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12 de janeiro de 2018 0

A série Deu no Jornal tem continuação. Não sou a pessoa certa para um assunto tão profundo que envolve um povo, um país e uma crença como o budismo – aliás, fé, religião ou filosofia? Por isto transcrevo aqui o que escreveram Lauro Jardim e seus colegas de página no Globo no último dia do falecido 2017… que não deixou saudades.

ÉTICA E RELIGIÃO
Estranho para um líder religioso, Dalai Lama assumiu um posicionamento bastante ousado ao nomear o seu mais recente livro de “Porque ética é mais importante do que religião”. A obra, que a HarperCollins Brasil lança em fevereiro, representa uma quebra de paradigma no pensamento do mestre budista: chega a dizer que, às vezes, acha que seria melhor se não houvesse religiões. O Lama defende que a paz virá através das pessoas, que devem assumir valores éticos.

Nota: Lembro de quando fomos apresentados no Plazinha, às 5 da manhã. Presentes estavam o atual monge Aveline e o Cosmelli, budista convicto e professor de yoga. Quando chegou a minha vez, o apresentador disse, “este é o homem que esteve no Tibet”. Ele segurou a minha mão por uns longos minutos, perguntou algo das cidades visitadas, etc. Falamos uns 5 minutos, ele dispensando o intérprete falou em fluente inglês.
E no fim disse: “você conhece o meu país melhor do que eu”. É claro que nunca esqueci. Após uma palestra de uns 40 minutos deu a cada um de nós um distintivo, no qual se lia Free Tibet. Usei-o num boné durante anos, até que um dia o boné e o badget sumiram, mas não desapareceu a admiração que até hoje tenho por ele.

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AS MUITAS CORES NOS MUROS DE BERLIM

11 de janeiro de 2018 0

 

Escrevo pouco sobre a Alemanha. Não é que eu não goste, pelo contrário, trabalhava com eles e aprendi muito, inclusive a admirá-los. Ali se passaram capítulos que mudaram a História do mundo. Hoje, Berlim celebra sua herança com arte. Edifícios antigos são tomados por artistas.

A cidade, com mais de 500 quilômetros de vias exclusivas para ciclistas, tem uma geografia que convida a longas pedaladas, Berlim oferece passeios que percorrem o circuito das artes e da História da cidade. Um dos pontos de encontro de ciclistas é o Kulturbrauerei, um centro cultural no ex lado oriental da cidade instalado no interior de uma antiga fábrica de cerveja, que foi destruída na Segunda Guerra Mundial. Os tours guiados recomeçam dia 1º de abril. Os roteiros têm duração média de quatro horas, e custam € 14 (mais € 5 se você alugar a bicicleta).

Um dos roteiros tem início em Prenzlauer Berg, um bairro alternativo da então Berlim Oriental que ficou conhecido por abrigar artistas e cidadãos contrários ao regime comunista instalado no país. A História segue presente nas paredes da região e, mesmo com o projeto de revitalização do bairro, alguns arquitetos fizeram questão de preservar pedaços de fachadas onde é possível ver as marcas dos tiroteios ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial.

A primeira parada é no Mauerpark (Parque do Muro), onde o visitante encontra um trecho com restos do Muro de Berlim que se tornou uma área de exercícios para grafiteiros e artistas. O local não é tão famoso quanto a East Side Gallery, o que garante certa autenticidade a esse parque. Mais do que uma opção verde para os moradores de Prenzlauer Berg, o Mauerpark se tornou uma concorrida área cultural que, nos fins de semana, abriga um variado mercado de pulgas e o Bearpit Karaoke Show, um disputado karaokê público que acontece em uma arena de pedra, nas tardes de domingo.

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NAPA VALLEY (2 de 2)

10 de janeiro de 2018 0

 

Voltamos à vinícola Robert Mondavi, uma figura lendária. Ela completou 50 anos em 2016, e seu fundador tornou-se um nome do bom vinho bem antes. Ele foi responsável por colocar a região de Napa no mapa mundial dos bons vinhos. Depois de visitar as regiões de Bordeaux e Bourgogne, na França, ele entendeu como a maturação dos vnhos em barricas de carvalho era importante para que adquirissem nobreza e durabilidade – antes, os vinhos californianos eram armazenados apenas em cubas de aço. Desde 2004, a Robert Mondavi pertence a Constellation Brands e tem uma linha variada. É uma das mais visitadas de Napa Valley para tours pelos vinhedos, adegas e degustações, atendendo em inglês e… em mandarim! (Se você viu o filme Sideways vai lembrar. Se não viu procure-o, vale a pena).
Ele também foi responsável pela criação do mais emblemático vinho não só na Califórnia, mas dos Estados Unidos: o Opus One, em parceria com outra lenda do mundo vinícola, o barão Philippe de Rothschild, do Château Mouton Rothschild. Isso ocorreu em 1979, mas em pouco tempo, a Opus One alcançou imensa notoriedade. Foi deles o primeiro vinho californiano a ser exportado para a Europa.
A história é ótima, aprendi com o Joesli de Brasília que devo gravar e não só fazer notas, mas agora é tarde: a gente esquece muita coisa. Sorry! Prove os vinhos e você me dará razão.

