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Auschwitz: como chegar e aproveitar a lição de humanidade no local da barbárie

26 de julho de 2011 45

Não dá vontade de aparecer nas fotos (muito menos de sorrir), o silêncio se impõe sem que ninguém peça, os prédios estão sombriamente preservados, os restos de cabelo e próteses guardados desdea Segunda Guerra Mundial provocam um nó na garganta e de vez em quando você encontra um turista sentado na escada, em lágrimas. Ok, sei que a descrição acima não parece muito atrativa, mas Auschwitz exerce um magnetismo difícil de explicar.

Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)

Prédios onde os judeus dormiam, trabalhavam e morriam em Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)


O lugar não cheira à morte, como diziam alguns relatos que li antes de encarar a visita, mas ela está nos vídeos, fotos, prédios de tijolos à vista, porões, cercas de arame farpado, guaritas e flores deixadas por gente de alma sensível ao drama de 1,1 milhão de judeus assassinados no maior campo de extermínio da história nazista, entre 1940 e 1945.


Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)

Crematório em Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)


Ponto de partida

Para conhecer Auschwitz, o ponto de partida mais procurado é Cracóvia, ao Sul da Polônia. Na cidade onde o papa João Paulo II estudou e começou a vida religiosa é possível comprar passeios até a cidade de Oswiecim, onde ficam os campos de extermínio que ficaram notórios não só pela chacina que sediaram, como também pelas experiências “científicas” atrozes a que submetiam os seres humanos. A cidade, inclusive, tenta desesperadamente (e em vão) ser conhecida pelo nome, e não por Auschwitz, que a envergonha.


Preços e horários
Os pacotes turísticos variam entre 70 e 100 zlots por pessoa (preço de abril/maio de 2011). Incluem ônibus com ar-condicionado na ida e na volta, guia em inglês ou espanhol no ônibus (passa um vídeo e é possível perguntar o que quiser) e nos campos de extermínio, visita a Auschwitz I e Birkenau (conhecida como Auschwitz II, a 3 quilômetros de distância). A visitação é liberada das 8h às 19h em junho, julho e agosto, das 8h às 18h em setembro e maio, das 8h às 17h em outubro e abril, das 8h às 16h em novembro e março, e das 8h às 15h entre dezembro e fevereiro.

Se preferir ir por conta própria, há ônibus a todo momento saindo da rodoviária de Cracóvia e parando na entrada do campo. Demora cerca de 1,5h e custa 20 zlots por trecho. Lá, pague 10 zlots por um audioguia (tem até em português). Dá pra entrar de graça, sem guia, mas não faz sentido caminhar a esmo, sem orientação. A entrada no parque não é cobrada justamente porque a intenção é atrair o máximo de pessoas possível para que fiquem estarrecidas e nunca mais se repita o que houve em Auschwitz. Para ir de um campo de extermínio ao outro, caminhe por 3 quilômetros ou pague um ônibus, caso sinta que as forças acabaram (sim, o lugar é capaz de provocar esta sensação de esgotamento). Custa cerca de 7 zlots, o que vai finalizar o pacote independente em 57zl, quase o mesmo que o pacote fechado a partir de Cracóvia.


Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)

Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)



Museu e memorial

É em Auschwitz que o famoso portão de entrada saúda o judeus com a mentirosa frase “O Trabalho Liberta”. O local funciona como museu. Os prédios guardam fotos, fichas cadastrais e relatórios médicos dos prisioneiros, objetos pessoais e de higiene que eram entregues antes do banho da morte nas câmara de gás, briquedos e roupas das crianças assassinadas. Também há produtos químicos usados para matar, réplicas dos quartos, escritórios e consultórios. As primeiras câmeras de gás da Segunda Guerra permanecem lá, semipreservadas. Dois fornos crematórios estão intactos.


Auschwitz, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)

Auschwitz, na Polônia, funciona como museu, com brinquedos, roupas, cabelo e objetos pessoais dos judeus assassinados (Foto: Letícia da Silva)



Em Birkenau, onde só o pórtico de entrada que ficou famoso com o filme A Lista de Schindler foi conservado, outros 800 mil judeus foram assassinados. No local funcionavam quatro galpões com câmeras de gás (bem maiores do que os fornos da primeira foto deste post), hoje em ruínas. As barracas suportavam 200 mil presos ao mesmo tempo. A ausência de prédios próximos faz o vento curvar as poucas árvores e cortar a planície sem obstáculos, para horror dos visitantes, mesmo na primavera. Fácil entender por que tantos morreram de frio naquele lugar nos invernos dos primeiros anos da década de 1940.


