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Posts na categoria "Arte"

Caro Elias

21 de abril de 2016 0

24.04

Um livro sobre churrasco deve ser um ótimo presente para quem more no nordeste e queria fazer churrasco gaúcho. Como dizes: é comum em todo sul, mas apesar de Chef, ele não consegue. O livro que falei é ótimo, o autor chama-se Leon Dziekaniak. Que como de hábito e não sei de onde veio, mas com poucas vogais e aliás, tantas consoantes devem ser do leste europeu. Provavelmente polonês, aliás, é curioso todos que escrevem sobre churrasco tem nome complicado. Os gaúchos que eu chamo “de verdade”, os que usam bombacha e lidam com gado, cavalões e ásperos de Chimarrão no dia a dia, não veem a menor necessidade de escrever, não precisaram aprender. Eles mamaram a arte do assado de suas mães e da convivência com pais e irmãos a tempos. Me disse o Leon que estava esgotado. Quando isso acontece eu sempre ligo para alguns Sebos e eles sempre acham.

Os Sebos têm a qualidade de salvar os livros das traças, ácaros e cupins e colocá-los novamente nas mãos de leitores e a preços saudáveis. A meu ver, salvo livros especiais de consulta, livros tem que circular, ninguém vai ler um romance duas vezes.

Na era atual e com tablets, e-books etc, aquelas fotos de bibliotecas serão coisas do passado, lembranças de família, isso até que os arquitetos e decoradores resolvam fazer só a lombada dos livros, aí você compra por metro e não por título e autores, só para as fotos…

Com os teus elogios de leitor andei telefonando para dois Sebos que sou comprador, só disseram que vão procurar com os colegas, ou seja, mesmo com sobrenome Dziekaniak, ele deve ter escrito um bom livro.

Enquanto eu respondia um e-mail, a Andreza minha assistente, já que não achando o livro do Leon entrou no escritório rindo, é que ela achou outro de nome ainda mais complicado: “O livro do churrasco”, de John Willoughby e Chris Schlesinger (Editora Publifolha).

Não conheço melhor churrasqueiro que o Jarbas Pessano e os gêmeos, Franco de Lima, filhos do Juan Nadir, que nunca leram mais de três linhas sobre o assunto, eles têm é talento. Com os nomes e estes acima, eu compraria sem dúvida se eles escrevessem sobre fish and chips e Yorkshire pudding.

NOTA: Não quero ser repetitivo, mas nem todos leem tudo. É que desde a última semana os meus livros estão espalhados pela casa toda, o que desorganizou tudo, é que um bichinho chamado cupim, comeu todas as prateleiras, só ficou aquela casquinha chapeada que colocam para nos impressionar e cobrar mais, mas a vingança está chegando, estou me tornando igual ao mais sádico carrasco nazista; e os estou colocando no micro ondas em grupos de 4 a 5.

Quanto a outra opção ainda não pus em prática, é a de me vestir como um ídolo georgiano chamado Stalin. Mas onde vou achar uma túnica daquelas? Estrelas, vermelhas tem sobrando, muitas pelo que sei, até no lixo. A outra opção não menos cruel é a de brincar de Santa Inquisição, cujo Museum fui ver uma vez e me arrependo até hoje, mas vai dar muito mais trabalho. Na época não havia micro, mas até segunda-feira eu resolvo. Se não resolver vou apelar para o Giordano, Bruno, que foi vítima de uma fogueira.

OBS: Elias, sobremesas gaúchas? Também é com o Leon, chama-se Clássicos da Doçaria Gaúcha, do Martins Livreiro.

Abraços, Flávio

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Gigantes da Horta II

16 de abril de 2016 0

16.04

Estes dias publicamos um post sobre abóboras gigantes, claro que é esquisito; Abóboras? Publiquei por curiosidade, mas o show ao vivo não é ruim. Pequenos tratores rebocam as gigantescas abóboras e os assistentes aplaudem, só nos cabe aceitar, são atividades alegres de outra cultura. Mas com música, cerveja e comida country.

