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Aproveite a viagem à Itália para conhecer fábricas de queijo e do tradicional presunto de Parma

26 de abril de 2013 0

A colaboradora Nara Caviquioli já escreveu um post aqui no blog sobre o Vale dos Motores, na Itália. Agora, ela escreve sobre queijos e presuntos italianos (segue o texto dela abaixo, na íntegra).

Queijo original de Parma, na Itália (foto: Nara Caviquioli)

Queijo original de Parma, na Itália (foto: Nara Caviquioli)


Se você for para Itália, não deixe de conhecer a fábrica do famoso queijo Parmigiano-Reggiano. Fui até a cidadezinha de Parma para presenciar o “nascimento do legítimo queijo Parmigiano-Reggiano”. O nascimento na verdade é um processo artesanal e bem braçal, onde o queijo é retirado de dentro dos tanques de leite, cortado ao meio e depois envolvido em um pano que mais parece uma fralda gigante. Um verdadeiro nascimento!

Fabricação de queijo em Parma, na Itália (foto: Nara Caviquioli)

Fabricação de queijo em Parma, na Itália (foto: Nara Caviquioli)


Logo após este processo entrei no depósito da fábrica, onde fiquei encantada com as prateleiras imensas de queijos, no qual a média de peso de cada queijo é de 38 kg e o preço depende do tempo de amadurecimento. No fim da visitação, no mesmo local onde fica a fábrica, entrei em uma loja e pude comprar e degustar os diversos sabores desta maravilha.


Do queijo ao presunto

Para continuar a viagem pelas colinas de Parma e unir sabores agradáveis, fui saborear o tradicional presunto de Parma, feito do pernil do porco curado a seco e temperado, o legítimo Prosciutto di Parma.

O tradicional presunto de Parma, na cidade de Parma, Itália (Foto: Nara Caviquioli)

O tradicional presunto de Parma, na cidade de Parma, Itália (Foto: Nara Caviquioli)


Na verdade tenho que admitir  que a degustação ficou por conta das pessoas que me acompanhavam nesta jornada de sabores, pois não como carne vermelha. Mas posso afirmar, tive que apelar para os deuses para conseguir ter força de resistir. Pude perceber no olhar, nos gestos e na comilança compulsiva das pessoas que estavam comigo à mesa que realmente estava maravilhoso, wonderful, merveilleux, meraviglioso.

Já o presunto Culatello é um pedaço da parte superior do pernil do porco, uma carne tenra, sem osso, que é esfregada com sal, massageada, lavada com vinho e deixada repousar em condições especiais de temperatura e umidade, uma iguaria que você vai comer sem conseguir parar, pois tive a oportunidade de presenciar a degustação.

É importante saber que no mesmo local onde você entra para conhecer todo processo de preparo dessas iguarias, você pode logo em seguida sentar em um maravilhoso restaurante e se deliciar com esses sabores de Parma. E tudo isto é feito em um local onde a paisagem é de tirar o fôlego!

Praia de Canto Grande, em Bombinhas, reserva ótima opção gastronômica

24 de abril de 2013 0

Tem uma coisa que eu não entendo em restaurantes de frutos do mar do litoral de Santa Catarina: parece que todos copiam o cardápio uns dos outros. Lá estão, sempre, os clichês "côngrio à belle munière", "linguado ao molho de camarão" etc. Sem falar nas entradas com torradinhas duvidosas e molhos bem sem graça. Com preços diversos, justificáveis ou não pelo frescor do peixe e pela variedade de acompanhamentos, parecem todos iguais. Aí é que se diferenciam aqueles restaurantes com apostas em cardápios mais criativos e ambientes originais.


Petisqueria Tatuíra: comidinhas incríveis com um visual ainda mais bonito

Petisqueria Tatuíra: comidinhas incríveis com um visual ainda mais bonito

É o caso da Petiscaria Tatuíra, na praia de Canto Grande, em Bombinhas, onde os clichês passam longe do cardápio. A foto acima é da especialidade da casa, a Lula do Loy. A consistência da lula é irretocável, preparada com muito azeite de oliva, cebola, alho, pimentinhas e outras especiarias. Acompanhado de cerveja artesanal geladíssima, servida em ambiente rústico e acolhedor, a experiência gastronômica fica tentadora. O restaurante é num antigo rancho de pescadores, decorado para manter esta identificação. Há opção de mesas internas ou na areia da praia de água limpa e calma. No fim da tarde, o pôr do sol torna ainda mais agradável se surpreender com as delícias do cardápio original. O preço? É justo, o que significa que não é barato, mas vale muito a pena para fugir da pasteurização dos cardápios do nosso litoral.

