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Posts na categoria "saúde"

A nossa sorte é que tivemos um Lutzenberger...

04 de outubro de 2012 0

Ouço e leio que nós, os eleitores, temos que votar melhor. E é verdade. Ironizamos os tiriricas, os Cacarecos, mas esquecemos dos mais articulados e perto de nós. Pois bem, acho que nunca tivemos um exemplo mais claro e mais próximo. Seja por desinformação, ou por quererem ajudar a esvaziar os estoques dos produtores. Devemos e precisamos escolher melhor quem nos representa. E este quase retorno aos agrotóxicos que voltariam a ser comercializados me assustou. Justamente no quesito assunto saúde. Tão buscada e tão mal atendida. Basta olhar os noticiários. Quais foram os nobres deputados favoráveis à mudança? Ou seja, quais os que “estão se lixando” para a nossa saúde? Dê uma lida, quem sabe aquele anjinho que falou, sorriu, tudo prometeu, e conquistou seu voto, esteja entre eles.

Edson Brum (PMDB)


Lucas Redecker (PSDB)


Pedro Westphalen (PP)


Heitor Schuch (PSB)


Marco Alba (PMDB)


Raul Carrion (PC do B)


João Fisher (PP)


Paulo Azeredo (PDT)


Ronaldo Santini (PTB)



Praças, pombos e micróbios

19 de junho de 2012 0

Prezada Alexsandra

Pela tua preocupação deduzo que ambos gostamos de animais e que

gostamos também da espécie humana. Isso, porém, não quer dizer que tenhamos de gostar dos que jogam sofás, peneus e geladeiras no riacho Ipiranga, que por isso mesmo deixou de um arroio para ser uma cloaca. Com os bichos é mais ou menos a mesma coisa ( cachorros ,por exemplo, tenho sete), mas não posso gostar de um pássaro que é o maior disseminador de doenças ( só no tio Google tem mais de 50 sites sobre isso). Sei que eles têm a benção da Igreja Católica. Na Umbanda existe a Pomba-gira, que nem sei bem o que é. Quantos aos outros pássaros, convivo bem com eles, alimento os sabiás que me dão o prazer de frequentar o meu pátio. Faço minhas refeições a mais ou menos um metro de distância de beija-flores, corruíras  e cambacicas que também alimento.  Quanto aos pombos , sou sincero. Prefiro-os no forno com polenta, louro e alecrim do que vivos sujando, poluindo e espalhando doenças. Ainda não chegamos lá, mas em breve chegaremos ao ponto de que esculturas, frisos de mármore, portais de prédios terão de ser envoltos em redes  e telas. Venho agora do Leste europeu e de uma parte da Europa  que é uma pena :até o mármore, uma pedra macia e por isso mesmo boa para esculpir está sendo corroído pelos seus dejetos. Algumas não as fotografei  justamente pelas telas; hoje gostaria de ter as imagens só para mostrá-las.  As praças são o grande exemplo. Alguns os enxotam, outros gastam parte de seu dinheiro alimentando-os.

A luta é antiga e até hoje sem vencedores. O que fazer ? O texto a que te referiste foi motivado por pessoas e autoridades que não sabem mais o que fazer para livrar-se deles, dos seus dejetos; permitir que crianças e idosos voltem a utilizar os bancos de praças,  que frizas , e sacadas mantenham seu aspecto normal e não coloridos daquele cinza fétido que sabemos de onde é proveniente.

Alexsandra : não sou o dono da verdade. O Viajando por viajar estás às suas ordens; escreva o que quiseres sobre o assunto, que será publicado. A minha opinião já a tens. Cansei de ver mármores, estátuas e prédios inteiros de grandes mestres da Renascença emporcalhados, não por pássaros em geral, mas por um só tipo deles : o pombo que chamamos:  doméstico (não é).

Obrigado pela contestação, não se constranja, leitores como tu estão me ensinando a ser uma pessoa melhor.


Pombos na praça

11 de maio de 2012 Comentários desativados

Pombos na praça

Em Carazinho a queixa é semelhante a de Caxias, mais grave ainda em Veneza, Roma, Florença, etc. O cocô de pombos ataca até mármores, aqueles rendilhados que fazem parte das belezas que atraem viajantes; têm de ser cobertos e protegidos de pombos que infestam tudo.

Uma ação inusitada pretende acabar com uma infestação de pombos na praça central de Carazinho. Foguetes serão estourados, a partir de hoje,  nas proximidades da praça, pois são centenas os pombos que diariamente pousam nas árvores; quando saem do local deixam as suas marcas espalhadas pelos bancos e pelo chão. Biólogos tentam encontrar uma forma de retirar as aves do local.

- É uma questão de saúde pública. Há horas em que a praça fica intransitável, afirmam.

Os pombos preocupam, além da prefeitura, moradores que instalam telas nas sacadas e janelas para impedir a entrada das aves.

O departamento de Meio Ambiente optou por soltar foguetes próximos à área infestada. A partir de hoje, cinco foguetes serão estourados todos os dias, à tardinha. É o horário que os pombos chegam para dormir, mas sabe-se que isso pode espantar os pombos por um tempo, mas eles retornarão.

A alternativa já foi usada em outras ocasiões, assim como chocalhos feito com latas. Tirar as aves da praça significa apenas que buscarão abrigo em prédios e casas, contaminando as residências com fezes e seus parasitas. Alguns recomendam o uso de repelentes, mas a alternativa encontra limitações na praça.   – Temos árvores com mais de 50 metros ; como espalhar repelente lá em cima ?

NOTA : esta postagem já estava pronta , quando li que Carazinho resolveu acatar as recomendações dos protetores de animais: nada de foguetes.

Deduzo que estes nunca tentaram sentar num banco de praça todo “ cocozado” pelo símbolo da paz. E com isso decidiram não fazer nada.

Não fazer é sempre mais fácil que fazer e assimla nave vá.....” Na praça muitos bancos e frequentadores idosos , todos de pé.

Produto deteriorado

20 de fevereiro de 2012 0

A foto é ilustrativa, mas fotos não têm cheiro (que, no caso, era forte), mas, mesmo estes telefoninhos que fotografam, para minha surpresa, mostram os tons de verde que não queremos e não gostamos quando compramos um produto que deveria estar numa determinada temperatura... Mas, provavelmente, não estava. A embalagem dizia “resfriada”. Ora, resfriada não diz nada.

A compra foi feita na loja da rede Walmart. Volta e meia, leio notas semelhantes, mas, na nossa imaginação sempre achamos que foi num subúrbio, que foi um comerciante desleixado (para não dizer outra coisa). Mas não. A compra foi feita na José de Alencar, no ex-Castelão, na rede Walmart – e, a partir daí, passo a lembrar tudo o que os jornais falam: iougurtes com data vencida, queijos que vão de volta ao fabricante, onde são torrados para endurecer e voltam como queijo ralado. Quando você abre o saquinho, acha que é farinha de mandioca, mas o spaghetti já está na mesa esfriando – e o seu molho sem queijo ficará muito pior.

Bem, a compradora voltou, devolveu e recebeu o crédito na hora, sem perguntas. Mas é isso que se quer quando se vai ao super?

Por que não foi publicado antes? É a pergunta? Bem, porque sei fotografar mas sou uma negação digital (só duas ou três operações, e as mais simples). Por isso, fiz a foto do jornal do dia, das notas de compra e do recibo do cartão, à espera que a santa Carmem, que me acompanha, voltasse das férias.