Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Sem categoria"

África do Sul e a Table Mountain

24 de julho de 2016 0

Table_Cloth_on_Table_Mountain_-_flickr_pic_(mar_27)

É impossível andar na Cidade do Cabo sem olhar para a Table Mountain, ela está sempre ali, à espreita e o paredão limita a cidade de um lado. Pode-se subir os 1.000 metros de altura de teleférico ou a pé e tem mais um monte de coisas esquisitas. Estive na África do Sul mais de uma vez, e gostei sempre. A Table Mountain, que falamos, vem com toalha e tudo e que tem uma hora à tardinha que uma grossa nuvem vem do lado oposto e a cobre como se alguém estivesse estendendo a toalha. A nuvem é densa e tem o tamanho da gigantesca pedra e fica parada sobre ela, ou até acho que foi criada para ela. Na Garden Route, que é o nome da estrada até Port Elizabeth, pare em Hermanus e na Marine Dynamics você pode comer um lanche de file de jacaré ou avestruz, a omelete que vem junto também pode ser de ovos de avestruz. Depois do almoço você pode entrar em uma jaula com mais um ou dois amigos e esperar que tubarões brancos que moram por ali venham dar uma olhada em e você. Basicamente não somos o prato preferido mas é bom não colocar as mãos pra fora. É um aquário só que ali o peixinho vermelho é você.

Próxima parada: Plettenberg Bay,um stop para um bungy jump com 216 metros, ou seja, saltos no abismo, só em vê-los já dá um frio na barriga. Como você vê se há coisa que não falta na África do Sul são estímulos para a sua adrenalina.

Andando pela Garden Route paramos em um pequeno “belvedere”, só o que se via era um navio de passageiros com uns 70/80 metros que o vento e o mar empurraram para uma praia com rochas. Um navio encalhado há tempo, todo enferrujado, que olhando da estrada até parecia um filme hollywoodiano e fica-se sabendo que ali faziam festas ótimas, com bandas ao vivo e tudo, menos para sair, pois só era possível na próxima maré. Paramos pois já havíamos ouvido a sua estória, um grupo fazia ali estas festas que são avisadas algumas horas antes. Centenas de passageiros dançantes iam para a festa não tinha hora para terminar pois só se podia alcançar a areia na próxima maré.

 

Bookmark and Share

Miami

23 de julho de 2016 0

 

IMG_2418

Quando numa roda de amigos se fala em Miami alguns chavões são esperados. Tugúrio de aposentados ou de ricos que fogem do frio do norte. Atrações além do sol e das praias muito poucas. Mas este tempo foi passando, os conflitos na América Central e as convulsões sociais na América do Sul levaram muita gente para lá e hoje também canadenses resolveram se aproximar do equador. Mas isto aconteceu em ritmo americano de uma cidade que só oferecia emprego, e basicamente só na área turística. Hoje todas as analise deixam claro que é o estado e a cidade que mais cresce nos EUA. Por isto Miami ampliou muito sem deixar de ser a meca das compras para ter o seu repertório de atrativos. A s artes hoje são o principal eixo dessa mudança e a explicação para isso? A expansão do fenômeno Romero Britto. Com lojas, lojinhas e grandes pinturas em endereços importantes. Conseguiu superar uma fase de ilustrador para se tornar realmente um pintor. Mesmo com um prestigio limitado a sua conta no banco cresce vertiginosamente e o número de lojas, lojinhas bem como vitrines de galerias cresce enormemente. No voo de volta dezenas de viajantes carregavam suas vistosas sacolinhas.

Bookmark and Share

A fruta do fim do ano

22 de julho de 2016 0

images (4)

O Viajando e o Puxadinho ficaram tão satisfeitos com o índice de leitura do assunto “Azeites” que me estimularam a escrever sobre outro produto, também europeu muito consumido aqui. O nosso país gasta um caminhão de divisa importando da Europa ou nos últimos 20 anos do Chile.

A noz ou as nozes e ai já temos dois tipos básicos, que a Tomaselli tentou me explicas as que se come e as que não vale a pena juntar do chão.

Bem há muito tempo atrás tive a sorte de numa janta sentar ao lado do Geraldo Linck, bom papo, navegador, viajante e soube naquela noite: plantador de nozes pecã, a noz americana. Eu sabia muito pouco do assunto, como até hoje. Ele prometeu me avisar quando fosse até a fazenda perto de Cachoeira. Eu já tinha até esquecido até que um dia tocou o telefone. Era o Geraldo que me disse: Vou amanhã queres ir?  Claro eu sim, respondi. No dia marcado, as 7h da manhã, passou na minha casa já com um livro, que guardo até hoje com uma dedicatória carinhosa. Aprendi na viagem mais sobre nozes do que tudo o que havia lido: era segundo Geraldo, uma cultura que prometia bons ganhos. E era verdade, cresce ano após ano, mas sem muito alarde. Nós do sul somos os maiores produtores. A noz aqui ainda não é habito alimentar mesmo com conselhos médicos só é usada nas festas de fim de ano.