Ilha de Anhatomirim: um passeio de barco pela história de Santa Catarina

28 de fevereiro de 2013 0

A primeira sede do governo de Santa Catarina, ainda quando o Estado era capitania, foi na Ilha de Anhatomirim, sob comando do brigadeiro e engenheiro português José da Silva Paes. A Ilha de Anhatomirim abriga a principal das três fortalezas do sistema de defesa territorial catarinense do século XVIII. A Fortaleza de Santa Cruz, em Anhatomirim, começou a ser construída em 1739 e inaugurou cinco anos depois. Estes são alguns dos ensinamentos do passeio de escuna que sai diariamente de Florianópolis, às 10h30min, por R$ 50, indo pelo mar até Governador Celso Ramos, onde fica a ilha histórica. São seis horas de barco, passando por outra fortaleza do chamado "vértice do sistema triangular de defesa": a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, na ilha de Ratones Grande.

Fortaleza de Anhatomirim, em Governador Celso Ramos (foto: acervo pessoal)

Fortaleza de Anhatomirim, em Governador Celso Ramos (foto: acervo pessoal)


Dentro da fortaleza da Ilha de Anhatomirim existe a Casa do Comandante (sede administrativa), dois paióis de pólvora, usina de eletricidade, quartel (o maior dos prédios), calabouço, estação radiotelegráfica, guaritas, canhões, fonte de água, casa de farinha, armazém e uma escadaria majestosa feita de lioz, que é uma espécie de mármore português preservado até hoje no local. A escadaria leva até o portal de entrada, com inspiração oriental trazida da Ilha da Madeira.

Escadaria portuguesa de Anhatomirim (foto: acervo pessoal)

Escadaria portuguesa de Anhatomirim (foto: acervo pessoal)


A derrocada da Ilha de Anhatomirim do ponto de vista militar começou com a invasão espanhola, em 1777. É que, mesmo depois de tanto investimento em equipamentos de guerra, da fortaleza nunca partiu um tiro sequer de canhão. As tropas começaram a ser remanejadas e o local passou a servir como prisão e como base de fuzilamento durante o governo Floriano Peixoto (1884) e mais tarde, na Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945).

Além de tanta história, a Ilha de Anhatomirim é linda, com muita natureza preservada. E o percurso de escuna é tão encantador quanto. Vale subir também na Ilha de Ratones Grande, com a fortaleza de 1740, inclusa no roteiro dos passeios que partem da Beira-Mar de Florianópolis (embaixo da Ponte Hercílio Luz) ou do trapiche de Canasvieiras (passando pela terceira fortaleza do sistema de defesa, na Ilha do Forte). Tão útil do ponto de vista bélico quanto a Fortaleza de Santa Cruz (!), a Fortaleza de Ratones Grande só não foi à ruína porque serviu de hospital de isolamento para doentes com moléstias contagiosas no século XIX e depois como depósito de carvão para a Marinha do Brasil. Hoje, as três fortalezas que ajudam a contar a história catarinense são preservadas pela Universidade Federal de Santa Catarina.


Fortaleza de Ratones Grande, em Florianópolis (foto: acervo pessoal)

Fortaleza de Ratones Grande, em Florianópolis (foto: acervo pessoal)


O passeio de escuna leva para almoço no continente, na beira do mar, em Governador Celso Ramos. A empresa indica um restaurante conveniado (com buffet a R$ 19,90), mas você pode escolher qualquer um (há pelo menos três opções próximas). O almoço é pago à parte. Leve R$ 10 por pessoa para pagar as taxas de preservação das ilhas (vale a pena contribuir). Não esqueça o protetor solar, mesmo em dias nublados. E, mesmo que a escuna venda bebidas a bordo, vale levar a sua própria garrafa d'água.

