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Posts na categoria "Festividades"

E agora? O fim de ano chegou, para onde ir?

18 de dezembro de 2013 Comentários desativados

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Para este ano já é tarde. O senhor deveria ter escrito mais cedo. Os aviões devem estar lotados, as passagens mais caras e as estradas cheias. Neste caso, eu preferiria viajar para os países vizinhos como Argentina, Chile e Uruguai. Não leve em conta as gozações com eles, como os argentinos principalmente. Não é bem assim, é coisa de vizinhos como Caxias com Bento, Uruguaiana com Alegrete, ingleses e franceses, australianos com ingleses e é claro que nós não fazemos isto com os portugueses.

Mas verá que quando andar pelos países dos hermanos, as pessoas são amáveis. As estradas boas, comida ótima e vinhos idem. Pode ser que agora com a liberação da maconha algum magro local lhe ofereças um baseado. Mas é só. Dos Natais portenhos tenho uma vaga lembrança. Mas não esqueça sempre será uma festa íntima e não uma festa de rua. Procure passa-la com pessoas que você gosta, independente da cidade.

Ano que vem, prepara-se antes, mude o rumo e vá à NY ou qualquer lugar da América do Norte que você tenha amigos. Aqui pra nós, você pode não gostar dos americanos, você pode odiar os americanos, você pode… bem, você pode dizer o que quiser dos americanos e fazer o que quiser mas quem entende de festas natalinas são eles. Aliás: até o Papai Noel eles “remasterizaram” e posso garantir, para melhor, muito melhor. Não creio que com aquele visual ortodoxo e sisudo ele teria o sucesso que tem hoje.

Portanto, mesmo que o seu partido não permita que você goste “deles”, o que quase sempre é um grilo de quem nunca foi até lá, mesmo que não goste de Coca-Cola nem tradicional, nem light e nem zero, agradeça à ela que foi  quem produziu a alegre e jovial figura que vemos hoje. Então, tome uma Coca-Cola sem medo. Até o Lula, o new Lula pelo menos, diz que de ressaca às quatro da manhã, nada é melhor que uma Coca.

É isso. Até ano que vem teremos tempo para uma sugestão melhor. E fico lhe devendo o nome do publicitário que reformou o Santa Claus em Papai Noel. E aqui pra nós, só pra nós, o Santa antes do Claus hoje não pegaria bem…

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A Oktoberfest de Setembro

03 de setembro de 2013 Comentários desativados

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Mesmo a organização alemã entra em pane quando o assunto é cerveja. Tanto é verdade que a famosa Oktoberfest começa em setembro e vai só até o início de outubro. Nunca entendi, mas com o meu sobrenome, nem me atrevo a perguntar. Vou pedir ao Herren Bruno, que o sobrenome é Bertschinger, ou seja, digno de uma resposta. Além disto, como bioquímico entende de fermentados e destilados… e o seu dia é hoje, dia 3 de setembro, o Dia do Bioquímico.

Voltando às louras de Munique, as frias e as não frias, ninguém está preocupado com as datas mas com o conteúdo das canecas que, pelo que sei, segue insuperável. Se eles tivessem alguma preocupação com o calendário já teriam acertado, pois a festa que começa hoje, agora já está na sua 180ª edição

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De Felluca pelo Nilo

17 de junho de 2013 0

Não sei se você leu, se não leu, é uma pena. Falo de uma viagem feita por nós e o oculista Doutor e Mestre João Borges Fortes de Assuan ao Cairo, numa Felluca. Felluca é aquele casco de barco a vela tradicional. Falei casco e é verdade, felluca não tem deck, compartimentos, lâmpadas de navegação, bandeira e toilete. O Jhonny tem competência para muito mais, mas concordou em nos comandar naquele “ceboleiro” em uma viagem de mais ou menos 10 dias. Nem eu lembro quantos. Pudera, fazem 25 anos. Na ocasião, sua esposa, a Gagá, foi obrigada a renunciar a indiada, descobriu que estava grávida… e o médico fez as recomendações de sempre de onde se subentendia Egito! Nem pensar. Quando publicamos a viagem em capítulos amigos perguntaram quando foi? E eu que não sabia o certo, escrevi uma vida e estava certo. Pois no dia 15 foi a formatura daquela que estava em uma incipiente barriguinha hoje é a médica Bárbara Gastal Borges Fortes. A festa foi longa e ótima, sem discursos, ótima comida e grau 10 para bebidas, recepção e baile. Parabéns, Bárbara. Obrigado João e Gagá. Nós resistimos até a última taça e voltamos de taxi, é claro.

