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O drama da lista de espera no Joana de Gusmão

23 de dezembro de 2010 1

O futuro secretário de Estado da Saúde, Dalmo Oliveira, fez algumas revelações ainda mais preocupantes sobre a estrutura dos hospitais públicos em Santa Catarina durante sua participação no Conversas Cruzadas da TVCOM, quarta-feira à noite.

 Segundo ele, o Hospital Infantil Joana de Gusmão possui, hoje, cerca de 4 mil crianças na fila para uma cirugia com um otorrinolaringologista (especialista em garganta, ouvidos e nariz). No atual ritmo seriam necessários cerca de quatro a cinco anos para atender a todos. Isto se não entrar nenhuma uma nova criança na lista de espera.

Some-se a falta de especialistas para atender esta demanda reprimida, o número de leitos no hospital também sofreu uma drástica redução ao longo dos últimos anos. Dos 220 disponíveis nos anos 1980, atualmente pouco mais de 90 são destinados ao tratamento dos pacientes.

comentários

Comentários (1)

  • Luis diz: 28 de dezembro de 2010

    Eu quero é novidade. No interior praticamente não há saúde pública, principalmente na media e alta complexidade. Na Capital, tudo funcionando precariamente. O Hospital do CEPON é quase um grande ambulatório, as internações, procedimentos, cirurgias estão todos emperrados. As pessoas vão para as filas intermináveis no aguardo do tratamento, aí sempre aparecem os aproveitadores: “pelo SUS vai demorar, agora particular…”. Tem muito DR se valendo desssa dificuldade. E todos, imprensa, MP e etc e tal fazendo “silêncio obsequioso”…

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