Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Tragédia e heroísmo

22 de fevereiro de 2012 0

Ontem à noite, dois irlandeses resolveram atravessar o Yarra River, em Melbourne, a nado. Um deles morreu. O outro foi salvo por um garçom inglês que trabalha em um bar nas proximidades. O rio é perigoso, principalmente à noite, quando a correnteza é mais forte. O herói serviu o grupo de amigos no bar e, em determinado momento, um deles falou que os dois estavam planejando nadar. O garçom aconselhou eles a não fazerem isso, mas não adiantou: pouco depois, ele avistou um dos caras no meio do rio, chorando porque o outro havia sumido. Imediatamente, o inglês pulou e conseguiu salvá-lo. O outro já havia afundado e o corpo foi encontrado pela polícia pouco depois.


Share

Flinders Station

21 de fevereiro de 2012 0

Um dos principais símbolos de Melbourne, a Flinders Station está localizada próximo ao Yarra River, no centro da cidade. Mais de 100 mil pessoas passam por dia pelo local. O prédio, em estilo renascentista, é de 1910, mas a estação de trens funciona desde 1854. O antigo Melbourne Terminus foi o primeiro terminal da Austrália.

Junto à Flinders Station está o Centro de Informações de Melbourne, que me impressionou. O espaço oferece mapas e informações de cada pedacinho do Estado de Victoria, com dezenas de opções de passeios para cada região. Claro que enchi a sacola de folderes, principalmente sobre os passeios que levam ao Yarra Valley, a região vinícola do estado.

Share

Night Market

17 de fevereiro de 2012 0

Durante o verão, uma grande feira acontece às quartas-feiras à noite no Queen Victoria Market, em Melbourne. O QVM é uma espécie de mercado público, com algumas bancas abertas e outras internas que ficam abertas de domingo a domingo durante o dia. Lá se encontram frutas e verduras, carnes, frutos do mar, lanches, artesanato, etc. O Night Market atrai centenas de pessoas de todas as idades e interesses: famílias que vão para comer algo diferente, jovens que querem assistir aos shows de música e beber uma Sangría (bebida espanhola muito comum no evento, não sei porque!), ou aqueles que escolhem o lugar para um happy hour após o trabalho.

Na praça de alimentação, pratos de diversos lugares do mundo. O Brasil não poderia ficar de fora: uma das bancas servia churrasco sul-americano. A gauchada conhece por Xixo o estilo espetinho de carne com pedaços de cebola e pimentão.

O Mike e a Claire aprovaram


Share

Korean culture

14 de fevereiro de 2012 0

A família que nos recebeu aqui em Melbourne é da Coréia do Sul. Ontem participamos de um jantar de despedida de um casal que está indo morar na capital australiana, Canberra. Um pouco tímidos, eles fizeram algumas perguntas sobre o Brasil como, por exemplo: "Por que os jogadores de futebol brasileiros jogam tão bem?". A Coréia também tem o futebol como esporte de lazer, segundo eles, mas o esporte não se desenvolve porque só tem perna-de-pau por lá.

Na casa onde moramos tem uma horta com verduras coreanas. O jantar foi feito com ingredientes colhidos na hora, o que faz uma grande diferença.

Além de arroz e carne refogada com verduras, experimentamos uma espécie de macarrão de batata doce. Cozido e com molho, muito bom. O molho de pimenta vermelha eu pedi a receita, vamos ver se consigo! Ah, e a refeição foi no chão, no deck, ao ar livre.

Share

Gastronomia asiática

14 de fevereiro de 2012 0

Devido à proximidade, a Austrália tem milhares de moradores vindos de países da Ásia, como China, Coréia do Sul, Japão e Tailândia. É fácil identificá-los nas ruas, mas difícil distingui-los devido às características parecidas: olhos puxados e cabelos escuros e lisos. Muitos brasileiros chamam qualquer oriental de "chinês" ou "japa", uma contração de japonês. Obviamente, eles detestam serem jogados no mesmo saco, já que têm culturas diferentes, hábitos, língua e gastronomia.

Em Melbourne, assim como em Sydney, há diversos restaurantes especializados em comida asiática. Estava lendo há pouco sobre o ChinaTown, que fica no centro da cidade, e vi que lá tem quase 30 restaurantes, especializados em comida chinesa, japonesa, coreana, indiana, malasiana ou tailandesa. Quero provar todas! Quem também quiser, a dica é a seguinte: no Brasil, as casas que servem comida asiática costumam diminuir a quantidade de pimenta dos pratos porque, em geral, o povo não está acostumado. Mas, originalmente, vai muita pimenta, principalmente na gastronomia tailandesa e chinesa. Na Austrália, quem não gosta de pratos fortes, peça menos pimenta.

Ontem fomos convidados pelos queridos Mike e Claire para nosso primeiro Asian Dinner em Melbourne. O Mike é gaúcho, mora há três anos aqui e é chef. É casado com a Claire, que é chinesa e também adora gastronomia. Fomos num restaurante Thai (foto) e experimentamos quatro diferentes pratos - um melhor do que outro. Aquelas 'tigelas' brancas na foto são coco, onde eles servem sopas com o ingrediente e alguma carne. Os outros dois pratos são carne com vegetais e pimenta. Todos deliciosos.

