Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Sergio Reis - TV e Cinema

25 de julho de 2013 Comentários desativados

Bem, para um papo sobre cinema ou televisão com Sergio Reis, uma postagem é pouco, ele relembrou que o acontecido com Cory Monteith não é o único, nem podia ser, e se referiu as memorias de François Truffaut que ele leu ou está lendo que em um capítulo diz que e o pior pesadelo de um diretor de cinema era ver um de seus atores morrer em meio a uma filmagem.

Ele fala disso na obra-prima “A noite americana”, na qual revela os bastidores de uma produção cinematográfica em que tudo que pode atrasar a conclusão de uma filmagem acontece.

Assim, uma atriz fica grávida, outra abandona o set num ataque de estrelismo, uma terceira não consegue decorar seus diálogos, um ator se apaixona por todas as mulheres da produção e, um protagonista morre num acidente de automóvel sem terminar de rodar todas as suas cenas.

É o que deve estar acontecendo nos bastidores de “Glee”, a bem-sucedida série de TV na qual Cory Monteith era um dos protagonistas. Morre por overdose de heroína no último fim de semana, o ator saira de cena algumas semanas antes de a produção do seriado ser retomada para a sua quinta temporada. E agora? Como é que eles vão continuar?

Telenovelas brasileiras, já passaram pela mesma questão. Sergio Cardoso morreu de um ataque cardíaco quando era o protagonista de “O primeiro amor”. A solução foi simplesmente substituí-lo, sem muitas explicações. Leonardo Villar assumiu o personagem pelos 28 capítulos que faltavam

Jardel Filho também não resistiu a um ataque cárdico quando era o principal ator de “Sol de verão”. A morte pegou a produção da novela de surpresa quando ainda faltavam 20 capítulos para serem gravados. Desta vez, o resultado foi mais traumático. O autor da novela, queria interromper tudo. Ele não se sentia em condições de continuar escrevendo. O personagem de Jardel Filho saiu de cena motivado por uma viagem repentina.

Como vocês viram, o arroz com galinha feito pelo Sergio Reis (que não é o violeiro e hoje é professor universitário) pode não ser igual ao da Vera Bahia… Mas alguém tem que abrir o brechó que é na galeria Florêncio Ygartua, deixado a desejar. Mas o principal, o bom papo é garantido.  Além disto, a dona do brechó, por telefone nos disse que na próxima teremos uma bonificação, uma sobremesa baiana.

Bookmark and Share

Não é possível comentar.