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Vodka Gorbatschow

27 de julho de 2013 Comentários desativados

Achei a foto curiosa, acho até uma ironia de como um líder pouco após a sua queda vira nome de uma birita popular.

Posso garantir que o produto não foi a causa da minha ida a ex União Soviética. Tanto que nem até Moscou eu fui. Já estive lá algumas vezes e não vejo razão para voltar. É há pouco que ver perigosa, cara, difícil para tudo e poucos falam alguma língua ocidental. Não digo que você não vá. Nada disto, mas quem sabe a melhor maneira de ir seja uma boa excursão.

Mas quando estava em São Petesburg soube do acontecido. Como é que eu soube se tudo é escrito em alfabeto cirílico, ou será Cyrilico?  Não sei, mas o Monge Grego que levou o alfabeto se chamava Siril, ou será, Cyril?  Se você achar isto importante, aperte a tecla do Google, o tio sabe. Bem, vamos adiante, um dos monumentos mais intrigantes da Rússia foi reaberto na semana passada após oito meses de reforma. É o mausoléu onde o líder soviético Vladimir Lenin, morto em 1924 repousa. Ganhou reparos na estrutura para poder continuar recebendo os visitantes, curiosos para ver o mito embalsamado numa vitrine, ou até para prestarem homenagens. Isto rende votos entre os que nunca falam que o seu pensamento a sua ideologia nunca levou algum país ao sucesso.  Se você duvidar, pare um minuto, pense ou telefone para a nossa bela deputada federal. Se ela souber, peço perdão, compro uma estrela vermelha e grudo na testa.

A verdade, é que as extensas filas que cheguei a ver no passado diminuíram muito, (para a tristeza do meu amigo Sergio Gonzales), quem diz isto, são amigos que voltam de lá. Oque se discute, é por quanto tempo ele permanecerá por lá. Se discute também se ainda é o legítimo ou alguma das reproduções tipo as do museu de cera da Madame Tousaut.  Não estou ficcionando tudo isto, já foi impresso em jornais europeus, é que depois que morreu o médico/cientista japonês que cuidava do embalsamado Lenin o corpo começou a se deteriorar. O que convenhamos, é absolutamente normal.  Afinal, o líder soviético morreu em 1924, ou seja, há 89 anos e já debilitado e em um local que não é o do deserto egípcio que permitiu as múmias.

O filho do especialista japonês, também cientista, disse em entrevista que não há muito a fazer no cadáver do camarada, se discute também o custo de manter a estrutura daquela tumba na Praça Vermelha.  Dizem os jornais que é uma pequena fortuna, e que o país não atravessa uma boa faze, O que tem mantido o barco flutuando são as vendas de petróleo e gás para toda a Europa ou seja, segue sendo um país extrativista. E importador, de alimentos principalmente. Dizem também que a fila para ver o camarada embalsamado é cada vez menor nos meses de primavera e verão e que vai a zero no inverno.  O que me parece RACIONAL e não uma atitude de “desamor” é só lembrar do inverno no paralelo 60°. A todos os especialistas que escrevem, estão mais ou menos de acordo com o que está escrito a cima e todos tem também a mesma pergunta.  Quem se atreverá? quem o tirará de lá?  Mesmo num país, irreverente, que até o ex Sr de todas as Rússias virou marca de Vodka.

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