Birkenau, conhecido como Auschwitz II, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)

Birkenau, conhecido como Auschwitz II, na Polônia (Foto: Letícia da Silva)



No final do Caminho da Morte, que levava os prisioneiros das barracas onde dormiam e trabalhavam até as câmaras de gás, há uma espécie de santuário e a floresta que esconde a lagoa onde as cinzas dos judeus eram jogadas.

Um passeio triste e riquíssimo, experiência inesquecível. Uma aula de humanidade sobre a barbárie nazista.

Comentários (45)

  • Ivan diz: 27 de julho de 2011

    Viagem no mínimo curiosa. Incrível ver como tudo permanece intocado. Percebe-se a cultura local e a preservação como parte da história da humanidade, apesar da barbárie. Parabens pela matéria e pelas fotos.

  • André diz: 27 de julho de 2011

    Muito interessante…e barato né? Só 100 zlots…Mas afinal, quanto vale um zlots?

  • leticia_silva diz: 27 de julho de 2011

    Oi, André!
    Em maio, 1zl estava valendo R$ 0,70. Mas, como a moeda lá é muito fraca, o câmbio oscila bastante. Hoje, 1zl equivale a R$ 0,55.

  • Gilberto Zaia diz: 18 de abril de 2012

    Interessante,gostaria de maiores informações sobre custos,do Brasil,São Paulo Guarulhos…..e quantos dias para tal viagem,férias tenho em agosto,digo valores,sou Técnico de Enfermagem,estudante de Serviço Social,área saúde mental e dependência química.Gostaria muito de conhecer este lugar que faz parte da história humana mais terrível,infelizmente,como tantos outros do momento,penso em oito dias,o que sugere,aguardo.Ancioso.

    Resposta do blog: Olá, Gilberto! Oito dias são mais do que suficientes se fores fazer apenas Guarulhos/Varsóvia/Cracóvia/Auschwitz. A passagem, fora da promoção, custa em média R$ 2 mil ida e volta. Se pesquisares com antecedência, consegues por menos. E tudo é bem barato na Polônia.

    Uma sugestão é entrar por Frankfurt, na Alemanha (consegues passagem por até R$ 1,2 mil em baixa temporada e com três meses de antecedência), ficar um dia na cidade, pegar um trem pra Berlim (ficar mais três dias inteiros), pegar um trem pra Cracóvia/Auschwitz (ficar dois dias inteiros). Contando as viagens de ida e volta, são os oito dias que tens disponível. E em Berlim também dá pra receber uma aula de história da civilização ocidental moderna (e bárbara).

    Se eu puder ajudar em mais alguma coisa, entre em contato! Abraços…

  • Rafael Maximiano diz: 3 de novembro de 2012

    Boa noite!
    Quero muito conheçer, vou para Europa em Julho, qual a o clima nessa época?
    Vou levar Euro, neste caso converto para a moeda la na Polônia ou levo aqui do Brasil?
    Obrigado pela atençãõ

  • leticia_silva diz: 6 de dezembro de 2012

    Olá, Rafael!
    É muito quente em julho, mas venta nos campos de concentração, o que ameniza um pouco. Quanto à grana, acho melhor converter lá mesmo porque tudo é muito barato e aí podes converter à medida que gastas. Se levares mais dinheiro polonês do que preciso, vais perder muito ao converter novamente pra euro.

  • Giovanni diz: 10 de fevereiro de 2013

    Olá Letícia,
    muito boa matéria, solucionou muitas das minhas dúvidas e me deu mais vontade ainda de colocar Auschwitz em meu roteiro.
    Gostaria só de saber se é preciso ficar em algum hotel próximo a Auschwitz pra conhecer ou posso ficar em Cracóvia? Quero dizer, a excursão vai e volta no mesmo dia?
    Outra vez parabenizo pela matéria, realmente muito legal.
    Grato pela atenção,
    Giovanni

  • leticia_silva diz: 14 de fevereiro de 2013

    Resposta do blog: Olá, Giovanni! Tens que voltar pra Cracóvia, é bem perto e os passeios vão e voltam no mesmo dia. Se decidires por ir sem pacote, de ônibus convencional, também vai e volta no mesmo dia. Aproveite as dicas e compartilhe as suas na volta. Boa viagem!!!!

  • Fernanda diz: 18 de março de 2013

    Olá Leticia,

    Estou indo para Cracóvia em abril, você acha que financeira compensa mais pagar o tour?