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NAPA VALLEY (1 de 2)

09 de janeiro de 2018 0

 

Se alguém me disser que o Forno Alegre que estamos atravessando está mais para cerveja do que para o vinho eu concordo. Mas a competente Tanize me lembra que já está na hora da postagem de hoje, terça, 9 de janeiro, e eu confesso que mesmo conhecendo pouco de vinhos, ainda é mais do que conheço de cerveja.
E aí me lembrei do vinho que tomamos no sábado. Um vinho americano. Que horror! Isto seria uma heresia até alguns anos atrás. Até hoje o Napa Valley é bem menor que inúmeras outras regiões vinícolas do mundo, mas é um enorme orgulho para os americanos, especialmente depois que surgiu um desgustador de nome Parker… Robert Parker. Vai da baía de San Francisco ao sul do Monte Saint Helena. É um vale banhado pelo sol da California, apropriado à viticultura, mas são só 48km de comprimento por 8km de largura. Nele estão mais de 250 vinícolas que esbanjam charme e estilos variados em meio a belas paisagens. Que o diga o diretor Coppola, que tem uma ali.
Uma beleza que já havia seduzido os jesuítas, que ali plantaram as primeiras vinhas lá por 1820 para o vinho de missa (só para isso, é claro). Mas a viticultura em maior escala começa mesmo uns 50 anos depois. De lá para cá, houve dificuldades no caminho – a praga da filoxera, sem dúvida a maior, mas também a Lei Seca e a Grande Depressão de 1929. Só nos anos 60 o vale volta a florescer e, a partir de 1980, os vinhos ganham dimensão para além de suas fronteiras…. e amanhã tem mais, se não tomarmos o resto da garrafa.

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O SILÊNCIO DO BIG BEN

08 de janeiro de 2018 0

 

Leio que o Big Ben vai parar. Mas será mesmo que ele está em perigo? Ou é parte do humor inglês? Ora! Parar o relógio que dá o tempo ao mundo?
O verdadeiro Big Ben, posso lhe assegurar, caiu em 27 de abril de 1867. Quem repousa em paz é Sir Benjamin Hall, primeiro barão de Llanover, ministro do nosso reino que fez construiu a Clock Tower do Palácio de Westminster no ano de 1858.
O nome Big Ben, portanto, não se refere sequer à torre, mas ao imenso sino de 3 metros de diâmetro e 13 toneladas que, desde então, badala para pautar a vida dos britânicos. Não a importa a distância que estejam dele. A BBC transmite seu toque para todo o planeta.
A inclinação que os jornais as vezes falam existe de fato. Em todos esses anos de existência, a torre de quase 100 metros adernou um pouco, 0,26 graus em direção ao noroeste para ser preciso, devido ao movimento do solo e à construção de tuneis para o metrô.
Os melhores geólogos estão trabalhando com afinco em busca de uma solução, porque todos os cálculos levam a acreditar que a Elizabeth Tower estará tão inclinada quanto a Torre de Pisa daqui a 10 mil anos.
Parece longe, não é? Mas é preciso pensar no futuro.
Há um grupo de marketeiros em Londres que defende a ideia de que a cidade explore, em seu benefício, essa semelhança com a torre italiana. Segundo eles, a inclinação já seria visível e esse fator pode atrair ainda mais visitantes.
Quanto a mim, não sei se estou precisando visitar o Dr. João Borges Forte depois de coisa beleza que meus olhos já viram. O fato é que não consegui ver nenhum sinal de que a torre esteja adernando. Preocupa-me, no entanto, a questão da famosa pontualidade. Infelizmente, os técnicos ingleses foram obrigados a admitir que os mecanismos todos sofrem avarias com o tempo.
A primeira parada, em 1976, que durou quarenta dias, causou pânico nas ilhas. Ninguém mais conseguia marcar compromissos. A BBC tentou remediar a situação substituindo o ruído vigoroso do Big Ben por um apito. Os problemas voltaram a se repetir em 2005, 2006 e 2007.
É por isso que o Big Ben ficará mudo pelos próximos três anos. Agora chegou a hora de curá-lo de seus pequenos problemas e salvar a civilização. As custosas obras, de R$ 120 milhões, incluem a troca do pendulo. A promessa é de que ele supere alguns raros momentos desafinados.
Como se vê, o espírito de Sir Benjamin Hall encarnou nas autoridades e há de acertar os ponteiros – apesar do prejuízo visual que os viajantes sofrerão no próximo triênio. Mas, o que fazer?
Espera-se que depois da reforma, a torre possa até receber visitantes. Explico melhor: hoje qualquer pessoa pode fotografar a Clock Tower por fora, mas entrar nas entranhas dela é outra história. Uma lei define que apenas cidadãos britânicos podem subir os 334 degraus. E que, é claro, lá em cima acertem seus relógios com precisão.
Ah! E eu ia me esquecendo. Um elevador será instalado.