Um detalhe importante: há opção de escuna normal e de um barco pirata. O primeiro é mais família, sem algazarra. O segundo tem música alta (no repertório, sertanejo e axé), bar melhor equipado e muita animação. Escolha o que se adequar ao seu perfil e bom passeio!


>>> Aqui neste link dá pra ver uma reportagem exibida semana passada na RBS TV (afiliada Rede Globo) sobre este roteiro para Anhatomirim.

De carro pelo Uruguai: opções econômicas de hospedagem

24 de fevereiro de 2013 2

O post de hoje é da colaboradora, viajante e irmã Larissa da Silva, de carro rumo ao Uruguai. Boa leitura!

Pra quem tá a fim de fazer uma viagem sobre rodas para o Uruguai, além de abastecer no Brasil (o litro da gasolina no país vizinho neste verão estava em média R$ 4,00), mando também algumas opções de hospedagem. Fiz as reservas todas com antecedência (umas 2 semanas), nos sites do Booking e do Hostel World.

Mais uma dica importante pra quem vai ao Uruguai no verão: leve casaco, e mais de um! Dias muito quentes e noites com muito vento (e às vezes até bem frias) estão por vir! Ah, leve toalha de banho também, porque vários hostels não forneceram!

As estradas do RS são tranquilas, e só melhoram quando se atravessa a fronteira. Realmente impressionante! Por lá não vi nenhum viaduto, mas em alguns pontos com cruzamentos você verá sinaleiras no meio da rodovia. Curioso, mas é o único ponto onde você precisará parar. Em termos de tráfego, não vi nada parecido com os congestionamentos que estamos acostumados nas nossas estradas aqui do Brasil.


Semáforos em rodovia do Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Semáforos em rodovia do Uruguai (foto: Larissa da Silva)

As hospedagens pelo caminho

Meu roteiro começou de Blumenau (SC), de onde saí no dia 25/12 à noite pra chegar pela manhã em Santa Cruz do Sul (RS). Fomos em 4 amigos com bastante disposição e muitos beliscos (e água!) para as tantas horas de viagem. Os cafés da manhã incluíam sempre manteiga, doce de leite, pão, suco de laranja, leite e café. Frutas eram raras, presunto e queijo nem pensar!

No primeiro dia, após cerca de oito horas de carro, chegamos ao nosso primeiro destino: Punta del Diablo. Nos hospedamos no Hostel Unplugged (aprox. R$ 35 por pessoa em quarto quádruplo e com banheiro coletivo). Para quem está de carro, fica super fácil se locomover pela península. Quem está a pé precisa andar um pouquinho pra chegar ao point dos barzinhos e restaurantes, mas nada que um viajante disposto não possa aguentar. Do hostel se pode ver ao longe um pedaço de mar, as acomodações foram ok, o hostel bem bonitinho e aconchegante apesar do vento gelado, banho bom, café da manhã igual a todos, as paredes dos quartos são de madeira e bem finas, e não ganhamos toalha porque todas já haviam sido cedidas.


Hostel Unplugged de Punta del Diablo, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Hostel Unplugged de Punta del Diablo, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Seguimos para Colônia del Sacramento em sete horas de viagem partindo de Punta del Diablo. Os tempos são estimados, principalmente porque não fomos tão rigorosos com os horários. Fizemos algumas paradas rápidas em postos de gasolina para banheiro, um salgado ou só esticar as pernas mesmo. Em Colônia ficamos no Hostel Colonial, staff super atencioso e simpático. Tive problemas com o chuveiro, por isso me restou um banho pouco quente e com gotas que eu precisava buscar, mas fui a única! Os demais usaram outro banheiro e acharam incrível, tive azar. Fora isso, tudo ótimo além da cidade ser um encanto! Os preços em torno de R$ 30 por pessoa em acomodação quádrupla.


Hostel Colonial, em Colônia del Sacramento, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Hostel Colonial, em Colônia del Sacramento, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

No dia 29/12 acordamos cedinho e pegamos o primeiro Buquebus rumo a Buenos Aires. Pegamos o lento (3h de trajeto), mas as poltronas são muito confortáveis, ganhamos lanchinho e viemos dormindo o trajeto todo. Voltamos com o rápido (1h de trajeto), menos confortável e menor. O embarque é parecido com aeroporto, portanto, chegue cedo (1h antes). O ponto de desembarque da empresa é pertinho da Avenida Córdoba, bem central. Ali já começamos a sentir a tão falada malandragem argentina. Íamos pegar um táxi para o hostel, e queriam nos cobrar 80 pesos. Eu, desconfiada, resolvi sair dos portões da Buquebus e perguntar a algum morador local: a pé, deu uns 15 minutos. Foi um pouco sofrido por causa do peso das mochilas, mas ainda nem sabíamos o quanto esta economia foi importante porque o custo da alimentação por lá estava muito acima do planejado.