O retorno foi tanto que resolvemos postar os recordes de outros produtos Hortigranjeiros.

Desde que tiveram a ideia do campeonato mundial em 1954 o Guinnes Book vem relacionando as frutas e os legumes mais pesados do mundo. Embora nenhum tenha derrotado poderosa moranga, aqui vão alguns só por curiosidades.

  • Abóbora de 408,5 kg, Baltimore, Ontário, 1994.
  • Aipo de 21,8 kg, Newport, Reino Unido, 1994.
  • Brócolis de 15, 87 kg, Palmer, Alasca, 1993.
  • Cebola de 5,55 kg, Anstruther, Fife, Escócia, 1994.
  • Maça de 1,47 kg, Hood rivrs, Oregon, EUA, 1994.
  • Melância de 118,84 kg, Arrington, tennessee, EUA, 1994.
  • Repolho de 56,24 kg, Llanharry, Rhondda, País de Gales, 1989.
  • Rabanete de 17,2 kg, Tanunda, Austrália, 1992.

 

Nos anos seguintes, a Agremiação foi se expandindo mais e mais, hoje são 16 locais de pesagem, em toda a América do Norte. No primeiro sábado de outubro, os plantadores levam suas morangas gigantes para esses locais. Tornou-se uma festa, um show.

Aqui tudo começou em 1993, conta Don Black, ele obteve uma de (401 quilos). Ele tinha prometido a si mesmo que, se algum dia conseguisse uma candidata ao mundial, “levaria a moranga a seu lugar de origem”.

Assim, colocou-a em sua caminhonete e dirigiu durante 22 horas até a Nova Escócia para se inscrever no concurso.

Conta também que levanta-se às 5 horas da manhã para polinizar suas morangas, pois cada planta produz flores masculinas e femininas. A feminina permanece fértil por apenas seis horas. Plantadores inspecionam suas hortas toda a noite no fim de julho, procurando flores femininas prontas para abrir na manhã seguinte. Então chegam antes de clarear, antecipando-se às abelhas.

Abaixado, Cilibeto afasta as folhas gigantescas e rompe cuidadosamente, uma por uma, as flores masculinas. Pequenas partículas de pólen cobrem cada estame como fina poeira amarela. Ele pincela os pistilos femininos com o pólen.

Na base de cada flor feminina há uma diminuta moranga, que cresce depois que a flor é polinizada. Ciliberto prefere fertilizar apenas uma abóbora por planta.

Dois meses depois, em 10 de setembro, ele finca estacas de 2,5 metros em torno da planta, que ocupa uma área do tamanho de meia quadra de tênis e, cobre o cercado de madeira com fibra de vidro. Nesse dia a moranga de Ciliberto está entre as maiores do mundo, com peso estimado em (409,6 quilos). E Ciliberto ainda tem tempo a seu favor, pois elas continuavam crescendo até 31 de outubro, o dia da pesagem.

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O nome dele é Doidão

09 de abril de 2016 0

09.04

Um grande artista baiano pode perder seu ateliê. Diz Betty Milan.

Oficialmente ele se chama José Cardoso de Araújo. Seu nome artístico é Doidão, porque “sempre fui doido por arte”, me diz ele, acrescentando o que aprendeu a esculpir com Loucão, o pai. Ser artista é a tradição da família, e doidão se apresenta no currículo como “descendente de escultores”.

Não é a nacionalidade, a cor dos ascendentes ou religião que ele menciona, e sim a vocação, originalmente e fé na arte são o que não lhe falta.

Doidão nasceu em Cachoeira, em 1950, e se transferiu ainda jovem para Salvador. Vendeu os seus trabalhos no mercado modelo. Estive várias vezes no ateliê de Doidão. Primeiro, olhando as carrancas que ele fez atrair turistas. Depois, por causa de uma obra de 4 metros de altura esculpida numa jaqueira. Os Deuses do amor é um dos melhores exemplares da escultura erótica brasileira, que pulsa secretamente nas nossas igrejas barrocas. Quem não viu os anjos sexuados da igreja de São Francisco, em Salvador, precisa ver. A surpresa justifica a viagem.

