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29 de junho de 2016 0

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O Chico Caruso deve ser odiado pelas quadrilhas que tomaram o poder, mesmo sem ser caustico em seus desenhos. Mas é adorado pelos leitores.

Dos que eu reconheço estão todos retratados mas só até amanhã. É que começaram as festas de São João e eles desaparecem. Devem estar arrebanhando eleitores para se manterem mamando onde estão.

Ontem pela manhã levaram mais um ex ministro (inocente como todos os outros) mas convenhamos, para nós sem o japonês da Federal já não é a mesma coisa.

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Carta a Angela

28 de junho de 2016 0

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Ângela querida,

Obrigado pela companhia que você nos fez, eu havia encomendado ao meu livreiro, mas sem sucesso. Até que você veio. Além de boa companhia que és, me mandaste o livro. Obrigado

*Estou lendo e adorando, eu sempre lia o Tutty Vasquez no Globo até que ele se aposentou. Até então eram só algumas linhas por dia e eu já gostava, imaginem agora que tenho 358 páginas que não dependem do inverno do Rio, nem dá visibilidade do Salgado Filho agora revisado e aumentado. Deixou de ser o salgadinho. Mas se formos levar em conta os preços cobrados ele passaria na hora a ser salgadão.

Não acreditam? Pois bem há uns dois meses atrás eu ia justamente buscar o jornal e parei uma porta antes e pedi um cappuccino gelado de pé no balcão, veio em um copo plástico mole, aqueles para água em repartições, R$ 14,50 foi o preço, isto mesmo, R$ 14 reais e 50 centavos deve ter sido pelo canudo plástico cortado ao meio que veio junto.

Obrigado pelo convite. Como vocês sabem adoramos o Rio. Além de vocês e da beleza do Rio, são tantas as emoções que teremos, desde matar a saudade dos biscoitos Globo, até reviver os arrastões, tiroteios e perseguições. Temos aqui também, mas não se comparam com as grandiosidades dos do Rio. Túneis interrompidos e com gente fugindo na contra mão, não, ainda não chegamos lá mas estamos a caminho, nos falta também é um show de banda completo, claro que para entrar no clima, proponho que seja o Sepultura tudo sem custo extra oferecido por algum dono de Banca ou ponto de fumo mas evidentemente pela Lei Rouanet.

Podem nos esperar. Para não pagar micos estamos nos preparando. Já comprei um outro o livro que uma jovem americana e seu namorado carioca escreveram. Um guia alternativo para o pessoal que vem para os jogos, e quer se sentir um nativo mesmo com uma camiseta dizendo I Love Rio

*E de nhapa como se diz no Sul sem nenhum acréscimo uma completa lista de palavras essenciais. Nomes e frases comuns para vocês, mas que nós não encontramos em dicionário nenhum e provavelmente nem no google. O livro deles tem até os nomes dos vendedores de mate na praia, que segundo a autora Priscilla Am Goslin, você não sobrevive sem eles. Voltando ao seu convite: a data da ida é com a Eliana, não queremos ir nas olimpíadas é claro, mas também não iremos antes de nos preparamos com as 145 páginas que a autora dividiu em 24 lições. Não vou ficar tanto tempo ai, portanto não creio que aprenda todas as lições. Mas já é um começo.

Abraços!

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Se a Dilma voltar

27 de junho de 2016 0

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O Brasil já virou uma piada internacional. Outro dia ainda viajando, sobrou para nós todos. Tive vontade de chorar, segundo a imprensa estrangeira, nós somos incompetentes, a economia está quebrada e o impeachment pode até impedir os jogos, pois somos desorganizados, caem pontes e pistas, os mosquitos estariam esperando os atletas, a baía de Guanabara é um lixo só, bosta boiando, o crime campeia na cidade, onde conquistamos brilhantemente o recorde de estupros. Mas tem coisas boas também, cada atleta receberá 50 camisinhas o que convenhamos é para atletas mesmo. Nas olimpíadas de Londres receberam 20, mas o Rio é mais estimulante, nisto concordamos. Portanto 50 estão de acordo.

