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Posts na categoria "Uncategorized"

Esmero masculino à mesa

01 de outubro de 2010 Comentários desativados

Por Clarice LedurTrinta e quatro anos de uma confraria merecem ser bem comemorados. Aliás, até que alguém conteste, é a mais antiga do Brasil.

Como primeiro prato tivemos beterrabas ao aceto balsâmico. Interessante pelo sabor que mescla o doce do tubérculo com a acidez do molho.

Como segundo prato, vieiras ao molho de laranja e anis estrelado - uma experiência singular.

Quer mais?

Uma perdiz desossada com purê de inhame, diferenciada pelo tempero, à base de azeite trufado e um leve toque de alho ao fundo.

Na seqüência, carré de cordeiro confit ao molho de maracujá. Mas não ficou nisso. Como fechamento, uma apaixonante sobremesa - rolinhos primavera recheados com maça e assados ao forno, cobertos com açúcar de pistache em calda de caramelo.  Ficou um retro gosto de quero mais.

Trinta e quatro se passaram, mas o grupo ainda permanece eminentemente masculino, consolidando o projeto ao longo de todos estes anos.

Na época de sua implantação, uma única mulher desfilava ao lado dos confrades, a jornalista Gilda Marinho, figura carismática na sociedade de então. Hoje, convidadas são aceitas nas festivas. Luiz Fernando Veríssimo, Armando Coelho Borges e Paulo Gasparotto igualmente integravam este time de confrades, entre outros nomes e quem dava uma canja quando em Porto Alegre era o Silvio Caldas.

Fácil? Parece mas não é. Talvez o principal segredo que vem regando esta trajetória de sucesso da Bon Gourmet esteja na sua administração e a coesão entre os confrades, bem como na qualidade do que oferecem e criam à mesa.

Parabéns ao grupo de confrades pela passagem destes 34 anos de boa mesa, recheados de criatividade, inovação e bem viver.

É bom que se diga  que as receitas não são secretas. A Confraria editou no aniversário passado o 2º livro onde os confrades contaram estórias e deram suas receitas favoritas.

NOTA DO VIAJANDO: Agrupar tudo deve ter dado muito trabalho a Clarice Ledur, mas valeu. O resultado ficou ótimo. Aceite o obrigado dos confrades.

 Fischel Báril por ele mesmo

Sou de 48, mas modelo 29. Embora a idade avançada, fui sempre conservado num báril de carvalho. Talvez seja isso que tenha me transformado num sujeito calmo. Sou calmo, calmo, mas até certo ponto; quando explodo viro um báril de pólvora. Então fico fora de mim( é quando me torno suportável).

Sou cozinheiro de domingo, mas minha comida é de segunda.

Tenho muitos seguidores, principalmente quando bocejo. Ninguém pode me acusar de nunca voltar atrás; sou humilde o suficiente, sobretudo quando esqueço alguma coisa. Sei que foi Deus quem criou a mulher, mas quem endireitou a minha fui eu!

Sou um escritor com opinião imprópria, barroco em plena era industrial. Enfim, biodesagradável.

Sou tão feliz por morar nesta cidade que até assumi esta personalidade, assim meio porto-alegrinho. É lastimável que um dia eu vá morrer; e não falo por mim...

Reclamações? Me indigno! Reclamem poros astros que regem meu signo.

 Flavio del Mese

Caros confrades

 A idéia de nos expormos um pouco mais foi do Fischel, mas é complicado escrever sobre si próprio.

Só o que me ocorre dizer é que antes de cozinhar o primeiro ovo fui criança alegre e criança triste. Jovem contente, jovem amargurado, homem em busca, homem feliz, homem infeliz, homem justo, homem injusto...

Desde pequeno senti-me inclinado por várias coisas: artes, ciências, spaguettis al sugo, vinhos, Ferraris e pela Costa Amalfitana.

Até que um dia na casa do seu Loro, não, não era um papagaio, mas o dono da casa Cecília Loro e onde provei meu primeiro bom vinho. Aberta a garrafa houve o silencio reverencial que se dedica as boas safras e ao primeiro gole me dei conta que até então estavam me enganando.