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O Dia da Rainha

29 de abril de 2013 0

Estamos vivendo em tempos interessantes… No dia 30 deste mês, se você estiver na Holanda, poderá ver, ao vivo, a festa mais concorrida do país: “O Dia da Rainha”. Dizem que a festa é ótima e a cor laranja toma conta do país. Tem bandas, desfiles e passeio, da rainha, em carro aberto. E, este ano, o fim de abril será ainda mais grandioso. É que a rainha Beatrix vai renunciar ao trono em favor de seu filho Willem-Alexander.

Já para o ano, espere quase a mesma festa, mas no dia 26, que é a data do aniversário do próximo rei, que, para dizer a verdade, é dia 27, mas por tradição, não fazem a festa nos domingos. Mesmo que você não esteja na capital, pode ser tudo na TV com mais precisão ainda e uma caneca de chopp na mão.

É um festão. Boa parte das janelas, da roupa dos cidadãos serão em cor laranja, a cor do país. Os barcos estarão embandeirados, tudo será com laranja, até os casaquinhos de cachorro. Se for dia de sol, centenas de bares comemorando ao ar livre, com guarda-sol laranja.

Como falei antes, estamos vivendo tempos interessantes. Ontem, por exemplo, vi numa revista a foto de dois papas conversando, o que convenhamos, é raro. Acho que a última vez que os católicos tiveram dois papas foi lá por 1600 ou 1700, um em Roma e um (jesuíta) em Avinhão. Mas, felizmente, a fúria passou e, hoje, não brigam mais. Nem precisa, tem coroinhas para todos, dizem os jornais italianos.

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Querido São Patrício, até o próximo ano!

19 de março de 2013 0

Na semana passada, já na segunda-feira, o Studio iniciou a festa do Santo com banda, palestra e cerveja. Foi ótimo.

Domingo, 17 de março, já era dia de homenagear São Patrício bebendo. É assim que irlandeses e seus descendentes espalhados pelo mundo celebram o seu padroeiro. E a maneira tradicional é fazer um brinde é com (bem, eles não costumam parar no primeiro) chope verde.

Por muitos séculos, o dia do santo foi celebrado a seco. Os pubs ficavam fechados e era numa ou outra feira que as pessoas se reuniam para beber cerveja, quando havia. Lembrem do slogan da época: “Emigrar ou morrer”.

Enquanto isso, nos Estado Unidos, os emigrados e descendentes irlandeses enchiam suas canecas e festejavam pelas ruas do país vestidos de verde (Boston, Filadélfia e Nova York têm forte tradição irlandesa), principalmente na costa leste do Atlântico. Nos anos 1970, a história começou a mudar também na Irlanda, que reconsiderou e abriu com um afã enorme. Queriam recuperar os anos perdidos.

A festa ganhou fama e a comemoração se espalhou de Dublin a Pequim.

A cerveja verde é tradição, mas a cor dela poderia ser outra. O santo já foi associado, por exemplo, ao azul antes de ter o verde como cor oficial (uns dizem que por causa do trevo, que o santo associava à santíssima trindade, outros, por referências às paisagens naturais da Irlanda e alguns para homenagear a bandeira do país). Ficou o verde.

Como por aqui, o verde é sempre associado ao chimarrão. Provei uma vez no Dado Bier, que tem cerveja até no nome, mas prefiro a que ele ou o seu “mestre cervejeiro” não põe a nossa erva mate. Cada um na sua, mate é mate, em alemão ou inglês, cerveja é cerveja e stou é stout.

Não por falta de irlandeses, mas pelo seu farto conhecimento de causa, o Studio convida o Sady Honrich que frequenta pubs desde a adolescência e para Sady Honrich, falar sobre cerveja e cervejeiros caseiros. Também participou da prova, que não se ateve a nacionalidades. Provamos stouts de vários lugares. Foi ótimo. Música irlandesa ao vivo, histórias de cerveja e ela gelada.

Nota: Até Porto Alegre, ontem, era uma alegria só. Ver centenas de jovens com adereços verdes e chapelão verde também. Foi uma festa. Se você não estivesse preso no engarrafamento que houve na Padre Chagas. Mas o santo não tem nada com isso. Cheers!

