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Luzes da discórdia

11 de dezembro de 2009 5

Quem acompanhou o debate no programa Conversas Cruzadas, da TVCOM, nesta sexta-feira à noite, viu a discussão em torno de uma árvore de Natal se transformar em campo de batalha político. De um lado, o secretário de Turismo Mário Cavallazzi e, do outro, o vereador João Amin. Ânimos acirrados, pouco o assunto avançou em relação a questões importantes como a verba total destinada à atração natalina.

Confira aqui íntegra da discussão

comentários

Comentários (5)

  • Rafael diz: 11 de dezembro de 2009

    Fosse o vereador João Amin um pouco mais experiente e eloqüente, teria esmagado o secretário Mário Cavallazzi.
    Vergonhosa a “atuação” do secretário. Em nenhuma momento tentou elucidar a questão. Mesmo porque deve ter consciência que é impossível explicar o inexplicável.
    Apelou de todas as formas e maneiras e fez pouco caso da inteligência do povo florianopolitano.
    Contradisse o prefeito, enrolou-se, atacou os Amin, usou de sentimentalismo barato, mas explicar que é bom, nada!
    Um dos pontos altos de sua atuação foi dizer que “ninguém está preocupado se a árvore tem 3 metros a mais ou 3 metros a menos”.
    Abre o olho, Floripa!

  • Juca Pirama diz: 11 de dezembro de 2009

    E vem mais coisa por parte do MP por aí. Ao final das contas, a história do contrato e dos misteriosos patrocinadores revelou-se ser apenas a ponta deste novelo de irregularidades.

  • juca pirama diz: 11 de dezembro de 2009

    Aguardem pelos desdobramentos. A questão do contrato, tamanho e dos patrocinadores misteriosos é apenas a ponta deste novelo de irregularidades. Não surpreenderia se alguém acabar preso.

  • cris diz: 12 de dezembro de 2009

    Inacreditável o secretário Mário Cavalazzi questionar a idoniedade do Ministério Público, Tribunal de Justiça e Tribunal de contas, TODOS INFLUENCIÁVEIS????…a PMF pensa que aqui não existe mais lei. Tem muita gente de olho. PARABENS VEREADOR JOAO AMIN. Quem estiver contra essas decisões com certeza nunca seria um eleitor seu. CARATER E ÍNDOLE NAO TEM PREÇO.

  • Mirian Brasil diz: 15 de dezembro de 2009

    Interessante como essa gente que pensa que pode fazer o que bem entende no poder, sente-se ofendida quando tem (e deve) dar satisfações de suas decisões… essa gente deve ficar é em casa e não no serviço público, que se destina a atender seu povo. E ainda fazem ameaças aos cidadãos dizendo que não haverão mais os eventos programados, como se tratando com crianças… óh… que pena!! Cortaram as champagnas importadas??? Os camarotes vips??? Deve ser essa a dor…

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