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Posts na categoria "Sem categoria"

26 de abril de 2015 Comentários desativados

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19 de abril de 2015 0

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Caros Faceiros

12 de abril de 2015 Comentários desativados

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As razões são diversas, mas tivemos que seguir o filho do Radicci, o Guillermino. É que queremos avisar aos que pediam para ser Face amigos que temos agora 400 espaços.

O engenheiro Marquinhos, no fim de semana passado se dedicou ao VIAJANDO POR VIAJAR, e defenestrou um monte de aproveitadores. Adivinhe quem? Bem, os políticos, ora! Que dão um dedo, às vezes algo mais, para aparecer.

A vocação para papagaio de pirata começa a se manifestar no dia seguinte à eleição. Pudera.

Li na Zero Hora de hoje (sexta-feira, 10 de abril), que o chofer do deputado Jardel ganha R$16.886,3. Até a semana passada ganhava só R$4.462,99 para dirigir um carro com ar, ABS, GPS e todas as outras letras do alfabeto, e tanque sempre cheio.

Bem, agora que já azedei o seu café, quero lembrar que temos 33 deputados, e a remuneração dos outros 32 choferes deve ser semelhante.

O engenheiro Abreu tinha tempo e defenestrou a totalidade deles e mais algumas grandes empresas que só queriam publicidade.

Sobraram assim, vagas para: amigos, leitores e pequenas atividades, as que sempre que possível damos uma forcinha. Eu sempre me desculpava por não poder aceitar, e é muito constrangedor você dizer ‘’não’’, ‘’sinto muito’’, etc. Mas a culpa não é nossa, é a formatação do Face que não aceita mais de 5000 nomes. O que fazer?

Bem, o Marquinhos já havia criado o PUXADINHO, e viva eles! O PUXADINHO e o Marquinhos…

Obrigado por querer nos prestigiar e querer ser amigo do VIAJANDO (e por ter esperado).

‘’Amigo é coisa para se guardar, debaixo de sete chaves, dentro do coração…’’ Diz o Milton Nascimento; e eu vou segui-lo.

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22 de março de 2015 0

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Santa e os seus engenhos de farinha

21 de março de 2015 Comentários desativados

engenho

 

Reencontrei algumas notas feitas numa manhã que fui a um engenho de farinha (farinha de mandioca) em Floripa.

Sim, hoje ainda há sobreviventes da atividade; proprietários de engenho movidos à tração animal, mas que também podem ser tocados à eletricidade. ‘’É diferente porque alguns são móveis. Em vez de trazerem a mandioca, nós levamos a máquina’’ – dizem eles.

‘’Ligamos na tomada ou no motorzinho estacionário que toca a engenhoca toda. Cobramos por produção.’’ O seu Zico se atreve a denunciar que o motivo do abandono das tafonas foi político; uma forma de pressão para favorecer os grandes. Começaram a pedir piso de cimento e azulejo nas paredes em atafonas de sapé. A reforma custava mais que o prédio. Seu Zico vive, nos dias atuais, às custas de seu engenho itinerante e reclama da falta de apoio. ‘’Às vezes eu consigo instalar o engenho junto ao Mercado Público, para os forasteiros verem. Mas é por pouco tempo, só nos eventos ou comemorações. Agora tenho a agradecer a UFSC pela força que estão me dando. Está difícil continuar vivendo desse jeito. Mas mesmo assim vou tentar levar a atividade até o fim de meus dias. ’’ Observa, emocionado. As lágrimas rolaram e eu parei com as perguntas.

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Isto é que é mico

14 de março de 2015 Comentários desativados

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No sábado passado, a uma semana, portanto, fomos a um lugar que comemos muito bem, mas pagamos um mico (um mico enorme, quase um King Kong). Chegamos para almoçar com dois casais convidados, um deles amazonense de nascimento e formação, e sempre saudoso dos pratos de sua terra; aqueles peixes deliciosos e com temperos que só tem por lá. Nós no Rio sempre repetíamos ‘’vocês têm que ir ao Rio Grande, temos um restaurante que a dona casou e morou por lá, etc, etc.’’