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Saint Patricks Day

18 de março de 2013 0

Hoje, 18 de março, o dia de São Patrício. É o último dia de tríduo de festas. Não estarei em Porto Alegre, mas imagino que haverá muitas festas nos bares de inspiração irlandesa. A história do santo é mais uma das belas lendas de veracidade duvidosa, mas nem por isso vamos deixar de brindá-lo.

Se um dia você estiver por lá e, ao abrir as cortinas do hotel, enxergar tudo verde, fique calmo. Você não pirou e também não teve algo a ver com daltonismo. É assim mesmo. Um grande número de Irish’s. Se vestem de verde e usam espalhafatosos óculos verdes e chapelões verdes, desde cedo para uma festa que se estenderá por três dias, ou seja, até dia 19 ou até que houver cerveja (se você pedir uma Coca será alvo de brincadeiras de todo o pub).

Prepare-se para ver muita gente vestida de verde – cor predominante na festa – e muitos trevos de três folhas, símbolo de St. Patrick. Em Dublin, há desfiles em grandes avenidas, jogos teatro ao ar livre, show, musicais e, claro, Guiness, muita Guiness.

Desde cedo, para sair bem na foto, os carros são pintados de verde. Bandeiras verdes estão por todos os lados. Bem, simplificando: até o rio da cidade é colorido de verde. Um verde já testado e preparado para não atingir fauna flora e algum gambá que cair na água.

Se no fim do dia já meio gambá enxergarem um conflito, fique frio. É coisa de irlandeses. São católicos contra protestantes se matando a pau… com a bênção do santo.

E nós, que achamos que conflitos religiosos são coisa de 3º mundista, ou e moradores da Índia e da África, brigas de muçulmanos e hinduístas ou de xiitas contra sunitas?

Bem, vou parar por aqui. Entendo muito pouco de cerveja e nada de religião. Mas me surpreendo ao saber que isso acontece com anglo-saxões e na verde Irlanda.

Cheer’s!

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Fevereiro já passou...

11 de março de 2013 0

Caros amigos,

Muito, muito obrigado. O aniversário já passou e nunca, na vida, havia recebido tantas mensagens.

A demora em agradecer é que, quando a Gabi (minha anja) se afasta da Lomba do Asseio, toda minha organização vai para o espaço.

Nunca entendi muito bem o termo “mídia social”, mas estou achando ótima. Serve para receber abraços, vender cachorros salsicha e pedir desculpas à blogueira cubana pelo que alguns celerados fizeram com ela.

Não entendi o porquê. Ela não falou nada que o mundo inteiro não soubesse. E os protestos, além de grosseiros, eram com frases decrepitas, só amplificaram o que ela falou. O que eu lamento é que, depois de uma revolução, que teve, na época, a simpatia de todos, passados 54 anos, a ilha continue e ter uma administração com a mesma idade do Consilho do Vaticano (se você achar que estou exagerando, veja os telejornais).

Como disse acima, nunca entendi muito bem a expressão “redes sociais”, embora veja nelas uma possível forma de melhorar a vida de todos. Na terra dos conflitos chineses, as reivindicações no Oriente Médio e a vergonha em ter que ouvir as frases que a blogueira cubana ouvia, pois eram as mesmas frases que ouço, desde os tempos do “ginásio”.

Há muito tempo, não ouvia tanta intolerância. Sempre gostei ou, pelo menos, sempre preferi pensar que já superamos estas barbaridades. O coro me remetia (ou nos remetia, pois não era só eu a ouvir) aos juízes do Santo Ofício, se justificando por não terem algumas frases novas, ou, pelo menos, remodeladas.

Se eu, analógico até hoje, as acho velhas, imagino o que dirão vocês, hábeis com as velocidades dos computadores. Não sei a repercussão na rede, mas é certo que ela usou a nossa democracia para tentar se livrar de uma ditadura anciã, da qual o próprio Fidel declarou, há alguns anos, “O nosso barco faz água por todos os lados”. E a União Soviética, que a defendia e a alimentava e afundou ainda em 1989.

Bem, obrigado, muito obrigado pelos votos de feliz aniversário. Podemos convergir ou divergir de opiniões, mas, pelo menos, ao celebrar aniversários nos unimos.

