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PARATY, HISTÓRIA E CULTURA EM TODAS AS ESQUINAS (1 de 2)

08 de julho de 2019 0

Chegar em Paraty é como entrar num túnel do tempo. Você se sente no Brasil Colonial. Tudo foi construído e elaborado nos mínimos detalhes. A maré sobe de manhã e de tarde, inundando ruas de pedras, que tornam o caminhar uma aventura.
Não dá para conhecer Paraty sem percorrer as ruas de pedras e aprender um pouco sobre a história de uma das cidades importantes do período colonial. Um dia de caminhadas, visitas a museus e igrejas já revela o que há de mágico nessa região. Use sapatos confortáveis. Nada de saltos ou chinelos. As pedras escorregam e muito, principalmente nos dias chuvosos ou de maré alta. Estes detalhes podem ser desvendados com a ajuda de um guia. Duas vezes por dia, grupos saem do posto de informações turísticas rumo a duas horas de muito aprendizado.
Você já deve ter ouvido a expressão “sem eira e nem beira”, usada para definir uma pessoa que está passando por momentos ruins, sem rumo ou dinheiro. Logo no início do circuito, dá para entender a origem da expressão, olhando atentamente os casarões. Os telhados diferentes explicam a estratificação social no período colonial.
A primeira fila de telhas é a eira. Quando a casa tem uma segunda, é a beira. Algumas, mais seletas, chegam a ter a tribeira. Na sociedade, era assim. Era possível definir a condição social da família simplesmente olhando as camadas de telhados na sua casa. Com muito dinheiro, com tribeira. Os pobres, sem eira e nem beira.

 

A imagem pode conter: planta e atividades ao ar livre

 

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