Bem, o dia chegou e nós cumprimos a promessa: os levamos ao House Café, do qual somos clientes (o nome não diz bem o funcionamento da casa). Só que chegamos lá sábado às 13h, ou seja, com 24 horas de atraso; no sábado, ao meio dia o restaurante nem ia abrir.

Bem, fomos recebidos pelo pessoal da limpeza, que obviamente não sabia o que fazer. Enquanto falávamos, chegaram os donos vindos do Super, que é do outro lado da rua (Dona Laura, 19). Chegavam com as compras para um evento de 70 pessoas naquela noite. Ela, a proprietária, nos ouviu e não levou dez segundos para se desculpar de um erro que não sabemos de quem foi (provavelmente nosso). Serviu-nos uns belisquetes, champanhe, é claro, para aliviar a tensão e, em 40 minutos, nos serviu um excelente almoço, só para nós, oito pessoas. Ninguém entrou e ninguém saiu. A casa é agradável, tem cara de casa, não de restô. Até o amazonense convidado, que promovemos a cacique Arthur, que é bom de forno e fogão achou o pirarucu ótimo. E estava mesmo, foi opinião geral, 8×0. Saímos da garagem (sim, tem estacionamento) pouco antes do evento da noite, tudo na maior tranquilidade.

Obrigado, Ana Celina, obrigado José Renato.

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Seychelles: paraíso terrestre - II

13 de março de 2015 Comentários desativados

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As ilhas Seychelles são ricas em plantas raras. Como estão logo acima de Madagascar, que é chamada de A Galápagos das plantas. Sobrou também para as Seychelles, uma das quais é o coco-do-mar, nativo de Praslin, que cresce no Vallée de Mai. A sua semente é a maior da natureza e deu lugar a muitas lendas quando foi levada pelas marés até as costas da África, Índia e Indonésia. Na época, pensava-se que os seus frutos cresciam debaixo do mar. As ilhas ficam fora da faixa de ciclones, mas recebem as chuvas das monções entre novembro e fevereiro com os ventos de noroeste. Esta época quente e úmida dá lugar a um período mais fresco cujas temperaturas raramente descem abaixo dos 23º C e o mar se agita enquanto os ventos sopram de sudeste (de maio a setembro).

Chegamos lá partindo da África do Sul ou do Quênia, não lembro, e voltamos no circuito inverso e com mais uma semana em Reunion e Maurícios, também encantadoras.

Chegamos sem planejamento nenhum. Nos primeiros 3, 4 dias quebramos a cara. Era a semana da Páscoa; é que nós havíamos ficado em Nairobi bem mais tempo que o planejado. Ficamos assistindo o Rallye do Quênia, onde participava a equipe Auto-Union (da qual fui piloto), e na ocasião quem guiava para a fábrica das 4 argolas era a campeã mundial Michelle Moutton. Era a primeira prova do ano, e como é da tradição, cada fábrica fazia uma festa, e assim era, festas e mais festas – coquetéis, para falar mais corretamente – da apresentação do novo carro, nova equipe, etc.

Foram umas 4 ou 5 em clubes tipo country. Espetaculares. Bem depois chegamos em Seychelle e não encontramos nem carro para alugar, e fomos dormir em um muquifo de última (muquifo mesmo), com banho de mangueira, e no ‘’jardim’’. Vexame total e era a primeira viagem feita com a Eliana. Aí é que eu me dei conta que na minha vida eu teria também b.E e a.E :before Eliana and after Eliana

Mas o certo é que por alguns dias em Seychelles, qualquer mico vale a pena.

 

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Caros Faceiros, socorro!!!! E feliz ano novo.

08 de março de 2015 Comentários desativados

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Como sabemos, o RS e o Brasil começam o ano depois do Carnaal! Skindô! Skindô!

Pensando nas nossas mazelas, não sei porque devemos dar aos concorrentes, seja do BRICS, seja os do Cone Sul, tamanha vantagem; dois meses por ano Este é o meu pensamento.