Ela integra a classe das frutas secas, como castanha e amêndoas, tem um volume comercial ainda pequeno e pouca representatividade na mesa brasileira por isso tem um valor muito alto.

Quem sabe plantem pouco por que a primeira colheita é só a partir dos 5 ou 6 anos e a produção plena se faz aos 10 anos e são necessários insumos tipo calcário, adubação e corretivos. Mas o resultado compensa: o mercado nacional está aquecido, os maiores produtores, Estados Unidos e México, vendem boa parte das suas safras para a China, maior comprador mundial. Um hectare pode gerar 4 toneladas. Com o preço médio de R$15.000 o quilo, a renda atinge R$60 mil por safra, um ótimo negócio e a produção chega a 60 quilos por nogueira. É comum consorciar com outras culturas como o milho ou o feijão e também a criação de ovelhas na mesma área das nogueiras.

Antes que vocês perguntem como estou entrando nos hortifrútis eu explico. Como filho de italianos do Norte comemos muitas nozes desde criança e o preço está cada vez mais alto, já ouvi várias explicações mas a única que acredito é a do chamado “custo Brasil” que inclui impostos altos, leis sociais frequentemente absurdas e quem sabe uns pixulecos…

Bookmark and Share

Azeites de prima spremuta

21 de julho de 2016 0

oliveira.690x460

A nogueira é do hemisfério Norte e a oliveira também. Porque nunca foram plantadas aqui é uma incógnita, especialmente a oliveira que sem entrar em detalhes poderia ser plantada de norte a sul do Brasil. Basicamente as melhores são sempre próximas ao Mediterrâneo mas produzem bem na Califórnia, na Austrália, na Argentina e Chile também. Ultimamente no Uruguai e no Rio Grande do Sul é curioso que um produto como este tenha ficado esquecido num país que tem 8 milhões de Km². É usado de norte a sul do Brasil e tem até um nome próprio: Azeite. Os outros são óleos e a procedência tem que vir ao lado, de girassol, de milho, de soja etc. O de oliva é só dizer: azeite e já se sabe o que é. E se sabe também que é o produto mais falsificado do mundo e é bom que seja dito que o Paraguai não tem nada a ver com isto (ainda), sua falsificação é tão antiga que há na Itália uma associação que controla só azeites e a sua fundação é do ano de 1300, ou seja, quando aqui ainda reinava o Juruna e sua tribo. Um colega de confraria é sócio da organização e frequentemente nos brinda com verdadeiros tratados sobre qualidade, acidez, tipos de azeites, data de fabricação, páginas e páginas mas também sobre a falsificação. E se você acha que os falsificados têm aquela imagem de aparência “descuidada” posso dizer que não é bem assim, quem vende um produto não genuíno faz também garrafinhas bonitas com belos rótulos aspersor de plástico para gotejar etc. E um detalhe importante: falsos ou legítimos, nenhum dos fabricantes coloca, como nos vinhos, a data de “spremuta” e de envaze, ambos de grande importância pois a acidez muda com o tempo. Aliás fieis leitores vou falar com o “Barbadinho” que é como chamamos o “Caporale” para que me ceda o material da associação. Mas lembrem-se, ele não é um dos fundadores.

Bookmark and Share

E o telefone só diz tu tu tu

20 de julho de 2016 0

praça vermelha russia

Meus amigos se queixaram que ficamos sem o “whats” e que também não é a primeira vez. Qualquer juiz pode parar milhões de comunicações com o mundo inteiro e cada um tem alguns exemplos. Eu sempre fico em dúvida é aquela história do meio e da mensagem. O que é? Como é? Pode alguém cortar? Ele ou ela só corta o meio pois você pode mandar a mensagem por outro meio.

Quem mora longe e ainda mais em lomba, como é meu caso, ou quem tem um home office, que também é meu caso, precisa dele muito mais. É claro que há o celular, mas o celular é para outro círculo de pessoas, tem custo mais alto e nem todos o tem. Aliás, celular de terceiros nunca dou a ninguém, se alguém quer ou queria que você ligasse teria lhe dado o número.

