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O cupim nosso de cada dia

11 de fevereiro de 2016 0

Flávio, você não é o único que se queixa daquele bichinho que você chama de fzeysrgshjgafvfeha gfu, mesmo sem conhecer a mãe deles. Não é só com o seu escritório. O F.D.P. está comendo também o madeirame do forro e telhado da minha casa e pelo jeito está liquidando com o Brasil e tudo o que não foi liquidado pela turma que está no poder.

Sou prof. universitário, por isso te peço, não publique o meu e-mail, se quiseres falar comigo estou as ordens (deu o fone).

Estes dias li do Ministro da Saúde, que enquanto deputado federal não fez uma só publicação ou pronunciamento, que estamos perdendo a luta contra o mosquito. Pois bem Flávio, sou do ramo e devo te dizer que estamos perdendo todas as outras batalhas também, a da educação que conheço melhor, é um caso perdido, a da segurança, a das estradas, a da delinquência juvenil e também a do bichinho que tem nome até sonoro: Aedes e deve vir do Egito, ou seja, bem próprio para o carnaval. Lembras? Viemos do Egito e muitas vezes tivemos que rezar Alah! Alah! Meu bom Alah!

No mês passado houve um dia que a “revoada” dos cupins foi em toda a cidade, o que prova que estão muito bem de saúde e que para o ano vão comer o resto do meu telhado e provavelmente do seu escritório. O que fazer? Ainda não comecei a luta, até porque o Sartori que pegou o Estado falido, como aconteceu com o Rigotto, não tem me pago regularmente.

Te escrevo na realidade para pedir um favor e se souberes de algum produto eficiente ou de alguma empresa que faça um bom serviço por favor me avise, antes que o telhado caia na nossa cabeça.

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Uma Paris que a gente não conhece-II

09 de fevereiro de 2016 0

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Com tantos hermanos nos visitando neste verão, podemos até falar um pouco mais do tiroteado Bataclan, que certamente influenciou a nossa querida Buenos Aires.

O Bataclan, agora ainda mais famoso, tem longo passado. O estabelecimento foi classificado como monumento histórico. Construído em 1864, com o nome Grand Café Chinois – depois, Théâtre Bataclan. Em 1926, foi transformado em cinema e, no final dos anos 1960, voltou a ser uma sala de espetáculos. Seu nome é uma referência mundial, tem uma história que chegou a América do Sul e a sua então “capital” Buenos Aires. Pelo menos é o que presumo, pois quando ouço o tango Garufa, um clássico que segue sendo ouvido até hoje, e que o google me diz que é de 1927, no seu penúltimo verso diz:

“Caes a la milonga en cuando empieza

Y sos para las minas el bareador

Sos capaz de bailarte La Marsellesa

La marcha Garibaldi y El Trovador”

Claro que é uma gozação a um falso malandro, que de madrugada “despues de um caf com leche y uma ensaiamada” (sanduíche), vai pra casa sozinho mas se achando…. “Yo soy un rana”. Fenomenal!

No primeiro verso outra referência: “ Tenes mas pretensiones que Bataclanas?” O que é Bataclanas? É bem provável que você, mesmo sendo fluente no idioma dos hermanos não entenda, a não ser que tenha convivido em “El Abasto” ou em algum Conventilo, ou ainda… del outro lado del puente… Alsina.

Portanto se entendeu, não entregue o ouro, pode não pegar bem… quanto a Bataclanas são coristas no “lunfardo” porteño, provavelmente tenha vindo das coristas do Bataclan, quando faziam excursões a então e até hoje “Reina del Plata”, que por sua vez veio da opereta com este nome dado por Jaques Offenbach, situado no Café Voltaire no leste de Paris, bem ao lado do badalado Café de Saint-Martim.

 

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Procura-se

01 de fevereiro de 2016 0

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Só vi o anúncio na noite de sábado e ali por alto. Na manhã de domingo fui até a esquina na tentativa de fotografar o cartazete, os da minha rua a chuva já havia levado, caminhei um pouco e encontrei o segundo que dizia: lixa-se parque e aplica-se synteco. O próximo era a irmã Neusa dizendo: prometo trazer o seu amor de volta em 3 dias.
Se ela falasse em cães eu até teria telefonado, sei bem o que é isso e imagino o que seja para eles. De uma hora para outra sem o carinho dos donos e com todos os demônios voci ferando nos céus. Se nós, com toda a proteção de nossos tetos, portas e janelas nos assustamos, imagina eles. Dois cachorrões, mas tutelados e bem desde seu nascimento.
Estou escrevendo por solidariedade, tenho 6 e sei que pet’s não acessam a internet, ainda não mandaram e-mails, nem receberam WhatsApp, o que mais posso fazer? Meus 6 sentinelas me avisarão qualquer cão estranho que passar por aqui, os fujões tem cara de furiosos, mas são mansos como são todos os cães fora do seu habitat e não afrontados.
Tomara que apareçam, os meus salsichas dividirão com prazer o seu Breack Fast e o seu lanche da tarde até que venham buscá-los.
O anúncio põe vários nomes e telefones:
Celina- 99014901
Gilberto- 99990388
Ana- 81388878
Nelton- 81461122
Genaro- 99432778
Mesmo com atraso, já que o Viajando e o Puxadinho ficaram sem contato com rede desde sexta-feira, lhe desejamos sorte, muita sorte!