  • leticia_silva diz: 26 de março de 2013

    Oi, Fernanda! Vale a pena pegar o tour, sim. Os preços equivalem e tens a segurança do grupo e da orientação com guias. Ainda mais num país em que o idioma não se parece com nada que tenhamos referência…

  • DANIELA diz: 23 de abril de 2013

    Oi,
    Gostaria muito de conhecer Auschwitz, porem não falo inglês, só espanhol.
    Consigo me movimentar?
    DANIELA

  • leticia_silva diz: 24 de abril de 2013

    Certamente, Daniela! Nos campos de concentração há guias em português, inclusive (porém poucos horários). Os guias em espanhol são bem frequentes.

  • osni tadeu de oliverira diz: 9 de maio de 2013

    estou indo pra polonia. Gostaria de saber mais ou menos preços de hotéis, tipo de comida. Como chego nos campos de concentração. ë tranquilo ou perigoso andar sozinho. Mande mais detalhes

    brigaduuuuuuu

  • leticia_silva diz: 20 de maio de 2013

    Olá, Osni!
    Fiquei no Mundo Hostel, em Cracóvia, que é bom e barato, sem qualquer luxo, perto de tudo. Este é o link: http://www.mundohostel.eu/en/rooms.html

    Pra ir ao campo de concentração em Auschwitz, no post tem dicas bem específicas, está bem detalhado como deves fazer: http://wp.clicrbs.com.br/viajareupreciso/?s=crac%C3%B3via&topo=52%2C2%2C18%2C%2C159%2Ce159

    O lugar é bem tranquilo, sem problema de ir sozinho. A comida é bem diferente da nossa, mas a cidade é grande, encontras opções de gastronomia internacional. E, na dúvida, faça como eu e frequente os mercados.

  • karine tatiane backes diz: 3 de junho de 2013

    Ola…eu morro na alemanha mas n achei nenhuma opcao como chegar la de trem ou onibus sera q vc pode me ajudar?Eu morro em Hannover….por favor mande a resposta para meu E-Mail
    Obrigado

  • erich goertz diz: 3 de junho de 2013

    Ola Letícia, vou em abril de 2014 com minha esposa para berlim e gostaríamos de conhecer Auschwits, já pesquisei passagens aéreas e o preço é ótimo para um bate volta.
    Do aeroporto eu consigo alguma excursão para os campos de concentração? E nem eu nem minhas esposa falamos Inglês, vou sofrer muitas dificuldades? Obrigado e parabéns pelo Blog ele é muito interessante.

  • leticia_silva diz: 7 de junho de 2013

    RESPOSTA DO BLOG: Olá, Erich!
    É possível conseguir excursão do aeroporto para os campos de concentração de Auschwitz, sim. Só não sei te dizer o valor porque cheguei de trem, mas encontramos pessoas que tinham comprado no aeroporto. Como Cracóvia lida muito com o turismo pós-guerra e o turismo João Paulo II, a estrutura é boa.

    O problema lá é o idioma. Poucas pessoas falam inglês e, quem fala, tem um sotaque que torna quase incompreensível. Português, então, é quase impossível de encontrar alguém. Em Auschwitz tem passeios guiados em Língua Portuguesa e em Espanhol, mas creio que terás dificuldade de chegar lá sem saber algum idioma extra, que permita comunicação no Leste Europeu. Dá pra decorares frases básicas em inglês para conseguir se virar.

  • leticia_silva diz: 7 de junho de 2013

    RESPOSTA DO BLOG: Oi, Karine!

    Para ires a Auschwitz, precisas chegar primeiro em Cracóvia. Há trens a partir de Berlim. Em Cracóvia, há ônibus e excursões fechadas até Auschwitz.

  • camile cavalcante diz: 1 de outubro de 2013

    Oi Leticia…
    Estou indo para Berlim em Janeiro, sabe mais ou menos como eu chego em Auschwitz e o tempo da viagem (em média)?
    Queria ir de trem ou de ônibus.
    Há algum que vá direto?

  • Camila diz: 13 de novembro de 2013

    Olá, adorei as dicas, porém fiquei com algumas dúvidas.
    Em abril passarei 3 dias na Polônia e Auschwitz é um dos destinos confirmados. Acredito que ficarei em Cracóvia mesmo. Como faço para adquirir esses pacotes com guia e transporte? Você tem alguma indicação de hospedagem para quem irá fazer um mochilão pela Europa sozinha?