Não vi, mas sei que tem ou teve até um programa humorístico. O famoso, Saturday Night Live que fez uma sátira – Dilma fumando charuto e tomando caipirinha, numa galhofa insultuosa que sobrou para o País todo. Mas a Dilma sabe defender o país. Seus discursos revelam isso.

É o que o Jabor disse num jornal daqui, “antes de Lula, o Brasil estava afunfunhado. Mas o presidente Lula me deixou um legado, que é cuidar do povo brasileiro. Eu vou ser a mãe do povo brasileiro. O Brasil é um dos países mais sólidos do mundo, que em meio à crise econômica mundial das mais graves, talvez desde 1929, é o país que tem a menor taxa de desemprego do mundo. Obrigado Jabor pelo lembrete é bom saber.

Ai veio o estupro 33, e o que disseram os jornais: do mundo inteiro você já leu.

Como se isto não chegasse já de volta ao país aquele que vocês conhecem onde cantam os sabias, onde se tem o sabor da jabuticaba e a segurança da tomada de três pinos. Vejam o que foi publicado. O que podemos fazer? O que podemos dizer? Como contestar? Mostrei a minha mulher que a pesar de termos o mesmo sangue peninsular nas veias é bem mais articulada e orientada que eu, acertou em duas palavras: votar melhor.

 

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Uber

26 de junho de 2016 0

26.06

Em todas as áreas da atividade econômica, todo avanço tecnológico, como utilização, acaba por aumentar a eficiência e a capacidade de competição da atividade. De privilégios como os que regem a atividade dos taxistas, é um jeito inaceitável de rejeitar os avanços tecnológicos e de manter a sociedade no atraso, apenas porque não querem adaptar-se aos novos tempos.

A ineficiência dos atuais serviços de taxi não se limita à baixa qualidade do serviço prestado.

O sistema no Brasil funciona com enormes ineficiências e grandes desperdícios. Não faz sentido, por exemplo que um taxi faça uma corrida de São Paulo ao aeroporto de Guarulhos e tenha de voltar vazio, porque apenas taxis do município de Guarulhos têm direito à prestação do serviço a partir do aeroporto.

Estes também têm de retornar vazios porque não podem apanhar passageiros em São Paulo, Se qualquer um pode contratar uma corrida de taxi ao município vizinho e este mesmo taxi pode fazer o caminho de volta ao ponto de origem com um passageiro.

Além de enorme desperdício em combustíveis, essas regras contribuem para aumentar os congestionamentos de trânsito.

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Rota do Sol

25 de junho de 2016 1

25.06

Com o frio que tem feito é até irônico falar em Rota do Sol, na Itália tem uma de nome semelhante Solaria.

*Esta estrada é um belo exemplo de como são as coisas no Brasil, nós temos aqui no Sul a Rota do Sol! No Nordeste com a proximidade – do Equador e consequentemente o calor permanentemente não faria sentido.

Li e ouvi a história de um dos participantes. Ela começa em 1931, um grupo de homens se reuniu-se para atravessar a Serra numa picada. Uma picada que os levaria de Caxias até a beira do Atlântico. É que havia a possibilidade de se construir um porto onde, navios poderiam partir e chegar sem ir até Rio Grande. Era a procura de um atalho que os aproximasse com a terra de onde tinham vindo seus avós, seus pais e quem sabe, até alguns deles próprios. Não amavam o mar. A viajem era apenas uma maneira de se aproximar da Península Itálica. No entanto, as circunstâncias não permitiram que um porto fosse construído em Torres, mas o sonho da estrada se perpetuou. A semente continuou latente.

