesmo é uma foto com véu e grinalda.

Quem está certo? Sei lá.

Acho que só o tempo vai resolver. A lei deve mudar os deveres, mas a curto prazo não muda a aceitação ou repulsa.

Foi assim com o divórcio, está sendo com o aborto.

A igreja lutou muito contra o registro dos nascimentos em cartório. Queriam porque queriam que os registros continuassem sendo feitos na casa paroquial. ( uma forma de poder, sem dúvida).

Hoje achamos graça, mas os que precisam de documentos europeus ou brasileiros antigos  sabem que tem que procurar na sede da paróquia e não no cartório civil.

Voltando a Argentina, quem sabe esse último parágrafo seja responsável por muitas dúvidas.

Por exemplo, de Gardel se sabe tudo. Sobre ele há várias e merecidas histórias e biografias.

Dele só não sabemos duas coisas: Onde nasceu? Taquarembó? França ou Argentina?

E o nome de alguma namorada,  pois vivendo entre Paris, Nova York e Buenos Aires no ambiente de música e cinema, é um pouco estranho que não se conheça alguma.

Um dia estávamos em Buenos Aires com um grupo de amigos portenhos comentando o assunto e em seguida um deles se levantou e em defesa do " morocho del Abasto" disse: Era um tipo muy discreto!

E ninguém falou nada, mas pensando bem vivendo uns 30 anos, entre  bulines y conventillos é um recorde de discrição.

Petróleo, problemas & companhia II

25 de julho de 2010 0

O petróleo ao que tudo indica está parando de jorrar no Golfo do México.

A maré negra em breve deve deixar de aumentar, mas os efeitos continuarão por muito tempo.

Alguns, visíveis por nós leigos, e muitos visíveis por especialistas e seus microscópios.

Sou um dos leigos e, portanto não quero entrar em detalhes que a mídia  já explicitou.

Esse problema que infestou toda a região aconteceu a mais ou menos 2000 metros de profundidade com uma companhia como a British Petroleum e não uma mini estrutura.

Este "acidente" tomou conta do noticiário e fez com que esquecêssemos outros, menores, mas que também poluem.

O mundo começou a tomar consciência dos riscos que representam perfurações cada vez mais fundas e mais longe da costa.

A pergunta é: Por que extrair petróleo a qualquer custo em situações tão complexas?

Seja pelo lado econômico, seja ambiental. Já pensaram se em vez da costa de um país rico como os EUA o problema fosse na nossa costa? Na beleza de Angra, Cabo Frio, Parati ou Salvador?

Já temos um monte de problemas mesmo sem grandes vazamentos.

O que estamos pretendendo agora com o pré sal, é exploração entre 6.000 e 7.000 metros.

Dizem os técnicos que é possível, mas se houver problemas?

A 2.000 metros a British Petroleum levou quase 90 dias e ainda estão inseguros sobre o processo, válvulas, etc... E se fosse a 7.000 metros? E na nossa costa?

Já li alguma coisa sobre o assunto, e fiquei sabendo que, até que devido ao tipo de petróleo e a quantidade de parafina ( do óleo pesado) o vazamento estancaria sozinho pelo frio.

É surpreendente, mas não sou eu que vou acreditar.

Afinal, as nossas duas bóias oceânicas de superfície em Tramandaí ainda lambuzam os nossos pés no verão.

Petróleo, problemas & companhia

23 de julho de 2010 0

A catástrofe do Golfo atingiu a todos nós, humanos, animais, vegetais e moluscos. Está fazendo o mundo inteiro e não só os "verdes" refletirem sobre o incidente e os países atuantes decidiram reforçar suas pesquisas nas energias alternativas.

As próprias companhias petrolíferas estão assustadas com as dificuldades técnicas de resolverem o problema e com o custo de sanar vazamentos. Também, ou quem sabe acima de tudo, com a queda do valor das ações. ( o prejuízo estimado até agora é de 4 bilhões de dólares)

Uma operadora pequena, sem dúvida teria ido à falência com um vazamento semelhante. A verdade é que agora alguns vazamentos nem tão pequenos começam a  preocupar. Se "descobriu" um no oleoduto da Exxon Móbil na Nigéria( 100 mil barris por dia no Delta do Níger).

No Canadá a Chevron resolveu modificar as normas de segurança na Terra Nova. Na Noruega debatem se devem continuar as perfurações no Círculo Ártico.

Enquanto isso o mundo pergunta: Porque insistir em perfurar em lugares tão arriscados? A resposta: É a única chance do mundo ocidental de escapar das amarras dos países produtores de petróleo ( da OPEP) e tudo mais que gira em torno do Golfo Pérsico. O impacto foi muito grande, algumas operadoras até falam em parar temporariamente, " força maior" etc...