Com comida de chef foi semelhante. Um dia, chega ao meu estudio um casal, ela loira ( inteligente, apesar de) e ele um arquiteto.

Depois de muitas fotos, recebo um convite para almoçar. Era o arquiteto na cozinha.

Logo após a primeira garfada tive exatamente o mesmo pensamento: até aquele momento eu havia sido enganado.

O relato é ingênuo, eu concordo, mas sem aquele primeiro almoço não teríamos a janta de hoje, pois sacramentou a vinda de meu ilustre afilhado Fischel para a Confraria Bom Gourmet.

Sorte nossa e bom apetite!

Cidades

08 de março de 2010 0

O texto sobre o meu city tour em Porto Alegre foi escrito sem que eu pensasse escrever uma continuação.
Agora, voltando de Santa Catarina, fico ainda mais chocado com a sujeira que descrevi no texto anterior, e me constrange falar sobre Floripa.
Não do que sempre falamos como praias, pamonhas, caipirinhas, água clara, quente, mas do comportamento de seus cidadãos, que pejorativamente chamamos, os Catarina, os Mané, até de Ilhéus ( quem em português de Portugal é uma palavra pesada, entenda-se, caipira)
Pois bem, chame-os como quiserem, mas a cidade deles está limpa. O lixo está no lixo e não ao redor das cestas coletoras, a grama aparada etc...e uma frase está presente em muitas esquinas: Quem dá esmola não dá futuro.
Me perdoem os aprendizes do Cirque de Soleil que temos em cada esquina e que repetem todos os mesmo show.
Por que estão lá?
Porque alguns, querendo diminuir a sua culpa os estimulam.
Por que as escadas de igrejas estão cheias de pedintes? Eles sabem que a proximidade com Deus faz os crentes abrirem a carteira com mais facilidade.
Por que não doar a instituições responsáveis?
Dizer que a culpa é do prefeito? Não, a culpa é nossa.
Sempre foi assim e quem culpa o poder é quem está na oposição, é atitude política.
Quanto a Floripa, quem sabe eles precisem do turismo mais do que nós, é bem provável, e por isso nós que não dependemos dele, podemos sujar a cidade?
Lamentavelmente o casal de ingleses que ciceroneei por aqui não viu Santa Catarina. Foram embora antes, pelo menos eu poderia argumentar que no Brasil há gente, e cidades de todos os tipos.

Em tempo: O casal mora em frente ao Rio Tamisa, que já foi uma cloaca e hoje até salmões são pescados ali, O 1º capturado, aliás, ainda vive num aquário. É exemplo para todos, portanto, é possível.
Só depende de nós.

Morte em Havana

02 de março de 2010 0

Sou um blogueiro analógico e também por isto algumas postagens saem com atraso.
No caso mais recente, um homem morre de inanição na cadeia em pleno século XXI, e se dá pouca importância.
Um homem preso por idéias, preso por pensar de forma diferente.
Ao contrário do italiano Battisti, Orlando Zapata não cometeu crime algum, não participou de roubo, seqüestro ou motim.
Não houve sangue. Foram suas idéias, diferentes das de seus algozes que o tornaram culpado a uma pena de 56 anos de prisão, (depois reduzidos a 25).
Portanto, acho que o dia 25 p.p, não é um dia de luto para a família Zapata, mas para toda a humanidade.
Sabemos que pessoas eram jogadas e esquecidas em masmorras na Idade Média.
Hoje, em 2010, isto é inacreditável, com um detalhe: essa morte não ocorreu no ardor revolucionário, quando com freqüência são cometidos desatinos.
Isto acontece 51 anos após a tomada do poder, após o sacrifício de duas gerações, e até hoje, a ilha não consegue prover o seu sustento.
Importa 80% do que consome, e a culpa é dos outros... dos EUA, claro.
Seria bom dizer a eles que os italianos e alemães chegaram aqui só com enxadas.
Não me lembro de outro exemplo de tamanha incompetência produtiva e os chefes fanfarrões da América Latina, ainda vão lá pedir a benção.
Jamais algum dos que freqüentam a Ilha, comentou sobre direitos humanos.
O que disseram as autoridades? Disseram que o morto havia causado problemas... e provavelmente para que não houvessem mais problemas...
Antes do enterro prenderam mais 100 pessoas.
Quem carregou o caixão foram policiais.
A família assistiu de longe.