As gerações foram se sucedendo. E um dia ela germinou. Um dos descendentes dos imigrantes, o então major Euclides Triches, sentiu crepitar mais forte a chamada da esperança, imaginando que um dia o caminho mais próximo, mais econômico e turístico seria tornado realidade. Liderou então um movimento de prefeitos e autoridades da Serra; convocou também o Estado para uma reunião em Torres visando atiçar as brasas da ideia de 1931. (Provavelmente do então governador Flores da Cunha).

E mais, decidiu que a representação de Caxias iria pelo possível traçado da futura rodovia.

Num Chevrolet preto da prefeitura, viajaram Triches, então prefeito e sua esposa dona Neda e em um Jipe o secretário Onil Xavier e, representando o jornal Pioneiro, o fotógrafo Carlos Bordim e o escriba, que contou a história: Jimmy Rodrigues.

− Almoçamos em Lajeado grande. Disse ele. − Chovia muito. Depois sempre com o Chevrolet fomos e seguimos pela estrada para São Francisco e o Jipe pelo campo, encontraram-se, já era noite fechada, em Tainhas, onde dormiram. Desceram a Serra do Pinto e, no dia seguinte, a reunião decidiu, com entusiasmos típicos dos gringos, abraçar a ideia.

Passaram-se sessenta anos, a estrada está “quase” concluída, devemos ficar atentos para que a pretexto da rodovia não ser prioritária e a custar “muito caro”, não venham a deixar que ela volte a ser uma picada. Como na época do Prefeito Triches. E terminem de verdade.

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A festa acabou

24 de junho de 2016 0

24.06

Na revista The Economist, o Cristo Redentor já foi o foguete em decolagem espetacular em direção ao espaço sideral (em novembro de 2009), passou a ser o mesmo foguete despencando dos céus (em setembro de 2013) e o mesmo Cristo, mãos na cara, envergonhado do que vê (na edição de 2 de janeiro). O país do futuro adia mais uma vez seus projetos, sabe-se lá para quando.

A percepção internacional pode ás vezes ser um tanto exagerada. Com requinte de sadismo, tende a deleitar-se com as desgraças alheias. Mas não mente, quase sempre reflete a existência de problemas graves. E não há como esconder a realidade crua calcada em números: O PIB mergulhando perto de 4%; a inflação avançando em direção aos 11%; e o desemprego, na casa dos dois dígitos.

A prostração maior não é que esse quadro seja o resultado de uma catástrofe natural ou de uma guerra cruel. É unicamente o resultado de erros de política econômica em cadeia perpetrados ao longo governo Dilma.

 

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Placas

22 de junho de 2016 0

22.06

Curioso que sou, sempre gostei de placas; vendo o livro cuja capa postei, me convenci que não sou o único. Deve ser uma das mais primitivas formas de comunicação, se o criador ao invés de conselhos ao primeiro casal tivesse escrito que a maçã era só pra ser a sobremesa quem sabe, a humanidade fosse melhor… Mas fomos enganados desde o início. Bem, ai sugiro o Darwin e sua teoria da evolução das espécies e tudo mudou.

O que se tem certeza é que as placas existiam bem antes da internet ou do Facebook, do Whatsapp e pelo jeito vão continuar existindo. Apesar do português tosco, gosto delas, pois quem sabe, vendo-as me auto absolvo dos meus próprios erros. Quem nasceu na “sera”, as vezes tem uma recaída e tropeça num Burbaum.

Eu tive uma que falava em um crocodilo Nilótico (verdadeiro) que existiu e existe desde quando fecharam o crocodilódromo do litoral, que era da Dra. Andréia.

Na voz das ruas ou da minha rua virou jacaré, a casa do jacaré nunca soube se foi uma rebaixada para a segunda divisão da espécie, ou uma tentativa da nacionalização de um verdadeiro africano. A diferença é grande, embora na Amazônia exista o jacaré Açu que vai a quase 5m. Já os crocodilos podem chegar a 7m, que é crocodilo que não acaba mais.