Portanto, para finalizar. A pergunta permanece:

Devemos explorar petróleo em águas tão profundas? Temos como reparar equipamentos, vazamentos e outros acidentes a 7 mil metros? Aproveitemos a devastação causada na costa americana para refletir.

Devemos ou não? O que você acha?

A Kahlomania

23 de julho de 2010 0

Freda Kahlo está na mídia e na moda aqui nos Estados Unidos. 

A "kahlomania"  tomou conta dos americanos depois do lançamento do filme "Frida", no início deste mês.  O filme estrelado por Selma Hayek -deve disputar ao Oscar 2003, conta a vida desta intrigante pintora mexicana que viveu na primeira metade do século 20.

Frida foi casada com Diego Rivera. O casal viveu na Califórnia um breve período. Rivera foi expluso dos Estados Unidos por expressar suas idéias comunistas e, principalmente, por não concordar em retirar a figura de Lênin de um painel, de sua autoria, estampado no Rockfeller Center, de Nova York.  Mas quando isso ocorreu, Rivera já tinha pintado o sete na terra do Tio Sam.

Diego Rivera ficou conhecido por pintar grandes murais que contavam a história do povo humilde de seu país, o México. Aqui em Santa Cruz, e nas cidades vizinhas de Monterrey e Salinas, podemos ver diversos murais inspirados na obra de Diego Rivera.

Em pesquisa publicada recentemente pela CNN, um dado chamou minha atenção: 70% dos americanos não sabem em qual lado do país está localizado o Oceano Pacífico,  aquele que banha a costa oeste do país. O desconhecimento dos americanos em geografia é alarmante.

Outro dia, retornando do campus da universidade UCSC ( University of Califórnia Santa Cruz), dei carona a um estudante da faculdade de cinema. O campus da universidade fica no topo das colinas, distante há uns 6 km do centro da cidade, e diga-se de passagem, lá do alto temos a visão magnífica de toda baía, de Santa Cruz à  Monterrey. Pois bem, logo que entrou no carro, o jovem identificou meu sotaque e perguntou qual miha origem. Respondi: "sou brasileiro.  Em seguida perguntei a ele o que sabia sobre o Brasil.  Aí veio a resposta brilhante: "Ah, sei que o Brasil fica na parte de baixo do globo".  Foi o máximo que ele soube precisar.

Uma cidade que se preza tem que  ter no mínimo uma boa livraria. Santa Cruz tem várias. Somente na Pacific Avenue, a rua principal, existem três grandes: Borders, Logos e Bookshop, que além de oferecer generosas ofertas, dispoem de uma variedade de cd's, dvd's, revistas, jornais, e é claro, cafeterias. Semanalmente promovem encontros entre autores e público, editam jornais com a crítica literária, e oferecem cadeiras e sofas confortáveis para quem desejar se estirar, debaixo de um bom livro. Você pode não gostar de ler, mas vai encontrar lá um livro de seu interesse. Nem que seja um livro de figurinhas.  E, se nem isso encontrar, então desfrute de uma soneca neste ambiente de sonhos, e alguma realidade.

Acredito ter visto em um out-door de rua, esta bem humorada frase que definia os americanos, tão generosos coast-to-coast:  "atrás de um ser humano sempre existe um americano".

Por Eurico Salis/ Califórnia 2002

Férias em Tuvalu

22 de julho de 2010 1

 Julho é um mês de férias.  Para quem tem filhos na escola, nem se fala e embora tenhamos ótimas praias,  a " grama do vizinho" é sempre mais verde.

Quem sabe por pensar assim, procuramos águas mais claras, cocos mais saborosos, palmeiras mais verdes e com mais sombra.

De uma maneira geral nosso pensamento se dirige a Polinésia, seja pelos quadros do Gauguin, pelas aventuras do Capitão Cook , das ilhas que estive, posso dizer que elas são o nosso sonhado desejo.

Uma delas, no entanto, minha agente de viagens não conseguiu localizar, ou melhor, localizou, mas não conseguiu me dizer como se chega lá e muito menos o preço da passagem.

Hoje, se você não se está na Internet, está fora do mundo e esse é o caso de Tuvalu, isso mesmo TUVALU, você não leu mal e eu não digitei errado.

Também não sei muito, só sei é que pertence ao Commonwealth e tem uma população der 12.500 indivíduos e seu PIB é mais ou menos o de Belém Novo.

Vivem da pesca e da venda de copra, que nós conhecemos com o nome de coco seco que é vendido para óleos e sabonetes e pandara que não sei o que é, mas me absolvo da ignorância, pois o tio Google também não sabe. O mais perto que chegamos foi pandanus, mas isso eu também sabia. ( é uma planta da família das suculentas,comum em toda a região)

O que aprendi com a  consulta é que o conjunto de ilhas está afundando. Lamento pela sorte dos seus 12.500 mil habitantes e espero que afunde antes que o Brasil estabeleça lá a sua mais nova embaixada.