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DEU NO JORNAL

07 de janeiro de 2018 0

O Paulo Arise escreveu que tem lido no “New York Times” artigos sobre: “Violência no Rio”, “Violência no Brasil”; o tradicional brasileiro cordial deu lugar ao brasileiro em fúria. O que o jornal americano não disse, prossegue ele, é que estamos em guerra. Todos contra todos. Ou, como escreveu Mário de Andrade em Macunaíma: “Cada um por si e Deus contra todos”.

Estes dias ouvindo uma entrevista sobre os conflitos provocados pelo reconhecimento de Jerusalem como capital de Israel ouvi referencias que o turismo diminuiu com as bombas, tiros e foguetes, menos o numero de visitantes brasileiros, e alguém que participava da conversa disse: literalmente os brasileiros continuam vindo porque eles estão acostumados com o morticínio em suas ruas. No Rio de Janeiro em paz morre mais gente que aqui com a revolta.


Não quero entrar nos méritos, mas estas notícias na imprensa mundial não são nada boas para nosso turismo nem para o nosso país. Na semana passada, eu, Flávio, li em um jornal inglês sobre as dificuldades de uma empresa estrangeira em abrir uma filial ou outra empresa aqui, o que, segundo o articulista, está afastando os possíveis investidores e os dirigindo automaticamente para o sudeste asiático, onde são produtivos, há segurança pessoal e jurídica.

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06 de janeiro de 2018 0

A FRANÇA ABRE BARES DE VINHO PARA PACIENTES DE CUIDADO PALIATIVO

Sim, você leu certo: um bar de vinhos abrirá as portas perto do Serviço de Terapia Paliativa de um hospital de Clermont-Ferrand, e com o objetivo de “animar o cotidiano dos pacientes”.
Segundo a instituição, a iniciativa é inédita no país, e tem como objetivo “reumanizar a vida dos pacientes, tornando mais agradável seu cotidiano, dando-lhes, ainda, o prazer de convidar e ser convidado”, explicou a chefe do serviço de terapia do hospital.
De acordo com a médica, os pacientes em tratamento não estão todos na mesma fase. Mas, com frequência, perdem o entusiasmo, e muitos são anoréxicos, razão pela qual dar a eles um vinho de má qualidade seria uma “heresia”, disse a especialista.
A abertura do bar também permitirá que as famílias dos pacientes também passem momentos agradáveis com eles. Segundo Virginie, oportunidades como essa podem fazer a diferença no tratamento, já que contribuem para o objetivo de melhorar o contexto de vida de quem está internado.
Uma adega no hospital conservará as garrafas de vinho, assim como de champanhe e cerveja. Virginie espera poder oferecer bons vinhos aos pacientes e a seus visitantes. O hospital francês já recebe muitos donativos de patrocinadores e uma adega consistente está sendo providenciada para funcionar nos próximos meses.

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05 de janeiro de 2018 0

O RIO TEM OUTRA SAÍDA QUE NÃO SEJA O GALEÃO?

“Tem, mas dará muito trabalho, pois aqui há uma versão turbinada da crise nacional. Depende de votarmos bem, no ano que vem, e de executarmos com competência nas várias frentes”.
Armínio Fraga, economista

“Tem uma fácil, pelo Santos Dummond. Tem uma impossível, voltando a ser Guanabara e se tornando um centro turístico, comercial e financeiro internacional, como Hong Kong. Tem uma penosa, com intervenção federal prolongada. Mas, mantidos na prisão quem governou o Estado nos últimos 20 anos e lá colocados alguns mais, há a esperança de uma saída como teve o Espírito Santo, com a união de suas lideranças sãs e o apoio da polícia e da Justiça federais”.
Edmar Bacha, economista

