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Unificação do idioma português –I

25 de agosto de 2015 0

25-08-15-

 

É curioso quando se vê um dos nossos ministros falando na TV, falam para um público que só eles imaginam que exista. Este que leio no Globo de 27 de julho (foi o mesmo que vi na TV falando) me dá a impressão de que nunca pôs os pés no chão. Quem sabe até o tenha feito, mas sempre sobre os tapetes macios do Itamarati. Nunca conversou com um homem de rua, incluindo também, a atual criação: a mulher sapiens

Quando o vi, falava do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Me refiro a entrevista de Juca Ferreira. Não se preocupe por não conhecê-lo, ninguém o conhece. Mas é ministro da cultura… é que não estamos a sua altura e eu não tenho também a menor ideia de qual partido ele é, mas sei quem o escolheu, aliás, como haviam dito a semana passada: quem o nomeou tem um princípio de alzheimer. Mas não é verdade, disseram os cientistas, pois para isto, precisaria ter cérebro.

Os cariocas não têm receio? Como dizem uma barbaridade dessas?

Lamento e discordo totalmente do nosso ministro. Nosso idioma não tem expressão nenhuma, nem nunca terá, sinto muito. Se não tinha antes da internet, google… imaginem hoje, que o inglês é falado nos quatro cantos do mundo e até no Iran, em Cuba e na Coreia do Norte.

Falando português você só se comunicará com serviçais de hotéis. O sujeito sai daqui achando que é bilíngue e chega em qualquer outro lugar mono. Não tenho nenhuma formação para afirmar isso categoricamente, ou como aprendi no governo passado “peremptoriamente”, estou aproveitando para usá-la, enquanto lembramos.

É bem possível que nossos filólogos estejam querendo passear em primeira classe as nossas custas… falando português.

Vamos para o caminho do esperanto. A ideia foi boa? Claro que foi. Mas hoje precisaríamos chegar a qualquer lugar e perguntar em inglês: sorry, alguém aí fala esperanto?

Diz ele também que… se juntarmos as economias dos países que falam em português, teríamos a quinta maior economia do mundo. E daí? Mudaria alguma coisa em relação ao idioma? O que exportamos são produtos de extração e soja, sem valor agregado.

Vamos ministrar alhos com bugalhos?

Segue

se você quiser…

 

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