Idéias alheias

01 de março de 2010 0

Recebo da minha amiga e leitora essa carta aberta ao jornalista Flavio Tavares e a publico na íntegra.

Caro jornalista Flavio Tavares,

Acho que falando com o jornalista e não com o ex amigo tenho mais liberdade de contestar.
Não sei o que frequentas mais atualmente sBúzios ou Porto Alegre, mas faço te uma pergunta:
quando foi que ultimamente nas ultimas decadas tens tido a alegria de ver o cais do porto?
Será que o muro que o cerca te lembra alguma coisa e queres que fiquemos eternamente com o cais escondido atras do muro??? Acho que há comparações melhores para nosso cais que Saigon...
Só nas questões energéticas que o governo Lula é inconsciente?
Sugiro que no próximo artigo analises a morte por greve de fome de teu companheiro cubano, ou será que esqueceste o que é ser preso por razões políticas? Aqui havia quem pedisse a tua liberdade, e em Cuba quem pede a liberdade dos presos plíticos? E o teu ídolo Lula vai lá e como comentário só tem a "lamentar"?
Caro jornalista, não esqueça teu passado, há causas mais urgentes a defender que o cais do porto de Porto Alegre e os indios. Será que já pensaste no quantidade de velhos deste pais que depois de trabalhr uma vida inteira tem uma aposentadoria miserável? Já pensaste em te engajar numa uma campanha anti violencia?
Queres atingir a quem, ao Fogaça e prestigiar o Tarsso? Ser amigo do Lula?
Flavio não te reconheço ultimamente. Lamento te escrever isso mas como não sou uma voz solitária, há muitos compartilhando minha posição, me atrevo a te enviar este recado.

Um abraço Eva Maria Boeger

City tour em Porto Alegre

26 de fevereiro de 2010 0

Recentemente, com um casal de amigos europeus, percorri a cidade.
Gostaram do hotel e dos shoppings (não fui eu que os levei).
Comeram bem, tomaram vinhos nossos que os surpreenderam, adoraram a serra alemã e ficaram impressionados com a região dos vinhateiros, a industrialização (ele é industrial) de Carlos Barbosa, Bento Gonçalves, Caxias e Flores da Cunha.
O roteiro urbano que fiz é o que nós todos sempre fazemos com forasteiros.
O único problema foi ...o que dizer ao não parar para fotos no morro da TV? Iríamos perder o por do sol, etc... em algumas situações tive dificuldades em arranjar desculpas.
Até me surpreendi com minhas qualidades de guia.
Meu único erro, pelo menos que assumo, foi levá-los, mesmo que de automóvel para a beira do Guaíba.
O horário foi mais ou menos calculado. Ao chegar lá, porém, não os impressionou o cantado por do sol, mas o descuido da nossa orla.
Lixo em quantidade, mato crescendo, árvores tombadas (literalmente), moradores de rua com barracas, galhos caídos e plásticos em quantidade.
Carroceiros recolhendo lixo e revirando as lixeiras de uma casa atrás da outra e deixando o que não lhe interessa espalhado na calçada.
A impressão que ficou? Não sei. Gente educada...não contam exatamente o que vai na sua cabeça.
Mas a meu ver a impressão deve ter sido essa: o que é privado é cuidado, o que é estatal, municipal ou coletivo é bom nem comentar.
Nunca foi melhor ou pior.
O Brasil é assim. Achamos que ser limpos é tomar banho diário etc...
Dizemos até que o saudável hábito foi assimilado dos índios, nos trópicos, etc...Deve ser verdade, até alguns anos atrás, achar um banheiro confortável em hotéis médios na Europa, era uma tarefa para o Sherlock Holmes ou seu amigo Watson.
Da forma que agimos os prefeitos vão ter que colocar um gari ao lado de cada cidadão. Eles tem culpa pela grama não aparada e ervas de tamanho amazônico, agora, pela sujeira, temos que assumir, a culpa é nossa.
Restringir limpeza, a higiene pessoal é fechar os olhos.