“Quem votou nos governadores e deputados processados e condenados por corrupção? Quem votou nos deputados e governadores que esgotaram os recursos do Rio de Janeiro? Eles não saíram do nada. Saíram do voto de cada um. A saída é esta: votar diferente. Em candidatos novos. E vigia-los. De perto”.
Joaquim Falcão, jurista

“O Rio tem saída, é só seguir a correnteza. O Rio é encontro, diversidade, pluralidade, tolerância. Se construirmos pontes, acharemos a saída. Se construirmos muros, represaremos o Rio. As soluções para as crises de segurança e financeira passam por um encontro do bem, por uma frente ampla para enfrentar a profunda crise moral e construir uma estratégia de desenvolvimento. ”
Sergio Besserman Vianna, economista

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04 de janeiro de 2018 0

“Flávio, um abraço e muito obrigado”, etc, etc – é o que diz o cartão abaixo.
“Ligamos para ti mas já estavas em viagem. Seguimos o que foi publicado no Puxadinho e já estamos aqui, quase na metade da Rota 66, e bem como disseste, devagar, sem pressa, como está na onda DESPACITO. Tinhas e tem toda a razão quando dizias e dizes que só um guia não chega – optamos sempre pelo mais bem redigido, que nem sempre é o melhor. E da 66 tem no mínimo uma centena.
Abraços, nos vemos na volta
JRR e esposa.”

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03 de janeiro de 2018 0

A reprodução ao lado me deixou intrigado. É propaganda do estado de Goiás, o que não deve intrigar ninguém é que anuncia ter hoje o que nós do RS já tínhamos há muito tempo, com exceção da indústria de automóveis que era só São Paulo e os caminhões no Rio de Janeiro e com as matrizes Alfa-romeo.
Nós só tínhamos na época produção de equipamentos agrícolas, não tão elaboradas como automóveis, mas perfeitamente adaptadas à produção do nosso estado. Me surpreendi com o anúncio do estado de Goiás e faço a pergunta a quem entender do assunto: QUANDO FOI QUE O NOSSO RIO GRANDE COMEÇOU A PARAR? PAROU? OU ENCALHOU SE PREFERIREM.

Não há dúvida que um dos marcos recentes foi enxotarem a Ford. Que o digam os desempregados de Guaíba, e aqui agora a GM está fazendo 3 turnos. Mas eu vou mais longe. Eu era metalúrgico em SP, no Ipiranga. Donos da fábrica? Dois irmãos espanhóis, que como todos imigrantes (exceção família Bastiam) chegaram em Santos empurrando o navio. Meu pai inclusive.

Seis meses em Santos e os dois irmãos já eram banqueiros e na geração seguinte tinham bancos de verdade e não de bicho. Tudo o que levava a expressão Novo Mundo, ou seja: seguros, hotéis, a Vemag e até a Scania que eram um prédio contíguo.
Por que escrevi isso? Porque na ocasião, meses antes da inauguração de Brasília, passei pelo estado de Goiás de cima a baixo 8 vezes. É que os diretores da Vemag, onde eu trabalhava, ansiosos em vender o nosso Jipe aos militares pediram para usar para teste a estrada Belem/Brasília, que estava em obras e sem um pingo de asfalto. Uma ideia do publicitário Julio Ribeiro, não o nosso querido Julio, mas o de SP, que tem o nome exatamente igual e também é publicitário.

Licença concedida. Começamos de forma um pouco espalhafatosa, dando shows, sempre que houvesse um agrupamento. A subir e descer os 2300km na sua maior parte justamente pelo estado de Goiás. Mas o que está na sua página publicitária não foi visto por ninguém, nem pelo nosso chefe Lashek Bylic, nem pelo Jorge Lettry, que viria ser o nosso chefe de equipe de competições, nem pelo Nene, nascido Juvenal Terra com quem ganhei umas 12 horas em Interlagos. Ninguém viu ali, naquele estado, algo semelhante ao que alardeiam hoje, portanto é tudo novo.

E aívem novamente o meu questionamento, quando foi que paramos? Não lembramos de nada em Goiás além do barro vermelho e da parte amazônica de Belém de onde saíamos, seguindo pelo Pará até o Rio Guamá, entrando no Maranhão e lá em cima no estado de Goiás em direção a Brasília, às vezes aumentando a quilometragem e passando por Goiás Velho. Não esqueça que a viagem era publicitária, e Goiás Velho uma pequena cidade colonial que lembrava as mineiras.

Pois bem, nós já tínhamos tudo e hoje mendigamos ao Governo Federal empréstimos, soluções mágicas, parcelamos salários, etc. O que é que houve com o Rio Grande? Me expliquem, por favor.

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