Todos os olhos se voltam para a ilha. Vivi sediado ali por pouco mais de 2 anos. Tenho encantos pela ilha e reconheço que mudou a minha forma de viver e de ver a vida. Agora vejo no Estadão um artigo de Ana Gasston, brasileira, paulistana que há 10 anos mora ali. E eu acrescento segura, sem ..., alarmes, podendo caminhar à noite sem medo e assim desfrutar o país. Inicia falando dos parques.
Andar pelos parques. Não faltam animais como patos, gansos e cisnes perambulando nos parques de Londres. Durante o dia, esquilos podem ser vistos em toda a parte e fazem o maior sucesso entre visitantes que enlouquecem tentando fotografá-los. À noite, é a vez das raposas darem o ar da graça nas ruas do centro e subúrbios. E há outros animais selvagens e até exóticos em áreas protegidas que ficam a menos de meia hora de trem de Waterloo. No sudoeste da cidade, próximo a Hammersmith, o London Wetland Centre é um emaranhado de pequenas ilhas, lagos e canais habitados por aves, sapos e insetos coloridos. Espalhados pela área verde estão também vacas e animais menos graciosos, como as cobras e morcegos.
Desde a abertura do centro, em 2000, mais de 200 espécies de aves foram registradas ali. Na entrada, os turistas recebem um mapa e um check-list dos pássaros. Telescópios e binóculos estão disponíveis nas torres, onde é possível observar bem de perto os animais e toda a paisagem que cerca o local. No verão, muitas aves se ocupam de cuidar dos filhotes recém-nascidos. O que rende fotos fantásticas.