Aprendi isto há muitos anos. Apesar de ser inverno eu estava em viagem a Moscou o que comprova a minha inexperiência. Estávamos na recepção do hotel, e um amigo meu de origem russa queria visitar uns parentes, mas óbvio, queria ligar antes. E achar um endereço escrito em letras cirílicas não é bem assim. Naquela época só o pessoal da KGB podia estudar inglês ou francês. Estudar inglês por quê? Se todas as obras importantes do mundo têm tradução em Russo. Era inverno e inverno Russo. Como a moça da recepção só falava um pouco de francês e meu amigo nenhum, tentei ajudar e pedi um guia telefônico. Ela falou: ‘’Guia telefônico? E ela me perguntou o que era um guia telefônico. Eu expliquei e ela surpresa me diz: “Não usamos guia telefônico’’ Ante a minha surpresa, ela respondeu: ‘’Não usamos isto na União Soviética é desnecessário. Se alguém quisesse que o Sr. ligue, ele teria lhe dado o número’’ Portanto, é desnecessário. Bem, aqui não é assim mas bem que eu gostaria que o meu falasse, pelo menos dissesse um oi.

Bookmark and Share

Resposta ao post: Um fim de semana nas montanhas 08/07

19 de julho de 2016 0

pata

Bem, como de habito a Tomaselli respondeu, ela sempre responde, sempre tem tempo com tudo o que faz. Não sei como. A resposta sucinta me deixou ainda mais curioso, diz ela: Há castanhas que se comem outras não. Bem até aí a vaca foi pro brejo com corda e tudo. E fiquei tentando entender a má sorte alimentar dos suínos da região visto que dizem os espanhóis que uma das razoes do sabor do presunto “Pata Negra” é por que são alimentados campo a fora com castanhas. Bem, que o presunto do porco espanhol é maravilhoso não há dúvida tanto que nas bancas nunca mostram o preço do quilo e sim de 100g, e isto antes da subida do dólar. Hoje os compradores devem ser o Cunha o Cachoeira e o Cerveró. É claro que não dá para trazer os porcos para aquelas vilas onde vi as sarjetas e praças cobertas e mais com casas com belos jardins e visitas para as montanhas mas certamente dava para levar a sobras de castanhas desprezadas para os porquetos de primeiro ronco (se há galeto de primo canto deve haver porquetos de primeiro ronco) ainda mais numa região que mesmo abrangendo 3 países os 3 se orgulham dos embutidos que produzem. E os porcos, porcos não, suínos para ficar mais fino, devem saber da responsabilidade que eles têm mesmo contra a vontade de produzirem embutidos de primeira.

Portanto Maria Tomaselli, não sei o que dizer aos FACEiros. Tu eras a minha última esperança.

Abraços,

Bookmark and Share

Caro Horst

18 de julho de 2016 0

DSC_0105

Fiquei sabendo da notícia pelo Eng. Leck e te confesso que me senti órfão, automobilisticamente desamparado. Há mais ou menos 45 anos eu não entro em outra oficina. Atravessava a cidade, passava por uns 20 postos mas ia até para trocar de óleo, na verdade acho que era mais pelo papo, pela gratidão, pela amizade e pelo tempo que aqui ou em SP que convivíamos com as mesmas pessoas que até hoje admiramos. Se hoje eu precisar trocar uma lâmpada não sei para onde ir. Mas não te culpo por querer trabalhar menos o certo é que por temperamento não podemos parar nem tu e nem eu, ficar sem fazer algo, nós não temos perfil para cadeira de balanço e televisão.

Paraste no momento certo, ainda com saúde com o reconhecimento dos teus clientes e amigos e tempo para velejar.

Sempre que ouço o Gelattiere Giordani falando no Templo dos DKWS fico com vontade de pedir um aparte. E dizer que se existe um Templo do DKWS sem dúvida é na Travessa Meteoro 60, templos não tem mais ou menos valor pelo aspecto, pela riqueza, mas por um acumulado energia com o tempo. Órfão não sou só eu mas os fãs da marca e clientes em geral quando fechou a Vemag que é bom que se diga que nunca foi marca de automóvel mas um diminutivo de Veículos e Maquinas Agrícola dos mesmos donos: os irmãos Fernandes e o diminutivo inventado pelo publicitário Ernani Behs.

Uma pena, como o Auto Union seriamos hoje campeões mundiais de várias categorias, inclusive da última 24 horas de Le Mans na semana passada.

No passado houve um início, que também estavas presente na Av. Paraná 2426, mas como o Gelattiere tem paixão pelo assunto, não falo nada. E é melhor nem comentar. O que seria de nós se ele nos barrasse das jantas dos Jurássicos?

Só espero que a porta cerrada da oficina não nos faça perder contato.

O que devo dizer caro Horst, a ti, tua mulher e ao teu filho Ricardo mais uma vez muito obrigado por anos e anos de amizade, bons serviços e um atendimento correto e carinhoso.

Até breve!

Flávio.

Bookmark and Share

Cômico se não fosse trágico.

17 de julho de 2016 0

Brasil, meu Brasil brasileiro….

P1120365

Bookmark and Share

A conta veio regularmente

16 de julho de 2016 0

 

P1120356

Mas a pergunta é. Devo pagar por um serviço que não é prestado?

