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Aurora boreal

31 de janeiro de 2016 0

aurora

 

É longe, trata-se de uma viagem nada convencional. Não basta estar num lugar onde o fenômeno ocorra. Para ver as luzes brancas, verdes ou lilás no céu e no momento que acontecem, é necessário que o céu esteja claro, sem nuvens. E para ver o espetáculo em todo o seu esplendor, o indicado é estar num lugar ermo, longe da iluminação noturna de uma cidade.

Isso não é o difícil, pois no Alaska ou na Escandinávia as cidades são pequenas, em 10 minutos você já estará em um lugar sem interferência.

Presenciar a aurora boreal requer perseverança e sorte. Para o sucesso da empreitada deve-se investir vários dias e não ficar parado, mas perseguir a aurora boreal. É quando entram em cena os caçadores da aurora boreal – guias e agências especializados em identificar os locais onde o fenômeno tem mais chances de estar visível.

Todos os anos, entre setembro e março grupos de pessoas em muitos países se organizam para vê-la no norte da Noruega e da Finlândia, em roteiros com vários pernoites e com saídas todas as noites em busca do “fenômeno” que não é fenômeno, mas a explicação é complicada. De dia é possível fazer atividades árticas, como corridas de trenó com cachorros, passeios em moto de neve e visitas a cavernas de gelo, etc.

Querendo usar os serviços de um caçador de auroras facilita. Seu fundador é um inglês que começou com um site de previsões de aurora boreal em todo o Círculo Ártico e evoluiu e hoje oferece tours guiados. A Finlândia tem o pacote básico mais próximo para caçar as luzes nórdicas. Durante o dia também são oferecidos passeios opcionais com direito a tudo o que é de gelo, menos sorvete.

Caso você queira garantir uma viagem turisticamente interessante mesmo se aurora boreal não der o ar da graça, o melhor destino é a Islândia, que tem maior diversidade de passagens. Com carro alugado e GPS, é possível sair a procura da aurora, caso aconteça perto de onde você estiver. Março é o mês mais aproveitável para ver a aurora: ainda é inverno, mas os dias são mais longos e propícios a outros passeios.

OBS: Além disso você sabe: um viajante tem que ter sorte. Eu a vi não com o esplendor que vi em projeções no Museu de Fairbanks, só a vi ao vivo inesperadamente numa tarde a uns 100 km de Reykjavik e nunca esquecerei.

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