Além desse exemplar havia outros no ateliê. Entre os quais, uma Virgem Maria grávida. Não me lembro de ter visto a gravidez de virgem representada na iconografia tradicional que o baiano, como os verdadeiros artistas, subverte. Ele está entre os grandes “antropófagos” brasileiros e sua arte já foi conhecida dentro e fora do país.

Procurei Doidão e seus irmãos por sugestão do Xico Stockinger. Um filho segue o seu caminho e como quem puxa aos seus não degenera já tem um apelido: Maluco.

 

 

 

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Ateliê de um artista

05 de abril de 2016 0

05.04

Não sei quem escreveu isso, seja quem for o fez bem e há uns 20 anos, pois estava numa gaveta intacta. Uma que os cupins não devem ter gostado da madeira, assim foi, para que ela não desaparecesse como as estantes todas.

* Visitar o ateliê de um artista é penetrar no universo que ele escolheu para representar. Cada instante surge um fragmento do seu universo imaginário, as vezes delirante. Por todo lado há uma barafunda não intencional de objetos achados, fragmentos de metal e peças de arte popular que estão à espera de serem usados ou simplesmente olhados. Recados pregados nas portas, pequenas fotos, cartões-postais, calendários e desenhos. Um conjunto de autênticos passaportes para os traços e formas que virão.

Os instrumentos e materiais, os achados usados também são testemunhos eloquentes de sua arte. E curiosamente todos são assim. Acho que a barafunda faz parte do seu universo ou se não faz, também não faz diferença. É o que cada um escolheu. Mas todos se assemelham.

*Lembro agora que essa visão dos ateliês rendeu até um livro, um fotógrafo francês amigo que fez um belo livro chamado de: O atelier de Picasso sem Picasso. Que são fotografias do ateliê de quando o mestre já não estava. 

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Sydney: gay Mardi Gras

04 de abril de 2016 0

04.04

Se você gosta de sua rua com desfiles chamativos, irreverentes e com uma ponta de imprevisibilidade, então o anual Mardi Gras (carnaval) em Sydney, vem a ser um dos melhores. Sydney tem uma das comunidades de gays e lésbicas mais vibrantes do mundo e celebra o seu orgulho e diversidade nesta festa de final de verão.

São 10.000 participantes do desfile, estimados em mais de meio milhão. O número da relativamente curta história do evento é surpreendente. Mardi Gras foi originado em 1978 com um protesto sobre os direitos dos gays, realizado na sequência dos motins de Stonewall, em Nova York. O que era visto como a resposta excessiva da polícia ao protesto, levou diretamente para a descriminalização da homossexualidade em New South Wales, também surgiu assim, o nascimento da celebração da cultura gay que agora é, estimulada para se tornar o maior do mundo.

O desfile à noite começa no Hyde Park e faz o seu caminho ao longo da chamada “milha de ouro” abaixo de Oxford Street e Flinders Street, terminando em Moore Park. Uma sucessão de carros alegóricos decorados de maneira extravagante e trajes ultrajantes fornecem uma festa para os sentidos. Há meninos marchando, camiões de discoteca, drag queens em limos, no auge de tudo isso, por tradição. Você vai ter que marcar seu lugar no início do dia, se você quer ter a certeza de uma boa vista ao lado da rua. Você pode ser capaz de comprar ingressos para assentos de arquibancadas. O desfile é seguido por uma dança, a festa é a noite toda.

A parada cheia de confetes brilhantes de carnaval é, de fato o resultado de um festival de artes de três semanas e a promoção de uma enorme gama de eventos culturais de gays e lésbicas, incluindo um festival de cinema que apresenta o mais recente em Queer Cinema.

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Prezado Jurandir

02 de abril de 2016 0

02.04

Gostei do teu bilhete. Gostar da cor e do traço do Britto Velho ou da TO (Maria Tomaseli) te coloca num bom caminho, a meu ver é claro.