Estou sem telefone fixo há mais ou menos uns 20 dias e pela 2ª, 3ª ou 4ª vez neste ano. É claro que não é tão grave como era no passado, Além do celular temos a comunicação das redes sociais (não gosto do nome) mas é este o nome que se popularizou.

Telefono para o Banco, já foi pago no debito em conta. Devo tentar receber de volta? Deveria mas sei que estão na Bacia das Almas e que não teria sucesso, mas pensando bem a culpa é minha também, quem mandou participar de uma empresa que é ou era um misto de estatal com uma Cia portuguesa e a família da Silva?

É claro que estou mudando, só não mudei antes por pura preguiça: “mea culpa, mea culpa, mea culpa”, três vezes para deixar bem claro.

É que antes, atenciosos funcionários como o Seu Silvio do nº 5185940175 com gentileza tentava minimizar a falha. O Seu Jeferson do nº 5185855733 também muito educado dava uma esperança e o Guilherme do nº 5185570561 dizia: está programado para hoje as 20h voltar a operar, mas nada acontecia, e agora nenhum dos três números respondem, bem como um dos primeiros sambas gravados pela Carmen Miranda em 1934: Alô, alô responde. Responde com toda a sinceridade… e ouvia tu! tu! tu!

Bookmark and Share

Oportunidade perdida

15 de julho de 2016 0

 

P1120355

Com anos fazendo slide shows conheci uma boa parte de viajantes da cidade que felizmente não estavam lá ontem, a noite ruim os protegeu.

Li na ZH na semana passada uma boa entrevista da Rosane Tremea onde uma pessoa se propôs a falar sobre as ilhas de Spitsbergen onde poucos vão, muito poucos. Só para que você não tenha que consultar o “tio Google” estas ilhas pertencem a Noruega e estão acima da Noruega Continental e das ilhas do Lofoten onde já estive e gostei mas é claro que olhava para estas outras com curiosidade pois são as últimas antes do polo, mais ou menos paralelo 75°. Como você sabe o polo norte é uma ficção, não há terra, é um ponto geográfico convencionado. Em alguns invernos, há gelo, em outros nem isso. Portanto os que não foram, não foi o frio da quinta feira 14 de julho que os afugentou, provavelmente ficaram em casa vendo algum canal francês a grande festa (que acabou em tragédia). Dos viajantes que combinamos só dois apareceram, um médico que por sinal lecionou no IPA e eu ex-aluno. Encontramos lá também o nosso conhecido flautista Aires Potoff que teve o bom senso de após algumas músicas guardar o instrumento e…ir embora.

O patrocinador era um “instituto” cujo o folheto diz que curam e tratam desde problemas no cérebro até unha encravada e tem também um projeto que se chama “Talentos Saudáveis”, para todas as idades e eu acrescentaria de todos os pesos pois nunca vi tantas gordas juntas.

O Professor/médico e eu ficamos ali, ambos com a boa vontade de ex-aluno e professor do bom colégio que foi o IPA, para ser exato, ficamos 45 minutos sem ouvir nada que valesse a pena, ouvimos sim que ele saíra de Passo Fundo e chegou a Porto Alegre, Seu único interesse era aprender inglês mas quando chegou na Europa viu que precisava também aprender francês. Se levou 45 minutos para o trajeto de Passo Fundo a Porto Alegre ficamos imaginando o tempo que ele levaria para chegar naquela ilha próxima ao polo. Pegamos o boné para voltar pra casa depois de uns sushis e sashimis com uma bebidinha a mais afim de refletir como havíamos nos metido naquela arapuca. Bem, acho que curiosidade e boa-fé, nós viajantes provavelmente somos uma raça a parte. Não creio que um dia e vá até lá. Como nas Lofoten ou nas ilhas Aleutas aquelas que saem do Alaska e vão até a Rússia, são sempre pequenas vilas de pesca absolutamente iguais, para me dar conta disto fui até uma delas chamada Duch Harbour que na 2ª Guerra foi bombardeada pelos japoneses. E fui por que nenhum dos meus amigos viajantes me disse isso como estou dizendo. Chateado, irritado, enganado na minha boa-fé.

De Spitsbergen, que era a atração da palestra não ouvimos uma só palavra, do Ártico muito menos e da Noruega nem pensar.

Quanto a uma coisa não restou dúvida: a boa, muito boa entrevista a Rosane Tremea (em 25 de junho) onde hoje sei que prevaleceu o talento da Rosane e não o que diz o entrevistado que segundo ele quer ser um intermediário entre a natureza ártica e o público e seu sonho é fotografar uma orca comendo uma foca, registro raríssimo segundo ele.

Bem, só para encerrar, existem centenas de registros em todas as revistas do ramo e todos na região de Puerto Madryn, na Patagônia, mais precisamente no Golfo Norte ou São José.

Bookmark and Share