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Caro Paulo Royer, obrigado pelas considerações!

23 de janeiro de 2016 0

NOT174

 

O meu caso foi semelhante, eu me preparava fazendo horas de voo para ingressar na “escolinha da Varig” quando recebi um convite para correr pela equipe Vemag. Aceitei na hora. Como as corridas e idas a Interlagos eram poucas e eu não sei ficar sem fazer alguma coisa, fui para uma área técnica da fábrica e ali permaneci anos, fazendo amigos e melhorando meu nível técnico.

* Obrigado por tuas observações no PUXADINHO. Alguns amigos baianos e da área industrial volta e meia mandam e-mails dizendo que vão trocar o nome do caminho que vai a Camaçari e rebatizá-lo de Av. Olívio Dutra, segundo eles, desde o Tomé de Souza ninguém fez tanto bem a Bahia.

A pergunta foi: O Rio Grande estaria melhor com a Ford em Guaíba? Não teve muitas respostas, atribuo a indefinição, ao desinteresse e a moral baixa – que nos encontramos ao estar no fim o primeiro mês do esperado 2016, sem perspectivas por um bom tempo, pelo menos é o que entendi de Davôs. Ainda é pouco o tempo para crucificar o Sartori, assim como para santificá-lo.

Curiosamente se fala pouco de quem abriu a cratera que estamos, aliás, sempre que alguém sucede ao PT tem é que tapar buracos.

OBS: Algumas coisas são para mim incompreensíveis. A Ford é expulsa, enxotada de Guaíba, com seus 5000 empregos de boa qualificação. A cidade que é pouco mais de um dormitório do outro lado do rio. E o partido que expulsou a indústria ganha a eleição ali. O que é que pretendiam para sua cidade? Se alguém souber por favor explique.

Reproduzo a resposta que recebi de Paulo Royer na íntegra. Ela é auto explicativa e de quem está dentro de uma bem sucedida indústria, num estado que nunca foi metal/mecânico.

 

 

Caro Flavio Del Mese, sou suspeito para falar pois tive que sair do nosso estado para trabalhar na Ford, por ocasião da montagem da fábrica na Bahia e já estou aqui há 14 anos. A Ford trouxe desenvolvimento e empregos de qualidade para a região, tecnologia e consequente educação.

A paisagem mudou muito, outras fábricas vieram e também criaram empregos de qualidade.

Considero e acredito qua a situação seria diferente na perspectiva de crescimento geral do estado, muito melhor quando mais empresas geram empregos e produtos de valor agregado. Basta ver o que a GM trouxe ao estado e a região de Gravataí.

Com certeza os funcionários públicos dizem que estaria a mesma situação porque, independentemente de qualquer coisa, os políticos que se sucederam gastariam mais, sem qualquer provisão de segurança, aumentando gastos, contratações, estatizações e etc.

A única coisa que faria diferença seriam políticos íntegros e responsáveis que não destruam o que outros construíram. O erro dos políticos afeta o povo e este deveria aprender a dar a resposta correta nas urnas. Infelizmente aprendeu muito tarde com a resposta já com o estado quebrado. Deixei o estado para nunca mais voltar e isso é como uma mudança de país, dada às distâncias, ficando para trás os amigos, família, colegas, o program dos Guerrilheiros da Notícia e um pouco da minha história. Assim, aprenda-se do jeito mais difícil que nossas escolhas políticas afetam nossas vidas por muito tempo.

Com certeza a BAHIA não está reclamando.

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