Ficamos hospedados no Hostel Suites Florida, na Calle Florida, tradicional calçadão de compras da capital portenha. Por cerca de R$ 90 por pessoa, ficamos em apartamentos duplos com direito banho quente, com bastante pressão e até banheira! Além de tudo, como chegamos com o barco às 7h e fomos fazer check in, pudemos deixar as mochilas nos armários da recepção e ganhamos um café da manhã extra. A portinha minúscula esconde o espaço enorme e estrutura de hotel mesmo, além de super bem localizado e organizado. Sem dúvida o mais estruturado de todos os que ficamos na viagem! Tem mesa de sinuca na recepção pra jogar à vontade, telefone pra ligar pra casa a um preço mais honesto que na maioria dos Cyber Cafés. A sala de café da manhã vira, no happy hour e durante a noite, uma festa bem agitada, com direito até a música brasileira, e frequentada também pelos locais que estão saindo do trabalho e querem uma cerveja antes de ir pra casa. Para quem tá hospedado, a entrada é gratuita. Além disso, o hostel oferece pacotes diários com passeios diários e noturnos, idas a festas, na maioria das vezes saindo do próprio hostel. Sensacional! Ah! Pegamos a última sexta-feira do ano em Buenos Aires, e conseguimos presenciar a tradição de jogar os papéis acumulados no ano (picados) e jogar pelas janelas ou sacadas.


Hostel Suites Florida - a sala de café da manhã, em Buenos Aires (Foto: Larissa da Silva)

Hostel Suites Florida - a sala de café da manhã, em Buenos Aires (Foto: Larissa da Silva)

A próxima parada foi Montevidéu, com hospedagem na região de Pocitos. Gostei da localização, porque pudemos contar com carro para ir à região central (onde está grande parte dos pontos turísticos). Portanto, se for sem carro prefira uma hospedagem mais próxima da Ciudad Vieja (Cidade Velha). A praia de Pocitos é simpática, mas o Hostel Unplugged nem tanto. Pagamos cerca de R$ 35 por pessoa em quarto quádruplo. O staff era muito simpático, mas o chão do quarto era carpete, tinha um pouco de cheiro de guardado, com várias espumas nas paredes, além de uns cabos e fios soltos que acabaram por me machucar. Além disso, dos 4 viajantes do nosso carro, 3 tomaram banhos péssimos nos dois dias. Água impossível de regular, ora geladíssima e ora fervendo. Outro probleminha em alguns momentos foi entrar e sair do hostel, pois nem sempre tinha gente na recepção e por segurança o portão ficava trancado. Esperamos algumas vezes por bastante tempo, tocando a campainha e sem ninguém atender. Fora isso, tinha mercado pertinho e a praia de Pocitos logo ali. Em Montevidéu, o ponto alto foi, sem dúvida, passar o dia 31/12 andando pelas ruas da Ciudad Vieja (em outro post eu conto mais detalhes desta tradição na capital uruguaia).


Hostel Unplugged, em Montevideu, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Hostel Unplugged, em Montevideu, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Típica comemoração de Réveillon em Montevideu, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Típica comemoração de Réveillon em Montevideu, Uruguai (foto: Larissa da Silva)