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O Carnaval vem aí

21 de janeiro de 2016 0

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E mais uma vez a Rosane de Oliveira tem razão, deve uma prefeitura, um estado ou um país que tem a seu cuidado coisas como: saúde, esgotos e ensino, desviar a sua atenção e colocar dinheiro em festas? A meu ver é preciso eleger as prioridades, mas lamentavelmente não foram todas as que optaram. Dito pela FAMURS, só 94 das consultadas não investiram na folia. E as outras não o estão fazendo de boazinhas, mas por que é ano de eleições e foliões brancos, pretos ou amarelos, caucasianos, africanos ou asiáticos tem título de eleitor…

Se o carnaval dá ou não retorno? É outra estória. Digamos que sim. Ótimo, mas o que nos interessa é o que sai dos cofres públicos e não o retorno diluído em fantasias, apitos, hotelaria, restaurantes, cervejas e caipirinhas.

Eu que não sei, nem nunca soube sambar, me sinto constrangido em tocar num assunto tão sério. Nunca fui um adepto desta arte. Tropeço até no dois pra lá, dois pra cá. Não tenho ritmo. Quando aprendo um passo novo, fico sabendo que não se dança assim há anos. Samba é pra quem tem talento, por isso mesmo, evito a dança, dançando me sinto como um urso amestrado.

Voltando ao assunto, um país que não tem vacinas, nem segurança, deve gastar nesta ou outras prioridades. Vacina por exemplo, não é remédio, é muito mais. Vacina é prevenção, é para cortar alguns males pela raiz.

O Rio, cidade que representa o máximo do carnaval, deveria dar o exemplo e proceder da mesma forma: quem quisesse patrocinar o carnaval que o fizesse, nada contra, desde que com o dinheiro do próprio bolso, e não com o dinheiro público.

Lembram que o carnaval era quase o mesmo e o patrocínio da Pepsi-cola?

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Aos amigos que me pedem memórias

10 de novembro de 2015 0

Eu gostaria de escrever bonito como meus companheiros do Face, mas me convenci que não sou bom nisso, desculpem. Se fosse, escreveria o livro que alguns de vocês me pedem. Eu sei que há ghost writers e revisores “mas não quero ser mais um bosta que escreve para ser corrigido e pior… não lido” (a frase é de um acadêmico que li e me lembro até hoje).

Não é nem isso, reconheço que tenho quilometragem, mas não sou criativo o suficiente (tem gente que escreve o dobro sem ter ido a lugar nenhum… que inveja!). Só escrevo de lugares que já fui ou de encontros que participei e ainda com dúvidas, não tenho é perfil para escrever 20 ou 30 capítulos começando por: então eu fiz, eu fui ou, eu ouvi, sempre na primeira pessoa.

Considero o pedido um elogio e agradeço de coração. Confesso que até já fiz uma tentativa, fiz alguns relatos que foram “copidescados” com correção, mas ao lê-los depois de algumas semanas, surgiu um sinal de alerta: ele que não era Gogh (fantasma) assinaria o texto, mas não é um viajante e isto transparece. Em livros de viagem se aceitam textos confusos, erros, enganos, etc…mas sempre com o espírito de viajante.

E como cada um tem a sua linguagem, o seu estilo e até seus erros, é como se eu tentasse escrever sobre economia, horóscopos ou…fusão nuclear.

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Fabrício, muito obrigado...

19 de setembro de 2015 0

Pelo que imagino, depois de tantas viagens e mergulhos, você deve estar criando guelras. Acho que todos os que leem o Blog estão invejando tuas horas de sol com golfinhos e tubarões bem alimentados.

Deves ter experiências ótimas e casos curiosos, se quiseres compartilhar com o face, o Blog está às ordens. Também me estimularás a ir um dia, quem sabe com o grupo de vocês.