    Muito Obrigada

  • Airton Nozawa diz: 14 de novembro de 2013

    Leticia, estaremos em janeiro próximo em Warsovia, e pretendemos ir a Auschwitz. Quanto tempo se gasta para uma visita tranquila (em relação ao tempo) nos dois campos, pois chegaremos de manhã em Cracovia e pretendemos retornar no mesmo dia à Warsovia, num vôo das 17:25h.
    Obrigado e parabéns pelo bolg

  • Camila diz: 26 de março de 2014

    Olá, Letícia. Gostei muito das suas dicas. Irei para Cracóvia no final de abril e gostaria de saber onde consigo contratar a visita guiada para Auschwitz, conforme voce informou. Obrigada

  • Flavia diz: 4 de maio de 2014

    Olá, Letícia!

    Obrigada pelas dicas do blog. BEm, estou indo para a Europa em julho de 2014. Vou para Berlim e de lá quero ir aos campos. Vi nos comentários que posso pegar trem em Berlim, mas esse trem vai para Cracóvia, certo. Na estação de trem em Cracóvia, como faço? Queria ir sozinha, mas quando vi suas dicas sobre a língua e o preço de um tour fechado com guia em inglês, pensei talvez em pegar um passeio fechado. Na estação de trem de Cracóvia eu consigo essas excursões? Teria alguma excursão saindo de Berlim?
    Obrigada

  • Ricardo lino diz: 29 de maio de 2014

    Oi , quero saber quanto custa essa viagem …. Do brasil para auschwits alguem pode me ajudar?

  • Guilherme diz: 8 de junho de 2014

    “Uma sugestão é entrar por Frankfurt, na Alemanha (consegues passagem por até R$ 1,2 mil em baixa temporada e com três meses de antecedência), ficar um dia na cidade, pegar um trem pra Berlim (ficar mais três dias inteiros), pegar um trem pra Cracóvia/Auschwitz (ficar dois dias inteiros). Contando as viagens de ida e volta, são os oito dias que tens disponível. E em Berlim também dá pra receber uma aula de história da civilização ocidental moderna (e bárbara).”

    Quanto você gastou nisso td?

  • Ivone diz: 15 de julho de 2014

    Olá, Lécticia, obrigada pelo post, eu gostava de saber qual o nome do aeroporto na Croácia mais perto de Auschwitz, pois estou a pesquisar viagens para lá e não sei qual aeroporto pesquisar. Obrigada

  • Fernanda Ribas diz: 16 de julho de 2014

    Olá Ivone! Há dois aeroportos próximos de Auschwitz na Polônia: o John Paul II International Airport na Cracóvia e o Katowice International Airport em Katowice. Da Croácia, você pode pegar um avião para esses dois destinos. Espero ter te ajudado, Fernanda.

  • SAMIRA ZAMULKO diz: 1 de setembro de 2014

    Olá Letícia,
    Parabéns pelas informações, muito boas!!!!!

    Estou indo para Berlim em outubro e quero conhecer a Polônia, quanto tempo é a viagem de trem? Além de Auschwitz, quais pontos turísticos vale a pena conhecer?

    Muito obrigada!!!

    Um abraço!

  • Joao Paulo diz: 13 de setembro de 2014

    Olá a todos,
    Estou indo para Alemanha no inicio de janeiro, e ficando uns 15 dias, mas gostaria muito de ir a Auschwitz, sou um daqueles fascinado pela história da segunda guerra.
    Sabendo que é inverno( da minha parte não ha problemas) mas o frio é realmente insuportável a ponto de inviabilizar o passeio?
    Qual seria a melhor rota partindo da Alemanha?
    Gostaria de ouvir algumas opinioes e poder montar o meu roteiro.

  • Fernanda Ribas diz: 18 de setembro de 2014

    Oi, João Paulo! Tem trem e ônibus de Berlim para Auschwitz. Pegue um que vá para Cracóvia e, de lá, siga as orientações do post. Dá sim para ir para lá durante o inverno. Sem problemas! Mesmo assim, fique de olho nas previsões. Espero ter te ajudado!

  • Fernanda Ribas diz: 18 de setembro de 2014

    Olá, Samira!
    Vale a pena ir para Cracóvia e Varsóvia. Há trens e ônibus que partem de Berlim. São cerca de 600 km e a duração é de cerca de 9 horas. Há opções de avião também.
    Espero ter te ajudado!

  • SAMIRA ZAMULKO diz: 27 de setembro de 2014

    Olá Fernanda,

    Muito obrigada pelo retorno!!!

    Você tem alguma indicação de companhia de trem? Estou com dificuldade de encontrar! E de avião, alguma indicação?

    Muito obrigada e parabéns pelos relatos!!!!

  • delmares diz: 1 de outubro de 2014

    Fernanda, pretendo alugar um carro em Budapeste e ir para Cracóvia. Estando lá vou contratar um guia para visitar os campos de concentração. Tenho duas perguntas:
    1- é complicado ir de carro em termos de fronteira? consigo atravessar sem problemas as duas fronteiras ?

