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Uma pergunta coerente...

07 de agosto de 2015 0

01a

 

Sonia, hoje já estou escolhendo meus destinos por opção, para postar e por curiosidade não saciada. De preferência cidades que estejam na sua melhor época e ainda não desfrutadas por mim. Mas entendo, que vocês jovens, tu como professora e o teu noivo tem que centralizar as férias no nosso verão e lá pra cima faz o frio que odeias.

Nem é tão frio assim, especialmente na Península Ibérica, mas também não é a tranquilidade de antes do atual êxodo africano.

Algumas coisas não sei te responder. É que não sei viajar rápido e com datas pré-estabelecidas, com hotel e passagens marcadas. Deve ser um erro meu, pois o mundo inteiro faz isso e gosta. Mas agora é tarde para mudar.

Quando tentei, sempre voltei frustrado depois. Sempre que vejo algo num livro ou em alguma revista de viagem, me dou conta de não ter visto algo e que deveria ter ido até o lugar ou ficado mais tempo, etc… e ainda fico pensando se devo voltar… porque não fiquei uma ou duas noites a mais etc, etc.

Outra coisa, nem todo mundo fala inglês, mas sem dúvida te prejudica bastante pretender viajar sem conhecê-lo (e aumenta o preço da estada). Esqueça a ideologia, o idioma não tem nada a ver. Ser de “esquerda” já teve o seu charme, mas isto há quase 100 anos atrás (a Revolução foi em 1917). No papel é até bonita, mas os insucessos durante quase 100 anos a condenaram, sobrevivem dois ou três países e algumas Universidades brasileiras.  Ser comunista hoje, com a idade e a informação de universitários é ridículo, mas não diga a teus alunos: vão te odiar. E se analisar, em quase 100 anos, não levaram nenhum país ao sucesso. Ainda gostaria que alguém me explicasse.

Sonia, é óbvio que existem as excursões e as agências são úteis, mais econômicas e eficientes, mas como dizes “é outra forma de viajar”. Voltando aos idiomas, o Francês é bonito etc, etc, mas seu uso está cada vez mais restrito. Há alguns lugares como o norte da África e parte do Oriente Médio, que ele ainda é utilizado mas hoje, com o E.I., são programas suicidas. Na própria Indochina, onde até o próprio nome era Francês, o idioma sumiu.

Em viagens anteriores, lembro que só os velhos falavam e, com limitações da falta de prática, queriam recuperá-lo falando com viajantes (Vietnã, Camboja, Laos, Pondicherry etc). Hoje nem eles…. Italiano? Só em alguma pizzaria.

Sinto muito te dar esta informação. Fui educado ou amestrado segundo alguns em Italiano e hoje, com o passamento da minha mãe, não o falo nem em casa. E o Francês pior ainda, je suis désolé Sonia!

Abraços

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