Gigantes flutuantes

23 de fevereiro de 2010 0

Cada vez que alguém me conta sobre um cruzeiro marítimo, tenho vontade de beliscá-lo só para ver se não está sonhando.
Em seguida, me convenço que ele não está. Eu é que estou custando a me convencer que aquilo tudo existe.
Fiz duas viagens de volta da Europa de navio. Gostei, mas na época um barco era um barco. Claro que tinha comida, restaurante e piscina. Se dançava no bar e era tudo divertido, mas como disse, um barco era um barco.
Hoje são shoppings centers, com cassino, academias de ginástica e cinemas. Parece um sonho da classe operária chegando ao paraíso (como no filme).
Os gigantes do futuro, já não terão apenas ruas, mas rodovias, taxis, até lotações, para que se visite algum outro passageiro.
Os passageiros poderão alugar carros e viajar por estradas cênicas que circundarão campos de golfe, vinhedos e montanhas artificiais.
Em alguns desses navios, será possível praticar esqui alpino, com neve de verdade. Não há limites para esse crescimento, a não ser o próprio limite dos mares.
Como otimista que sou, imagino que até lá, os projetistas navais terão desenvolvido a idéia de criar enseadas, praias e até mesmo portos, encaixados em algum andar da embarcação, sem ter que descer em ilhas subdesenvolvidas.
Já vi praias, praia de verdade com areia, água, ondas, guarda sóis etc...num shopping no Canadá, acho que em Edmonton( dizem também que é o maior shopping do mundo, e deve ser).
Portanto, não vejo porque não ter tudo isso embarcado, sem a chatice de descer em ilhas, e ser recebido com bandas de calypso, dançarinos, dezenas de taxistas querendo levá-lo em um tour pela ilha, e claro que parando na lojinha de um primo, que faz desconto especial.
A opinião não é minha, que nunca fiz um cruzeiro, mas da minha mãe que nos seus últimos anos embarcava em Montevideo com ida e volta, ou seja, um cruzeiro na ida e o mesmo na volta, sem ter que descer do navio, sem arrumar mala, trocar cabine. Com quase 90 anos e fluente em italiano, era tratada como uma rainha. Só viajava em navios italianos.
Como disse antes, ainda não fiz, mas está nos meus planos, para quando as malas começarem a pesar demasiado.

Montevideo na medida para o fim de semana

19 de fevereiro de 2010 0

A cidade leva pelo menos uma vantagem indiscutível: é compacta, ou seja, cabe direitinho numa viagem de fim de semana.
Quarenta e oito horas na cidade são suficientes para você descobrir muitas qualidades.
O táxi em Montevidéu funciona com tabela, mas é barato. Corrida entre Pocitos e o centro sai em torno de 100 pesos ( 9 reais).
No sábado, chegue antes do meio dia na Cidade Velha (Ciudad Vieja), para pegar o comércio funcionando.
Tente se encaixar numa das visitas guiadas ao Teatro Solís, inaugurado em 1856 e restaurado há pouco tempo.
Do teatro vá até o Mercado Del Puerto, um mercadão transformado em lugar divertido para comer um assado.
Consiga um lugar ao balcão. Peça uma cerveja Patrícia ou um médio y médio, espumante misturado com vinho branco, e assista ao espetáculo do assador preparando as carnes na grelha inclinada: cada corte no seu devido lugar.
Domingo é dia da feira da calle Tristan Narvaja, onde se vende de verduras a antiguidades. A maior atração, porém, são os clientes, que conseguem fazer suas compras sem largar o mate.
Sua última parrila pode ser no balcão da Pulperia, em Punta Carretas, perto do belo monumento, um lugar que não costuma ver turistas.