Mas gostar ou não de alguma obra de arte é muito subjetivo. Os preços são um indicativo de valor local, é sempre bom ver o que escrevem os especialistas. Eu hoje os leio pouco. Escrevem num idioma que só os habitantes de um Olimpo ao qual não pertenço, entendem. E a meu ver, servem com uma vírgula a mais ou a menos para qualquer tipo de manifestação artística; seja ela pintura, escultura e até as curiosas instalações.

O que é uma instalação? Nunca consegui entender e explicar muito menos, em todo caso vi uma que era mais ou menos assim…tire o seu automóvel da garagem e espalhe o que tiver nas paredes pelo chão e em volta. Traga uns cabides e pendure algumas roupas. Se forem de brechó melhor e invente alguma coisa a mais, uma moto velha (atenção, não tire a poeira), devido à crise, bicicletas com os pneus vazios também são aceitas. No outro extremo, coloque a casa do cachorro. Quando encher o saco, pegue o seu telefone e faça uma foto e mostre para muita gente, pode ser que você seja um dos próximos eleitos deste Olimpo, que como falei, não entendo, mas nunca se sabe. Além disto, insista, mude a ordem dos objetos. Alguém um dia vai acha-lo um gênio: a sua mãe provavelmente.

Continue, como você diz, gostando ou não; o seu apartamento, por exemplo, é seu, tem que agradar ao gosto de quem mora lá. O vinho que você toma também. O sommier conhece tudo e tem toda a boa vontade, mas quem disse que o paladar dele se assemelha ao seu?

Abraços e divirta-se, você está no caminho certo…

*Aí está o tucano que você disse que nunca tinha visto e olhe bem, pois é único.

 

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Não lembro de onde recortei, mas é da Martha com TH

26 de março de 2016 0

26.03

 

Diz ela…a cada vez que recebo um comunicado desses, lembro como é ser tratada como cidadã. E penso: é assim que tinha que ser. Tudo, tudo na vida. Não sou inimiga da flexibilidade, há modos diversos de se administrar uma cidade, em relacionamento, em trabalho, porém muitos problemas seriam eliminados se optássemos pela maneira consagrada, a que sempre funcionou: a transparência e assertividade.

Como é que tem que ser? Se te perguntam, responda. Se te emprestam, devolva. Sem dinheiro, não compre. Se te dão, agradeça. Se te confiam, cuide. Se te agridem, afaste-se. Se te pagaram, entregue. Se cansou, pare. Se te confidenciaram, silencie. Se te roubaram, acuse. Se colocou no mundo, crie. Se contratou, pague. Se gostou, fique. Se não gostou, recuse. Se errou, desculpe-se. Se acertou, repita. Se tem que fazer, faça. Se prometeu, cumpra. Se vai atrasar, avise. Se te necessitam, ajude. Se você precisa, peça.

É feito um relógio. Tic-tac, no ritmo da eficiência.

Li e adorei a coluna da Martha com TH é uma viajante também e que tem um imenso talento para sentir, botar no papel e nos faz sentir também. Acho que foi no jornal de domingo, ela escreveu de Londres.

 

Obrigado Martha Medeiros

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Caro Marcos ou como dissestes era Marquinho

24 de março de 2016 0

 

24.03 P1120257

 

Quando ias ao Studio.  Aliás obrigado por ter ido e repetido. Graças a famílias como a tua eu podia fazer a próxima viajem e produzir áudio visuais cujo nome eu acho muito ruim, sempre achei. Tudo na vida é áudio e visual. Slides show era o nome que eu devia ter insistido. Me perguntas se montar um álbum com aquela dinâmica é difícil? Deve ser, uma foto permanecia na tela em média de 7 a 10 segundos. O que me ocorre agora é que podes comentar a viajem naquela sequência. Tem gente que imprime um livro por viajem, o que parece ótimo.

Como diz o ditado “uma imagem vale por mil palavras”. Mas, para que se chegue a esse resultado, é preciso seguir algumas recomendações bastante simples.

