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Posts de janeiro 2010

Pegou mal

14 de janeiro de 2010 0

Provas com imagens gravadas pelo circuito interno de segurança da Infraero, no Aeroporto Hercílio Luz e uma agente que sequer anotou a cor do carro em que os suspeitos embarcaram. Estão facilitando demais o trabalho dos advogados de defesa do vice-governador Leonel Pavan. Logo a Polícia Federal, que tem a imagem associada a grandes operações – com nomes cada vez mais criativos – não dar sequer uma máquina fotográfica para o pessoal da investigação. Se as provas substanciais são estas, imagina, então, as testemunhais.

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Do Z ao A

13 de janeiro de 2010 0

Do chargista e jornalista Frank Maia veio a frase que resume o sentimento de perda com a morte da catarinense Zilda Arns, no terremoto do Haiti: do Z ao A,  Zilda Arns era a bondade personificada.

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Agilidade

12 de janeiro de 2010 0

Até ontem à tarde, a última atualização do site do Departamento de Administração Prisional (Deap) datava do dia 5 de novembro (confira ao lado). Na capa da página, uma carta aberta aos colaboradores do sistema prisional assinada pelo então diretor do Deap, Hudson Queiroz, que se despedia do cargo.
Ontem, ele foi baleado em casa, vítima de acidente com um revólver calibre 38. Mas no organograma do departamento, seu nome ainda consta lá, como diretor. Queiroz foi substituído por Nilson Júlio da Silva depois que imagens de tortura de presos em São Pedro de Alcântara foram divulgadas. Confira em www.deap.sc.gov.br

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Exemplo perigoso

11 de janeiro de 2010 0

Pegou mal entre os policiais a exposição do comandante da PM, coronel Eliésio Rodrigues, na negociação com o sequestrador do ônibus 1274, Valmir Florentino Costa, 37 anos. O oficial ficou a poucos metros do ônibus, sem usar colete à prova de balas, o que, segundo especialistas, é uma falha grave neste tipo de situação. E se ele levasse um tiro, quem iria se responsabilizar?
Ontem pela manhã, em entrevista à rádio CBN/Diário, o coronel disse não gostar de usar colete. É aquela história: o exemplo vem de cima.

***

Em 2000, Sandro Nascimento protagonizou um episódio semelhante, que ficou conhecido como o sequestro da linha 174, no Rio de Janeiro. Com transmissão ao vivo, em rede nacional, Sandro, então um adolescente, morador de rua, viu-se cercado pela PM e fez alguns dos passageiros como reféns. Depois de horas de negociação, um final trágico: por um erro policial, a refém foi baleada e morta. Sandro foi colocado vivo no camburão da PM. Chegou sem vida na delegacia. Linha de ônibus com final 74, todo cuidado é pouco.

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Papo furado

10 de janeiro de 2010 0

A rapadura é doce, mas não é mole, não. Os golpes aplicados de dentro dos presídios já foram mais criativos. mas eles continuam insistindo. Uma moradora de Floripa recebeu mensagem no celular dizendo que ganhou um prêmio de uma emissora de televisão. O texto vinha do número (85) 8728-4977 e, no próprio corpo, pedia que o candidato à vítima telefonasse para (85) 9140.8578. O prefixo é de Fortaleza, capital do Ceará.
O Visor, por curiosidade, ligou para o primeiro número. Um homem atendeu e se identificou como funcionário da central da emissora. O som de outros homens conversando ao fundo era nítido. Ao ser questionado se era golpe, desligou na hora. Minutos depois, nova ligação e a mesma voz atendeu. Perguntado novamente, disparou alguns palavrões. Mas admitiu, rapidamente, que fazia isso para matar o tempo na prisão. Em seguida, desligou novamente. E não mais atendeu. Ah, o segundo número sequer aceitou a chamada.

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Cavallazzi pediu pra sair

04 de janeiro de 2010 6

Acabou. A crise deflagrada no dia 8 de dezembro em torno da polêmica da árvore de Natal e que atingiu o coração da prefeitura com as festas de final de ano terminou, ontem, com o pedido de desligamento do secretário de Turismo de Florianópolis, Mário Cavallazzi. Ele entregou o pedido formal ao prefeito Dário Berger no meio da tarde, em caráter irrevogável.
Dário, numa última tentantiva de reverter a situação, pediu a Cavallazzi que conversasse com o governador Luiz Henrique da Silveira, ainda na noite desta segunda-feira. O ex-secretário afirmou que aceitaria o convite para conversar, mas não via mais condições para seguir à frente da pasta por um único motivo: a motivação acabou.
— Saio de cabeça erguida, ciente de que fiz o que estava ao meu alcance — disse Cavallazzi, em primeira mão, ao Visor.
Junto com Cavallazzi saiu também o secretário-executivo da pasta, Homero Gomes.

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Não deu, tenta outra vez!

04 de janeiro de 2010 0

Tenho uma amiga repórter, aliás uma das melhores cronistas do cotidiano que conheço, que está procurando casos de pessoas que deram uma guinada na vida. Aquele sujeito que mudou de profissão, de cidade, largou a mulher (ou vice-versa), adotou um filho, voltou a estudar, se assumiu. Enfim, vale tudo.
Bela época pra pensar no assunto. Afinal, estamos num período em que depois do exercício tântrico, o ato mais praticado é o da promessa, geralmente de mudanças. Sejam de atitude, de comportamento e, alguns casos, até de caráter.
Agora, se você é um daqueles que jurou na virada do ano beber com moderação, ser menos estressado, parar de fumar, fazer exercício, emagrecer, largar do mala que só te faz mal ou, simplesmente, mandar tudo pra longe, e ainda não conseguiu: bem-vindo clube. Você é igual a milhões, assim como eu. Então desencana…Se não deu, tenta outra vez. Simples assim!

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