Um decreto de 7 de julho de 2010, ou seja a semana passada. Se a ilha afundar antes, o nosso grande timoneiro perderá um voto na ONU, mas convenhamos, nós brasileiros economizaremos um monte.

Como não tem internet, não posso lhe dar o email, mas se você, optar por suas férias lá não terá dificuldade em encontrar a nossa representação: é seguindo em direção leste, sob o terceiro coqueiro à esquerda.

Willie Nelson

21 de julho de 2010 0

Willie Nelson saiu do " poço" graças a colaboração de amigos e várias  "rehabs". ( Rehabilitation Centers)

Está de volta tão afinado como sempre.

O Viajando publica suas palavras como um estímulo a outros.

Yes, you can! 

Não sei se a Revista TIME tem muitos leitores por aqui, mas sei que Willie Nelson tem muitos fãs, inclusive os meus companheiros de café no Mercado. Me apresso em traduzir  as respostas dadas pelo ídolo a perguntas feitas por conhecidos personagens.

 1- O que lhe ajuda a enfrentar as dificuldades da vida? Pensamento positivo. Acreditar que as coisas vão dar certo. Porque pensar negativamente? Por que ter raiva? Não estamos doentes, portanto tudo está bem.

 2- Se você tivesse que fazer tudo novamente há alguma coisa na sua vida que faria diferente? Respondi essa mesma pergunta há alguns dias atrás. Eu gostaria de pensar que estou feliz como as coisas estão agora e ficaria hesitante em mudar algo do passado.

 3- Você sempre pareceu ser a quinta essência americana. O que significa para você ser americano? América para mim significa liberdade. Sou do Texas e uma das razões que gosto do Texas é porque não há controle lá. Acho que eu gosto quando não há ninguém no comando.

 4- Qual foi seu maior momento no palco? A primeira vez que subi num palco quando tinha 5 anos de idade e fui recitar um poema numa atividade social. Vestia uma roupa branca de marinheiro e meu nariz começou a sangrar.

 5-Qual sua opinião sobre a legalização da maconha na América? Cedo ou tarde ainda veremos a legalização, pois as pessoas estão vendo que ela não é tão horrível assim.

Eu acho que se legalizarem e a taxarem ,assim como fizeram com os cigarros  e com o álcool, seria uma  grande fonte de renda.

 6- Pode a musica country se tornar tão pop que ela deixa de ser country music? Com certeza. Na minha opinião há uma pequena confusão agora. O que tenho ouvido é agradável aos meus ouvidos, mas não é musica country.

 7- Você é o presidente e o co fundador da Farm Aid. Você acha que a América abraçou o movimento  "good-food"? Estamos tentando. As pessoas estão pensando de onde vem a comida por causa de todos os problemas que tivemos com pesticidas e produtos químicos. As pessoas sabem que que podem plantar sua própria comida e com certeza ela ser saudável, ou elas podem encontrar um fazendeiro em um local próximo ao seu que plante para eles.

8-Quem são seus cantores favoritos para fazer dueto? Waylon Jenniings e eu nos divertimos muito gravando, assim como com Frank Sinatra. Fizemos comerciais juntos. Ele sempre foi o meu favorito. Que eu saiba nós todos andávamos atrás dele.

9-Quem lhe influenciou no country music? Ray Charles. Ele levou a musica country a outro nível quando fez seu próprio álbum. Ele era um ótimo amigo e jogamos xadrez uma vez e ele me deu uma surra.

10-O que você pensa do movimento " Tea Party? Eu realmente não sei o que é o tea party. Não sei se são contra ou a favor. O país está com problema?

A Santa Terrinha já não é mais a mesma...

19 de julho de 2010 0

Quem ainda os imagina de calça listrada, camiseta, " relógio d' algibeira" e bigodes, no balcão do "stabelecimento", precisa se atualizar...

No mês passado Portugal tornou-se o oitavo país do mundo a reconhecer o casamento gay.

Mesmo sendo contrário à proposta, o presidente Cavaco Silva decidiu não vetar a lei.

As grandes cidades portuguesas estão francamente favoráveis e até simpatizantes.

Boa parte da cena GLS na capital, Lisboa, se dá em lugares misturados, notadamente no Bairro Alto.

Bares e boates exclusivas costumam estar mais escondidas, um pouco adiante.

Mas atenção: Se você está a fim de comemorar alguma data especial, reserve antes e lembre-se que apesar de latinos, o dia dos namorados é comemorado como os ingleses, ou seja, em fevereiro no dia 14, o Valentines Day, o dia de São Valentin.