    2- a comunicaçao em inglês é fácil, ou seja, as pessoas falam inglês ou somente a língua local?

  • Fernanda Ribas diz: 1 de outubro de 2014

    Olá Delmares!
    Sinceramente, recomendaria usar transporte público entre países em vez de aluguel de carros. É mais barato e evita contratempos na fronteira.
    Sobre a língua, é bem tranquilo. Não há problemas em relação à comunicação.
    Neste site você encontra mais infos sobre Cracóvia: http://www.krakow.pl/english/11223,artykul,good_to_know.html

  • Fernanda Ribas diz: 1 de outubro de 2014

    Olá Samira,
    Dá uma olhada neste site local de lá. Vai te ajudar:
    http://www.krakow.pl/english/11223,artykul,good_to_know.html
    Espero ter te ajudado. Abraços.

  • Romesrene Iglesias diz: 21 de novembro de 2014

    Boa tarde…

    estarei agora dia 08/12/2014 parte da tarde em Varsóvia … porem dia 11/12/2014 no almoço estarei em Roma…

    Pergunto…

    saindo e Varsóvia para Cracóvia ( Auschwitz ) um dia bate volta Varsóvia/Crácóvia alguma sugestão ?

    antecipo meus agradecimentos..

    Romesrene Iglesias

  • jullana rego diz: 24 de novembro de 2014

    Tenho muito interesse pela historia da segunda guerra por isso amei seu post, mas sou aventureira de primeira viagem entao toda ajuda é necessaria e bem vinda!Gostaria de saber se é muito complicado ir de berlim ate Auschwitz e mais ou menos quanto tempo preciso pra fazer esse percurso. E tambem queria aproveitar a sua experiencia e perguntar sobre outros pontos turisticos relacionados a segunda guerra na alemanha e na austria! muitissimo obrigada!

  • Fernanda Ribas diz: 24 de novembro de 2014

    Oi, Jullana! Tudo bem?
    Obrigada por entrar em contato. Vale a pena ir para Cracóvia e Varsóvia. Há trens e ônibus que partem de Berlim. São cerca de 600 km e a duração é de cerca de 9 horas. Há opções de avião também. Em Berlim, há vários city tours (inclusive de graça) sobre a história da Segunda Guerra. Sugiro fazer o tour que parte todos os dias às 11h no portão de Brandemburgo. Tem tours em inglês e espanhol. Confere neste site os tours e horários: http://www.newberlintours.com/. Eles não são cobrados mas você pode dar uma gorjeta ao guis no fim do passeio. Eles explicam tudinho de história!
    Espero ter te ajudado!
    Fernanda.

  • Fernanda Ribas diz: 24 de novembro de 2014

    Oi, Romesrene!
    Dá uma olhada neste site local de lá. Vai te ajudar:
    http://www.krakow.pl/english/11223,artykul,good_to_know.html
    Espero ter te ajudado. Abraços.

  • Newton Moreira Miceno Filho diz: 10 de dezembro de 2014

    Vc sabe se Auschwitz está aberto para visita dias 24 ou 25 de dezembro? São os dias em que estarei por lá.

  • Fernanda Ribas diz: 11 de dezembro de 2014

    Olá, Newton!Obrigada pelo comentário.
    Dia 24 abre, dia 25 não. O horário de funcionamento você encontra aqui:
    http://en.auschwitz.org/z/
    Abraços,
    Fernanda

  • Gilnei diz: 16 de dezembro de 2014

    Olá Fernanda. Obrigado pelas dicas já apresentadas aqui no blog.
    Estou me programando para no ano próximo conhecer a Polônia. Levarei comigo a minha mãe, já que descendemos de família polonesa, e conhecemos pouco do país de onde veio a nossa família. Pretendo conciliar Varsóvia, Cracóvia e os campos de concentração em Oswiecim.
    Minha intenção é entrar por Varsóvia e sair por Cracóvia via avião, pois conciliaremos após a Polônia, visita a Roma (e já verifiquei que a Alitália possui trechos atrativos partindo/chegando Roma X Polônia).
    Quantos dias você acredita ser suficiente para conhecer cada local separado? 2 dias para cada cidade é suficiente? Não pretendo mais que isso.
    Gostaria também de dicas de passeios. Estou me baseando pelo http://www.poland.travel/en/, mas é tanta coisa para ver, que certamente poderia ficar 1 mês por lá.
    Um abraço, e parabéns pelo descritivo acima.

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