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Projeto Navegar está encalhado

24 de fevereiro de 2011 0

Equipamentos de remo, canoagem e vela avaliados em cerca de R$ 300 mil, que eram utilizados no Projeto Navegar, estão parados em um depósito da Escola de Aprendizes Marinheiro, em Florianópolis, desde 2003. Naquele ano foi lançado o projeto e desenvolvida a primeira turma, com 160 estudantes.

Desde então, por falta de recursos financeiros, o projeto de inclusão social de crianças e adolescente, criado pelo Secretaria Nacional de Esporte e executado em parceria com a Fesporte, encalhou.

A ideia agora é voltar ao mar. Nesta semana, o presidente da Fesporte, Adalir Pecos Borsatti, vai ao Ministério do Esporte pedir a transferência do patrimônio esportivo (embarcações, remos, velas, equipamentos de segurança etc) do projeto para o Estado.

O próximo passo será buscar apoio financeiro na iniciativa privada. A estimativa é que com menos de R$ 80 mil/ano o Navegar volte à ativa. O custo, que inclui contratação de instrutores e alimentação e transporte de alunos, só não é maior em razão dos cuidados reservados pela Marinha aos equipamentos.

Além de abrigar e zelar pelo patrimônio, um voluntário ligado à instituição dedica horas livres de seu dia para fazer a manutenção de peças.

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