Eles os crocodilos vivem em charcos de água doce ou salgada e o jacaré lá em baixo eles também, só vivem na água doce. Se alguém duvidar desta informação inútil mande-o (a) conferir no Kakadu Park no extremo norte da Austrália, onde os donos de restaurantes e pequenos comércios os mantém, para atrair curiosos como eu. Ficam um cercadinho não muito confiável…. Mas estão lá e o Ibama deles pelo jeito não reclama. E para nós o que mais impressiona não é só o tamanho, mas principalmente o diâmetro do “Barrigão”, eu sempre soube dos 7m, mas nunca imaginei uma barriga daquelas num Crocodilus Porosus que não toma chope. Bem a velha placa enferrujou e eu tirei. A atual Esqueça os cães e cuidado com o dono. Não tem produzido o efeito necessário para viver em P.A, os Larápios que costumavam levar as lâmpadas. Agora levaram o refletor todo.

Bem a nova placa já está pronta, devo coloca-la na semana que vem, e você leitor do puxadinho vai ser dos primeiros a vê-la.

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Noruega II

21 de junho de 2016 0

21.06

Caro Dr. Paulo gostei de saber que vais a Noruega, pois o que os meus polegares querem é alguém que vá a todos os congressos.

E além disso a Noruega é um grande jardim. Comece por Geiranger que é do lado oposto de Oslo.

É um passeio imperdível. Geiranger mais ou menos a capital dos fjordes. Todo o caminho até lá, é uma atração por si. Visto da janela do carro, ou das janelas do trem, o gelo parece que vai despencar dos paredões. Difícil resistir a selfies no local. Aliás o trem para três vezes só para os passageiros admirarem a paisagem.

É de Geiranger também que saem os navios que cruzam o fjorde homônimo e levam também a Stryn, no fjorde vizinho. A caminhada até o embarque é curtinha, mas você pode parar para conhecer cachoeiras, as lojas de roupa, cafés e uma simpática casa de chocolates. A viajem dura 1h30, tem até quatro partidas diárias no verão, o custo é razoável. E você pode se quiser voltar pedalando, por prazer e sem gastar um tostão, eles emprestam as bikes.

Antes de embarcar, porém, aproveite para conhecer um atrativo diferente, escondidinho dentro do Hotel Union. O dono é colecionador de carros antigos que circularam pela região entre 1920 e 1930. Um deles pode ser visto logo na recepção. Outro com um vidro por cima, faz as vezes de uma grande mesa, onde são deixados xícaras, copos e pratinhos. Outros oito, entre eles um Cadilac 1919.Há também lembranças de antigos gigantes do ramo, como Shell, Tiger, Esso, e fotografias da época.

Como não poderia deixar de ser, a decoração de outra parte do hotel é inspirada no mundo automotivo. O bar, por exemplo, é uma animada oficina mecânica…com mesa de bilhar.

Mas voltando aos barcos e aos fiordes o cenário não poderia ser mais bucólico. Cercado por montanhas cuja vegetação mal se distingue das rochas, o canal parece não ter fim. O vento forte faz o corpo se inclinar sem esforço – mais uma prova de que luvas e gorro são indispensáveis. Se estiver muito frio, corra para a parte interna da embarcação, com poltronas quentinhas. Mas não vai ficar por muito: a paisagem que se vê do lado de fora, vale o nariz gelado – depois, é só se aquecer com um café. E uma dose Slivowit.

Portanto, caro dr. Radicci vá e divirta-se. Só não deixe de avisar os meus polegares, quando voltar.

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Havaí - I

20 de junho de 2016 0

20.06

No mês passado teve um convescote de food trucks aqui no Barra. Devia ter sido um sucesso, todo o estacionamento estava lotado.