E agora, quem tem razão?

18 de fevereiro de 2010 0

Está difícil de entender. Alguns recomendam que só se coma vegetais tipo, pepinos, rabanetes e arroz integral.
Até pouco tempo davam as vacas, boa parte da culpa pelo aquecimento global.
Agora leio na revista TIME que se vaquinhas e boizinhos forem alimentados com capim, eles podem ter um papel importante na reversão do aquecimento global.
Portanto, salve o planeta: coma mais carne, deve ser a nova ordem.
Quem diz isto é Eliot Coleman, que escreveu a bíblia da fazenda orgânica: The new organic grower e Bárbara Damrosh, a colunista verde do Washington Post. E agora? O que fazer?
Remar contra ou a favor da maré?
Como deixar de acreditar em dois "experts" do assunto?
Portanto, por enquanto continue indo a sua churrascaria sem culpa. O pessoal de Nova Bréscia é inocente até prova em contrário.
Já temos a estória da manteiga ou margarina, ovo sim, ovo não?
Por outro lado, leio que as regiões da Somália, Quenia, que sabemos serem infestadas de piratas e assim evitadas por barcos de pesca, fez com que um enorme número de espécies estejam voltando em grandes cardumes.
São as ironias do mundo de hoje, e quem sabe em breve veremos: Junte-se a pirataria e salve os cardumes em extinção.
Quando o cientista inglês James Lovelock desenvolveu a teoria de Gaia, defendeu a idéia que a terra seria uma grande bola pensante e que se auto protegeria com todas as formas de vida existentes.
Acredito e espero que ela se salve e que nós humanos entremos no pacote, sejam quais forem os resultados da segunda reunião de Copenhagen, os conflitos no Oriente Médio, os dólares na cueca e os devaneios bolivarianos do coronel.

Tudo vale a pena

05 de fevereiro de 2010 0

Não iremos fazer postagens a partir de hoje. Voltaremos dia 18 de fevereiro, mas deixamos para vocês uma reflexão, que os ajudará a divertirem-se sem culpa no carnaval.
Não sou leitor de poesias, provavelmente, mais um erro meu, mas li e gostei.
Foi enviado pelo meu leitor, que só se identifica pelo nome de Ricardo.
A poesia é de Ademir Antonio Bacca.

TUDO VALE A PENA

Te permita todos os desejos e nenhuma culpa

Todos os prazeres, todos os sonhos, e nenhuma intenção de despertar

Porque a vida, do jeito que está, não é facil de se tocar

Te permita todas as palavras, e nenhuma desculpa

Todas as viagens e nenhum plano de voltar

Te permita todos os gozos e nenhum pudor

Deixe que a paixão te abrace do jeito que vier

Porque a estrada da felicidade, a gente nunca sabe

Onde começa e nem onde vai dar.

Dachshund, o nosso popular salsicha

04 de fevereiro de 2010 0
  • A raça tem mais de 100 anos e divide-se em nove tipos, variando o tamanho, a cor e o pelo.
    O Standard é o maior, e podem ser de pelo duro, longo ou liso.
    Eram caçadores de toca, e daí a força de suas mandíbulas e das patas, já que precisam cavar e abocanhar a presa.
    Hoje no entanto, são usados como cães de companhia, e são adoráveis: os criadores de língua espanhola classificam o Dakel de " testarudo", cabeçudo, pela sua personalidade forte.
    Costuma-se dizer que um bom Dachshund treina o seu dono em 15 dias, e isso não é um exagero.
    Ele costuma ser desconfiado com estranhos, e muito amoroso com a " sua família", onde há uma peculiaridade: embora carinhoso e atento com todos, " elege" o seu favorito no círculo familiar, a quem atribui dedicação especial.
    Se você está pensando em comprar um cão, lembre com carinho no Dachshund: ele é fantástico.
    Lembre-se que nós aqui do Viajando por Viajar, temos dois filhotes marrom, com pais, avós e bisavós para você olhar.