Share

In Melbourne

13 de fevereiro de 2012 0

Recém chegada na capital cultural da Austrália, já consegui sentir novamente o clima do país que me apaixonei há quatro anos, quando morei em Sydney. O estilo sem-frescuras do povo daqui ou que vive aqui é o que mais gosto: cada um usa as roupas que tem vontade independente de moda, as pessoas sentam nos bancos de praça para almoçar ao ar livre e adoram uma conversa, principalmente com estrangeiros.

Ontem testei a popularidade do chimarrão, foi o maior sucesso! A primeira pessoa que parou para perguntar o que era foi uma policial - claro que eu tratei de explicar rapidinho e ainda oferecer a cuia, mas ela não quis. Saiu dizendo: "it's very unusual", com os olhos arregalados.

Em Melbourne, o domingo foi "típico", considerando as informações que eu tive sobre o clima aqui. Em três momentos durante a tarde choveu muito forte, e, em seguida, abriu sol. Frio pela manhã, calor à tarde. O negócio é carregar guarda-chuva sempre.

A cidade é muito bonita, gostei bastante das ruelas estreitas que ligam as avenidas no centro, cheias de cafés e restaurantes, muitos com música. O Rio Yarra é um espetáculo à parte na região central, quebrando a paisagem de prédios altos e ar empresarial com um pouco de natureza.

Siga o Viaje Mais no Twitter: @viajemais1

Share

Foto da estrada

17 de janeiro de 2012 0

Rio das Antas, em Bento Gonçalves/RS.

Share

Volta ao passado

15 de janeiro de 2012 0

Ir para uma cidade de colonização italiana sempre remete à antiga casa da minha  avó paterna, que tinha a cozinha no porão e todas as outras características trazidas pela imigração ao Rio Grande do Sul. Gosto de conhecer a história e a cultura dos italianos que fugiram do seu país na tentativa de uma vida melhor no Brasil.

A Vinícola Cainelli, em Bento Gonçalves-RS, mantém uma casa exatamente como era antigamente. A televisão com caixa de madeira, o porta-retrato oval com a foto do 'nono e da nona' na parede, e os utensílios de ferro são alguns dos objetos.









Os imigrantes italianos tiveram um início sofrido no Brasil, e tiveram que  trabalhar muito para conseguir viver aqui. Uma das histórias que se conta  é que, hoje, os descendentes da imigração comem bem e fazem questão de oferecer algo para as visitas porque, na época, chegaram a passar fome. Daí nós somos 'obrigados' a comer delícias como grostolis, massas, bolos, etc.

Maaas, no tempo das vacas magras, o racionamento de comida nas casas era sério. As mesas de jantar tinham gavetas (foto abaixo) e, contam hoje, elas serviam para guardar a polenta caso algum vizinho aparecesse para visitar na hora da refeição.

Siga o Viaje Mais com Menos no Twitter: @viajemaiscmenos

Share

As uvas também sofrem

14 de janeiro de 2012 0

Vim passar o fim de semana em Bento Gonçalves-RS, cruzando os dedos para que a chuva parasse. Já na estrada, percebi o quanto eu estava sendo egoísta. As hortênsias, belas e resistentes flores que enfeitam a região da Serra Gaúcha, estão secas e queimadas, devido ao sol e calor que só agora estão dando uma trégua no estado. O parreiral  da Montevino Espumantes Estrela do Brasil reflete o problema. Na época de colheita da uva, muitos cachos apresentam grãos miúdos e as folhas que protegem os frutos estão secas. O enólogo Irineo Dall Agnol, diretor da empresa, conta que as uvas que conseguirem amadurecer, não terão a mesma qualidade.

- O tempo seco  é bom para a uva a partir de agora, próximo da época de colheita. Mas a estiagem na região está sendo muito forte e longa. Mata os parreirais e as uvas.


Uvas sofrem com o calor intenso na Serra Gaúcha

Uvas sofrem com o calor intenso na Serra Gaúcha



Hortênsias secas pelo sol

Hortênsias queimadas pelo sol











A Estrelas do Brasil produz vinhos espumantes finos - muito bons, por sinal. Fica no distrito de Faria Lemos, em Bento. Abaixo, a vista da região.

Ps.: A chuva deste sábado não atrapalhou em nada os passeios.

Siga o Viaje Mais com Menos no Twitter: @viajemaiscmenos

Share

Bento celebra a colheita da uva

13 de janeiro de 2012 0

Começa hoje o Bento em Vindima, tradicional evento em Bento Gonçalves que marca a época de colheita da uva na Serra Gaúcha. A abertura oficial da festa será às 18h na Lovara Vinhas e Vinhos. Além da cerimônia, está prevista colheita de uvas e também jantar no local.

A programação é ampla e não inclui apenas colheita, degustação e shows. Uma das atrações que chama a atenção é o Ciclo de Cinema Bento em Vindima. Serão exibidos filmes com a temática do vinho em seis hotéis: Villa Valduga, Villa Michelon, Spa do Vinho, Dall’Onder Grande Hotel, Miolo e Farina Park. A promoção é da Bento Film Commission. Concursos de gastronomia e fotografia também fazem parte da programação.

O evento vai até 11 de março. A promoção do Bento em Vindima é da Secretaria Municipal de Turismo (SEMTUR), com apoio de entidades e associações de turismo. Detalhes sobre hospedagem, transporte e a programação completa podem ser acessados aqui.




Fotos: divulgação Bento em Vindima

Fotos: divulgação Bento em Vindima

Siga o Viaje Mais com Menos no Twitter: @viajemaiscmenos

Share