Mas no dia seguinte, fiquei sabendo que não foi bem assim; uma pena. Gosto do sistema e dou a maior força; por que boa comida tem que ser para as zelites e em restaurantes caros se os produtos são os mesmos? O que me disseram é que a espera era longa, fila para a ficha, fila para fazer o pedido (e longa espera para ser servido). Acredito que tenha sido por inexperiência, por ser dos primeiros encontros. Já comentei aqui que usávamos o serviço de um estacionamento semelhante, na brisa sombreada pelos coqueiros no Havaí.

A propósito de Havaí, a 2ª vitória de um brasileiro no campeonato mundial não foi exatamente uma surpresa. Me surpreendeu mais o fato do 1° campeão ser paulista. É claro que São Paulo tem praias – e boas – mas areia clara e ondas sempre faz com que a gente pense no Rio. Agora o 2° campeão mundial para nossa alegria tem o apelido de “mineirinho”, será que é mesmo de Minas?

Com isto se fala, falou e falará tanto que até o distante Havaí será para sempre lembrado. No nosso caso de não surfistas (o que lamento muito), o lembramos com prazer. Saudades dos lugares e até dos preços que pagamos lá, seja em restôs com toalha ou nos food trucks, que estão se popularizando por aqui.

Perguntei a uns jovens e responderam que depois de toda programação do dia, quando bate a inevitável larica, eu deveria ir a um determinado lugar de food trucks, sem formalidades que lhe permite vender noodles bons e econômicos. Os jovens – surfistas ou não –  adoram a tigela de macarrão japonês fresco, tanto que as filas e a espera também são constantes lá.

Os noodles são preparados na hora, atrás do balcão, por funcionários mais que acostumados. O cozinheiro gentilmente estendeu o prato quando pedi que mostrasse como se faz aquela sopa leve e nutrititva típica do Japão (udon).

O zaru udon nos foi servido e com molho dashi em uma tigela pequena, que já seria suficiente, e ainda pedimos tempurá de frango, camarão e aspargos, e spam musubi, um lanche básico havaiano feito de carne processada grelhada e arroz, tudo embrulhado em alga preta (que na primeira olhada achei que era fita isolante, mas felizmente não era). O total para dois, com bebidas ficou em US$ 17,53, e foi comida demais.

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La Puna II - Norte Argentino

19 de junho de 2016 0

19.06

A Quebrada de Humahuaca é um itinerário que tem cerca de 10 mil anos. Por seus caminhos passaram aborígenes de várias etnias – dos quais ainda hoje se conservam artesanatos, crenças religiosas, festas, músicas, ritos e técnicas agrícolas. Trata-se de um estreito e árido vale montanhoso de 155 quilômetros de comprimento, que percorre a bacia do Rio Grande. Ali estão alguns povoados que formam o circuito de Volcán, Maimara, Tumbaya, Purmamarca, Tilcara, Urquia e Humahuaca, que nós mesmo vizinhos, nunca ouvíramos falar…. Todos são muito bonitos, mas vale destacar os quatro últimos.

Purmamarca tem não somente lugares inesquecíveis, mas uma formação excepcional, conhecida como a montanha das sete cores, por sua variedade cromática.

Vermelhos, verdes, azuis, ocres, amarelas e violetas se alterando vestindo estas montanhas, sobretudo ao amanhecer quando o sol ilumina antes as montanhas.

Tilcara, fundada em 1586 e situada a mais de 2,4 mil metros de altitude, conta com seu famoso Pucára, termo que na língua quíchua significa lugar fortificação. Trata-se de um lugar onde os nativos se concentravam para se esconder de outras tribos. Já Urquía é um tranquilo povoado colonial cuja igreja abriga pinturas de curiosos e coloridos anjos com rostos Indiácos e cor de cuia, que é como nós gaúchos chamamos aquela cor. Humahuaca, a quase três mil metros de altura, foi sempre considerada a capital histórica da Quebrada. Como em Urquía, com suas casas de adobe (barro misturado com pequenos seixos e palha), ruas estreitas e empedradas e velhas lanternas coloniais nos postes nos fazem imaginar que o tempo parou.

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