Em Punta del Este queríamos ficar no El Viajero Brava por alguns relatos que havíamos lido, no entanto não tinha vaga pra o dia 31/12. Por isso, acabamos ficando dia 31/12 no B&B (diária a R$ 135 por pessoa em quarto quádruplo) e nos dois dias seguintes no El Viajero Brava Beach (cerca de R$ 170 a primeira diária – dia 01/01 – e de R$ 80 a segunda diária por pessoa em quarto para seis pessoas). O B&B não havia nenhuma indicação nos sites de reserva, mas a surpresa foi super positiva. Hostel com gente de todo lugar do mundo, staff muito simpático e atencioso, incrível! Únicos pequenos poréns foram ter poucos banheiros e a cozinha ser separada da estrutura de quartos, tendo que passar pela chuva para ir de um ao outro. Para o nosso quarto, tínhamos apenas um banheiro no andar de cima e outros 2 que eram junto com a cozinha. Como estava chovendo muito em Punta, esta logística ficou um pouco prejudica (sair na chuva depois do banho). Mas pelo pessoal que estava lá, pelo staff e pela estrutura, valeria a pena termos ficados todos os dias neste hostel. Como a reserva já estava feita, fomos para o El Viajero Brava Beach. Os dois eram bem pertinhos um do outro, fui caminhando (3 min). Ambos super bem localizados, no meio do caminho entre o Conrad Cassino, na Playa Mansa, e a obra La Mano, na Playa Brava. Neste último, staff atencioso em sua maioria, tinha um mercadinho ficava bem ao lado e o banho era ótimo! O quarto também, muito bom e não tivemos nenhum problema com segurança mesmo tendo ficado em quarto para seis pessoas. Dentro do hostel, não ouvi nenhum outro idioma entre os hóspedes além de português. Eu, sinceramente, prefiro a diversidade.


Cozinha do B&B na noite de Ano Novo, em Punta del Este - Uruguai (Foto: Larissa da Silva)

Cozinha do B&B na noite de Ano Novo, em Punta del Este - Uruguai (Foto: Larissa da Silva)

Nossa última parada foi La Paloma. Ficamos no Hostel Ibirapitá, a R$ 85 por pessoa em quarto quádruplo. O staff adorou quando soube que éramos brasileiros, pois disse adorar nossa música e nossa cultura. Infelizmente, não eram tão organizados quanto atenciosos. Demoramos mais de duas horas para fazer o check in e o pagamento, o microondas não estava funcionando, o chuveiro era frio e por fim, o quarto foi invadido por mosquitos durante a noite. Resultados: janta fria pra alguns, banho pra lavar só o essencial, e uma noite muito mal dormida. Pelo menos tinha presunto e queijo no café da manhã, pela primeira vez na viagem! Seguimos rumo ao Brasil pela manhã, com direito a parada pra compras no Chuí. Na volta viajamos cerca de dez horas entre La Paloma e Santa Cruz do Sul.

Hostel Ibirapitá, em La Paloma - Uruguai (Foto: Larissa da Silva)

Hostel Ibirapitá, em La Paloma - Uruguai (Foto: Larissa da Silva)

E pra encerrar, o último pôr do sol da viagem, em La Paloma. Outro post virá com mais informações sobre as cidades por onde passamos nesta viagem de carro pelo Uruguai.

Uruguai - Pôr do Sol (Foto: Larissa da Silva)

Uruguai - Pôr do Sol (Foto: Larissa da Silva)

Gol anuncia que vai começar a cobrar ônibus entre Navegantes e Blumenau

14 de fevereiro de 2013 0

Quem vem de avião ao Estado e precisa chegar a Blumenau, depende de táxi desde o Aeroporto de Navegantes (o mais próximo) ou do ônibus executivo, oferecido por algumas empresas de aviação em parceria com uma empresa privada de frete. A segunda opção é bem mais barata, até porque há companhias aéreas que incluem o trecho de graça, como a Azul e, até este mês, a Gol. É que, em março, a Gol anunciou que vai começar a cobrar R$ 45 por trecho entre Blumenau e Navegantes.

Por sua vez, na mesma data que a Gol vai começar a cobrar os R$ 45 por trecho, a TAM anunciou que os passageiros da companhia serão isentos da taxa para o ônibus entre Blumenau e o Aeroporto de Navegantes. A empresa Transportes Executivo, que tem a parceria com as companhias aéreas, confirma que recebeu o comunicado de intenção da Gol e da TAM, mas garante que até neste dia 15 de fevereiro, nenhum contrato foi assinado.

(Foto: divulgação)

Em tempo: a Webjet também oferece o serviço entre Blumenau e Navegantes, mas cobra R$ 45 por trecho. As quatro empresas juntas têm 29 horários diferentes para cada percurso, o que facilita bastante a vida do viajante. Para efeito de comparação, um táxi cobra cerca de R$ 200 pelo trajeto.

