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Rembrandt, Vermeer e companhia

30 de julho de 2013 Comentários desativados

o Rijkmuseum reabriu faz mais ou menos 2 meses é bom dizer isto para quem vai a Amsterdam, não que precise mas ficou tantos anos funcionando num prédio paralelo que a gente quase o esqueceu. É dono de um dos principais acervos de arte do mundo. O Rijkmuseum, passou os últimos 10 anos funcionando em um prédio anexo. Durante esse período, a construção original, que é uma obra-prima à parte, passou por reformas que custaram 375 milhões de euros.

Dizem os especialistas que só de olhar a Ronda Noturna de Rembrandt, um dos seus destaques, já vale a visita.

Me diz também, um amigo que o visitou logo depois da reinauguração que o delicado tom de azul que cobre as paredes realça as pinturas de nomes como Johannes Vermeer, Frans Hals e Rembrand, suas três maiores estrelas.

A entrada gratuita será do meio dia à meia noite uma vez por semana. Com uma década de demanda reprimida, a reabertura do museu é uma das principais novidades desse ano na cidade holandesa, que está com uma caprichada agenda cultural. Assim, a procura por ingressos e as filas deverão ser inevitáveis 30 dólares é o que custa, quem diz isto, esperou 40 minutos na fila.

Vivendo há muitos anos na Bélgica, o meu amigão brasileiro esqueceu que muita gente espera isto para ser atendido no banco, alguns meses por uma consulta, e horas… Para voltar pra casa se você foi simplesmente ver o papa.

Para ganhar tempo, vale a pena comprar antecipadamente o ingresso, que custa como falei, 30 dólares.

Escrevo as vezes, que viajantes tem que ter sorte, pois no caso deste museu foi assim, reservamos o hotel pela internet, sem saber onde era.

Na prática tudo ótimo, bom ponto e “walking distance” para o centro (em Amsterdam tudo é centro, ou tem vista para o centro) e a 100m do museu, mas como nem tudo dá sempre certo, a Casa de Rembrandt ainda não havia reaberto.

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