Se o lugar é conhecido favorece muito, você já sabe o que quer. As fotos de uma viajem devem contar a história dessa viajem. É importante pensar não apenas em cada foto, mas na sequência: como em um livro, escrito em capítulos, fotos: uma placa de estrada, onde se está indo, ou marcos de entrada da cidade. Lembre-se que as fotos não usadas hoje não tem custo. Você deleta, no passado não era assim.

Se a viajem for de automóvel, é importante manter os olhos atentos, para um belo pôr-do-sol, ou as luzes refletidas em uma lagoa, onde os pescadores deixam lanternas acesas em vários pontos para atrair os camarões que gostamos tanto. Sempre que possível, não tenha preguiça de parar, algumas fotos vão fazer falta depois.

Um cuidado sempre muito importante, ao se fotografar monumentos ou paisagens é manter a linha do horizonte reta, quando se fotografa um prédio grande, uma pessoa que esteja perto serve como ponto de referência, para dar ideia do tamanho. A partir dessa foto inicial, vale a pena explorar o prédio ou monumento, fotografando detalhes, etc. etc. Mas depende de cada um, é pelo menos o que eu procurava fazer.

Entardecer e amanhecer sempre são bons temas, assim como os moradores dos locais, em seu dia-a-dia; rendeiras trabalhando, pescadores recolhendo os barcos, vendedores ambulantes andando pelas praias. Isto é só uma ideia a Kodak tem ótimos livros sobre tudo, mas escolha livros fáceis até ingênuos, se aprende muito com eles.

Mas lembre-se eu fazia isto com máquinas pesadas e filme pago e sem selfies. Não sei como eu reagiria com o equipamento atual. Foto com horizonte plano era importante. Hoje em fotos de rua nem se fala. Cada vez vejo mais fotos como o horizonte inclinado. Que acho um horror, mas cada um faz a foto que quiser eu não tenho nada que dar palpites. É um gosto pessoal!

P.S. Importante: surgiram em Porto Alegre algumas escolas de fotografia. Visite alguma, quem sabe, você goste. O que eu respondi são só os primeiros estágios.

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Gigantes da horta

23 de março de 2016 0

 

23.03 Abóbora

 

No início, é apenas diversão, mas logo os plantadores se rendem ao encanto primitivo dos gigantes da horta. A única decoração nas paredes da casa de Don Black, no norte de Nova York são, alguns diplomas que concedem a suas abóboras o título de campeãs mundiais. Já as gavetas dos armários estão cheias de sementes. Antes de ir para a fábrica pela manhã, ele inspeciona a horta de morangas à procura de intrusos, insetos marmotas, ou cervos.

Black, 40 anos está tentando cultivar a campeã das morangas: para que uma atinja a marca de mil libras (453, 6 quilos). Em 1994, um cidadão, na província de Ontário, Canadá, conseguiu uma de (449 quilos), a maior já vista. Ele atribuiu parte do mérito ao canteiro onde e cultivou. Seu amigo Barry cultivou a segunda maior (429 quilos).

No concurso de 1º de outubro, eles dividiram o prêmio de 28 mil dólares, nada mau para dois amigos, empregados de uma fábrica de sabão. Black vendeu sua hortaliça gigante a um restaurante de são Francisco para o festival de morangas. Dois cassinos de Las vegas disputaram a de Dejong. O vencedor mandou buscar de avião Dejong, a mulher, o filho e a moranga, recebendo-os com uma luxuosa limusine.

Os apreciadores de morangas vêm de todas as áreas de atividade: bombeiros, agricultores, guardas-florestais e corretores da bolsa. Começam a cultivar morangas gigantes por diversão, mas logo esses horticultores de quintal se rendem ao encanto da atividade.

Durante os meses de junho e agosto, uma moranga Atlantic Giant pode aumentar quase 16 quilos por dia! Sua moranga tinha mais de 990 libras (449 quilos) quando explodiu, apenas nove dias antes do concurso de 1994. Uma tragédia.

Há três verões Tonny Ciliberto teve um pressentimento enquanto preparava seus campos nas mediações da Pensilvânia, profetizou. – Alguém vai alcançar a marca das mil libras este ano. E esperava que fosse ele.