Abraços

Flávio

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(Recebido) Estimado Flávio....

16 de setembro de 2015 0

Lendo seu blog subentendi uma tentativa de desculpas por nunca ter ido até o nosso belo arquipélago. Tens razão, entendo teu pedido. Também demorei a ir, só depois de ter me tornado mergulhador é que fui. Indo com grupos especializados e com algum apoio da marinha o preço se tornou favorável, até uns 10 anos atrás ainda usávamos as construções feitas pelos americanos em 1942 (porque precisavam de um apoio bem ao leste para ajudar a patrulhar o Atlântico) nos levávamos lençóis e anti mosquitos e anti baratas, veneno para ratos, faziam falta também mas era proibido, aliás, a pista também foi feita por eles. Mas isso hoje é passado e as ilhas ainda continuam belíssimas, cheias de atobás, gaivotas, tartarugas, golfinhos e… tubarões não famintos, além de atraentes pousadas.

Hoje, instrutor que sou, fiz dezenas de viagens e sigo fazendo. Como leitor do Puxadinho do Del Mese, sei que você andou em muitos lugares, vá também a Noronha. Você vai adorar!!!

Abraços

Fabrício

 

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Meus caros amigos

11 de setembro de 2015 0

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Desta vez escrevo aos amigos de olho no olho, é que mais uma das minhas imprevidências acaba de ter um desfecho não esperado nem surpreendente, mas daquele tipo que só deveriam acontecer com os outros, que é como eu pensava. Pois bem, a minha agenda eletrônica que já me acompanhava há uns 20/25 anos não quer mais me acompanhar: apagou sem dar um aviso sequer.

Já mandei para o representante da Cassio aqui em P.A. e as notícias não são nada boas: consertaram a agenda, mas os dados vão pra cucuia. Ora! É claro que os nomes e os números são mais importantes que o objeto, mas…

Lembro que fascinado com a novidade a comprei dos “Mea Sharin” de trancinha, roupa preta e chapéu de feltro, na 46 em Nova York. Lembro, porque foi quando fotografava para slide show que se chamou de Nova York-Nova York, mais ou menos um século atrás. Só o que sobrou é o que tenho no celular, o que não é muito.

No computador devo ter o e-mail de bastante gente, mas como ele ficou uns dias na UTI é bem provável que… muitos tenham desaparecido. Também encontrei duas agendas antigas… os telefones ainda tinham sete dígitos e alguns seis. Entre as que encontrei, uma com um cartão de aniversário da Susana, que ainda não era Espindola e hoje tem até uma netinha!

Portanto, se você é dos amigos que conversamos via Graham Bell como faziam os antigos, perdoe-me alguma não resposta e mande-me os seus números atuais, e aos outros, desculpe a chatice de ter que ler sobre a imprevidência dos outros, mas entenda, perdi números telefônicos do Alaska a Mongólia… quem sabe lendo isto você não repita o meu erro.

Mil desculpas…

Flávio Del Mese

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Meus caros amigos

08 de julho de 2015 0

Perdoem-me a inconstância das postagens nas últimas semanas.

É que o meu home-office sofreu uma parada involuntária. A minha auxiliar passou num concurso e o meu teclado emudeceu. Textos eu até tenho prontos, a maioria sobre as loucuras do Oriente Médio ou as atrapalhadas da Grécia, que ao meu ver, jamais deveria ter sido aceita na comunidade europeia junto com a Alemanha, França, Bélgica e Holanda.

Quem sabe até viesse bem uma união mais ao sul, com Chipre, Malta ou Creta em que pese, pelo que se lê, esta última está cheia de cretinos.

A Magna Grécia do passado não está com toda essa bola, ainda mais que embarcaram numa olimpíada como nós embarcamos na copa do mundo e nós, já estamos pintando de branco os nossos elefantes vazios ou quase. Imaginem a Grécia, cuja população deve andar entre nove a dez milhões de habitantes, quem vai encher os estádios?

É obvio que gostaria de estar enganado, mas também não gosto nada de ter que pagar esta conta.

Bem, não escrevi este recado por mau humor. Pelo contrário, a partir de segunda-feira assume o escritório a Veridiana, bióloga de profissão e portanto, habituada a tratar com dinossauros como os do Spielberg e com um da Lomba do Asseio, que até hoje não sabe mais de duas operações e isto no tablet. Até agora só o que sei que é muito simpática. Seu nome é Veridiana e tenho quase certeza que é a própria da literatura gaúcha e que quem a mandou foi o espectro do Érico, portanto não deve estar errado.


Abraços

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21 de junho de 2015 Comentários desativados

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