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Havaí - I

20 de junho de 2016 0

20.06

No mês passado teve um convescote de food trucks aqui no Barra. Devia ter sido um sucesso, todo o estacionamento estava lotado.

Mas no dia seguinte, fiquei sabendo que não foi bem assim; uma pena. Gosto do sistema e dou a maior força; por que boa comida tem que ser para as zelites e em restaurantes caros se os produtos são os mesmos? O que me disseram é que a espera era longa, fila para a ficha, fila para fazer o pedido (e longa espera para ser servido). Acredito que tenha sido por inexperiência, por ser dos primeiros encontros. Já comentei aqui que usávamos o serviço de um estacionamento semelhante, na brisa sombreada pelos coqueiros no Havaí.

A propósito de Havaí, a 2ª vitória de um brasileiro no campeonato mundial não foi exatamente uma surpresa. Me surpreendeu mais o fato do 1° campeão ser paulista. É claro que São Paulo tem praias – e boas – mas areia clara e ondas sempre faz com que a gente pense no Rio. Agora o 2° campeão mundial para nossa alegria tem o apelido de “mineirinho”, será que é mesmo de Minas?

Com isto se fala, falou e falará tanto que até o distante Havaí será para sempre lembrado. No nosso caso de não surfistas (o que lamento muito), o lembramos com prazer. Saudades dos lugares e até dos preços que pagamos lá, seja em restôs com toalha ou nos food trucks, que estão se popularizando por aqui.

Perguntei a uns jovens e responderam que depois de toda programação do dia, quando bate a inevitável larica, eu deveria ir a um determinado lugar de food trucks, sem formalidades que lhe permite vender noodles bons e econômicos. Os jovens – surfistas ou não –  adoram a tigela de macarrão japonês fresco, tanto que as filas e a espera também são constantes lá.

Os noodles são preparados na hora, atrás do balcão, por funcionários mais que acostumados. O cozinheiro gentilmente estendeu o prato quando pedi que mostrasse como se faz aquela sopa leve e nutrititva típica do Japão (udon).

O zaru udon nos foi servido e com molho dashi em uma tigela pequena, que já seria suficiente, e ainda pedimos tempurá de frango, camarão e aspargos, e spam musubi, um lanche básico havaiano feito de carne processada grelhada e arroz, tudo embrulhado em alga preta (que na primeira olhada achei que era fita isolante, mas felizmente não era). O total para dois, com bebidas ficou em US$ 17,53, e foi comida demais.

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