Ciliberto, um pedreiro de 43 anos, adoraria cultivar morangas no solo macio de uma fazenda em Ontário, onde no verão o sol não se põe antes das 22 horas. Entretanto, foi no contraforte rochoso das Montanhas Pocono, que ele fez sua horta. Atualmente ele tem encosta mais fofa, macia e rica da Pensilvânia.

Durante o inverno, Ciliberto selecionou as sementes para o plantio. Uma das cinco que   que escolheu vinha da mãe da moranga de 990 libras de Herman Bax. Em 24 de abril, para apressar a germinação, ele raspou cuidadosamente as extremidades das sementes com a lixa de unhas. Em 7 de maio, transplantou as mudas de dez centímetros para a horta e cobriu cada um coma estufa do tamanho de uma casa de cachorro.

Durante as semanas seguintes adubou a terra fartamente.  Borrifou grandes, quantidades de emulsão de peixe desodorizada e regou com algas marinhas liquidificadas. Usou até sal de Epsom, não para pés, mas para traseiros doloridos nas suas morangas: no fim do verão, elas podem ficar com pontos vulneráveis nas partes onde se apoia no chão esses pontos dão origem a furos, o que leva à classificação.

Todos os dias surgem variedade de abóbora diferentes como a Dill`s Atlantic Giant a Howard Dill, criador de gado leiteiro em Windsor, Canadá, que começou a cultiva-las no fim da década de 60, e já venceu quatro campeonatos mundiais consecutivos, e suas sementes ou as descendentes delas foram responsáveis por praticamente todas as campeãs dos últimos 20 anos.

Ray Waterman, agricultor e dono de restaurante em Collins, no estado de Nova York, foi o primeiro a ter a ideia de criar uma competição mundial em 1982. Ele e Dill fundaram a Confederação Mundial da Abóbora, coisa que jamais vamos entender.

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Arte ou Dólares?

17 de março de 2016 0

 

17.03 P1120246

 

A notícia é surpreendente foi publicada nesta segunda-feira, no jornal Francês Le point. São vários retratos famosos e valiosos de Jaqueline, mãe de Catherine e última mulher de Picasso.

Um lote de 79 obras de Pablo Picasso, avaliadas em cerca de US$ 337 milhões neste não há nada do que você possa estar imaginando, estes estão armazenados em um porto franco da Suíça desde outubro de 2012, quando a enteada do artista, Catherine Hutin-blay, tentava enviar as peças para a França. Elas foram retiradas.

A enteada do pintor, hoje tem 67 anos, e herdou o conjunto depois do suicídio de Jaqueline, em 1986. Além de pinturas como o célebre Jaqueline com Traje turco, avaliado em US$ 39 milhões, há também gravuras e esculturas. Segundo foi apurado, as obras de Picasso foram enviadas, acompanhadas de seus documentos aduaneiros. Apesar de a enteada do artista ser sempre apresentada como uma colecionadora e não como uma mulher de negócios.

A história ainda é um mistério pois, em 2015 a própria Catherine Hutin-Blay denunciou o roubo de suas obras.

Portanto este anúncio de compra-se quadros publicado no Estadão, não é novidade, mas quem o vê lembra do o rebaixamento das notas do Brasil nas três principais Agências deve ficar pensando: quais dos autores tem sido o melhore para ressarcir com bons dividendos o dinheiro empregado?

Isto valeu na 2ª guerra, e também deve estar valendo para tempos do mensalão. A turma que tem sido acordada pelo japonês da federal deixou claro que pelo seu acervo e na qualidade das caixas de bebidas que sabiam o que estavam estocando. Outros comerciantes não envolvidos com o miau, miau de Brasília sentindo as oscilações do mercado estão fazendo belos acervos. Me refiro amigo ao Chaieb. Passei lá ontem o que não é muito comum, pois é no lado oposto de onde moro e vi uma bela coleção de tudo inclusive várias obras do Brito velho e do Xico Stockinger, confesso que nunca vi tantas peças juntas do meu saudoso vizinho.

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