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Saint Patrick’s Day

06 de março de 2013 0

Caros Marshal Brothers,

O Studio não tem nada a agradecer. Gosto de ir e ali passei 540 fins de semana. Mais ou menos seis meses por ano, durante vinte anos. Além disso, nunca esqueço dos almoços japoneses do papai Marshal, meu colega metalúrgico de São Paulo. Acho que foi lá que ele aprendeu a fazer o sorobô que nem todos os japoneses conhecem, e é ótimo. Tentei falar com vocês. Sei que o Dr. Neno está em Garopaba e o Dr. Chico, provavelmente, continua em algum terreiro desde o dia de Yemanjá.

Criatividade nunca faltou a vocês, do Studio Team, mas março já está aí, e nos dias 17, 18, 19 comemora-se, com uma mega festa o dia do protetor… e dos cervejeiros: o Saint Patrick. Como Porto Alegre já tem alguns bares de orientação Irlandesa, lembrei poderiam fazer um tour com uma van, com cerveja a bordo e uns músicos de jazz. E, nos horários pré-marcados, visitarem os “Irish bars”. Afinal, a cerveja Baca, nova componente cultural do Studio, habilita vocês a outros voos. Os almoços babilônicos são ótimos, mas como voltar ao trabalho às 14 horas?

Já a cerveja Baca, se pode gostar ou não, mas está aí, e se pode repetir. Isto é que é bom, como repetir um almoço do Ramses. Só o fato de o nome vir de Bacantes, já é um estímulo. Até para mim, que não sou um cervejeiro convicto, nem devoto de santo.

Pensando bem, o veículo ideal seria um busão de turismo, aquele de dois andares, com uma banda de jazz, lá em cima, e cervejeiros a bordo.

A largada seria no Studio, após o horário de pico do trânsito, ou até antes, bem antes, com paradas de confraternização nos bares. O versátil e talentoso professor Chico seria vestido de Mon Senhor Verde (a cor da Irlanda) e com uma procuração assinada e autenticada, abençoaria os bebedores, em nome do santo, é claro.

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Um Dia Inesquecível

26 de dezembro de 2012 0

Que o mundo não é justo nós já sabemos, mas sabemos também que o Papai Noel não tem nada a ver com isso.

Imaginem alguns baianinhos despertados de um sonho com a sensação de ter ouvido a freada de um trenó e barulhos e gritos. De repente, uma gritaria anuncia uma montanha de delícias geladas espalhadas pelo caminho. Uma ceia de Natal jamais sonhada pelas crianças daquela região castigadas pelo sol. Eu explico melhor. Cedo da manhã, já fazia um calorão danado dia desses em Lagoa José Luís, próximo a Vitória da Conquista na Bahia, quando um choque de caminhões na estrada que corta o lugarejo espalhou por toda a pista a carga de picolés que um deles transportava.

O saque, além de inevitável, foi até recomendável para que o sorvete não virasse, em instantes, lambança no asfalto. Deve ter sido um dia inesquecível para a garotada da região. Daria até um belo conto de Natal, mas foi verdade. Quem publicou foi Tutty Vasques.

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A festa era das bruxas, mas quem bagunçou foi o Sandy...

05 de novembro de 2012 0

No fim de semana liguei para Nova Iorque. Tenho amigos ali, justamente naquela área que apareceu inundada, e foi. Só não chegou à casa deles onde, com frequência, me hospedo.

Liguei por solidariedade e por acaso estavam vendo na televisão o dia das bruxas numa cidade do centro da Rússia: Krasnoyarsk (tiveram que soletrar três vezes). Nunca imaginei que comemorassem ali. Achei que os personagens do Helloween bruxas e Walking Deads tivessem ido embora como comunismo. Mas não, a tradição foi mais forte.

Como moram em pleno Tribeca e a 12° é festiva e bem movimentada perguntei, é claro, como havia sido a Helloween ali e disseram o óbvio, como a maratona também havia sido suspensa, Sem luz e sem metrô no Party. Disseram-me também da “tristeza” verdadeira dos donos de bares e dos festeiros habituais. Neste ano, havia 5400 candidatos, algumas candidatas à melhor fantasia, divididos em várias categorias, etc. Bandas? Cinquenta haviam sido contratadas e, segundo eles, é provável que umas 500 aparecessem só para alegrar ainda mais. É que NY está voltando a ser NY de antes da crise. As nuvens negras estavam se dissipando e, aos poucos, estavam voltando à rotina, aos empregos e às compras. Quando veio o Sandy, ou será a Sandy, no domingo, ainda havia  300 mil residências sem luz e, maldosamente, acrescentou os cubanos exilados dizem que estava normal. Eles já haviam aprendido a viver sem luz antes de emigrarem.

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