Portais oferecem guias da Disney World, em Orlando, para facilitar o planejamento da sua viagem

14 de fevereiro de 2013 0

O Carnaval passou, as aulas começaram. É hora de planejar as próximas férias escolares. Aqui neste guia da Zero Hora tem informações preciosas sobre Orlando e os parques da Disney World, com mapas das atrações, vídeos, fotos, relatos de outros viajantes e documentos necessários.

(Foto: divulgação)

Encanta adultos e crianças!


A revista Viagem e Turismo também tem um guia completíssimo de Orlando, dos quatro parques temáticos e dois parques aquáticos idealizados por Walt Disney. Como cereja do bolo, tem sugestões de hospedagem, restaurante e compras. A revista ainda oferece um aplicativo de celular, para você viajar com o guia no bolso, a um clique.

Vídeo: um dia no Rio de Janeiro (é pouco, muito pouco!)

22 de janeiro de 2013 1

Divido aqui um vídeo para dar água na boca de quem ainda não conhece o Rio de Janeiro, mas para quem conhece é pouco, muito pouco. Lá embaixo, entre a Lapa, Copacabana, o Leblon e a Barra, as ruas, praias e botecos guardam muito mais do que a paisagem incontestável.

>>> Posts sobre gastronomia carioca:
1) Comida espanhola
2) Cozinha contemporânea
3) Cozinha peruana
4) Petiscos brasileiros
5) Sanduba bem carioca

>>> Posts com dicas de atrações para seis dias no Rio de Janeiro
1) Pontos turísticos
2) Hospedagem, transporte e muitos botecos

Brinque de domar golfinhos em Cancún, no México

09 de janeiro de 2013 0

A dica é de um amigo que ama viajar e agora em janeiro se apaixonou por Cancún, no México. O Jonas Constante mora em Florianópolis, está acostumado com belas paisagens, mas ficou extasiado com as praias, a gastronomia e principalmente com a hospitalidade dos mexicanos. Empolgou-se e resolveu entrar num aquário para domar golfinhos!

Diversão garantida com os golfinhos! (Foto: Divulgação)

Diversão garantida com os golfinhos! (Foto: Divulgação)

A experiência foi em Isla de Las Mujeres,  no parque Dolphin Discovery (tem uma versão em Língua Portuguesa, numa tradução livre bem ruim).  Há opções de pacotes de 140 a 220 dólares, que duram de uma a seis horas dentro da água. O Jonas Constante, que nos passou a dica, garante que o parque oferece instrutor qualificado e todo o esquema de segurança. E garante também que a experiência é incrível, vale cada centavo!

Ah, o parque abre das 9h às 17h, com opções para todas as idades. Há outros parques que oferecem pacotes semelhantes, mas é sempre importante se certificar que o local segue as diretrizes do Imata, um programa de treinamento que garante qualidade do serviço.

No vídeo abaixo tem uma criançada se divertindo com os golfinhos no Dolphin Discovey:

Revista nacional destaca sete praias de Santa Catarina entre os destinos de verão

07 de janeiro de 2013 1

A Revista Viagem e Turismo de janeiro destaca na capa "36 praias de arrasar", para curtir ao máximo o verão. Na lista, há sete praias aqui de Santa Catarina, três delas na Costa Verde & Mar, entre Bombinhas e Penha. Em destaque, as praias do Pinho e do Estaleirinho (ambas em Balneário Camboriú), Bombinhas, Jurerê Internacional (em Florianópolis), Guarda do Embaú, Ibiraquera e Ferrugem (as três no Litoral Sul).



Praia do Estaleirinho, em Balneário Camboriú: meio Ibiza, meio Saint-Tropez (FOTO: Divulgação)

Praia do Estaleirinho, em Balneário Camboriú: meio Ibiza, meio Saint-Tropez (FOTO: Divulgação)



A revista afirma que a Praia do Estaleirinho é "meio Ibiza, meio Saint-Tropez", valorizando as festas que animam o lugar dia e noite. Uma comparação de peso, hein?! A crítica fica por conta do trânsito pesado no acesso à Interpraias.