Mas até grandes empresas fazem isto. A Oi! de quem sou usuário, parece que não ligar para isto, pois estou a duas semanas sem telefone fixo.

Como divido com vocês do PUXADINHO e do VIAJANDO, alegrias de viagem, bons pratos da Confraria, alegrias das férias, e também tragédias como a do Charlie Hebdo, passarei a contar e publicar diariamente o número de dias que o Graham Bell aqui da mesa está calado.

Antes que me perguntem se paguei a conta, já digo que sim. Se já chamei o meu amigo Ivan para verificar a parte interna, também.

Só falta pedir o apoio de vocês, que como eu são tratados com desconsideração total pelas ‘’telefonias’’. E ouço isto todos os dias, leio também nos jornais todos os dias.

Portanto, se aparecer na sua telinha um telefone enorme, fui eu que botei. O número ao lado, é de dias que estamos sem o fixo. Ainda não coloquei mais nada, mas é claro que já estou pensando na família dos diretores…

Se não tiverem o que fazer, por favor, colabore comigo e com as vítimas da Oi!

O número deles é: 0800 031 0800.

E o do mudinho aqui de casa é: 3249 1381.

Desde já, obrigado. Quando acontecer com você, lembre que o VIAJANDO e seu PUXADINHO estão às suas ordens.

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22 de fevereiro de 2015 Comentários desativados

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Cervejas belgas artesanais - III

19 de fevereiro de 2015 Comentários desativados

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O que exatamente torna tão boa a cerveja artesanal? Será porque a sua magia não pode ser reproduzida em lugar nenhum? Para os conhecedores de vinho, essa pergunta pode parecer ridícula; é óbvio que um bom Chianti da Toscana é produto de vinhedos cultivados numa região específica. Mas a cerveja é diferente. Seus ingredientes – cereal maltado, lúpulo, levedo e água – são mercadorias globais. O processo de fabricação é amplamente conhecido, e há séculos que quase não muda. Então, como foi que a Bélgica, país com só 11 milhões de habitantes, tornou-se o berço das cervejas mais divinas já produzidas?

Quando levo aos lábios o copo de uma Saxo, uma exclusividade da Caracole, a espuma espessa exala um aroma surpreendente que me faz lembrar o que torna a cerveja belga tão especial. O cheiro picante e frutado dá lugar a uma explosão de sabor, ao mesmo tempo terroso, herbáceo, amargo e com toques de mel. Uma sutil doçura caramelizada exala o cheiro de lenha queimada. Para mim, uma bebida dessa complexidade nem parece cerveja; é um néctar. Assim é que devia ser.

Caso se possa chamar assim, a Meca da cultura cervejeira belga é um mosteiro isolado, 250 quilômetros a noroeste de Falmignoul, onde entusiastas se reúnem para provar a Westvleteren 12, um néctar marrom-escuro considerado por muitos a melhor cerveja do mundo. Mas, enquanto subo até a Abadia, percebo que o mais próximo que chegarei dos monges será olhar, cheio de vontade, os três metros de altura do muro de tijolos que os cerca.

Ali chegando, ocupo uma mesa no café ao lado, lotado, e o único lugar onde nós, leigos, podemos provar a rara cerveja no barril, com a sua riqueza de passas e caramelo e o dobro do álcool de uma cerveja comum. Aliás, 4,70 euros por uma caneca da melhor cerveja do mundo parece um preço razoável.

Bem, amigos blogueiros e cervejeiros, gostei do artigo. Só para não ultrapassar a pesagem, no aeroporto rasguei as páginas da revista…o fim do artigo foi junto, mas eu estou tão curioso como vocês para saber como o Erin Millar o terminou. Se algum de vocês conhece o texto, ou sabe como termina, por favor, mande para o VIAJANDO POR VIAJAR. Publicarei sem falta com os créditos e um muito obrigado. Peço desculpas a vocês, e, quanto aos monges belgas, espero que me absolvam.

 

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