Jurerê Internacional aparece como destino perfeito pra quem gosta de beber champanhe na praia e pegar sol de maquiagem.  Aos amantes dos esportes náuticos, a Viagem e Turismo indica as praias de Ibiraquera (uma lagoa, na verdade), Ferrugem e Guarda do Embaú.



Praia da Sepultura, em Bombinhas, perfeita para mergulho de snorkel (FOTO: Charles Guerra)

Praia da Sepultura, em Bombinhas, perfeita para mergulho de snorkel (FOTO: Charles Guerra)



Para famílias e casais, Bombinhas é indicada como destino ideal. Destaque para as águas calmas, para a Praia da Sepultura (foto acima) e os mergulhos com snorkel, e também para o visual no mirante da estrada que leva à Praia da Tainha. Ponto negativo? Ganhou quem respondeu "o trânsito"!.

Inusitado, mesmo, foi a Praia do Pinho aparecer na lista das 36 melhores praias do Brasil. O reduto de naturismo mais antigo do país só recebeu elogios da revista. O ponto negativo ficou para a água gelada (o que não é exclusividade do Pinho, as três praias do Litoral Sul que aparecem na lista têm águas muuuuuuuito mais frias!).

Um passeio pelos museus da Emilia Romagna, o Vale dos Motores, ao norte da Itália

28 de outubro de 2012 3

Este post é uma dica da colaboradora Nara Caviquioli, do Rio de Janeiro. Ela esteve, no início do mês, na região norte da Itália, conhecida como Emilia Romagna ou Vale dos Motores. Abaixo a Nara conta pra nós o que tem de legal pra fazer por lá...

Quem sonha em viajar para Itália pensa logo nos incontáveis monumentos históricos, nas belíssimas igrejas, nos museus, na comida maravilhosa... E não fica sabendo que lá se encontra a rica história dos carros mais desejados do mundo. Até as pessoas que não são amantes da velocidade se encantam ao ver de perto o incrível design dessas belíssimas máquinas.

Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)

Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)

No Museu Casa Enzo Ferrari, na cidade de Modena, você pode mergulhar na história do criador da Ferrari, passando por todos os modelos antigos até a atualidade. Já no Museu da Ferrari, na cidade de Maranello, o diferencial é que você pode desfrutar de um guia que fala português e que sabe como ninguém contar detalhes por detalhes da história desta cobiçada marca.

Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)

Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)


Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)

Museu Enzo Ferrari (Foto: Divulgação)


O Museu Casa Enzo Ferrari abre todos os dias, das 9h30 às 18h. Na compra de um ingresso único por 22 euros, você pode visitar também o Museu da Ferrari que fica localizado na pequena cidade de Maranello, a 20 quilômetros de Modena (onde Fica o Museu Enzo Ferrari).

E para fechar com chave de ouro este tuor, fui fazer um passei de Ferrari com um piloto profissional pelo autódromo de Modena. A adrenalina é grande e inesquecível, você vai conseguir sentir toda emoção da alta velocidade.

Se você pretende agendar um passeio destes, existe um pacote para dirigir uma Ferrari F458 ou F430 Scuderia (90 minutos) de Maranello até Modena, e ainda testar suas habilidades como piloto no Autódromo de Modena (4 voltas) com um instrutor ao lado. E, para concluir essa etapa nas pistas, uma volta de arrepiar como carona ao lado de um piloto.

Museu Lamborghini (Foto: Divulgação)

Museu Lamborghini (Foto: Divulgação)

Continuando a viagem pelo Vale dos Motores é hora de ir para o museu da Lamborghini. O museu foi construído ao lado da fábrica e fica localizado na cidadezinha de Sant’Agata Bolognese, bem próximo de Modena, na província de Bolonha. Nesta visita você vai poder ver desde o primeiro modelo que a marca criou, o 350 GTV (Gran Turismo Veloce), e conhecer toda história, contada por um guia do museu. Você sabe, por exemplo, por que a marca possui o símbolo de um touro? É referência ao criador, Ferrucio Lamborghini, que era do signo de touro.

Museu Lamborghini (Foto: Divulgação)

Museu Lamborghini (Foto: Divulgação)


No segundo piso do museu você vai se deparar com os modelos mais modernos. É de tirar o fôlego! O museu abre de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 10h às 12h30min e das 13h30min às 17h. E entrada sem guia custa 13 euros por pessoa.